Sei que é muito idealismo da minha parte, mas vivo esperando o dia em que isso daqui redefinirá os paradigmas da internet. Mas também sei que sentirei falta do Nostr tal como ele é hoje. Inexplorado, rústico, clyents bem experimentais e toscos, quase rudimentares, relés estranhos, comunidades minúsculas e gente inventando usos malucos para o protocolo. mas nem só de melancolia vive o homem ... me alegro pois, um dia vou poder dizer que finquei minhas bandeiras em um território digital distante, sobretudo vazio, e inexplorado, a margem da civilização cibernética industrial
L
cypherpunk@blitzwalletapp.com
npub1lsr0...nk2n
01001100
Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands.
Agorist • Beginner Linux user 🐧 • Zodiac sign: Catholic • Devotee of Saint Carlo Acutis
Chronically listening to Linkin Park.
Everything with Jesus, nothing without Mary!
Long live the Holy Eucharist!
linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA
https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
meu projeto de ditador favorito. o pior que renan é de fato um sujeito de certa forma inteligente, e não dá pra negar que ele é um grande líder político. mas o grandessíssimo erro dele é buscar mudança através da via errada. é tão notório que renan possui um amor a nação brasileira ... mas não é a via democrática que vai salvar isso daqui
bom dia
chega a ser inimaginável a admiração que possuo por aquelas pessoas que simplesmente conseguem ser elas mesmas em público. Conseguem se expressar bem, conversar com uma certa facilidade com outras pessoas e são relativamente populares conhecidas e possuem relativamente muitos amigos. Admiro demasiadamente esse tipo de gente. Pois não sou assim. Posso ter nascido e adquirido com o tempo inúmeras habilidades, mas uma delas com certeza não é a socialização. Enquanto alguém vem conversar comigo e faz uma saudação inicial, eu por dentro estou analisando cada aspecto dessa saudação, mesmo que seja um Oi, tudo bem? ou um Bom dia. Penso demais, analiso demais, sou até sincero demais.
A maioria das pessoas se perde antes mesmo de se encontrar. Vejo pessoas que resumem a adolescência de forma simplista a uma mera fase de descoberta da própria identidade. Dizem coisas do tipo: “já fui X, hoje descobri que não sou mais”. E, cá entre nós, é algo plenamente concebível. Rever, reconsiderar e até mesmo trocar de posição é humano. Faz parte do processo. Mas o que realmente parece não é que essas pessoas se descobriram na vida. É que elas simplesmente deixaram de pensar sobre questões fundamentais a respeito de si mesmas e deixaram para lá algo que, na minha opinião, traz consigo a beleza da juventude: a simples pergunta: “quem sou eu?”.
A maioria das pessoas, a partir do momento que criam responsabilidades, contas, trabalho, família, filhos, obrigações, simplesmente deixam a desejar a autorreflexão. Não é que essas pessoas se descobriram. Elas só evitam o atrito. Elas só estão sedimentadas em si próprias, por meio de uma inércia.
Claro, embora eu acredite que não existe consciência pronta, filosoficamente falando, e que estamos em processo de autodescobrimento, quando se é adulto, dá para inferir melhor algumas coisas sobre si mesmo que não estão claras aos 16, por exemplo. Quando se é jovem, há muitos questionamentos sobre si e ainda pouco material a ser trabalhado. E, naturalmente, algumas coisas vão se ajustando com o tempo.
Mas não dá para assumir que, porque cristalizamos determinadas formas de agir, ser, posições, aquilo faz parte de nós. Às vezes, estamos tão inseridos em um contexto social, econômico, cultural, que uma escolha profissional acaba sendo parte de nós. Aonde moramos passa a ser parte de quem nós somos. E por aí vai.
Mas a pergunta que fica: e se tudo isso mudar? Você continuará sendo quem tu és?
Por que pessoas que se dizem ser profundas, ou até são vistas como uma pessoa de profundidade pela maioria, parecem tão genéricas? Pelo menos para mim. Tipo aquela pessoa que diz que gosta de tomar uma bebida quente num dia chuvoso e refletir sobre a vida, também pessoas que gostam de MPB. Eu não sei por qual motivo, mas isso me soa tão genérico.
