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Descentralizando os fluxos informacionais. Domini está para entregar-lhe os fatos e saberes essenciais.
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Domini 5 months ago
A “SOBERANIA NACIONAL BRASILEIRA” AOS OLHOS DO PT — O Brasil das propagandas do governo é um poço de miséria espiritual, moral e estética. Após Donald Trump ter anunciado a aplicação de tarifas de 50% nas importações brasileiras o governo Lula III tentou por-se na posição de antifrágil e buscou converter a ação do governo americano num motor de propaganda em pró da coesão nacional, algo interessante aos grupos mais alinhados ao petismo, às esquerdas no geral e à centro-esquerda, tida essa última como nacionalista — os coletivistas — porém os resultados foram irrisórios e vexatórios: o governo demonstra desconhecimento profundo sobre o que é o Brasil e o que é o brasileiro, preferindo partir para o uso de chavões, memes de internet e programas sociais estatais como formas de sintetizar simbolicamente o brasileiro, o reduzindo ao que há de mais vergonhoso no atual estado de decadência da cultura no meio popular, isso é, a uma caricatura servil e alienada. image https://x.com/ptbrasil/status/1943090165880123839 O Partido dos Trabalhadores, no dia 11 de julho, publicou no seu perfil na rede social X (Twitter) um vídeo no qual no segundo 1’’ havia o desenho do Mickey Mouse, fazendo com a mão esquerda o sinal “L”, com camisa vermelha, chinelos respectivamente de cores verde e amarela, e a frase “Aqui é BR [Brasil], não é Disney” escrita em superior e inferior ao desenho do personagem americano. Ocorre que tal desenho é uma paródia de um meme que se popularizou por ter sido ampla defesa e propaganda ao poder do Comando Vermelho na cidade do Rio de Janeiro, no qual o personagem americano aparecia usando uma camisa da Nike e portando um fuzil nas costas, também fazendo um “V” com sua mão esquerda, acompanhado da frase “Aqui é RJ [Rio de Janeiro], não é Disney”. Mesmo após a exposição dessa relação simbólica criptoapologética o partido não retirou seu vídeo das redes sociais, mantendo assim então a propagação de uma imagem que surgiu como símbolo de força e poder de uma facção criminosa. Há um detalhe a mais: a trilha sonora usada no vídeo postado pelo perfil do PT possui batidas do funk carioca, um gênero musical marcado por ter sido propagado nacionalmente com ajuda do narcotráfico, tanto pelo financiamento de facções criminosas aos MCs de funk como pelo uso do trabalho desses MCs na lavagem de dinheiro. No mesmo dia o governo federal e sua máquina de propaganda comete um novo ato de violência contra a brasilidade, dessa vez no perfil oficial de Instagram do Governo do Brasil, no qual dispararam memes como forma de engajar uma tentativa de concatenar a defesa da soberania nacional à defesa devota ao PT e suas políticas de governo, e como isso foi feito: inserindo a pobreza estética e de humor do atual cenário de degradação espiritual, moral e simbólica do Brasil junto ao assistencialismo de Estado. image Aos olhos do governo, deduz-se então, que o brasileiro nada mais é do que um alienado que vive de memes e ajuda de programas de Estado, o Brasil não pode ser então enaltecido por suas glórias, suas conquistas, seus feitos e suas virtudes. Não falamos do Brasil de Villa-Lobos, de Pelé, de Mário Ferreira dos Santos, de Arlindo Veiga, de Carlos Chagas, Afonso Pena, Antônio Conselheiro, de Plínio Corrêa de Oliveira, Maria Quitéria, Gilberto Freyre, Otto Maria Carpeaux, Tião Carreiro, Luiz Gonzaga, Emerson Fittipaldi, André Rebouças, Cora Coralina, Eder Jofre, Duque de Caxias, Viveiras de Castro, João Gilberto, Chiquinha Gonzaga, Pedro Américo e outros, pois ao falarmos do Brasil das propagandas do governo falamos do Brasil da Rede Globo, do BlueSky e dos confins de bolhas do Xwitter, das figurinhas de WhatsApp e do Estado deificado. Ignora, o governo, a Guerra do Paraguai e as conquistas nas batalhas de Cerro Corá, de Riachuelo, de Tuiuti e de Humaitá, a SGII e nossos heróis da Força Expedicionária Brasileira, ignora a memória Dom Vital, Santa Dulce dos Pobres e escanteia Nossa Senhora Aparecida para enaltecer um Brasil de falências e decadências. Ao governo do Brasil, na próxima vez que forem responder os Estados Unidos, devem eles se lembrar de inserir alusões ao Fortune Tigger e seus derivados, à prostituição e ao consumo de drogas pesadas como elementos essenciais para compor uma lacrada boa em resposta diplomática, pois claro, é esse Brasil, o país belo, de diversidades culturais, de riquezas naturais e caráter único ao mundo, que a classe política, em sua sanha parasitária, projeta. Essa sugestão cá apontada não é inconveniente pois se visível a postura de palhaço do governo podemos deduzir que este país é uma grande comédia, logo não podemos esperar respostas sérias do governo Lula III. Sobretudo, é de nosso dever agradecer as boas risadas obtidas pela publicação feita na conta oficial do governo federal, portanto obrigado Luís Inácio Lula da Silva, que nomeou essas figuras, Rosângela “Janja” da Silva, Carlos Fávaro, Jader Barbalho Filho, Luciana Santos, Juscelino Filho, Margareth Menezes, José Múcio, Paulo Teixeira, Geraldo Alckmin, Wellington Dias, Macaé Evaristo, Camilo Santana, Márcio França, André Fufuca, Fernando Haddad, Esther Dweck, Anielle Franco, Waldez Góes, Ricardo Lewandowski, Marina Silva, Alexandre Silveira, Márcia Lopes, André de Paula, Simone Tebet, Sílvio Costa Filho, Sônia Guajajara, Wolney Queiroz, Mauro Vieira, Alexandre Padilha, Luiz Marinho, Renan Filho, Celso Sabino, Jorge Messias, Vinícius Marques de Carvalho, Rui Costa, Antônio Amaro dos Santos, Márcio Macêdo, Sidônio Plmeira, Paulo Pimenta, Gleisi Hoffmann e em especial obrigado Frederico de Siqueira Filho, Daniela Gonçalves Garcia, Sônia Faustino Mendes, João Aloísio Vieira, João Brant e demais funcionários responsáveis pela comunicação e pela gerência das contas oficiais do governo, obrigado por manterem ainda viva essa piada que tanto nos faz rir.
