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lucianorocha
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Writer, investor and a huge Bitcoin fan. Author of book Do Zero ao Cem Mil com Bitcoin.
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lucianorocha 18 mins ago
As ações da XXI capital caíram quase 20% depois que Jack Mallers, cofundador da empresa, anunciou sua saída do cargo de CEO. Do outro lado do Atlântico, a BTCo Satsuma Technology foi além. Ela não apenas vendeu todo o seu caixa de 668 BTC (o que deu cerca de US$ 43 milhões), como também anunciou o fim da listagem das suas ações na bolsa de Londres (LSE). Os dois casos reforçam um alerta que sempre faço para quem me pergunta sobre ações de BTCos: 1) nem toda empresa que compra Bitcoin é um bom negócio; 2) apostar alto no Bitcoin em topo de ciclo é prejuízo certo no curto prazo (a Satsuma comprou a maior parte dos seus Bitcoins a US$ 120 mil ou mais). No caso da Satsuma, a empresa já tinha sido “obrigada” a vender 579 BTC em dezembro porque a empresa emitiu uma enorme quantidade de dívida conversível em ações para comprar Bitcoin. O problema de dívida conversível é que a empresa se vê em apuros caso os acionistas não queiram converter sua dívida em ações, mas sim receber algo que eles valorizam mais: o dinheiro. Resultado? Os papéis da Satsuma desabaram 97% desde o ano passado, e a empresa terá que usar praticamente todo o valor da venda dos Bitcoins para ressarcir os acionistas, que terão um enorme prejuízo. Lembre-se da bolha dos anos 2000 e da maluquice de toda “empresas que valia milhões apenas porque tinha um site. Não adianta nada uma empresa comprar Bitcoin se ela não fizer uma estrutura adequada para lidar com os momentos de baixa. Por via das dúvidas, apenas compre Bitcoin.
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lucianorocha 2 months ago
Bitcoin não vai te deixar rico, vai te deixar livre. Vai permitir que você possa levar no bolso sua riqueza inteira para fora de uma ditadura, sem confisco. Te dará um meio de pagamento que não depende de cadastros, limites, aprovações ou taxas extorsivas. Um meio de enviar dinheiro para quem você quiser e em que quantidade quiser sem precisar de três dias úteis nem de justificativa. Dinheiro que nenhum homem pode imprimir e cujo valor não pode ser diluído. Cuja taxa de inflação você sabe de antemão, não importa se falamos de 2027 ou de 2083. Um dinheiro cuja carteira cabe em uma folha de papel, na sua cabeça ou no bolso de moedas da sua calça. E, acima de tudo, um dinheiro que vai te fazer parar de trabalhar como um condenado para acumular mais — e isso apenas para poder comprar o que comprava ano passado.
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lucianorocha 5 months ago
A Justiça da Paraíba decretou a falência da Braiscompany, quase três anos após a empresa parar de pagar os clientes. Criada em 2019, a Braiscompany foi uma das maiores pirâmides financeiras do estado. Em pouco mais de quatro anos de atuação, estima-se que a empresa causou danos da ordem de R$ 1 bilhão. O mais curioso é que a Braiscompany tinha uma base de “investidores” altamente democrática. Desde assalariados até pessoas que ganhavam 5 dígitos por mês; da classe média baixa até grandes empresários; de anônimos a nomes famosos, sobretudo da região de Campina Grande; todos esses grupos acreditaram na promessa de “rendimento elevado e seguro” feita pela empresa, que chegava a prometer ganhos de até 7% ao mês — numa época em que a Selic anual ficou entre 2% e 10%. “O casal (Antônio Ais e sua esposa, Fabrícia Farias) desviou cerca de R$ 1,11 bilhão e fez mais de 20 mil clientes como vítimas na captação de investimentos para a Braiscompany”, aponta matéria do G1. Que o caso da Braiscompany (mais um de pirâmide financeira) reforce a lição que venho dando a todo mundo desde 2014: Bitcoin não paga retorno, não gera dividendos. Ele não vai te enriquecer rápido nem te fazer milionário. Jamais confie em qualquer pessoa que te apresente o Bitcoin utilizando esses supostos argumentos, pois é quase 100% certo de que esta pessoa quer te vender algum produto ou serviço fraudulento.
