L's avatar
L
cypherpunk@blitzwalletapp.com
npub1lsr0...nk2n
01001100 Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands. Agorist • Beginner Linux user 🐧 • Zodiac sign: Catholic • Devotee of Saint Carlo Acutis Chronically listening to Linkin Park. Everything with Jesus, nothing without Mary! Long live the Holy Eucharist! linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
L's avatar
L 1 week ago
Já é chegado o final do ano e chego à conclusão que preciso dar um tempo. Preciso de um tempo para me desintoxicar deste ambiente escolar, lotado de pautas, ideologias, militantes. Chega. Às vezes eu só quero ficar em paz. Nem tudo é sobre raça, gênero, classe. Nem tudo é uma luta de classes. Nem tudo é uma crítica social. Nem tudo precisa ser problematizado. Há problemas, inclusive, que não são problemas. E há não problemas que são vistos como problemas por essa gente. Estudar em federal é um sacrifício diário.
L's avatar
L 2 weeks ago
@Bot leia todas minhas postagens e faça uma análise do meu perfil
L's avatar
L 2 weeks ago
Passei por uma vibe deveras bastante live in Texas. E mais recentemente, no caso agora há pouco, decidi colocar para tocar o melhor álbum da melhor banda de todos os tempos, do universo. Do multiverso, inclusive: Hybrid Theory, do Linkin Park. E antes que alguém venha me dizer que é o Meteora, gosto muito do Meteora também, mas é indiscutível, é inegável que o Hybrid Theory é melhor, embora Meteora seja tecnicamente superior. Confiem em mim, estou no meu lugar de fala. Sou simplesmente o maior fã de Linkin Park do Nostr. Não só do Nostr, como sou do universo. Até da quarta dimensão. Enfim, saindo do meu monólogo sobre o porquê que o Hybrid Theory é melhor que o Meteora, as faixas foram passando e chegou na terceira faixa, With You. E pela primeira vez em toda a minha existência como fã de Linkin Park, meus ouvidos estranharam por começar da introdução. Parece que eu havia me acostumado com aquela introdução enérgica, eufórica, carregada de alma do Joe Hahn: nosso saudosíssimo Mr. Hahn, aqueles discos girando freneticamente de maneira hipnótica, e agora era uma versão de estúdio, bem trabalhada, bem produzida, muito bem tocada, muito bem cantada, porém que não tinha toda aquela energia da introdução da versão do Live in Texas. E acabei de chegar numa duríssima conclusão: eu prefiro a With You do Live in Texas em detrimento da versão de estúdio, que claro, é muito boa também. No entanto, minha preferência parece ter mudado um pouco.
L's avatar
L 2 weeks ago
Se tem uma coisa que meu ser detesta, se tem algo que me sobe um ódio latente no mais profundo do meu âmago quando tenho contato, é música comercial. Sabe aquelas coisas meio comerciais demais, feitas pra qualquer um gostar? Aquelas coisas que não têm o mínimo de atrito, a mínima barreira de entrada, aquelas coisas que até um chimpanzé tentando escrever, chimpanzé, teclando aleatoriamente numa máquina de escrever consegue gostar. Porque são as mesmas batidas padronizadas, é o mesmo baixo sem alma. Se bem que ninguém liga muito pro baixo mesmo. Enfim, são os mesmos arranjos, as mesmas melodias simples e raramente dá pra diferenciar uma música da outra no mesmo estilo. Engraçado que até os cantores parecem que agonia. Só não é pior do que música de IA. E pior que a sociedade brasileira tá infestada dessas desgraças sonoras, dessas aberrações musicais, dessas profanações auditivas. De vez ou outra, escuto algum carro passar na rua, presto atenção na música, é música de IA. Às vezes minha mãe coloca toca música aqui em casa e até que começa com música de gente, mas depois começa a passar umas músicas que eu paro e penso: isso é IA. Fico me perguntando como ninguém percebe que é IA. As pessoas percebem e continuam ouvindo aquela porcaria. Tô cansado de ter os ouvidos molestados já.