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Domini 9 months ago
OPINIÃO: as razões de Miyazaki e Hirohiko Araki frente a monopolização da produção de artes pelas IAs O maior problema da IA não está no roubo de informações dispersas publicamente ao uso de recortes, pois a solução para isso seria a creditação ao autor das obras originais usadas e a monetização da reprodução para o bolso dos artistas, o problema é maior, é o monopólio das artes através da falsificação. Hayao Miyazaki, artista do Studio Ghibli responsável pelos traços icônicos das obras do estúdio de animação, considerou a prática como "insulto à própria vida", e de fato possui razão, uma vez que tratam-se de obras feitas por ferramentas desprovidas de vida, quais não possuem רוּחַ (ruach), "vento", não possuem alma, são feitas de pedras, metais e areia, não do barro e da carne. Hirohiko Araki, o mangaka autor de JoJo's Bizarre Adventures, alertou sobre isso, em entrevista, quando afirmou ter ficado surpreso com o nível da capacidade da IA em replicar os traços dele próprio. Araki foi na justiça e hoje qualquer IA é incapaz de replicar os traços dele sem que o pague. Disse o autor de JoJo's que entraremos em uma "era de fraudadores"[2], acertou. Pode-se hoje replicar os traços do artista de forma a insignificar sua obra, pior que o roubo, é tornar comum o que deveria ser singular e único, é como vazar a fórmula secreta de um produto de sucesso, se alguém tem a sabedoria técnica para replicar esse tipo de informação na marra, ralando duro, parabéns, mas se todos possuem acesso ao produto gratuitamente logo o produto é insignificante, logo não possui valor pois há consigo uma horda de fraudadores, ora, por que gastar determinada quantia em uma obra original se há uma fraude produzida gratuita dando sopa? Isso se difere, em muito, da defesa da prática de pirataria, que por vezes é legitima se feita como uma forma de agência num contexto contraeconômico beirando o agorismo, como propõem alguns anarquistas, a exemplo da obra "O Manifesto do Novo Libertário", do Konkin III, pois nela trata-se de uma prática de economia cinza e negra que ainda movimenta o mercado, seja por troca de dinheiro ou por troca de informações (mercado de scans, de jogos, filmes piratas, PDFs de livros e demais conteúdos de cunhos culturais e de entretenimento). Não há nada de benéfico ao mercado com o monopólio da produção das artes, e aliás, a monopolização, tal como a oligopolização, é o que há de mais antimercado, isso sem o ponto de vista contraditório da ética libertária, mas partindo do ponto de vista de demais libertários não-corporatocratas, desde os mutualistas até os minarquistas; é a monopolização um dos abusos apontados e condenados (Rerum Novarum, §47) pela Igreja Católica Apostólica Romana na encíclica Rerum Novarum, escrita em 1891 pelo Papa Leão XIII, e na encíclica Quadragesimo Anno, escrita em 1931 pelo Papa Pio XI (Quadragesimo Anno, §105 e §107). Sobre a prática, trata-se da degradação última do capitalismo, que culmina no combate aos meios de produção dos indivíduos livres. O poder de quebra da autoria está agora nas mãos de grandes corporações que, pasmem, agridem a cultura e as artes dia após dia — alguém pode me provar que o financiamento filantrópico para causas de subversão social (hoje tidas como "wokismo") não é agressão à ordem, ao belo e às boas artes? O futuro em que será requisitada a arte feita por máquinas em detrimento da feita pelos homens é um futuro no qual a produção artística será monopolizada, esse monopólio só será possível pois haverá a fraude em demasia por parte dos usurpadores dos símbolos. [1] [2]
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Domini 9 months ago
Demitido! — Dorival Júnior deixa o cargo de técnico da seleção brasileira de futebol Após o vexame da seleção brasileira após o jogo que terminou com o placar de 4x1, dando a vitória histórica para a seleção argentina, em uma atuação lastimável, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) demite Dorival Júnior nesta sexta-feira após uma reunião na sede da entidade. O trabalho de Dorival Júnior à frente da amarelinha iniciou após a queda do então técnico interino Fernando Diniz após resultados ruins deste durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. No princípio os bons trabalhos a frente do São Paulo, em 2023, e do Flamengo, no ano de 2022, tornavam o treinador em uma boa opção dado o momento de crise política que passava a CBF sobre a presidência de Ednaldo Rodrigues. A passagem de Dorival carrega atuações coletivas bastante discretas, resultados ínfimos mediante a potencial qualidade que alguns jogadores apresentam. É certo que em nomes a seleção brasileira é uma das mais fracas dentro do presente século, superior somente à fase pós-Copa do Mundo de 2010 até a Copa do Mundo de 2014, porém os trabalhos técnicos limitados frente a CBF, e em alguns dos principais clubes do Brasil, revelam a crise de pensamento técnico e tático no país, a defasagem na formação de novos profissionais de ponta para fazer esse trabalho em alto nível frentes competições internacionais sem a suma dependência de elencos fortes. Mesmo os trabalhos do Dorival Júnior pelo São Paulo e Flamengo demonstraram vícios em determinados esquemas, dependências de qualidades individuais (não táticas) na solução de partidas complicadíssimas e falta de variabilidade tática durante os jogos, o que se mostrou como característica do técnico na sua passagem pela seleção. Medida a crise de pensamento tático e técnico no Brasil a tendência é de que a CBF ou busque um profissional estrangeiro que trabalhe ou tenha trabalhado no centro do futebol global — ou seja, na Europa — ou um profissional brasileiro que tenha tido experiência vasta na Europa durante boa parte da carreira, e que, portanto, tenham um pensamento próximo do que é ensinado no centro do futebol mundial de forma qual a seleção brasileira possa encontrar êxito em sua reconstrução nas competições internacionais, dentre o primeiro caso ventila-se os nomes de Carlo Ancelotti, atual treinador do Real Madrid, e Jorge Jesus, hoje no Al Hilal, no segundo caso é citável o nome de Felipe Luís, atual técnico do Flamengo que vem fazendo um bom trabalho no time rubro-negro.
