Moraes vira alvo de desconfiança depois de operação da PF gerar incômodo no STF
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O clima de inquietação aumentou no
, nesta terça-feira, 17, que mirou funcionários da Receita Federal suspeitos de divulgar dados sigilosos envolvendo familiares de ministros. A decisão para a investigação partiu do ministro Alexandre de Moraes, mas surpreendeu e incomodou parte dos demais magistrados.
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Dois ministros, que preferiram não se identificar, revelaram para a colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, que ação foi classificada como “absurda” e levantaram suspeitas de abuso de autoridade. Entre os ministros que não integram o círculo próximo de Moraes, gerou estranhamento o fato de ele não ter informado previamente sobre a investigação de possível acesso irregular aos dados fiscais dos colegas. Um deles relatou ter expressado insatisfação a Edson Fachin, presidente do STF.
Investigação e polêmica interna
Moraes solicitou que a
apurasse se cerca de cem pessoas tiveram seus dados acessados de forma ilegal, movimento visto internamente como uma “fishing expedition” – expressão usada no meio jurídico para indicar buscas genéricas, sem alvo definido, em busca de eventuais provas. A prática já foi alvo de críticas à Lava Jato e volta a ser discutida nos bastidores do Supremo.
Há preocupação entre ministros de que informações coletadas sobre colegas e familiares possam ser utilizadas por Moraes como instrumento de proteção diante de investigações que envolvam a ele próprio e sua esposa, Viviane, cujo contrato de R$ 130 milhões com o <a href="http://revistaoeste.com/tag/banco-master" rel="nofollow">Banco Master</a> ainda não foi esclarecido.
Repercussões e lembranças de episódios anteriores
O episódio reviveu memórias recentes do vazamento da reunião secreta que levou Dias Toffoli a deixar a relatoria do caso Master. Na ocasião, Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, apresentou ao presidente do STF um relatório apontando razões para a suspeição de Toffoli, incluindo o recebimento de R$ 35 milhões pela venda de um resort.
Detalhes da reunião, inclusive transcrições de falas de ministros, vieram à tona pelo portal Poder 360, fazendo crescer a suspeita de que Toffoli teria gravado e divulgado seletivamente o conteúdo, hipótese negada por ele, mas que intensificou a tensão no Supremo.
Para alguns integrantes do tribunal, a mais recente ação de Moraes reflete temor do chamado “efeito Orloff”, numa alusão à antiga propaganda: “eu sou você amanhã”.
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, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste
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Lula, durante desfile da Acadêmicos de Niterói - 15/02/2026 | Foto: Reprodução/TV Globo/X
No Rio de Janeiro, o desfile da Acadêmicos de Niterói conquistou 19 pontos, garantindo liderança absoluta no horário. Já Record e SBT empataram, cada um com 5 pontos na capital fluminense.
Estratégias editoriais e orientação para evitar polêmicas
Alertas Inmet para este domingo, 15 | Foto: Reprodução/Inmet
Já na Região Norte, áreas do Amazonas e de Rondônia estão sob alerta de perigo para chuvas intensas. A previsão destaca precipitação entre 30 e 60 mm por hora, com acumulados que podem variar entre 50 e 100 mm ao longo do dia, além de ventos intensos entre 60 e 100 km/h.
Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas. Em outras áreas da região, incluindo partes do Pará, Tocantins e Amapá, o aviso é de perigo potencial. O Inmet indica chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm ao dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h.
Inmet alerta para acumulados de até 100 mm no Nordeste
No Nordeste, especialmente em áreas do Ceará, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte e Pernambuco, há tanto avisos de perigo quanto de perigo potencial. Nas áreas mais críticas, os alertas sinalizam chuva entre 30 e 60 mm por hora ou acumulados entre 50 e 100 mm por dia. Os ventos podem variar entre 60 e 100 km/h.
Já nas localidades sob perigo potencial, a expectativa é de chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm ao dia e rajadas entre 40 e 60 km/h. Em todos os casos, há possibilidade de alagamentos, queda de galhos e descargas elétricas.
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Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF) | Foto: Wallace Martins/STF
A petição também se baseou em regra do regimento interno do Supremo sobre a arguição de suspeição. Esse processo questiona a imparcialidade do magistrado e precisa ser submetido ao presidente do tribunal, acompanhado de provas e lista de testemunhas.
Depois da chegada do relatório, Fachin decidiu instaurar uma arguição de suspeição, procedimento que pode resultar no afastamento do juiz do caso, e encaminhou a questão para manifestação de Toffoli.
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A maior parte dos credores da Fictor é formada por sócios participantes que adquiriram cotas por meio de Sociedade em Conta de Participação | Foto: Divulgação
Outro credor é Roger Machado. A Fictor deve R$ 2,4 milhões a ele como pessoa física e R$ 100 mil a uma microempresa individual registrada em seu endereço, em Campinas.
Machado foi preso em 2006 por tráfico de drogas no Terminal Central de Campinas. Na ocasião, a polícia apreendeu 102 flaconetes de cocaína. Ele também já foi detido por dirigir embriagado e por furar bloqueio policial.
Ao Metrópoles, afirmou que foi vítima de armação no caso de tráfico e disse que o investimento de R$ 2,5 milhões é fruto de sua atividade empresarial, com restaurante e imóveis para aluguel.
Modelo de captação é alvo de contestação
A maior parte dos credores é formada por sócios participantes que adquiriram cotas por meio de Sociedade em Conta de Participação (SCP). Segundo denúncias em tramitação na Justiça, a Fictor teria vendido cotas no varejo como forma de captação de recursos, apresentando o modelo como investimento.
Algumas empresas negam ter créditos a receber. A American Express aparece na lista com R$ 891,3 milhões, mas contestou a informação.
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Fictor apresente nova lista de credores. O prazo termina nesta sexta-feira, 13. A holding não respondeu às indagações do portal Metrópoles.
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Fachada do Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo brasileiro, em Brasília | Foto: Divulgação/Senado Federal
A determinação veio mesmo depois de o
Janja da Silva participa de ato sobre a democracia | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Dessa forma, a ala Amigos de Lula será composta majoritariamente por familiares e amigos, incluindo integrantes do grupo de advogados Prerrogativas. O coordenador Marco Aurélio Carvalho argumenta que o evento não tem caráter eleitoral.
Segundo ele, “criminalizar a homenagem ao presidente seria censura prévia à escola de samba”.
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