OK, preciso para de ficar adicionando livros à lista.
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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Life, family and property.
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Livro interessante este:
A Secular Age, lançado em 2007 pelo renomado filósofo católico canadense Charles Taylor, é considerado uma das obras de filosofia e sociologia da religião mais importantes do século XXI.
A tese central do livro é de que a secularização não significa apenas o declínio da crença em Deus, mas sim uma mudança profunda nas condições em que acreditamos. Taylor investiga como saímos de um mundo (no ano de 1500) onde era praticamente impossível não acreditar em Deus, para um mundo (no ano 2000) onde a crença religiosa é apenas uma opção entre muitas outras — e, frequentemente, a mais difícil de sustentar.
Taylor começa o livro explicando que a palavra "secular" possui três significados distintos, e que a maioria dos intelectuais foca nos sentidos errados:
Secularidade 1 (Espaços Públicos): O esvaziamento de Deus e da religião das esferas públicas, do Estado, da política e da economia.
Secularidade 2 (Prática Religiosa): O declínio do número de pessoas que frequentam igrejas ou que mantêm crenças religiosas tradicionais.
Secularidade 3 (O Foco de Taylor): A mudança nas condições de crença. A secularidade, para Taylor, é um ambiente cultural onde a fé não é mais axiomática (óbvia). A incredulidade tornou-se uma alternativa viável, legítima e, em muitos círculos sociais, a padrão.
O Eu Poroso vs. O Eu Blindado (The Porous Self vs. The Buffered Self):
No passado, o ser humano tinha um "eu poroso": as pessoas acreditavam que o mundo exterior estava cheio de espíritos, demônios e forças divinas que podiam afetá-las diretamente. O significado das coisas estava no mundo.
Na modernidade, desenvolvemos um "eu blindado": o indivíduo se fecha em sua própria mente. Desencantamos o mundo. Agora, o significado, a moral e o propósito residem puramente dentro de nós, criando uma barreira contra o sobrenatural.
O Humanismo Exclusivo: Taylor argumenta que a grande novidade da modernidade foi o surgimento do "humanismo exclusivo". Pela primeira vez na história humana, criou-se uma visão de florescimento humano que não encontra nenhuma finalidade ou propósito além da própria vida terrena e do bem-estar material, descartando completamente a transcendência.
O Efeito Supernova: A quebra do monopólio religioso não gerou apenas o ateísmo. Em vez disso, gerou uma explosão (uma "supernova") de opções espirituais, agnósticas, pagãs e individualistas. As pessoas agora customizam suas próprias buscas por sentido, um fenômeno que Taylor chama de "a era da autenticidade".
O Mal-Estar da Imanência (The Immanent Frame): Vivemos dentro de uma "moldura imanente" (um mundo ordenado puramente pelas leis da física, biologia e política). No entanto, Taylor aponta que esse fechamento gera um mal-estar: uma sensação constante de perda, nostalgia ou um anseio por algo maior que o self blindado não consegue preencher plenamente.
A Secular Age, lançado em 2007 pelo renomado filósofo católico canadense Charles Taylor, é considerado uma das obras de filosofia e sociologia da religião mais importantes do século XXI.
A tese central do livro é de que a secularização não significa apenas o declínio da crença em Deus, mas sim uma mudança profunda nas condições em que acreditamos. Taylor investiga como saímos de um mundo (no ano de 1500) onde era praticamente impossível não acreditar em Deus, para um mundo (no ano 2000) onde a crença religiosa é apenas uma opção entre muitas outras — e, frequentemente, a mais difícil de sustentar.
Taylor começa o livro explicando que a palavra "secular" possui três significados distintos, e que a maioria dos intelectuais foca nos sentidos errados:
Secularidade 1 (Espaços Públicos): O esvaziamento de Deus e da religião das esferas públicas, do Estado, da política e da economia.
Secularidade 2 (Prática Religiosa): O declínio do número de pessoas que frequentam igrejas ou que mantêm crenças religiosas tradicionais.
Secularidade 3 (O Foco de Taylor): A mudança nas condições de crença. A secularidade, para Taylor, é um ambiente cultural onde a fé não é mais axiomática (óbvia). A incredulidade tornou-se uma alternativa viável, legítima e, em muitos círculos sociais, a padrão.
O Eu Poroso vs. O Eu Blindado (The Porous Self vs. The Buffered Self):
No passado, o ser humano tinha um "eu poroso": as pessoas acreditavam que o mundo exterior estava cheio de espíritos, demônios e forças divinas que podiam afetá-las diretamente. O significado das coisas estava no mundo.