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Domini 9 months ago
A crise do cinema woke --- Branca de Neve decreta o fim do cinema decolonial de massa… por enquanto A recepção do live action de Branca de Neve e os Sete Anões, o filme Branca de Neve, foi negativa tanto para a crítica como para os demais que assistiram ao filme. Atualmente o filme possui avaliação de 1,7 no IMDb, baixíssima não somente aos padrões dos live actions produzidos recentemente pela Disney, marcados por tentativas de reinvenções e adaptações às pautas progressistas vigentes nos tempos presentes. A respeito do fracasso da obra podem ser abordadas duas vias da problemática: a primeira trata da obra em sua particularidade, isso insere as suas alterações no enredo e nas características pessoais da protagonista quanto a personalidade e significado de suas ações, agora moldada, a personagem Branca de Neve, na sanha ideologizante da — autodeclarada como alguém que detesta o sentido do filme de 1937 — atriz Rachel Zegler, pautada no feminismo radical e na militância socialista. Dentre essas alterações, a primeira age na etnia da personagem, que originalmente alemã, agora se encontra na pele de uma atriz hispano-americana, não mais o hipocorístico (o nome simbólico) referente à característica física dela, mas a uma conveniência de roteiro para manter uma justificativa sobre o mesmo hipocorístico “Branca de Neve”, no caso sobre ter nascido em uma nevasca forte. O que era uma personagem inocente, frágil, humilde e que possuía como qualidades a capacidade de tornar belo o ambiente e a vida dos demais em seu entorno, como evidenciado na sua relação leal e ressignificadora com os sete anões, torna-se na nova obra uma suposta líder nata, independente, forte e astuta, em total dissonância ao que torna a Branca de Neve uma heroína diferente do padrão, isso é, a proposta de a “empoderar” retirou o que mais havia de positivo na personagem, que é a capacidade de manter-se resiliente e transformar o seu externo perante as crises. A cena qual a Branca de Neve, em vez de mostrar seu valor por via da humildade, se colocando a fazer os deveres domésticos dos sete anões para manter-se sobre o teto deles, e encarando esses deveres de forma positiva para que no processo transforme a vida desses personagens, os impõe simpaticamente ordem de forma tirânica por supostamente ser uma “líder nata” com potencial desenvolvido desde a formação, foi amplamente publicada nas redes sociais como uma redução da subversão da personagem, levando muitos (corretamente) ao desagrado com os rumos que o modelo woke de construção de enredos e personagens vem tomando, expondo a agenda progressista, em sua natureza subversiva, como um verdadeiro problema de caráter destrutivo nas artes e na indústria do entretenimento. A Branca de Neve não mais possui o heroísmo próprio baseado na transformação e na resiliência, mas pautada na derrota de uma vilã somente. Ora, pode ser dito que houve mudança na vida dos que a acompanham em sua jornada, porém essa ocorre de forma acidental por via da imposição de ordem em contravenção às normas impostas a ela, não partindo mais da inocência e pureza da mesma em busca da ressignificação e transformação pelo amor. Se a obra seguisse a risca o desejo de alguns que nela trabalharam, nisso inclui-se a radfem e pró-Hamas, Zagler, não haveria príncipe na história, e como houve um o mesmo foi diminuído da sua posição heroica, transformado em uma figura irrisória e idiotizada por certos momentos, um padrão nas obras guiadas pela ideologia progressista, o que obriga os roteiristas a tornar as protagonistas femininas em personagens Mary Sue, isso é, em heroínas perfeitas sem processos de falhas e acertos, sem mestres, sem lições, o que gera disrupção na conexão e assimilação do “self”, de nós mesmos, com essas personagens. A segunda via da problemática trata do fenômeno de expansão das produções woke no cinema, uma questão pertinente que satura o público e agrada somente uma parcela diminuta da sociedade que possui admiração pela teoria crítica pós-marxista. O fato passa pela má compreensão do entretenimento remodelado ao progressismo liberal de esquerda, muitos de seus críticos acusam a indústria de querer lucrar, ocorre que o foco nunca foi o lucro, mas sim a destruição gradual do modelo heroico ocidental mais o reordenamento das artes a partir da alteração bruta dos alicerces lúdicos da indústria cultural. O wokismo não possui a preocupação de entreter, mas de se tornar tão impositivo a ponto do indivíduo comum não ter opção de entretenimento além daquilo que é de acordo com o progressismo liberal de esquerda. A má qualidade, não da produção, mas da construção do enredo, do mundo e dos personagens, é parte da cartilha destrutiva, para aqueles que são adeptos das ideologias subversivas, muitas das vezes esses são estruturalistas ou pós-estruturalistas, atribuem qualidade a essas obras exatamente por seu caráter subversivo, ou seja, quando mais subverte o sentido original para eles melhor é. Essa relação dialética qual existe sobre a contradição entre as qualidades da obra, entre a natureza da arte e os sentidos, é o que torna o cinema woke ainda vivo e forte, por enquanto. Porém a indústria opera com dinheiro e é alimentada pelo dinheiro, se essa não vive dos subsídios estatais sumamente necessita corresponder positivamente o público por questões praxiológicas (referentes ao comportamento do público em relação às obras), pois nesse caso a arte porta-se como produto uma vez que a finalidade do público — não da obra — ao ver o filme é de se entreter. Isso é uma característica que não pode ser alterada pelos roteiristas, produtores, diretores, atores e afins, a lógica qual rege os tempos da “alta informação” é a mesma que trabalha com o engajamento, com a propaganda e a venda de experiências, essa condição presente em nosso zeitgeist é maior e mais impositiva do que qualquer interesse sórdido de bolhas ideologizantes, esse fato resultará — logicamente — na queda gradual da produção de filmes pautados no progressismo, pois se esses não cumprem o papel de entreter o público (conforme o interesse do público) o dinheiro se tornará mais escasso, então há a solução vindoura: inserir a pauta woke de forma subliminar, implícita, como visto, por exemplo, no live action de Pinóquio, em que uma obra que abordava sobre a necessidade de termos a disciplina como principal motor de nossas escolhas para que não tomemos más decisões, assim para que evitemos as más escolhas, se tornou uma história de falsa aceitação da própria natureza e de influência da sociedade sobre nossas decisões de forma a retirar a responsabilidade das más escolhas tomadas a partir de nossas desobediências, será esse o novo padrão.