é incrível como toda e qualquer ação da santa igreja é com o intuito de salvar almas! desde os botões da roupa do padre, até a estética. A aqueles que se convertem ao descobrir a verdadeira história da igreja. a aqueles que se convertem pela doutrina, santa doutrina. há também aqueles que se convertem pelos milagres. inclusive há aqueles que se tornam católicos pela estética, embora a frase é lindo ser católico seja mais do que meramente sobre a estética
View quoted note →
ô raiva que eu tenho daqueles esquerdo machos de federal. detalhe, eu estudo em uma. que coisa tenebrosa, ter que ouvir simplesmente que é a cultura deles
View quoted note →
A criatura que criada fostes como a mais perfeita dentre todas. Acima até do que todos os anjos. O Criador amou, a quis, a desejou. para depois ela o amar, o querer, o desejar. Mas que realidade sublime. Ter uma mãe parece ser algo tão especial que o próprio Deus quis ter uma. E além do mais, o Verbo feito homem, quando estava a ser pregado no madeiro da cruz, a deu como mãe de toda a humanidade. Que privilégio, meus amigos. A Mãe de Deus é minha mãe. E sua também. Não preciso nem falar que é lindo ser católico. Bom dia, nostr
View quoted note →
Acredito fielmente que nossa sociedade atual será estudada no futuro. E muito provavelmente vão olhar para nós com o mesmo desprezo que olhamos para Os medievais. super imagino um aluno levantando a mão numa aula de história, se é que eles ainda vão ter esse modelo falido de educação, muito provavelmente não. levantando a mão e dizendo: Ha ha ha, professor. eles se achavam tanto e olhavam para os outros períodos da história chamando de Idade das Trevas. Só que na verdade quem estava em trevas eram eles.
Gostaria de estar simplesmente a exagerar quando digo que, em uma sociedade libertária, teríamos como humanidade tantos avanços tecnológicos que carros voadores seriam a ponta do iceberg. Cura do câncer seria banal. O homem pisar em Marte seria como pisar na areia da praia. Gostaria de verdade de estar a exagerar. Mas eu realmente acredito que um mundo sem a coerção estatal, regido pelos incentivos de mercado e principalmente sem a aberração da propriedade intelectual, poderia criar as condições certas para explorarmos todo o nosso potencial como humanidade.
Sabe a sensação de desejar aproveitar cada instante do tempo presente e, entretanto, almejar algum tempo futuro. Eu, por exemplo, só vou ter 16 anos, minha idade atual, uma vez apenas em toda a minha passagem por esta terra. Só vou ser adolescente, só vou ter a idade que tenho, só vou estar em uma escola de ensino médio, por ruim que ela seja, uma vez em toda a minha vida. Isso me faz querer aproveitar cada instante do tempo presente. Entretanto, essa é uma das fases da vida que eu estou mais limitado, e talvez eu nem tenha tanta noção e profundidade da minha própria limitação, até por conta da minha idade. E é limitante saber que tu és tão limitado. Eu gostaria, neste exato momento, de estar a escrever sobre filosofia agorista, dando minha própria contribuição a esta corrente de pensamento, que eu aprecio tanto. Mas eu não estou na fase de escrever minhas próprias ideias. Eu estou na fase de construí-las, amadurecê-las, mudar todo o meu conjunto de crenças, se necessário. E isso é até um pouco paradoxal, porque eu gostaria de estar experienciando o tempo futuro, enquanto eu gosto de experienciar o momento presente e sei que sentirei falta dele. Mas para que o momento futuro seja como eu espero que ele seja no momento presente, eu terei que construir as bases necessárias para que ele ocorra da forma esperada.