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lucianorocha 5 months ago
O Índice de Medo e Ganância das criptomoedas atingiu a marca de 5 nesta quinta-feira (12). Trata-se do menor valor em toda a série histórica do índice. A título de comparação, o recorde anterior tinha sido em 22 de junho de 2022, quando o índice atingiu 8. Mas naquela época era o auge da crise da quebra do ecossistema Terra (LUNA), que varreu US$ 40 bilhões do mercado. E também era o auge da crise das plataformas de lending (empréstimo), que resultou na quebra de nomes famosos como a Celsius e a BlockFi. Mas agora não há quebras, não há nenhum esquema fraudulento. Nenhum golpe nem nenhum setor do mercado em risco. Há simplesmente… pânico. Pânico de que a Strategy pode quebrar, mesmo a empresa tendo solidez de caixa e colateral suficiente para pagar suas dívidas. Muito FUD (notícias falsas, na verdade) sobre o envolvimento de Jeffrey Epstein com o Bitcoin, que nunca aconteceu (o fracasso de Epstein em controlar o Bitcoin só mostra a força de sua descentralização). É um cenário totalmente diferente dos mercados de baixa anteriores. Tanto que até este momento, o Bitcoin não repetiu as fortes quedas de 60%, 80% dos ciclos anteriores — o preço caiu “apenas” 45% desde seu topo histórico. Para resumir, o temor do mercado parece ainda mais irracional neste ciclo do que nos anteriores, e sem nenhum motivo. É justamente neste cenário que aparecem as melhores oportunidades de alocação para quem está realmente de olho e tem caixa. (Não é recomendação de investimento). image
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lucianorocha 5 months ago
O último ajuste na dificuldade de mineração do Bitcoin ocorreu cinco dias atrás. E resultou numa queda de 11,16% levando a dificuldade a cair de quase 140 trilhões para 125 trilhões. Esta foi a maior queda de dificuldade desde junho de 2021 — um ano no qual a China baniu (mais uma vez) a mineração de Bitcoin. Quando isso aconteceu, o hashrate da rede chegou a cair 30% em poucos dias, pois os mineradores banidos da China precisaram de tempo para realocar sua produção. Mas poucos meses depois, esses mineradores direcionaram suas máquinas para países como Rússia, Cazaquistão e EUA (que hoje é o maior pólo de mineração de BTC no mundo), e o nível de hashrate e dificuldade não apenas voltou ao normal em pouco tempo, mas quebrou novos recordes. Esta queda na dificuldade provavelmente tem relação com o preço, mas também com a forte nevasca que atingiu os EUA nesse ano. Quando ocorrem nevascas (e no verão, quando o pico de energia chega), os mineradores tendem a desligar suas máquinas para evitar sobrecarregar a rede ou, no primeiro caso, para se proteger. Mas graças ao ajuste de dificuldade (a mais fina das invenções de Satoshi Nakamoto), a rede se adapta a isso e elimina o tal risco de “espiral da morte do Bitcoin” que muita gente vive apregoando. Tanto é que a previsão para o próximo ajuste, que ocorrerá em 19/02, é de que a dificuldade suba 12% e supere os 142 trilhões. Foto e dados: CoinWarz. image
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lucianorocha 5 months ago
Abaixo estão as 10 maiores desvalorizações em um único dia na história do Bitcoin. O oitavo lugar ocorreu justamente no dia 5 deste mês, quando o BTC teve queda superior a 13% e chegou a perder o suporte de US$ 60.000 por poucos minutos. Apesar da entrada de investidores institucionais e dos ETFs, o Bitcoin continua seguindo seu ciclo de maneira tão exata quanto a rotação da Terra. Este que vos escreve passou por todas as quedas e pode te garantir: virão outras. Daqui a 10 anos este Top 10 será bem diferente do que é hoje. Mas assim como as quedas, os topos de preço do Bitcoin também vão se renovar e ficar cada vez maiores. É um ativo que mantém seus fundamentos intactos e se beneficia de uma certeza: os governos seguirão imprimindo moeda. Se a forte queda de 5 de fevereiro foi a sua primeira experiência com os “daily crashes” do Bitcoin, fique tranquilo. Outros dias assim virão. Mas o importante é manter o controle, não vender sua posição de forma desesperada e, principalmente, focar em aumentar seu stack. image
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lucianorocha 5 months ago