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Domini 9 months ago
ENGRAÇADO O PALHAÇO — Alejandro Dominguez, através do deboche, encarna o racismo das corruptas instituições sulamericanas e das decadentes sociedades de nosso continente. image O sorteio da fase de grupos das competições continentais sulamericanas, a Copa Sudamericana e a Copa Libertadores da América, promovido ontem (17/03) pela CONMEBOL, foi marcado pela infame resposta do presidente da instituição, Alejandro Dominguez, sobre a bravata promovida pela presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Leila Pereira, a respeito de medidas para obrigar a entidade sulamericana, CONMEBOL, a tomar providências frente aos casos de racismos e às demais discriminações exercidas pelas torcidas de clubes dos países do continente contra os brasileiros. Perguntado sobre a reação da entidade à ameaça de retirada própria do Brasil da entidade, em suposta filiação futura à CONCACAF (confederação norte-americana), Alejandro Domínguez respondeu "Eso seria imposible, sería como Tarzan sin Chita", em português "Isso seria impossível,seria como o Tarzan sem a Chita", referindo-se à macaca que acompanha o Tarzan. A declaração repercutiu de forma que revelou a verdadeira visão da entidade sobre o Brasil, não somente, como dos vizinhos sobre a civilização brasileira, encarnando o desprezo e a inveja destes em relação ao povo brasileiro, que, não podendo obter glórias no êxito esportivo (e em demais meios), encontram na canalhice uma forma de despojar a sordidez comum dos egoísmos dos povos. Tratam-se de práticas discriminatórias infindáveis que afetam a sociedade brasileira, sejam essas praticadas tanto por sulamericanos, que pensam ser europeus, e por europeus. A atual atmosfera de conflitos passa pelo caso de racismo cometido pela torcida do clube paraguaio Cerro Porteño contra o atacante afrobrasileiro Luighi, da categoria de base sub-20 do Palmeiras, em uma competição continental de base (Copa Libertadores da América sub-20). O Cerro Porteño é conhecido no Paraguai como "club del pueblo", "clube do povo" em português, havendo grande número de torcedores nos subúrbios de Assunção, subúrbios esses únicos que se confundem com as zonas rurais de cidades sulamericanas em média, como bairros distantes dos centros preenchidos por sítios. Pela lógica, levando em conta a composição etnodemográfica da população paraguaia, sendo essa predominantemente hispano-guaraní, e o caráter de popularidade do clube como segunda maior torcida do país, atrás do Olímpia, porém que ainda predomina na região metropolitana de Assunção, qual possui cerca de 2,5 milhões de habitantes, grande parte de seus torcedores não possuem poder para tal prática discriminatória contra terceiros devido sua pluralidade, porém ainda assim as praticam. A punição da CONMEBOL ao clube Cerro Porteño foi irrisória, US$ 50 mil de multa mais jogos com os portões fechados na competição sub-20, mas houveram casos passados impunes pela entidade, como o de ofensas racistas cometidas por argentinos nas redes sociais do, ex-Fluminense e ex-Real Madrid, Marcelo, no ano de 2023, e no mesmo ano ofensas de torcedores do River Plate aos jogadores negros e mestiços do Fluminense, em 2013 houve o caso do Tinga em confronto Cruzeiro x Real Garcilaso, caso do Júnior Alonso em 2018 em confronto Atlético Mineiro x Independiente del Vale e caso do goleiro Guilherme em 2014, confronto Grêmio x San Lorenzo. Em 2014 houve o caso do Mena, no qual brasileiros foram agressores e cometeram injúrias raciais, porém trata-se e uma exceção, que confirma a regra de prevalência dos sulamericanos não-brasileiros contra brasileiros. Clubes brasileiros buscam em conjunto a resolução dessa querela com esclarecimentos da entidade e seu presidente, o que é insuficiente, está na mesa a solicitação da mudança da localidade da sede da entidade para um país que tenha leis que combatam essas práticas discriminatórias e o impeachment do presidente Alejandro Domínguez, reivindicações justas e moralmente certeiras se impostas pelos clubes brasileiros, isso mais o boicote à Copa Libertadores da América.
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Domini 10 months ago
Pessoas juntas, na Praça de São Pedro, orando pela saúde e recuperação do Papa Francisco.
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Domini 10 months ago
image I’TS OVER, FELLAS?— Um ex-funcionário da BlackRock vence a candidata LGBT, e ainda dizem que “a direita venceu” na Alemanha. Ontem nos surpreendemos com a vitória de Friedrich Merz, do CDU (Christlich Demokratische Union Deutschlands, em português “União Democrata-Cristã”), sobre a candidata Alice Weidel pelo partido AfD (Alternative für Deutschland, em português “Alternativa Para a Alemanha”) nas eleições pela chefia de governo n’Alemanha. A vitória foi um susto para aqueles que não acompanham a situação presente do país europeu, e também para aqueles que confiam nas inverdades propagadas pela imprensa, esses dois grupos de indivíduos, no momento, se preocupam com a suposta ascensão da ideologia política nacional-socialista, que no passado foi um problema para o restante do planeta, uma psyop da imprensa, que historicamente correlaciona qualquer reacionarismo ao nazifascismo. O partido do atual mandatário, Olaf Scholz, SPD (Sozialdemokratische Partei Deutschlands, em português “Partido Social-Democrata da Alemanha”), devido a reprovação do governo do mandatário, esteve como coadjuvante na disputa, amargurado um terceiro lugar e perdendo espaço para a AfD, que no momento consolida-se como segunda força política do país (emt tese). Na Alemanha há já um partido neonazisтa, NPD (Nationaldemokratische Partei Deutschlands, em português “Partido Nacional-Democrático da Alemanha”, conhecido como Die Heimat, em português “A Pátria”), qual a adesão à este é equivalente ao PCO (Partido da Causa Operária) no Brasil, a AfD está entre o CDU (centro-direita) e a NPD (direita), tendo radicalização no seu discurso em proximidade à NPD, porém com aspectos mais brandos e conciliadores em relação ao direcionamento tomado pelo NPD, em exemplo a AfD não defende um nacionalismo étnico e isolacionismo antidiplomático como defende o NPD. Essa posição real do partido contraria a versão da imprensa — tanto nacional alemã quanto internacional —, que leva o leitor médio ao erro de crer que existe expansão do neonαzismo no país, quando na prática esse fenômeno apontado é o oposto, há uma adesão ao reacionarismo antagônico às recentes políticas multilaterais progressistas da esquerda liberal e da teoria econômica mista aplicada pelos sociais-democratas, que em via de se flexionar ao resgate histórico popular do nαzismo estagna-se antes dessa possibilidade por motivos relacionados ao zeitgeist e ao sentimento do povo alemão em relação à culpabilidade histórica da nação aos feitos vergonhosos sobre a Segunda Guerra Mundial, o que tornou e torna a AfD em uma alternativa palatável à direita “dialoguista” moderada presa à lógica do sistema regente e ao real e verdadeiro extremismo etnonacionalista da NPD — não significando que a AfD seja moderada. O verdadeiro motivo da AfD não ter tido êxito sobre a CDU não foi o medo de parte da população sobre o suposto crescimento do neonazismo, e em verdade não foi somente um verdadeiro motivo, porém dois: 1) o primeiro motivo é a personagem Alice Weidel, que é oposta em vida às bandeiras conservadoras do partido, isso é, o partido porta-se ao povo como uma força conservadora, porém a liderança do partido passa por uma mulher lésbica, o partido traz consigo bandeiras favoráveis ao fim da aual política migratória, assim evitando a entrada de “não-assimilados”, porém a liderança do partido passa por uma mulher casada com uma imigrante. O eleitor pode ter — trata-se, portanto, de uma suposição — comparado a liderança da AfD com a figura de Friedrich Merz, uma figura já tradicional no partido e de uma ala mais conservadora que conseguiu acender sobre a ala mais à esquerda (alinhada à visão de Angela Merkel), e ter visto, então, mais confiabilidade nessa figura do que em Alice Weidel. 