Na modernidade, desenvolvemos um "eu blindado": o indivíduo se fecha em sua própria mente. Desencantamos o mundo. Agora, o significado, a moral e o propósito residem puramente dentro de nós, criando uma barreira contra o sobrenatural.
O Humanismo Exclusivo: Taylor argumenta que a grande novidade da modernidade foi o surgimento do "humanismo exclusivo". Pela primeira vez na história humana, criou-se uma visão de florescimento humano que não encontra nenhuma finalidade ou propósito além da própria vida terrena e do bem-estar material, descartando completamente a transcendência.
O Efeito Supernova: A quebra do monopólio religioso não gerou apenas o ateísmo. Em vez disso, gerou uma explosão (uma "supernova") de opções espirituais, agnósticas, pagãs e individualistas. As pessoas agora customizam suas próprias buscas por sentido, um fenômeno que Taylor chama de "a era da autenticidade".
O Mal-Estar da Imanência (The Immanent Frame): Vivemos dentro de uma "moldura imanente" (um mundo ordenado puramente pelas leis da física, biologia e política). No entanto, Taylor aponta que esse fechamento gera um mal-estar: uma sensação constante de perda, nostalgia ou um anseio por algo maior que o self blindado não consegue preencher plenamente."Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira" - Leon Tolstói.
Pergunta aos leitores de bons livros:
Vocês costumam criar eixos ou ciclos de leitura? Quero dizer: pegar vários livros da sua lista que abordam mais ou menos o mesmo tema e lê-los seguidamente, como um trilha, ou só leem aleatoriamente?
Meus inimigos são os engenheiros sociais, tiranos e revolucionários.
Espanha se redimiu da catástrofe do primeiro jogo. Oyarzabal, Cucurella e Yamal jogam muito!
Metánoia é uma palavra usada para designar uma profunda transformação do modo de pensar, de interpretar e de julgar a realidade. Trata-se de uma reorientação da pessoa como um todo, indo muito além de uma simples mudança de opinião.
A palavra phrónema serve justamente para designar essa orientação interior da pessoa. Traduzi-la como "mentalidade" ou "cosmovisão" é uma aproximação imperfeita, pois phrónema se refere a algo mais central e profundo. O phrónema de alguém diz respeito à sua disposição interior, à orientação fundamental da sua vida, ao modo habitual de perceber, julgar e habitar a realidade. É a fonte da qual brotam os pensamentos, os desejos, os juízos e as ações.
Portanto, a metánoia é a transformação progressiva do próprio phrónema. Trata-se de uma mudança tão profunda que não pode ser alcançada apenas pelo esforço humano, mas exige a ação da graça divina.
É a isso que Paulo se refere na Carta aos Romanos:
> Romanos 12,2
> *"Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente."*
> Romanos 8,6
>*"Pois o phrónema da carne é morte; mas o phrónema do Espírito é vida e paz."*
O phrónema da carne designa uma pessoa fechada em si mesma, governada pela lógica da autossuficiência e orientada para si como fim último.
Já o phrónema do Espírito designa alguém que vive orientado para Deus e aberto à ação do Espírito Santo. Vai muito além de pensar ocasionalmente em temas religiosos ou refletir sobre as realidades celestes. Trata-se de viver concretamente à luz da presença de Deus e da ação da graça, permitindo que toda a existência seja progressivamente configurada a Cristo.
É nessa transformação do phrónema (nessa metánoia) que a pessoa deixa de orientar sua vida principalmente pela pergunta "isto é pecado ou não é pecado?" e passa a orientar-se pelo amor a Deus.
A vida espiritual consiste precisamente nessa passagem progressiva do _phrónema da carne_ para o _phrónema do Espírito_, até que o cristão possa dizer, com São Paulo, “*vivo, mas já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim*” — Gálatas 2,20.
Fiz umas pesquisas e pedi pro GPT criar um guia de estudos sobre psicologia católica, em contraposição à psicologia materialista moderna. Vou compartilhar no próximo post.
"Nem toda tristeza é depressão, nem toda ansiedade é transtorno, nem todo sofrimento é patológico. Parte do sofrimento humano pertence à condição existencial e pode até ter valor formativo quando integrado adequadamente."
D. Pedro II teve o que merecia ao trair a Igreja e se aliar aos maçons. Alertado ele foi pelo Papa Leão XIII.
Pelo menos nos últimos 500 anos, temos maçons, marxistas, revolucionários, judeus, protestantes, satanistas, etc., querendo e agindo pelo fim da Igreja Católica. Mesmo assim, Ela prevalece e permanece de pé.