É muito, mas muito fácil ser católico (ou cristão em geral) em países como Brasil ou Espanha. Você pode ser xingado ou chamado de “ignorante”, mas não correrá nenhum risco de ser morto, fuzilado ou de ver sua família ser assassinada diante dos seus olhos. Apenas os cristãos que vivem em países onde a fé é perseguida (como Somália, Irã e Coreia do Norte) é que conhecem essa sensação. E por isso a fé deles é tão mais forte do que a de muitos ocidentais. Da mesma forma, é muito fácil falar que o Bitcoin não tem valor nenhum se a pessoa mora na Europa ou nos EUA, onde o sistema bancário funciona e a moeda é minimamente forte. Essas pessoas não precisam se preocupar em correr para comprar pão antes que o preço suba. Nem precisam correr o risco de deixar dinheiro embaixo do colchão por falta de acesso à serviços bancários. Somente pessoas que não têm acesso a bancos ou instrumentos de juros sabem o valor que tem uma moeda estável que não está sob o controle de um estado ou político. E é por isso que países como El Salvador, Uganda, África do Sul e Argentina viram a adoção do Bitcoin crescer de forma tão exponencial nos últimos anos. Só se reconhece o valor de algo quando não se tem — ou quando se perde. Por isso você não deve perder a chance de pelo menos conhecer o dinheiro mais revolucionário já criado. Se quiser fazer isso, me manda uma DM com suas dúvidas que posso te explicar tudo. Imagem: Bitcoiners Africa image
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lucianorocha 5 months ago
Ouro nas máximas, IBOV também, bolsas nos EUA perto do topo… e o Bitcoin caindo quase 50% nos últimos nove meses. Dá aquela sensação de timing ruim, não é? E imagina ver seu amigo alocado em VALE3 rindo da sua cara. Você tem vontade de vender Bitcoin, de “salvar o que dá” e alocar em “ativos mais seguros” ou com “menos volatilidade. E é assim que você vai ficando mais pobre. Este senhor da foto, por exemplo, comprou milhões em ações da Coca-Cola, The Washington Post, tudo quando ninguém apostava que esses negócios seriam lucrativos. Foi assim que ele gerou retornos superiores a 20% ao ano durante quase 70 anos, de forma constante, e acumulou milhões de dólares. Você não precisa ter tudo em Bitcoin, mas saiba: a hora da queda forte é justamente a hora na qual grandes fortunas são criadas. E isso requer tempo, paciência e, principalmente, humildade para ignorar o ruído externo. image
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lucianorocha 5 months ago
É difícil encarar cada bear market do #bitcoin sem querer vender. Observar quedas de 20%, 30% no portfólio é algo que abala a maioria dos investidores. Ao contrário de imóveis ou carros, o preço do Bitcoin aparece em todo lugar: no gráfico da exchange, nas manchetes de jornais, no CMC, em tudo. A pessoa consegue ver quando ele dispara 100%, mas também observa as quedas de 30%. Ela não vê o mesmo com o preço da sua casa ou do seu imóvel de aluguel — e essa percepção faz toda a diferença. Quem comprou no topo de 2017 precisou esperar três anos apenas para ficar no zero a zero. E três anos nem é longo prazo, mas para a geração atual, que espera conseguir muito em pouco tempo (de preferência sem ter que fazer nada), essa espera é uma eternidade. Não conseguimos sequer ler um livro com mais de 200 páginas (“é chato, não aguento mais!”), imagine esperar três anos tomando prejuízo e vendo seu gestor comemorar “recorde histórico” do IBOV (que eles convenientemente esquecem de mencionar que, em dólar, não significa nada). Se você não tem paciência para aguentar isso, lamento: você continuará pobre. Vai preferir os retornos parcos do mercado de ações, mesmo que eles não cubram sequer a inflação (ou o aumento da base monetária). Preferirá receber seus dividendos de centavos, enquanto os governos aprovam cada vez mais taxação em cima desse tipo de rendimento. Não há segredo: para superar um bear market é preciso ter paciência. Se você tiver condição, acumule satoshis e aproveite o preço baixo. Se você está sem trabalho (como este que vos escreve), então não venda seus BTC. Não se desespere com a queda de preço no curto prazo. E lembre-se que qualquer outro comportamento será como encher um balde furado: você até pode vê-lo cheio, mas empobrecerá com os vazamentos. image
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lucianorocha 6 months ago
As Bitcoin Treasury Companies (BTCos) brasileiras surgiram copiando uma estratégia vencedora — nos EUA. Mas que na realidade Br, tal estratégia enfrenta problemas de magnitude quase insolúvel. Por exemplo, as condições de custo de capital para adquirir Bitcoin, que são bem mais suaves nos EUA do que no turbulento ambiente de juros no Brasil. O Edilson Osorio Junior, fundador da OriginalMy e uma das maiores referências euro-brasileiras quando o assunto é Bitcoin, fez um excelente texto, sobre esses e outros riscos, e eu recomendo a leitura:
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lucianorocha 6 months ago