2) O segundo motivo, e principal, é a aproximação da AfD com a Rússia e relações promíscuas com a inteligência Russa, como exposto nos casos de Petr Bystron [1] e Wladimir Sergijenko [2], e explícitas pelas posições pró-Rússia em questões envolvendo sanções ao Estado russo e ataques à Guerra da Ucrânia promovida pelo governo de Vladimir Putin. Essa posição pró-Rússia é tolerável para os alemães orientais, região qual os votos para a AfD foram majoritários e que, de acordo com pesquisas feitas pela YouGov e Forsa [3][4] concentra maior parte dos alemães insatisfeitos com a posição pró-Ucrânia do governo alemão somada à política de apoio exercida pelo governo de Olaf Scholz. A adesão de parte da população à AfD, sem sombra de dúvidas, pode ser explicada pela proposta de restrição de entrada de imigrantes, principal bandeira do partido nessas eleições. Friedrich Merz, entre 2016 e 2020, foi Presidente do Conselho de Supervisão da BlackRock [5], o tornando então em uma contradição ao movimento de ensaio nacionalista que as direitas políticas vem exercendo nos países europeus, assim como também em contradição à postura antiglobalista, uma vez que o fundo de investimentos é amplamente conhecido pela bandeira do ESG (Eviromental, Social and Government) em promoção do ambientalismo corporativo, do transumanismo (woke) e do aparelhamento ideológico de instituições. Apesar do mesmo ser católico e conservador conserva consigo os mesmos alicerces da corrente da democracia cristã em seu pensamento, portanto podendo ceder ao pragmatismo e, por consequência, firmar acordos com a esquerda e centro-esquerda. A figura é marcada por posicionamentos dúbios, como em relação à sua posição frente ao casamento homossexual, qual se considera a favor, porém com ressalvas, entretanto é contra a legalização da maconha e contra o aborto, portanto atendendo aos anseios de uma parte conservadora da sociedade alemã, ironicamente em convergência ao perfil dos imigrantes que chegam à Alemanha em massa, pois são esses também conservadores. [1] [2] [3] [4] https://www.reuters.com/world/europe/thin-majority-germans-back-role-possible-ukraine-peacekeeping-mission-2025-02-18/?utm_source=chatgpt.com [5] https://www.zdf.de/politik/frontal/kandidat-friedrich-merz-100.html
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Domini 10 months ago
OPINIÃO — Os limites entre a notícia e o entretenimento As notícias deixaram de ser lapsos informacionais de conexão dos leitores e telespectadores com os fatos, hoje operam como ferramentas de entretenimento qual opiniões se digladiam contra posições discordantes daquela tomada por um público em específico, e quando não, usam do sensacionalismo para escala de engajamento — são poucos os veículos de notícias que são transparentes e bem intencionados. Porém chamou-me a atenção um acontecimento recente, no qual o veículo de notícia e canal CazéTV mostrou desconhecimento sobre o desastre aéreo de 6 de fevereiro de 1958, em Munique, qual vitimou 23 pessoas, dentre esses oito jogadores do Manchester United, três nomes ligados ao clube inglês e que atuavam em estágio, comissão técnica do time do Manchester United e direção do clube, mais dois jornalistas e demais passageiros alheios ao futebol, desastre esse referenciado na mudança de imagens principais dos perfis do clube inglês, sobre forma de relógio contendo o horário exato do acidente em forma de luto e memória das vítimas. A má compreensão do canal partiu não somente da ignorância de profissionais internos do grupo, mas sim da sanha de converter informação em entretenimento, pois o canal, assim que percebeu a mudança das imagens do clube inglês, fez postagem sensacionalista na rede social X (antigo Twitter) sobre o intuito de gerar curiosidade em seus seguidores por via de mistério, por busca de likes e comentários por suposições em respostas. Esse ocorrido envolvendo a postura da CazéTV fez-me repensar sobre o papel da imprensa, precisamente se essa hoje se preocupa mais em entreter seus clientes do que os informar corretamente. Para o cidadão é recomendado que este se abstenha de notícias em demasia (exageradamente), pois dessa forma o mesmo evita os efeitos colaterais de uma interação com a realidade geral em dependência do trabalho de jornalistas, isso é, na medida que o consumo de notícias é dosado cada vez menos os assuntos de conversas pessoais são pautados por editoriais de redação, manchetes e opiniões de jornalistas, porém essa postura não agrega engajamento e crescimento aos veículos de mídia, hoje dependentes das redes sociais para ampla divulgação. O cérebro podre (brainroot) favorece o crescimento de veículos e isso é um problema pouco exposto na era da informação, não somente, como o problema existe por decorrência da forma como os algoritmos operam nas mídias sociais, no caso favorecendo aqueles que usam do rage bait (incentivo de discórdia popular) para crescer, seja de maneira ativa (contra alheios retratados em notícias) ou seja de maneira negativa (contra si próprio atraindo grupos opositores ao público alvo). Cada vez mais a imprensa quer pautar os debates da sociedade e as diversões populares em querelas e intrigas para manter seu produto, a informação, circulando. Para que o leitor compreenda melhor: à Globo News é compensatório Daniela Lima chamar atenção negativa e servir de chacota para grupos de direita, assim como é para a Revista Oeste ser rechaçada pelos grupos opositores ao público alvo (pela esquerda política), pois não importa mais a verdade, sim o engajamento. As posições absurdas e novas posturas personalistas de jornalistas guiaram o jornalismo para um caminho teatral no qual não haverá retorno se mantida a atual fórmula algorítmica de engajamento, ou seja, até a autonometria, algorítmica ou não, — “seja VOCÊ seu próprio algoritmo” — se tornar uma premissa indispensável para ecossistemas informacionais saudáveis, pois do contrário o jornalismo mainstream será impositivo em forma de palhaçadas, emocionalismos artificialescos e palpitaria porcamente profissional. Por certo, estratégias leais, como uso de debates e democratização de opiniões, são meios justos e corretos para obter engajamento, quiçá os mais limpos dentre os comumente praticados, entretanto não prevalecem sobejantemente na sociedade altamente informacionalizada, compensa à essa intriga, a curiosidade e demais sentimentos do que a verdade. Afastar-se da contaminação do entretenimento informacional é a forma mais correta do sujeito se voltar à verdade, pois nesse meio profissional da informação poucos estão comprometidos com ela.