Não basta simplesmente dizer imposto é roubo. E isso, no fundo, sequer ajuda. A maioria das pessoas está inerte em um sistema que, para além da coerção, é um sistema de crenças. Dizer a uma pessoa comum que impostos são antiéticos seria como dizer a um camponês medieval que é possível um homem voar através de um pássaro gigante de metal. ele muito provavelmente riria de ti e acharia uma ideia no mínimo utópica. Então quando você simplesmente diz a alguém imposto é roubo, tu estás a dizer a uma pessoa que foi chamada a vida inteira de contribuinte, que acredita nos deveres sociais dos cidadãos e que acredita que a coerção é uma forma de garantir seus direitos. Então para além de nós libertários dizermos o óbvio o tempo inteiro, deveríamos tentar mexer, ao menos um pouco, na cultura. Porque o estatismo, acima de tudo, ele é uma cultura e uma condição humana.
A mesma galera que diz fogo nos racistas é a mesmíssima que condena a Inquisição.
Há uma diferença entre não sentir Deus sendo ateu e não sentir Deus sendo cristão — e essa diferença, para mim, tornou-se profundamente existencial.
Quando eu era ateu, eu também experimentava, às vezes, um certo vazio. Havia momentos de niilismo, de falta de sentido, de questionamento sobre o valor das coisas. Mas esse vazio ainda podia ser preenchido por outras respostas: se não existe vida após a morte, talvez devêssemos valorizar mais intensamente esta vida; se não existe um sentido objetivo dado por Deus, talvez devêssemos construir algum sentido para nós mesmos. Eu podia não considerar essas respostas definitivas, mas elas pertenciam ao mesmo horizonte dentro do qual eu pensava.
Depois, porém, aconteceu algo diferente.
Minha aproximação com Deus começou pela razão. Antes de existir uma experiência propriamente religiosa, existia uma investigação intelectual. Eu passei a considerar racionalmente a existência de Deus, até chegar à convicção de que a realidade transcendente não era apenas uma possibilidade abstrata. Mas, em algum momento, minha fé deixou de ser apenas uma conclusão intelectual. Houve uma experiência do sagrado, do divino, do transcendente — especialmente na oração — que não consigo reduzir simplesmente a uma sensação psicológica comum.
Não era necessariamente uma sensação de “sentir-me amado”, de sentir-me acolhido ou de experimentar alguma emoção específica. Era algo mais profundo e difícil de explicar. Algo que parecia ultrapassar as categorias psicológicas habituais. Ao rezar o Terço e dirigir-me a Cristo por meio de Maria, havia uma profundidade que eu não conseguia traduzir em conceitos. Não era apenas pensar que Jesus Cristo é Deus. Não era apenas acreditar que Maria é sua Mãe. Era uma espécie de percepção da realidade religiosa em uma dimensão que a linguagem parece incapaz de capturar.
E talvez seja justamente por isso que a ausência dessa experiência possa doer tanto agora.
Eu não estou simplesmente procurando acreditar em algo no qual nunca encontrei razão para acreditar. Eu já passei por esse caminho. Minha razão me levou até aqui. Minha fé se tornou, em grande parte, uma fé racionalmente fundamentada. Mas agora existe algo além da própria racionalidade: existe a experiência da transcendência.
E isso produz um conflito.
Porque meu intelecto quer compreender.
Ele quer entender a Trindade. Quer entender a Encarnação. Quer entender a Ressurreição. Quer entender como Cristo pode estar realmente presente na Eucaristia. Quer compreender a transubstanciação. Quer saber como uma Virgem pode conceber. Quer transformar os mistérios da fé em algo que possa ser inteiramente apreendido pela inteligência.
Mas não consegue.
E isso dói.
Não porque eu considere a fé irracional. Pelo contrário. Talvez justamente porque eu a considere racional o suficiente para levá-la a sério. Eu consigo chegar a Deus pela razão, mas, quando chego diante do mistério, descubro que Deus não cabe dentro dela.
E isso é extremamente difícil para alguém que deseja compreender.
Talvez Deus não seja irracional, mas supra-racional. Não há necessariamente uma contradição nos mistérios da fé; há uma realidade que ultrapassa a capacidade humana de compreendê-la completamente. Eu posso saber que uma coisa é verdadeira sem conseguir esgotar intelectualmente aquilo que ela significa.
Posso saber que Deus é Trindade sem conseguir compreender plenamente como três Pessoas são um único Deus.