A maçonaria patrocinou a proliferação do protestantismo pelo Brasil para minar a influência da Igreja no Império, principalmente na década de 1870.
O objetivo era criar um conflito insolúvel que mostrasse a incompatibilidade entre a Monarquia e o ideal maçônico de liberdade, apresentando a República como a única solução.
Eles acreditavam que, para revolucionar o país e implantar a República, era necessário primeiro "descatolicizá-lo". Então desejavam uma Igreja subserviente ao Estado e viam no protestantismo uma ferramenta para promover esse ideal de "progresso".
Diversas lojas maçônicas cediam suas dependências para que missionários protestantes realizassem cultos e estudos bíblicos.
A maçonaria ajudou a financiar a construção de templos e ofereceu espaços em jornais influentes para que missionários publicassem críticas às doutrinas católicas.
Para os bispos da época, como Dom Vital e Dom Macedo Costa, essa união era vista claramente como uma conspiração para "protestantizar" e revolucionar o país. Eles acreditavam que o avanço protestante era o prelúdio para a fragmentação do território e a queda da Monarquia, servindo aos interesses republicanos e de potências como os Estados Unidos e a Prússia.
Esse conflito estratégico foi um fator determinante para o Golpe Republicano de 1889.

Internet Archive
O Protestantismo, a Maçonaria e a Questão Religiosa no Brasil : David Gueiros Vieira : Free Download, Borrow, and Streaming : Internet Archive
Este é o mais completo livro que já se escreveu sobre a Questão Religiosa. Por meio dele vocês descobrirão que a ...

Maçonaria e Maçon(s)
A contribuição da Maçonaria para a consolidação do protestantismo no Brasil - Maçonaria e Maçon(s)
Este artigo discute a relação entre a Maçonaria e o Protestantismo no período do Brasil Imperial. Trata-se de uma pesquisa que mostra a relevâ...
“Quando dois não pensam do mesmo modo, como poderão amar-se por muito tempo? É amor que há de acabar com a vida, pois, se um não guarda a lei divina, e, por conseguinte, não ama a Deus, diferentes hão de ser os seus destinos”
Recomendo a leitura:

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“Nunca é por acaso que duas almas imortais se encontram”. Se temos bons companheiros na jornada desta vida, então temos o próprio Deus, vis...
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Peçamos a Deus, com o auxílio da Virgem Maria, o dom desta verdadeira amizade: a amizade que leva os outros para o céu!
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A correção que leva para o céu
A primeira preocupação de um coração enamorado por Cristo é a de levar seus irmãos para o céu.
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As amizades santas são um tesouro que Deus concede aos que o temem e procuram nesta vida ter o coração centrado em Cristo, Nosso Senhor.
Peter falou umas coisas que eu não esperava neste vídeo.
A gênese da atual mentalidade sobre o matrimônio e a procriação no Ocidente remete ao ano de 1952, quando o bilionário John Rockefeller III fundou o Conselho Populacional (Population Council) em Nova York. Esta fundação marcou o início de uma agenda global que buscava o controle demográfico.
Após a Segunda Guerra Mundial, o termo "eugenia" caiu em descrédito devido à sua associação com o nazismo, o que levou os estrategistas a adotarem a linguagem de "controle populacional" para justificar intervenções na natalidade de nações estrangeiras. As fundações Rockefeller e Ford assumiram o protagonismo no financiamento de pesquisas médicas que resultaram nos primeiros contraceptivos modernos, como a pílula e os dispositivos intrauterinos (DIUs). Historicamente, a disseminação desses métodos não foi um processo espontâneo, foi necessária uma operação orquestrada para ser "aceita como método próprio" pelas autoridades locais em países em desenvolvimento, evitando a imagem de imposição norte-americana.
A partir de 1990, a estratégia evoluiu para o que a Fundação Ford denominou "Direitos Sexuais e Reprodutivos", deslocando o foco da infraestrutura médica para o investimento maciço em ciências sociais. O objetivo explícito era desmotivar o desejo das famílias de terem filhos, utilizando a emancipação da mulher e sua inserção no mercado de trabalho como ferramentas de engenharia social para reduzir o tamanho das famílias. Sob essa ótica, a maternidade passou a ser apresentada em círculos acadêmicos e na mídia como uma "escravidão biológica" ou um fardo que impediria a realização plena da mulher no espaço público. Esse movimento convergiu com vertentes do marxismo cultural que, desde o início do século XX, identificavam a família monogâmica como um instrumento de opressão burguesa que precisava ser pulverizado para permitir a revolução socialista.