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Domini 10 months ago
É O FUTURO — Nostr é o “bitcoin” das redes sociais? image Um protocolo de descentralização informacional por qual as notas são distribuídas para relays, de forma a impossibilitar censuras partindo de governos e de ordens centrais de big techs, e tornar o indivíduo livre da manipulação algorítmica, esse é o NOSTR, sigla para “Notes and Other Stuffs Transmited by Relays”. O protocolo foi criado por um brasileiro com pseudônimo de Fiatjaf, desde então tornou-se a aposta daqueles que procuram uma atividade mais saudável na rede. O que mais chama a atenção na rede não é seu caráter de desvinculação à lógica fiat das redes sociais centralizadas do mainstream, quais são regidas por direcionamentos de ordem das big techs, mas sim seu caráter de reordenamento humano e orgânico das redes através de um ciberecossistema moralmente superior ao sistema distorcido de redes sociais, que não são mais sociais, porém antissociais em prática. Essa superioridade moral existe pois a rede basea-se na autonometria algoritmica, isso é, na posição do indivíduo como determinador do que o é interessante em sua própria rede, pode isso ser sintetizado no lema “seja VOCÊ seu próprio algoritmo”, servindo essa autonometria como ferramenta essencial para libertação de amarras e vícios de uma era regida por entretenimentos, futilidades, fofocagem, soft porn, engajamento via rage baits, manipulações algorítmicas para crescimento artificial de temas e tendências, etc e etc. Para criar uma conta na rede baseada no protocolo basta a instalação de qualquer client, como o Amethyst (Android), Primal (Android e IOS), Damus (IOS), NoStrudel (web), Lume (desktop), Gossip (desktop) e etc., esses clients podem ser facilmente encontrados na PlayStore, Apple Store, na web e no site nostrapps.com. Ao instalar basta clicar em opção de “criar/gerar chave”, alí sua conta estará criada, sem vinculação à email e sem senha, porém tu deves 1) ir nas configurações ou da conta ou do aplicativo, ou na opção de “cópia de segurança das chaves” no caso do Amethyst, e copiar sua chave privada (nsec) para guardá-la à sete chaves de forma qual ninguém além de você possua acesso, já a sua chave pública (npub) tu envias para amigos a fim de que esses te sigam. Posteriormente podes ir aprendendo sobre inserir novos relays para tua conta, podes adentrar novas comunidades através do NoStrudel e do Amethyst (para usuários Android) na aba de “comunidades”, podes usar outros serviços de clients NOSTR, como o ZapStream, que hospeda vídeos e transmissões de vídeo ao vivo, o YakiHonne, que opera como site de Newsletter, e etc. Ao criar conta lembre-se de criar também uma carteira digital para pagamentos em rede Lightning (BTC), como o Walllet of Satoshi, Blue Wallet, Alby, Breez, Phoenix e afins, são vastas opções disponíveis e todas com suas respectivas singularidades, pois poderás receber pagamento de seus seguidores como incentivo à publicações, sendo um meio de engajamento eficaz e moralmente superior ao meio “tradicional” das redes sociais fiat (como Instagram, Facebook, X e etc), quais tu pagas para a plataforma impulsionar para ti, no NOSTR receberás e engajarás de acordo com a qualidade e gostos de seus seguidores medido o apoio dado por seus mutuais. Domini também está no NOSTR, basta seguir nosso link na bio. O projeto Domini aposta no NOSTR como o futuro da ciberinteração e enxerga o protocolo como o “bitcoin” das redes sociais.
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Domini 10 months ago
OPINIÃO — Está virando rotina se preocuparem com as falas de Lula image Há pouco tempo o Presidente da República, Lula, disse para o povo que se algo está caro não cabe reclamar ao governo, cabe apenas abdicar de obter o bem, logo a imprensa tratou a fala como uma “gafe”, somente, assim omitindo a sem vergonhice de Luís Inácio Lula da Silva e seu cinismo a respeito do péssimo trabalho exercido por seu governo no campo de economia. Não somente a fala, como a postura de Lula, foram cretinas, não deveriam ter saído da boca de um chefe de Estado. Não somente é lamentável, como indignante, pois enquanto o chefe de Estado possui direitos sobre uso de cartão corporativo e poderes para gastos excessivos a população brasileira pena por via do suor, de sangue e lágrima, e cada vez mais o valor do esforço popular decai em valorização perante o preço dos alimentos, não há uma “falta de sensibilidade”, mas sim um teor de psicopatia típica do político brasileiro presente na postura de Lula. A cada momento que Lula abre sua boca para despojar suas palpitarias sobre supostas soluções para problemas sérios o mesmo perde a oportunidade de permanecer calado, torna-se um falador contumaz, que fala suas baboseiras mas que nada faz a respeito. Vale lembrar que uma das suas primeiras sacanagens partiu de um comentário indecente que reduziu a Guerra da Ucrânia a uma questão de briga de ba. Ao que parece o sujeito que está no cargo de chefia de Estado está velho demais para aprender com seus erros de caráter, chega a ser impressionante a capacidade de Lula nos surpreender a cada resposta que dá sobre as violências praticadas por seu governo ao bolso do cidadão brasileiro. Ora, isso não é novidade, por ser corriqueiro não devemos ver o problema como oriundo das falas do sujeito, o problema está no sujeito tal como está em toda a classe política brasileira, ou seja, Lula é um cretino, a imprensa sabe disso, os apoiadores do PT idem, os próximos de Lula idem, porém é algo que quem o desconhece vê e não quer acreditar.