Posso crer na Ressurreição sem conseguir imaginar como é possível que um corpo morto ressuscite.
Posso crer na presença real de Cristo na Eucaristia sem conseguir compreender, com minha inteligência limitada, toda a profundidade daquilo que acontece.
Posso crer sem compreender completamente.
E é aí que surge aquela sensação estranha de “eu creio, mas não consigo crer”.
Porque, no fundo, eu creio. Mas existe uma parte de mim que continua exigindo uma compreensão que talvez nenhuma criatura humana possa alcançar.
Quando eu era ateu, a ausência de Deus podia ser dolorosa, mas ainda havia uma certa simplicidade: eu não acreditava. Agora é diferente. Eu não consigo simplesmente retornar àquela posição, porque já atravessei intelectualmente e existencialmente a porta da fé.
O problema deixou de ser apenas “Deus existe?”.
Agora é: “Deus existe. Cristo é Deus. A transcendência é real. Então por que eu nem sempre consigo percebê-la?”
O ateu pode não sentir Deus porque não acredita que Deus esteja ali.
Eu posso não sentir Deus justamente enquanto acredito que Ele está ali.
E talvez essa seja uma dor muito mais difícil de explicar.
Porque não é simplesmente ausência de crença. É uma espécie de distância entre aquilo que meu intelecto afirma, aquilo que minha fé professa, aquilo que minha experiência espiritual já me permitiu vislumbrar e aquilo que consigo efetivamente sentir ou compreender no presente.
Talvez eu esteja tentando transformar Deus em objeto da minha própria inteligência. Talvez eu queira possuir intelectualmente aquilo que só posso conhecer parcialmente. Talvez uma das maiores dificuldades da fé seja justamente aceitar que conhecer Deus não significa compreendê-Lo completamente.
Eu posso conhecer uma verdade sem possuir toda a realidade que ela aponta.
Posso conhecer Deus sem esgotar Deus.
Posso amá-Lo sem compreendê-Lo.
Posso crer sem sentir.
E talvez até possa continuar crendo quando não sinto absolutamente nada.
Isso não significa que minha experiência anterior tenha sido falsa. Tampouco significa que minha fé atual seja necessariamente mais fraca. Talvez signifique apenas que estou aprendendo que Deus não pode depender da minha experiência psicológica para ser Deus.
A experiência pode vir e desaparecer.
A emoção pode surgir e desaparecer.
A sensação de proximidade pode surgir e desaparecer.
Mas a realidade não depende da intensidade com que consigo percebê-la.
Talvez exista uma maturidade da fé que consista justamente nisso: primeiro encontrar Deus e experimentar, ainda que brevemente, algo de Sua presença; depois aprender a permanecer diante d'Ele mesmo quando não há sensação alguma que confirme aquilo interiormente.
E talvez seja justamente aí que a fé se torne mais difícil.
Quando sinto, é fácil dizer: “Deus está aqui.”
Quando não sinto nada, preciso dizer: “Eu ainda creio que Deus está aqui.”
Não porque abandonei a razão, mas porque reconheci que a razão não é o horizonte inteiro da realidade.
Minha razão me levou até Deus.
Minha experiência me fez vislumbrar algo de Deus.
E agora minha própria razão está sendo obrigada a reconhecer que não pode conter Deus.
Talvez essa seja a contradição aparente que mais me dói: eu quero compreender Aquele em quem acredito, mas quanto mais seriamente acredito, mais percebo que Ele é infinitamente maior do que minha capacidade de compreendê-Lo.
E talvez eu não esteja deixando de crer.
Talvez eu esteja simplesmente descobrindo, dolorosamente, o que significa crer em algo que não pode ser reduzido àquilo que minha própria mente consegue abarcar.
Utilizei inteligência artificial para escrever isto, pois sou incompetente para colocar tal realidade em palavras.
