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cypherpunk@blitzwalletapp.com
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01001100 Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands. Agorist • Beginner Linux user 🐧 • Zodiac sign: Catholic • Devotee of Saint Carlo Acutis Chronically listening to Linkin Park. Everything with Jesus, nothing without Mary! Long live the Holy Eucharist! linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
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L 2 weeks ago
Os agoristas são os verdadeiros libertários. E digo mais, são os verdadeiros anarco-capitalistas. Por mais que a maioria de nós, agoristas, não gostemos do termo e não nos intitulamos anarco-capitalistas propriamente dito. A maioria prefere se autodenominar de anarquista de mercado. No entanto, a verdadeira anarquia e o verdadeiro capitalismo e os caminhos para alcançá-los só pude encontrar até o momento no agorismo. Ele é, de maneira simplista, a junção de princípios libertários, consistência estratégica, e coerência ideológica
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L 2 weeks ago
E também gostaria de manifestar a minha raiva a outro tipo de pessoa. A que transforma qualquer opinião em pauta identitária. E diz que determinado grupo não pode votar em determinado candidato, e determinada pessoa, por ter uma característica, na maioria das vezes fenótipa, não pode fazer ou falar determinada coisa. Meu Deus, minha Nossa Senhora de Fátima, me dá um ranço só em estar escrevendo sobre isso.
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L 2 weeks ago
Vim manifestara raiva que sinto daquelas pessoas que transformam a própria existência e convivência social em um ato político. Tudo é, tudo se resume a uma crítica social. Na minha visão, pelo menos, nem tudo é e em nem tudo se cabe uma crítica. Me enche muito a paciência esse tipo de militante. E pior que tenho que conviver com uma todos os dias.
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L 2 weeks ago
Mais um dia indo habitar o âmbito da hegemonia cultural. A escola.
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L 3 weeks ago
Sei que já é passado bastante tempo, bastante tempo que não falo por aqui sobre minha banda favorita, o Linkin Park. Não faço menção ao meu avassalador amor pela música. Mas vim aqui só pra registrar que, por mais que eu tenha falado nos últimos posts sobre questões relacionadas ao agorismo, minha vontade mesmo é de desver todas essas coisas, reunir mais cinco caras, especificamente cinco caras, e formar uma banda e começar a viver de música. É sério, eu largaria tudo. Eu largaria tudo e começaria a viver de música. Mas infelizmente, no momento, isso não me parece viável, dadas as circunstâncias.
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L 3 weeks ago
Essa nota é um desabafo. Um desabafo sobre o quão horrível é ter posicionamentos radicais e defendê-los publicamente. Falar abertamente sobre eles em público, como se fosse mais um ideal comum. E isso não é visto com bons olhos, principalmente onde estudo. Mas assim, dane-se. Assim que o ensino médio finalmente acabar, ninguém daquele ambiente vai sequer lembrar da minha existência. Então não importa. Mas é tão ruim manifestar publicamente, abertamente que você é contra o Estado, contra o voto, contra a manifestação e associação política, seja ela qual for, que é contra a propriedade intelectual, é contra a ordem da sociedade como está. Você é propriamente dito anarquista e agorista. Uma pessoa até um tanto quanto subversiva, inclusive. Isso definitivamente não é bem visto. E sei que sou julgado por isso, já tentaram iniciar discussões sobre tal assunto, mas geralmente eu tenho a tendência a desistir quando as interações vão caminhando em direção a esse rumo. Não porque eu não goste de ter contato com o diferente, o contraditório, é só que as pessoas que estão lá me estressam. Boa parte das pessoas de lá não sabem discordar como um ser humano funcional. E é isso. Disclaimer. No fundo, até gosto de ser visto como um cara meio subversivo. É legal. Só tem esses pontos meio desgastantes. E também não saio falando para todo mundo, aos quatro ventos, gritando: Sou anarquista! Sou agorista! Não. Mas também não é que eu esconda. Não finjo defender algo que eu não defendo. Não finjo achar legítimo o que eu não acho. E sempre quando minha opinião é requisitada, a destilo com base nos meus ideais. Pois levo-os a sério. Então, nem sou o cara que tenta esconder e nem o cara que quer militar ou aparecer.
