Estamos a iniciar uma nova ordem mundial, com uma grande mudança geopolítica e na económica. Vamos deixar de ter apenas um grande bloco, passando a ter dois blocos, com um mundo polarizado, onde o EUA deixaram de ser a referência, passando a ser China.
Com a aposta numa económia mais isolacionista, com industrialização interna, mais protecionismo económico e menos democratas.
Será um perigo para o mundo, e sobretudo para a liberdade, se a China tornar-se o modelo.
Numa fase inicial, esse protecionista será na industrialização interna, mas depois vai alantrar para os mercados financeiros, com controlos de capitais.
O que acontecerá às ações das empresas dos EUA, sobretudo as mag7, quando os europeus e de outros países deixarem de investir nos EUA?
Com o caminho que a Europa está a tomar, mais tarde ou mais cedo, vai haver forte limitação para investir noutros países, os europeus só vão poder investir em empresas europeias.
As bolsas EUA poderão ter uma enorme queda, que levará anos para recuperar.
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A morte do império maçom protestante é algo a se comemorar.
É o fim do modelo da democracia liberal, para um modelo de ditadura comunista com capitalismo de estado, talvez seja o melhor maneira para descrever o sistema chinês.
Ou seja, de modelo de livre mercado para um modelo centralizado no governo e num governo não eleito.
Mas temos que ser honestos, em termos puramente económicos, é a primeira vez que um sistema comunista que funciona, que não leva o país à miséria. As pessoas não morrem de fome, mas sacrificiam totalmente a sua liberdade.
Onde existe alguma permissão para a propriedade privada, um capitalismo com supervisão à distância pelo estado. Onde a qualquer momento pode vir ordens do cima, que terão obrigatoriamente de ser cumpridas, senão, terão o direito a umas meses de férias.
Uma economia muito fechada, com bastantes limitações à entrada de empresas estrangueiras e na retirada de capital, ou seja, o governo quer ter controle absuluto sobre a economia, sem interferência externa.
Com a entrada de Trump, o EUA estão a desviar-se do tradicional modelo de democracia liberal, ainda está a anos-luz do modelo chinês. Mas está a dar os primeiros passos, com muito interferência directa nas empresas e muito protecionismo.
O problema é vamos para um sistema ainda pior, menos livre e mais estado.
de um lado parece que sim, mas do outro não:
Dos fundadores americanos, Alexander Hamilton era um monarquista. Da mesma forma, o governador da Pensilvânia, Robert Morris, nutria fortes inclinações monárquicas. George Washington manifestou a sua profunda aversão à democracia em uma carta de 30 de setembro de 1798 a James McHenry. John Adams estava convencido de que toda sociedade gera aristocratas tão inevitavelmente quanto um milharal gera alguns milhos de espigas grandes e alguns milhos de espigas pequenas. Em uma carta a John Taylor, ele enfatizou, como Platão e Aristóteles, que a democracia, em última análise, evolui para o despotismo; e, em uma carta a Jefferson, ele declarou que “a democracia invejará todos, lutará contra todos, esforçar-se-á para destruir a todos; quando, por acaso, acontecer que se torne suprema por um curto período de tempo, ela será vingativa, sangrenta e cruel”. James Madison, em uma carta a Jared Parks, queixou-se da dificuldade “de proteger os direitos de propriedade contra o espírito da democracia”. E até mesmo Thomas Jefferson – que, provavelmente, é o mais “democrático” dos Fundadores – confessou em uma carta a John Adams que ele considerava A aristocracia natural (...) como a bênção mais preciosa da natureza para a instrução, a confiança e o governo da sociedade. E, na verdade, teria sido incoerente que a criação tivesse concebido os homens para a vida em sociedade e não tivesse lhes dado força e sabedoria suficientes para gerir os assuntos da sociedade. Talvez possamos até mesmo dizer que esta forma de governo é a melhor, pois promove da maneira mais eficaz uma genuína seleção de aristocratas naturais para os cargos governamentais? Para caracterizar, assim, a atitude geral dos fundadores, a declaração mais apropriada é a de John Randolph de Roanoke: “Eu sou um aristocrata: eu amo a liberdade; eu odeio a igualdade.”
Outro problema enorme dos EUA são os "cristãos" sionistas.