No cenário brasileiro, a Fundação MacArthur desempenhou seu papel, aplicando aproximadamente 36 milhões de dólares entre 1990 e 2002 para financiar uma rede de ONGs e pesquisadores. O propósito dessa vultosa soma era preparar o terreno cultural e jurídico para a legalização do aborto no Brasil, treinando o que o sociólogo Pierre Bourdieu chamou de "classe falante" (jornalistas, juízes e médicos) para adotar a nova terminologia dos direitos reprodutivos. Ao encerrar suas atividades diretas no país em 2002, a MacArthur deixou um fundo de 2 milhões de dólares, gerido pelo CEBRAP através da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), garantindo a continuidade da agenda de educação pública e lobby parlamentar.
Paralelamente, durante a década de 1970, a agência governamental USAID foi autorizada pelo Senado americano a financiar programas de planejamento familiar no exterior. Sob a coordenação do Dr. Reimert Ravenholt, a agência investiu cerca de 2 bilhões de dólares em dez anos para promover a esterilização e o aborto, inclusive financiando a ida de milhares de médicos estrangeiros para treinamento na Universidade John Hopkins. Ravenholt via as modernas drogas abortivas como a "nova penicilina" que curaria o mundo da "enfermidade da explosão populacional". Essas drogas, que muitas vezes permaneciam em prateleiras devido ao receio ético das indústrias farmacêuticas, foram impulsionadas por consórcios internacionais financiados pela Fundação Rockefeller, como o ISEC e o ICMA.
Atualmente, os estrategistas utilizam o conceito de "redução de danos" para promover o aborto químico e serviços de "aborto seguro", especialmente onde a prática ainda é ilegal. O Instituto Bill e Melinda Gates de População e Saúde Reprodutiva tornou-se um dos principais motores financeiros dessa fase, integrando o aborto aos programas de planejamento familiar em escala global. Essa coalizão de fundações multibilionárias e agências internacionais busca contornar a resistência das populações e da Igreja Católica, apresentando o aborto como uma questão de saúde pública e uma decisão moral individual.
Nem o mais tirânico dos reis do período mais absolutista da história vislumbrava um nível de controle e vigilância populacional tão grande por parte do Estado quanto no sec. XXI.
Estado + grandes corporações.
Meu novo passatempo favorito: aprender cantos litúrgicos em outras línguas, principalmente latim e grego.
Recomendo enormemente este curso a todos que buscam crescer na fé. Posso garantir que não sou mais o mesmo de quando o comecei. Esse curso tira uma névoa dos nossos olhos e acende em nós um desejo real de buscar a santidade. Esplêndido!
Quem quiser, eu tenho ele todo baixado.

Padre Paulo Ricardo
Engenharia da Santidade
Na Igreja Católica, todos são chamados à santidade, e com a graça de Deus ela é possível. Ninguém corresponde, porém, a essa altíssima voc...
Se vê que laços fazem muita falta hoje em dia. Laços reais. O contato físico e pessoal nunca poderá ser completamente substituído pelo virtual, onde as pessoas só vêem o que querem e escolhem o que ouvir. Se alguém incomoda, só bloqueia.
Toda relação passa a ser de uma frieza enorme e isso impossibilita a criação de laços verdadeiros, onde as duas partes confiam uma na outra e se amam, apesar de terem pontos de divergência. Isso nos obriga a sermos mais resilientes, pacientes e ponderados.
A internet é uma maravilha, quando bem usada (como qualquer ferramenta), mas quando o indivíduo se isola do mundo real e se entoca em bolhas virtuais, isso pode atrapalhar o desenvolvimento humano e psicológico, pois, como diria o Olavo, cria-se uma casca de intelectualidade sem lastro na vida real e concreta. A vivência, as decepções, discussões, arrependimentos, reconciliações, são essas coisas que criam laços e amadurecem a visão de um homem que vai além de um acúmulo de material cultural, mas enclausurado numa torre de marfim virtual.
Relações humanas não são exatas, e isso pode ser ruim ou bom, a depender do quão bem você aprendeu a lidar com isso. De qualquer forma, no fim, vale a pena criar laços e ter pessoas ao seu redor que, apesar de conhecerem os seus péssimos defeitos, podem ajudar-te a passar por este vale de lágrimas, e vice-versa.
Hoje, pela segunda missa seguida, o padre lançou palavras depreciativas a quem comunga direto na boca, afirmando causar divisão e serem como fariseus.
Teimoso que sou, supliquei misericórdia divina e comunguei de joelhos e na boca.
Assim o farei, mesmo que eu seja o único numa igreja lotada a fazê-lo. Não porque sou melhor que os outros - muito pelo contrário -, mas por ter esse direito segundo a Santa Igreja.