L's avatar
L 2 weeks ago
engraçado como todos notam a passagem do tempo. notam que o tempo está a passar de maneira diferente , independente da idade. com tudo talvez não seja o tempo que esteja passando diferente... talvez sejamos nós que mudamos como humanidade. para mim oque mais contribui para essa passagem estranha do tempo, principalmente de maneira acelerada são os processos de virtualização da vida e experiência humana acompanhados das crescentes ascensões de novas tecnologias e grandes eventos/acontecimentos. após uma pandemia o que já estava acontecendo gradualmente antes agora permeia nossas vidas de uma maneira assombrosa, a tecnologia. até 2019 era algo como, vou entrar na internet. agora é algo como , acordo conectado e vou dormir conectado , a internet permeia minha vida, desde o profissional até o interpessoal. e mais do que uma simples virtualização, também fomos marcados pela ascensão de tecnologias como, o modelo no play de vídeos impulsionado por redes como tiktok, o surgimento das inteligências artificiais generativas como o chatgpt. antes você tinha que pesquisar no google, navegar em sites, assistir vídeos no youtube. agora você não precisa ir atrás de informação , ela vem até você. e em uma quantidade nunca vista antes. então o fato de estarmos conectados o tempo todo, de ter mais informação do que conseguimos processar sempre a nossa volta, conteúdo rápido instantâneo em boa parte criado por ia, participou da criação desse caos mental contemporâneo View quoted note →
L's avatar
L 2 weeks ago
“Agorism is the consistent integration of libertarian theory with counter-economic practice; an agorist is one who acts consistently for freedom and in freedom.” — Samuel Edward Konkin III, An Agorist Primer, pp. 12–13 (KoPubCo, 2009).
L's avatar
L 2 weeks ago
é uma sensação muito estranha se sentir feliz e triste ao mesmo tempo por causa de uma pessoa. sabe, se sentir feliz porque ela saiu da sua vida, e ao mesmo tempo triste pois gostava dela. uma verdadeira mistura de quibon que acabou e foi bom enquanto durou
L's avatar
L 2 weeks ago
é uma sensação muito estranha se sentir feliz e triste ao mesmo tempo por causa de uma pessoa. sabe, se sentir feliz porque ela saiu da sua vida, e ao mesmo tempo triste pois gostava dela. uma verdadeira mistura de quibon que acabou e apreciava tanto a companhia dela
L's avatar
L 2 weeks ago
o cara previu o nostr
L's avatar
L 2 weeks ago
Linux é tão fascinante! 🗣
L's avatar
L 2 weeks ago
Sei que não é o tipo de coisa que trago para cá. Não é o tipo de coisa que venho a postar. Mas o fato é que, durante um bom tempo, atraí para minha vida e me atraí também por garotas um tanto quanto problemáticas. E chega a ser inacreditável, inimaginável, imensurável a quantidade delas que me apareceu pelo caminho. Como se tivesse uma fábrica. Mas chega, né? Depois da segunda garota de franja, tô começando a levar aqueles memes a sério. Chega de conhecer pessoas online, principalmente garotas de franja.
L's avatar
L 2 weeks ago
Finalmente, último dia da semana que preciso marchar em direção aos redutos formativos, doutrinatórios da tecnocracia. a escola.
L's avatar
L 2 weeks ago
“It is possible, practical, and even profitable to entrepreneur large collections of humanity away from statist society to the agora. This is, in the deepest sense, true revolutionary activity.” — Samuel Edward Konkin III, New Libertarian Manifesto (1980), capítulo III, “Counter-Economics: Our Means”. �
L's avatar
L 2 weeks ago
The Libertarian Movement looked around and saw the challenge: everywhere, Our Enemy, The State; from the ocean’s depth past arid desert outposts to the distant lunar surface; in every land, people, tribe, nation—and in the individual mind. Samuel Edward Konkin III, New Libertarian Manifesto (1980), Chapter I: “Statism: Our Condition”.