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Domini 10 months ago
image YE CONFIRMA O ÓBVIO — Kanye West se declara como apoiador de Adolf Hitler Na tarde desta sexta feira (07) o rapper americano Kanye West usou a rede social X (antigo Twitter) para confirmar-se nazista perante seus seguidores, o rapper também defendeu a libertação de Sean Combs (“P. Diddy”), preso e acusado por crimes de tráfico sexual, abuso, assédio e extorsão. A informação caiu como uma bomba entre aqueles que não estavam acompanhando a decadência moral e espiritual do músico desde seu período de aproximação com a música gospel, meados de 2019 e 2021, quando lançou seus álbuns “Jesus is King” e “Donda”. Desde o fim de seu relacionamento formal e fiduciário com Kim Kardashian o músico vem apresentando publicamente comportamentos questionáveis, até mesmo insanos, que partem desde adesão à teorias conspiratórias, publicação de falas antissemitas, uso predominante e absoluto da cor preta em aparições públicas e exposições de nudez de sua esposa, Bianca Censori. Até o momento mostrou-se orgulhoso de suas posições antissemitas, não se redimindo e negando pedir perdão por falas ofensivas aos judeus, apesar de ter em 2023 pedido perdão uma vez, mostrando que desde lá vem se radicalizando em suas posições. O rapper apresenta um histórico não favorável, amplamente defendido por aqueles que, até corretamente, enxergavam nele uma figura relativamente conservadora no meio do rap/hip hop e pop em decorrência de seu período de surtos e proximidade com o cristianismo, mas que a partir de agora, já distante do Sunday Service Choir e de sua fase cristã, torna-se mais um “louco” para a opinião popular. [Curta, compartilhe e comente]
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Domini 10 months ago
image O evento JoJoDay está anunciado para o dia 12 de abril e a notícia já deixa os fãs da franquia JoJo’s Bizarre Adventures eufórica, trata-se da parte número 7 da obra, Steel Ball Run, em via de anunciação sobre possível animação já em execução. Steel Ball Run marca a virada de chave da carreira do mangaká e autor Hirohiko Araki, que transformou uma franquia marcada por batalhas intensas, reviravoltas, heroísmo, vilões marcantes, referências musicais e artísticas, horror e comédia, voltada ao entretenimento, em uma franquia melhor explorada sobre o potencial de teor reflexivo com personagens melhor elaborados, com tramas pessoais profundas, com drama, filosofias próprias, particulares visões de mundo e imprevisibilidade sobre suas posições frente ao enredo, tornando a obra em sua magnus opus. O mangá passou a ser lançado pela Ultra Jump em 2004 e foi concluído em 2011, o enredo se passa no final do século XIX em uma corrida de cavalos, que se inicia em San Diego, na Califórnia, e encerra-se na costa da Filadélfia, e que o protagonista paraplégico Johnny Joestar conhece Gyro Zeppeli, e que dessa amizade de ambos se inicia uma jornada envolvendo a busca pelo “Cadáver Santo”, técnicas de spin, uso de stands, um presidente fictício fanático pela hegemônia de seu país, um jóquei capaz de transformar-se em dinossauro e também viagens por dimensões paralelas, claro também uma carga dramática forte. A priori, deduz-se que o anime esteja em produção pelo estúdio David Productions, mas até o momento não há confirmação oficial. Estipula-se que a obra seja enfim lançada entre final de 2025 e metade de 2026, e caso seja, será parte do catálogo da Netflix, conforme definido por acordos envolvendo a Warner Bros desde o lançamento da sexta parte, JoJo’s Bizarre Adventures: Stone Ocean. [Curta, compartilhe e comente.]
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Domini 10 months ago
image Opinião --> Ocorrida a premiação do Grammy 2025 creio não haver necessidade de abordagem sobre o evento, foi irrelevante, foi-se dito mais sobre a vergonha de Kanye West, que esteve tranquilo frente à exposição pública de nudez de sua esposa, Bianca Censori, do que sobre a qualidade musical de artistas premiados. Dado o período em que nos encontramos, começo do ano e em um mês marcado pelos hits de carnaval, os ouvidos sofrem duras penas ao se deparar com ausência de significado aos sons que neles chegam, nesse período damos espaço em festejos para canções que se limitam ao entretenimento corpóreo, somente, e que não adentram mais camadas essenciais que dizem à nós algo, isso pois a música “pop”, que em prática é música privada, não tem por fim nos dignificar, mas nos empobrecer para tomar de nós as nossas atenções por via do apodrecimento de nossas mentes. Ao citar Kanye West passo por pensar que nunca fui chegado no som do artista, já busquei ouvir álbuns deste porém nunca entendi a genialidade de Kanye West, e seus fãs agem como se o próprio fosse aquilo que ele se autoafirma, no caso, uma lenda viva. Sonoramente o artista vive de samples, e compor raps que operam sobre lógica de rimas por mensagens rasas não o torna gênio, isso é, se feita uma lista de 100 maiores poetas da história, sejam essas poesias no geral, dificilmente Kanye West poderia ser citado numa mesma lista que contenha Homero, Hesíodo, Lucrécio, São Boécio, Dante, Villon, Juan Ruiz, São João da Cruz entre outros, e se feita uma lista dos 1000 maiores compositores da história, dificilmente Kanye West poderia ser colocado em uma lista com Sebastian Bach, Joseph Haydn, Frédéric Chopin, Santa Hildegarda de Bingen, Minnesänger, Francisco Guerrero e afins, e se adentrar o período contemporâneo há nomes como de Louis Armstrong, Miles Davis, Tom Jobim e etc. Contudo, Kanye West poderia ser citado como gênio somente dentro de um microverso do hip hop e da música pop, que existe sobre contexto de decadência universal da música, não querendo desmerecer, porém o mesmo caberia sobre nomes como John Lennon, Paul McCartney, Roger Waters, Robert Plant, David Bowie e etc. no microverso do rock, Madonna, Michael Jackson, Prince e demais outros no microverso do pop, são bons músicos, porém nada além. Poderia eu passar um tempo discorrendo sobre o trabalho de Kanye West, como na adolescência quando me aventurei a escrever resenhas sobre álbuns quais eu passava horas ouvindo por duas, três ou cinco vezes, ninguém lia as resenhas, mas havia prazer em escrever sobre o que eu havia gostado ou desgostado, no entanto hoje não enxergo mais sentido nessa prática, uma vez que o prazer em ouvir música se foi. Ao me aventurar por busca de coisas novas eu posso encontrar, mas nenhuma delas sacia meu desejo por uma qualidade impecável que dialogue com o que há de invisível em mim, e cada vez mais os nichos microuniversais se tornam viciosos em resgates “canibalescos” e adaptações às tecnologias modernas. É difícil para um sujeito nascido do século XX em diante assumir que seu consumo musical é pobre e farsesco, mesmo que envolva um circuito de gostos e emoções na experiência musical de sua personalidade. Gosto bastante de músicas populares, porém devo eu assumir a inferioridade sonora em comparação à música erudita, e o único perfil qual nega essa escalabilidade qualitativa nos sons é o perfil que rejeita a erudição musical em detrimento de uma suposta “libertação” pela podridão sonora, partindo da crença de que na miséria anticultural há presença das alegrias reais do ser, essas corpóreas e de estímulos animalescos voltados ao sexo e à violência, esse perfil em específico possui ojeriza até mesmo pelas boas músicas populares, por terem consigo influências do erudito. Gosto da música erudita, porém levo em conta que existem dimensões do corriqueiro que estão somente presentes nas músicas populares, e que aquele nega quer somente o bom, sem ater-se à própria realidade mundana, é negador de si e da própria natureza. Viver em completude com as artes sonoras implica por estar já acostumado com músicas populares, eruditas e sacras, o que não é comum às massas, pois parte majoritaria da população está imersa por inteira na música “popular” de entretenimento, submetida essa parte à escravidão das tendências, domadas por batidas que simulam a repetição voltada ao sexo, com falsos poemas quais abordam sobre amores carnais, posições sexuais, adultério e orgias, ou à violênica bruta, com apologia contra a polícia, enaltecimento do narcoterrorismo e apologia ao homicídio. Os sons que compõem as artes do tempo presente são emitidos por farsantes, isso é, reais máfias sabotadoras do ser e que, por meio dos sons, evocam o que de pior há nos seres, muitos de seus produtos (artistas) são criminosos ligados à facções subversivas e com históricos pesados de práticas degradantes, que se não possuem uma lista vasta de ex-namorados(as) usados(as) como inspirações para músicas de caráter irrisório ao intelecto do ser, possuem no histórico abusos sexuais (incluindo troca de favores), pederastia, ped*f*li*, práticas de est*p***, omissão, apoio à governos corruptos, consumo e tráfico de drogas, prostituição e etc. [Curta, compartilhe e comente.]
