Você pediu, você terá.
Só quero que saiba que estou mais disposto a voltar a falar com a Lucille do que contigo. Quando ela pediu para parar de falar com ela, eu parei, mas deixei a porta aberta.
Mas você já passou pela porta onde ela não quis passar, eu te recebi de bom grado, te dei confiança, acredito que não te tratei mal e eu não vou mentir, por algum motivo que desconheço eu gosto de você e queria que você fosse meu amigo, mas não se pode ter tudo o que quer e me dou por vencido.
O teu pedido, que procede de uma pessoa que já esteve em confiança do lado de dentro da porta é muito mais grave que o dela. E será considerado como tal, até porque devo respeitar esse pedido por consideração.
Vamos relativizar a ofensa? Era assim que os nazistas pensavam sobre os judeus, você lembra do início do filme "Bastardos inglórios" onde eles compararam os judeus a ratos? O primeiro passo é desumanizar, depois ofender não é ofensa, violentar não é violência, exterminar não é extermínio.
E você exterminou uma amizade hoje.
Se você não se arrepender de suas ofensas como Deus pode te perdoar? O único pecado não perdoado é o não confessado. Se você não reconhecer o pecado, morrerá em tua própria iniquidade.
Aqui findam as minhas palavras e porta fechada para você.
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Replies (1)
> Só quero que saiba que estou mais disposto a voltar a falar com a Lucille do que contigo...
Talvez seja porque ser chamado de "pedófilo" seja menos ofensivo do que ser chamado de "rato" para você.
> acredito que não te tratei mal...
Tratou a colherinha, que te ajudou configurando um domínio para você sem nada lhe cobrar. Ingrato.
> por algum motivo que desconheço eu gosto de você e queria que você fosse meu amigo...
Motivo: interesse. O motivo é interesse.
> E você exterminou uma amizade hoje...
Errado. Você exterminou a "amizade" ao postar aquela nota desrespeitosa e ingrata contra alguém que somente lhe fez bem. Aliás, foi ali que eu lhe disse que você havia morrido para mim, lembra? E morreu realmente ali.