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L 3 weeks ago
Mais um dia em rumo aos recintos estatais. Mais um dia rumando em direção àquele lugar, aparelhado e instrumentalizado por gente tecnocrática, com o intuito de fabricar as mais novas mentes do estatismo e de desviar a mais nova geração dos caminhos da liberdade, a escola.
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L 3 weeks ago
nada contra os gatos. e não é querendo dizer nada, mas já dizendo... não são eles o melhor amigo do homem🐕
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L 3 weeks ago
eu sinto como se nós, libertários, e principalmente, os libertarios agoristas, assim estivéssemos vivendo em uma histeria coletiva, para dizer o mínimo. é fato que nenhuma teoria por mais robusta que seja consegue abarcar todos os aspectos da realidade. mas é como se nós, só nós, somente nós vissemos tal realidade do estatismo sobre a perspectiva da recusa. é como se todos a nossa volta participassem de uma única mente coletiva chamada estado e simplesmente fechasse os olhos para a máfia das máfias gangue das gangues, conspiração das conspirações. aquela que simplesmente mais matou nas últimas grandes guerras do que todo sangue derramado na história da humanidade View quoted note →
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L 3 weeks ago
Olá, Nostr. Aqui vai algo que não possuo o costume e o hábito de fazer aqui no meu perfil: um desabafo. Sim, um mero desabafo. Bem coisa de adolescente mesmo. Porém, um adolescente com um desejo de conhecer avassalador e uma ambição ideológica gigante. Vamos direto ao ponto. Me sinto sozinho. Não porque não tenha ou porque seja incapaz de fazer amigos. Tenho alguns, poucos, dos quais se tornam muito para mim. Inclusive, um deles compartilha da mesma ambição ideológica por coerência, consistência e uma visão de mundo que faça sentido. Mas ele não encontrou essa coerência no libertarianismo, não. Pelo contrário. Na verdade, na verdade, ele é maoísta. E, por incrível que pareça, assim, um libertário pode ser amigo de um marxista-leninista-maoísta sem que isso signifique uma catástrofe. Inclusive, este tal marxista está no meu top melhores pessoas que já conheci na vida. E posso dizer, com uma certa segurança, que é uma sensação muito reconfortante ter alguém com quem você possa discordar, fazer piada da ideologia dele, e o contrário também é válido. Mas, mesmo assim, ultimamente eu tenho me sentido sozinho e eu gostaria de ter alguém que concordasse comigo. Não como um fantoche ideológico que apenas assente tudo que eu falo e possui todas as mesmas convicções que eu. Não. Isso seria chato, monótono, entediante. Na verdade, eu gostaria de ter alguém que compartilhasse das mesmas ambições, das mesmas curiosidades, dos mesmos fascínios intelectuais e que dividisse a mesma posição comigo: o agorismo. Imagina só que sonho poder conversar sobre as teorias konkinianas, contraeconômicas e discordar na interpretação do Manifesto do Novo Libertário ou do Tratado Agorista. E melhor ainda se fosse esse cara ou se essa mina fosse da mesma idade que eu. Só tem um problema: essa pessoa não existe. Pelo menos, não na minha vida. E não é algo que me entristece: “Nossa, como meu mundo acabou.” Não. Mas é o que eu gostaria de ter. E me sinto sozinho por essa pessoa não existir em minha vida. Enfim, desculpa por toda essa melação e obrigado a quem leu esse bagaço até aqui.