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Domini 10 months ago
image Nas relações internacionais as políticas do segundo governo de Donald Trump vêm sendo pautadas em imposições e avisos que operam como “chutes em portas e socos em mesas”, de forma silenciosa e com sordidez, em fim de recuperar a respeitabilidade e hegemonia perdida em quatro anos de governo Biden. Após um período marcado pela multilateralidade e controvérsias relacionadas à posições vergonhosas dos Estados Unidos da América sobre conflitos irrisórios no ponto de vista tático, como grande exemplo a Guerra da Ucrânia, o governo Trump II dá sinais positivos para sua própria população, e negativos para líderes globais destoantes de seu projeto tecnocrata e conservador, esses mais voltados à esquerda do espectro político. Claudia Sheinbaum, presidente do México, que por início havia se mostrado contrária às políticas de Trump, cedeu em sua suposta resistência às decisões americanas e consolidou acordos com o governo Trump a respeito de mobilizar tropas para reforçar a fiscalização sobre os fluxos humanos pelas fronteiras, assim barrar a entrada de entorpecentes no país ao norte, assim como outrora havia cedido na querela sobre a aceitação da extradição de imigrantes ilegais ao México, assim repetindo o que vem sendo de costume entre os líderes da esquerda no continente, como visto no episódio das bravatas de Gustavo Petro, presidente da Colômbia, contra Donald Trump, marcado pela postura covarde de Petro, que por primeiro momento buscou mostrar força e resistência, porém que não resistiu após ameaças de tarifas impostas pelo governo Trump à Colômbia. A questão que permanece é: mesmo com apoio da imprensa e do setor bancário, que lucra exponencialmente com os governos de esquerda devido aos endividamentos e expansão de dívidas públicas, os líderes de esquerda cedem às ameaças de Donald Trump, é medo ou estratégia? Cogitar ser estratégia é, no mínimo, pedante. A imprensa mainstream omite os termos “perdeu” para inserir no espaço o termo “recuou”, não consideram como derrota mesmo não havendo escolha para esses líderes se não acatar o que é imposto pelos Estados Unidos de Donald Trump, se essa manipulação por parte da imprensa ocorre é porque houve, de fato, derrota por parte desses governos. Nem mesmo o mais apaixonado apoiador desses governos antagônicos ao conservadorismo podem acreditar na tese de “xadrez 4D” que canais de militância no meio informacional tentam noticiar, as derrotas de cada governo progressista são notórias. Se for medo, é cogitável deduzir que o escândalo da USAID, capaz de desmontar credibilidades de governos eleitos durante o governo Biden, seja motivo para explicar a postura covarde desses governos, no caso trata-se de uma possibilidade, sem confirmação, sendo a resposta “medo” a mais provável, há algo muito preocupante omitido pelos governos contrários aos direcionamentos ideológicos de Donald Trump. [Curta, compartilhe e comente.]
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Domini 1 year ago
FIM DA FARRA — Janja fora dos acordamentos bilaterais. image Diplomatas chineses proibem a primeira dama do Brasil, Janja, de participar de reuniões bilaterais entre Brasil e China. A primeira dama vem exercendo papéis únicos à chefia de Estado para aliviar a carga de trabalho do presidente Lula — também para eventual ensaio de entrada da primeira dama na política por influência de interesses eleitorais do PT a respeito de uma eventual sucessão de Lula —. Dessa forma Lula terá que negociar sem intromissões alheias daqueles que possuem nada a agregar em negociações entre as duas potências. O fato é que a primeira dama incomoda a cúpula chinesa, que prefere manter as negociações seriamente fechadas entre Lula e Xi Jinping. A tendência é que mais representantes das demais nações repliquem a decisão chinesa.
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Domini 1 year ago
DEU A LÓGICA: TRUMP RETORNA À CASA BRANCA, MAS E AGORA? Candidato republicano torna-se o 47o presidente eleito na história dos Estados Unidos. image Donald Trump conquista vitória eleitoral histórica e volta à presidência dos Estados Unidos após 4 anos. A vitoria do candidato republicano, agora eleito, comprova um avanço do espectro político antagônico ao preponderante em matéria de poder hoje nas repúblicas e nos reinos dispersos pela parte ocidental do globo. Fala-se já em crise econômica mundial, um "Grande Crash" que virá ao mundo em 2025, e que cairá sobre o colo do republicano. Trump encarará um mundo com mais tensões e uma nação na beira do colapso devido o ciclo de degradação civilizacional e crise espiritual universal. Seus projetos prometidos para amenizar o colapso vindouro e recuperar os Estados Unidos ainda são incógnitas, porém os caminhos trilhados possuem um norte ---> as mesmas políticas econômicas protecionistas aplicadas em seu primeiro governo, porém adaptadas ao hoje, tendo em vista falas sobre melhor aceitação do #Bitcoin.