Na Alemanha da república de Weimar, quando a hiperinflação pós-I Guerra Mundial chegou ao pico de absurdos 29.500% em dezembro de 1923, havia relatos de pais que vendiam a “pureza” de suas filhas em troca de moeda forte. Sim, você leu certo. Como o Marco alemão não valia literalmente nada, e a classe média teve sua poupança dizimada, a única coisa que muitas famílias ainda tinham de valor era a “honra” das suas filhas (estamos falando dos anos 1920, época em que ter a honra intacta ainda tinha valor). E muitas famílias optavam por negociar a honra das filhas em troca de moeda forte. Qualquer estrangeiro que chegasse na Alemanha com libra esterlina, dólar, Franco (francês ou suíço) e até com rublo soviético podia ser abordado por um pai de família desesperado, que o chamava para conferir a beleza e a “pureza” de uma de suas filhas. O dinheiro era utilizado não como luxo, mas como forma de garantir que a família (incluindo a filha já “desonrada”) não passaria fome. Curiosamente, nos tempos de hoje vemos essa manifestação de “venda da honra” acontecer novamente, mas através da internet. Em vez dos pais, são as próprias mulheres que abrem mão de sua honra em troca de ganharem dinheiro ao se tornar a “top 0,01%” de algum aplicativo de “conteúdo adulto”. Os motivos, contudo, seguem os mesmos: salários baixos no mercado tradicional, uma moeda que perde valor a cada dia e a tentação de ganhar salários maiores em moeda forte e poder sair de uma vida ruim financeiramente. Em alguns casos, essas “produtoras de conteúdo” emulam as jovens da república de Weimar e usam o dinheiro para dar uma vida melhor aos seus pais, comprando-lhes uma casa ou sustentando suas vidas. Muitos pais até apoiam esses trabalhos — e quem não apoiaria, dado que foi isso que melhorou o padrão de vida de toda a família? Como diz um texto que li há anos, “quando a moeda morre, a moral também morre.” (Disclaimer: isso não é uma crítica a qualquer profissional, mas sim uma análise comparativa entre momentos separados por 100 anos). Imagem: Gemini. image
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lucianorocha 6 months ago
Neste sábado, o melhor ativo da história humana completa 17 anos. Foi em 3 de janeiro de 2009 que Satoshi Nakamoto lançou o primeiro bloco do Bitcoin. Curiosamente, ele não recebeu nenhuma recompensa pelo chamado “bloco-gênese”, visto que a transação que paga o minerador não foi processada nesse bloco. Isso só foi acontecer depois, quando aí sim Satoshi começou a acumular os seus quase 1 milhão de BTC — e que não foram tocados até hoje. Oito dias após o lançamento do Bitcoin, em 11 de janeiro, a rede recebeu seu segundo nó e minerador ativo: Hal Finney, que escreveu seu hoje famoso tuíte “Running Bitcoin!” Mas foi apenas entre julho e setembro de 2009 que o Bitcoin começou a ser negociado de modo a valer seus primeiros centavos de dólar. Desde então a criptomoeda saiu de algo com valor simbólico — a “moedinha de nerds” para um ativo que já vale mais de US$ 1,75 trilhão, ou mais do que o PIB de 175 países, incluindo Indonésia (US$ 1,58 trilhão), Arábia Saudita (US$ 1,26 trilhão) e já valeu mais do que o PIB brasileiro, que hoje é de US$ 2,3 trilhões. Além do Bitcoin, hoje é aniversário de três anos do lançamento do meu livro, Do Zero ao Cem Mil com Bitcoin, onde eu conto detalhes sobre a minha trajetória com a criptomoeda e de que formas ela mudou minha vida.
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lucianorocha 6 months ago
Pela primeira vez na história, o ciclo de quatro anos do Bitcoin quebrou. A criptomoeda fechou 2025 com queda de 6%, seu primeiro resultado negativo em um ano pós-halving em toda a história. Até o ano passado, o Bitcoin seguia um padrão mais ou menos previsível: no ciclo de quatro anos, dois eram de alta moderada, um era de correção (geralmente o segundo ano após o halving) e o quarto ano, o pós-halving, era de valorização explosiva. Em 2025 o Bitcoin renovou sua máxima histórica e chegou a ultrapassar US$ 125 mil, mas fechou o ano valendo menos de US$ 90 mil. O ano passado, aliás, foi repleto de marcas inéditas — e igualmente negativas. Mas também foi um ano no qual algumas coisas interessantes aconteceram: 1) fluxos dos ETFs seguiram em alta; 2) as Bitcoin Treasury Companies (BTCos) compraram um montante recorde de BTC; 3) um novo tipo de investidor entrou no mercado — com mais foco no longo prazo e menos propensão a vender em momentos de crise. No padrão antigo, o ano de 2026 deveria ser o ano de forte correção e tendência negativa, mas isso também deve mudar com a readequação do Bitcoin a essa nova estrutura, produtos e perfil de investidores. image