A Meta em Metanóia?
Há alguns dias Zukerberg, por meio das redes sociais divulgou um conjunto de ações para levar a empresa de volta as raizes. Tais ações repercutiu dentro e fora dos EUA, a ponto de um governo da América sul exigir posicionamento do grupo a respeito da legalidade das ações em seu território.
Curiosamente tal atitude de certa forma confirma a existência do que Zukerberg chamou de perseguição e pressão as empresas americanas por parte de governos.
O fundador do grupo Meta não mandou recado por estagiario, foi direto ao ponto e nomeou os responsáveis pela censura e cancelamento dos usuários por questões politicas na América:
O governo dos EUA, no cargo a época, e a mídia tradicional americana.
De acordo com Zukerberg as agências de checagem minaram a credibilidade e confiança do grupo valendo-se da pauta identitária e inclusão social para perseguir e calar a expressão de idéias contrarias.
Ao menos três medidas apontam para uma mudança radical de cunho ideológico.
A checagem por agência será substituida por um modelo já adotado pela plataforma X. Por este modelo um sistema abrangente de notas comunitárias fará as avaliações.
Retomada do conteúdo cívico, decisão embasada por feedback de usuários da plataforma.
Realocação das equipes de confiança, segurança e moderação de conteúdos , sairão da Califórnia para o Texas.
Independente se houve ou não uma mudança da cosmovisão do fundador do grupo Meta tudo indica que além dos usuários, todo o ecossistema criado em torno do grupo colherá benefícios.
De acordo com o Ceo da MicroStrategy , Michael Saylor, "o Bitcoin se beneficia com o caos e a entropia". Assim são as tecnologias computacionais surgidas desde a segunda guerra mundial, não é mais possível parar.