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L 3 weeks ago
Venho por esses meios digitais manifestar toda minha incompreensão, insatisfação, desaprovação e reprovação para com todos aqueles que enxergam o voto como um dever cívico. Por mais que, no fundo, não compreenda direito como pode alguém votar, entendo também que nem todo mundo passou por um processo de internalização de determinadas posições semelhante ao meu. E não digo isso para autopromover minhas supostas virtudes da apoliticidade. Na verdade, na verdade, digo isso para deixar em evidência o fato de que a maioria da humanidade tem um monstro crescendo dentro de suas mentes: o Estado. O Estado não cresce alcançando espaço vital, território, nem quando domina o fundo do mar ou sequer quando finca sua bandeira na superfície dos recintos lunares. O verdadeiro espaço vital, território real, reside nos corações e mentes. O Estado é, acima de tudo, nosso inimigo e, principalmente, uma condição humana. A humanidade se condicionou a pensar de maneira estatista, a aceitar que existem aqueles que nascem para servir e aqueles que nascem para ser servidos. Alguns pagam impostos, outros vivem de impostos. E assim o Estado ganhou poder, acumulou recursos e territórios e, principalmente, derramou sangue. Inclusive, é como se os agoristas vivessem em uma utopia, só que no mundo tangível, no mundo real. Nós, que temos uma mentalidade livre do estatismo e que pensamos com o olhar da liberdade, somos vistos como os loucos deslocados da realidade, os verdadeiros utópicos e utopistas. Por outro lado, vemos a instituição que mais roubou através de impostos e inflação nas últimas décadas do que em toda a história da humanidade, que matou nas últimas duas grandes guerras mais do que todas as mortes da humanidade até então, sendo vista como necessária, sendo encarada como a apoteose da sociedade, quase que de uma forma religiosa. Acredito eu que o papel de um agorista, de um revolucionário, é se livrar da mentalidade imposta, acorrentada e instrumentalizada dentro de sua mente, já que é nela que acontece o principal campo de batalha. Desde criancinha, somos impelidos a idolatrar um conceito abstrato de nação, a bater continência para a bandeira e os demais símbolos nacionais. Conforme crescemos e, posteriormente, nos grandes centros projetados para desviar mentes do caminho da liberdade, as escolas, somos doutrinados a enxergar o mundo sob a ótica estatista, a nos enxergar como contribuintes, a enxergar o Estado como aquele que irá mitigar desigualdades sociais, nossos deveres e direitos e até a aceitar as leis que vão contra a própria lei natural, que restringem nossa liberdade e autonomia. Se todos, sem exceção, deixassem de interferir no coletivo e passássemos a cuidar apenas do individual, o mundo se tornaria anarquista, se tornaria agorista. Isso prova, em certa medida, que o poder do Estado não vem apenas do aparato coercitivo. Porque, no dia em que as pessoas parassem de querer um outro grupo de pessoas subjugando-as e passassem a agir de maneira fértil ao terreno da liberdade, não haveria necessidade de um governo coercitivo. Podemos resumir isso em uma pergunta muito simples: por que haveria a necessidade de Estado se todo mundo fosse agorista? Não haveria. E aí é que entra a propaganda. Os libertários podem discordar o quanto for dos comunistas, mas uma coisa é inegável: o movimento deles é organizado. Organizado ao ponto de eles estarem infiltrados em diversas camadas da sociedade, desde as universidades até o rap. Uma pessoa pode muito bem, assim como contrai os símbolos nacionais, contrair uma mentalidade mais agorista. Ela liga a TV e assiste a um filme em que a realidade dos protagonistas se passa em uma anarquia de mercado; ela lê uma ficção científica agorista; ela coloca música no carro enquanto se dirige ao trabalho e tem uma crítica ao Estado na letra. E, mais do que uma contraeconomia, isso formaria uma contracultura. Imagina uma subcultura de pessoas agoristas que começa a surgir na sociedade. Este trabalho poderia ser feito por indivíduos, associações, institutos e editoras. Poderiam, inclusive, ser independentes entre si, mas cooperar com esse objetivo comum de disseminar a propaganda agorista. E a contracultura do agorismo levaria necessariamente à contraeconomia, pelo menos na maioria dos casos. Se o indivíduo que pensa de maneira agorista se encontrar com outro que possui o mesmo pensamento, porém tem práticas contraeconômicas, a resistência do indivíduo a aderir a tais práticas será muito menor do que a de uma pessoa média. Dessa forma, tanto a contraeconomia quanto a contracultura do agorismo crescem. A contracultura pode desembocar na prática, e a prática leva novos indivíduos a possuírem essa cultura. Se um investidor percebe que vai ter lucro ao investir em um jornal agorista que dissemina essas ideias de liberdade, já que as pessoas chegaram ao ponto de estarem propensas a elas, e se as pessoas que têm o pensamento mudado por este jornal passam a querer comprar e investir em coisas semelhantes, a contracultura do agorismo cumpriu o seu papel. Isso foi um ensaio das minhas impressões e desenvolvimentos das teorias konkinianas, mas isso não é tão relevante, pelo menos não por enquanto. E obrigado por ler essa baboseira.