Esses dias vi um vídeo e decidi olhar os comentários. Um rapaz havia comentado que Jesus não era de esquerda. Lembro que uma pessoa tinha respondido ao comentário dele dizendo: Ele não era de esquerda? Ele era de quê, então? E a galera tava debatendo nas respostas do comentário do sujeito se Jesus era ou não de esquerda. Pra começo de conversa, eu nem sequer gosto da categoria de direita e esquerda. Acredito que limita muito o debate. Mas o engraçado mesmo é que Jesus era de esquerda, Jesus era comunista, sendo que a esquerda só surge 17 séculos depois de Cristo, na Revolução Francesa. O comunismo surge 19 séculos depois de Cristo. E é fácil dizer que Jesus era capitalista, comunista, direita, de esquerda. Dá até pra dizer que ele é libertário quando ele diz Dai a César o que é de César. Mas o fato é que ele não é nenhuma dessas coisas. Jesus é Deus. É a segunda pessoa da Santíssima Trindade. E não dá pra reduzir o Verbo a uma ideologia humana. Não é ele que deveria se encaixar nos moldes da esquerda ou da direita. São elas que deveriam se submeter aos ensinamentos de Cristo. Cristo não deixou uma ideologia, Cristo deixou uma igreja. Salve Maria e viva a Cristo Rei!
Na própria Bíblia podemos ver que quando um cadáver tocou nos ossos do profeta Eliseu, ressuscitou. A hemorroísa, ao tocar nas vestes de Jesus, é curada de sua hemorragia. Guardanapos ou aventais que tocavam em Paulo tinham poder de cura e exorcizavam demônios. Deus não precisa de ossos, de vestes, de guardanapos, de aventais para realizar grandes obras, até porque ele é Deus. Mas ele escolhe utilizar-se desses meios visíveis para manifestar uma graça invisível. E outra coisa: na Igreja Católica, a ideia de corpo místico de Cristo, o que a gente chama de comunhão dos santos, é muito viva na tradição e no que nós acreditamos. Para nós, o cardeal não está a beijar uma caveira de um cadáver, mas sim a venerar alguém que está vivo em Cristo, alguém que deu a vida por Cristo e agora vive no céu em plena comunhão com ele. Uma vez que o Verbo se fez carne e Deus passou a habitar um corpo de matéria, ele santificou a matéria e, através da matéria dos santos mártires, ele pode fazer grandes obras e as pessoas podem chegar até ele por meio delas. Se os ossos de alguém que deu a vida por Cristo me lembram do testemunho dessa pessoa e me lembram o quão ela foi parecida com Cristo nessa vida, isso me remete a ele. E essa prática existe desde os primeiros cristãos. Para os primeiros cristãos, os ossos de Policarpo, bispo de Esmirna, que inclusive foi discípulo de São João Evangelista, era mais valioso do que ouro.
Se passo a deslocar-me para fora de mim, de meus próprios horizontes, descubro o quanto eu ainda desconheço. Em suma, passo a assim conhecer, pela via do conhecimento, o quanto que minha compreensão de tudo à minha volta é pequena e o quanto eu ainda desconheço. Me desloco para fora de meus horizontes, a zarpar em direção a o mar do conhecimento e descubro todo um oceano de coisas que eu desconhecia antes. E isso me gera uma solidão existencial, uma profunda melancolia que perpassa o meu ser. Mas, se desligo-me da razão e passo a apenas experienciar a existência, como se não houvesse questões a me debruçar, sinto a mesma solidão existencial, a mesma profunda melancolia a perpassar todo o meu ser, toda a minha alma. Talvez em uma quantidade até maior. Apenas porque talvez não consiga viver na ignorância. Me sinto mal, improdutivo talvez. Sinto que minha máquina de pensar está a mofar e passo a me sentir ignorante por não estar a conhecer . Mas quando passo a conhecer, volto a perceber tudo aquilo que eu desconhecia e continuo a me sentir ignorante e o ciclo se repete.
Sabe quando você se frustra tanto que quando finalmente alcança, aquilo, no fundo, nem mesmo importa mais? E pior, você nem é mais o mesmo.
Amizade masculina é um bagulho incrivelmente louco e loucamente incrível. Você passa o tempo que for sem falar com o cara, e quando vocês dois voltam a se falar, você trata ele como se fosse seu melhor amigo. Detalhe, ele é.