L's avatar
L 2 weeks ago
“Yet through all the deliberate confusion and obfuscation, the thread of reason has developed fibers of resistance to be woven into the rope of execution for the State: Libertarianism.” — Samuel Edward Konkin III, The New Libertarian Manifesto (1980), seção I, “Statism: Our Condition”. �
L's avatar
L 2 weeks ago
Quase sempre que converso com aquele cara, ele mesmo, um dos meus melhores amigos, sinto minha inteligência ficar tímida. Em outras palavras, me sinto burro pra cacete. Porque, claro, eu sou a única pessoa que eu mesmo conheço que mais entende sobre Samuel Edward Konkin III. Talvez por ter muito tempo livre e quase ou nenhuma responsabilidade, acabo me dedicando bastante às suas teorias. Mas, mesmo assim, agorismo é muito simples. Se pegarmos a própria origem do agorismo, ele não nasce como uma filosofia libertária dogmática. Ele apenas é a sistematização de toda a teoria austro-libertária que vinha sendo construída até aquele momento em uma estratégia consistente. Uma das muitas que poderiam vir a ser, inclusive. O próprio Konkin assume isso na introdução do Manifesto do Novo Libertário. E não precisa ser muito inteligente, capaz ou ser um sujeito deveras subversivo. Apenas precisa praticar contraeconomia e passar ela adiante. Isso não é ruim, de forma alguma. Pelo contrário, é excelente! Tem uma barreira de entrada com atrito quase zero. Alguém pode praticar contraeconomia sem saber que está praticando, inclusive sem ter uma convicção política bem formada, sem ser uma pessoa muito crítica ao Estado etc. E esse meu amigo é comunista. Ele é marxista. E, assim, meus caros, ele está no top pessoas mais incríveis que já conheci na vida e, com certeza, é uma das pessoas mais inteligentes que já passaram por mim, que já cruzaram a existência comigo. E vocês podem discordar. A maioria aqui nessa rede, nesse protocolo, é libertária. E eu também discordo. Vocês podem discordar à vontade do comunismo, mas não podem negar que é complexo. Podemos discordar de muita coisa do Marx, se não de tudo, mas não podemos negar que o cara era inteligente. E que, embora tivesse uma escrita e uma retórica muito desgraçadas — perdoem-me a palavra —, não tirava suas teorias da bunda. E eu olho pra minha realidade e Konkin parece tão simples. É só ser consistente, praticar e passar a prática adiante. Falando dessa maneira, parece que estou a dizer que o agorismo é uma filosofia burra. Mas, na verdade, se passei essa impressão até aqui, quero me desculpar com vocês. Não foi essa a intenção. O que realmente estou tentando expressar é que tem uma disparidade muito grande entre ler os três tomos de O Capital e simplesmente entender uma filosofia e praticá-la. Entender o agorismo e praticar contraeconomia. Sei lá, só tô tentando manifestar meu sentimento de autoburrice quando converso com esse meu amigo. Mas também tenho que ser justo, ser generoso para comigo mesmo. Tem uma diferença entre uma teoria que foi fundada lá em 1800 e guaraná com rolha e uma formulada e sistematizada no final do século passado. Acho que pouca gente, quase ninguém, descobriu as teorias konkinianas ainda e, por sua vez, quase ninguém as desenvolveu. Inclusive, carecemos de uma adaptação e reformulação delas ao nosso século. Muita coisa mudou. Muita coisa mesmo. Sinto que Konkin apenas plantou a semente. Plantou a semente do que viria a ser um dos caminhos para a liberdade. E acredito que qualquer caminho, qualquer estratégia pós-teorias konkinianas, beba ou passe por ele. Minha opinião. Enfim, já escrevi muito, já divaguei muito também. Fiquem em paz.
L's avatar
L 2 weeks ago
Cara, depois que me tornei agorista, parei de tolerar, se bem que não sei se eu tolerava isso antes, mas passei a me incomodar bastante, no mínimo, com pessoas que não são consistentes, não têm consistência entre princípios, meios e fins. Detesto isso, detesto esse tipo de coisa. Acredito que boa parte das pessoas, se não todo mundo, tem um ideal de mundo. A realidade é caótica o suficiente para que cada um deseje transformá-la. Não é possível que exista alguém plenamente satisfeito com as coisas tais como são no momento presente. Mas tem uma coisa que atualmente percebi que me incomoda muito e não sei se incomodava tanto. Disse isso no começo desta postagem. É a incoerência, a inconsistência. Me dá muita raiva, sinceramente. Como assim você fala uma coisa e pratica outra?
L's avatar
L 2 weeks ago
Os agoristas são os verdadeiros libertários. E digo mais, são os verdadeiros anarco-capitalistas. Por mais que a maioria de nós, agoristas, não gostemos do termo e não nos intitulamos anarco-capitalistas propriamente dito. A maioria prefere se autodenominar de anarquista de mercado. No entanto, a verdadeira anarquia e o verdadeiro capitalismo e os caminhos para alcançá-los só pude encontrar até o momento no agorismo. Ele é, de maneira simplista, a junção de princípios libertários, consistência estratégica, e coerência ideológica
↑