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L 0 months ago
⚠️ URGENTE: Um cavalo acaba de atacar um rei e uma rainha. Onde isso aconteceu? No xadrez. O joguinho maldito, no melhor sentido possível. Quem diria que um jogo inventado na Antiguidade me daria dor de cabeça no século XXI? Como pode um jogo tão milenar, à primeira vista tão simples — apenas 64 casas e 32 peças —, dar um nó na gosma que chamamos de cérebro, até nos maiores enxadristas, inclusive nas mentes daqueles que não têm cérebro? Exatamente: os computadores. E quem diz que Call of Duty é difícil é porque nunca jogou xadrez. Um dos jogos mais perfeitos, lindos, poéticos e um tanto quanto paradoxais já inventados na história da humanidade. E, por fim, uma das coisas que me impedem de ser misantropo.
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L 1 month ago
Essa é minha primeira eleição como agorista. E venho, por meio das paredes invisíveis e ecoantes deste protocolo, emitir minha opinião e relatar minha experiência. Primeiro, uma análise geral do quadro político brasileiro atual. Há um bom tempo, alguns meses antes das eleições, o MBL já estava aquecendo os algoritmos. Quando as candidaturas foram finalmente oficializadas, começou, de fato, uma das campanhas que pautaram o debate público na internet, pelo menos na minha bolha. Não que eu tenha acompanhado; apenas passei por essa turbulência digital. Parece que eles se movimentavam muito em torno da figura de Renan Santos. E não demorou muito para esses ditadores mirins alcançarem os jovens. De repente, havia jovens fazendo campanha para Renan por quase toda a internet. Logo vieram algumas polêmicas, mas nada demais. Por que só falei dele até agora? Porque foi o único que, de fato, se destacou. Apesar de ser um ditador que acredita em destino e possui fortes ambições de mudar o Brasil, tornando-o a quinta maior potência mundial, os outros não têm o mesmo potencial. No máximo, renderam alguns memes, como o caso de Zema, que falou de um programa contra as mulheres, o de Cury e a questão do drone. Também houve algumas polêmicas envolvendo o plano de governo de Samara Martins, mas isso é bem irrelevante. O fato é que o eleitorado brasileiro está dividido entre a desgraça e a maldição. Lula roubou mais que Flávio. Embora Flávio só não tenha roubado mais que Lula por falta de oportunidade. Além disso, ambos têm mais de 50% de rejeição, e quem vota neles o faz porque rejeita o outro. Não porque goste do candidato, concorde com alguma coisa que ele diga ou sequer tenha lido alguma proposta. Além de perceber o quão triste, deplorável, miserável e desgraçada é a democracia, hoje, com meus olhos de agorista, sinto algo estranho, como se tudo isso tivesse perdido o sentido. Parece que todo mundo está querendo votar hoje, e isso me causa certa estranheza. Como assim as pessoas tiram um dia para votar, quando poderiam simplesmente estar em paz? É domingo, poxa! É como se houvesse um dia em que todos reafirmassem esse maldito senso de nação e cidadania e apertassem um número numa urna, selando o pacto com o diabo chamado Estado. É como se todo mundo estivesse desperdiçando o próprio tempo indo votar. Porque eles vão, e eu fico. Eles estão lá, e eu não. E o pior é um tanto quanto angustiante saber que você é impotente diante das ações individuais. No caso da maioria dessas pessoas — parentes, vizinhos e até amigos —, não adianta tentar convencê-las. Cresceram nesse sistema, vivem nesse sistema e querem morrer nesse maldito sistema. De que adiantaria falar sobre como o voto individual não muda absolutamente coisa nenhuma? Afinal, seu voto pode estar errado. E, mesmo que estivesse certo, 51% da população precisaria votar corretamente junto contigo. É simplesmente fadado ao fracasso. Enfim, era isso. Já me delonguei bastante. Ágora. Anarquia. Ação.
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L 1 month ago
Estou com uma sensação de que algo vai acontecer. Algo do qual não conheço a natureza, não sei do que se trata. Mas essa sensação paira sobre mim. E também me parece que o mundo esfriou. Faz um bom tempo que nada de muito grandioso acontece e o ano parece estar correndo contra mim. Já chegamos no final do ano e literalmente nada de muito importante aconteceu. Até as eleições estão meio paradas.
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