Não é querendo parecer conspiranoico, mas,... Acredito fortemente que essas notícias de sites que estão vendendo pelúcias com características de criança servem para domesticar a população. O vazamento dessas informações pode até chocar, mas conforme passa o tempo e as pessoas vão se acostumando, o que chocava antes parece não surtir o mesmo efeito. Parece que já não choca mais como antes. As pessoas ficam em uma espécie de transe, ficam dessensibilizadas. Primeiro o caso Epstein, agora isso. Não é de hoje que essas coisas acontecem.
L
cypherpunk@blitzwalletapp.com
npub1lsr0...nk2n
01001100
Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands.
15y. Agorist. Beginner Linux user. Zodiac sign: Catholic. Devotee of Saint Carlo Acutis.
Chronically listening to Linkin Park.
Everything with Jesus, nothing without Mary!
Long live the Holy Eucharist!
linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA
https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
os usuários médios de internet não estão ideologicamente comprometidos com as tecnologias que eles aceitam. não se importam se tecnologia a ou b coleta seus dados, apenas se importam se tecnologia a ou b funciona de fato. enquanto o protocolos abertos, tecnologias descentralizadas forem somente tecnicamente superiores, não alcançarão o grande público. por isso acredito que, nostr não crescerá na base do voluntarismo mas sim quando ele transpor essa barreira, mas sim quando as tecnologias construídas sobre o protocolo alcançarem a vida das pessoas comuns
assistir pessoas tentando refutar são tomás de aquino é um misto entre passar raiva e achar engraçado
Agora há pouco na escola, eu tinha mencionado algo sobre meu professor ser pedófilo, e minha apoio me responde com: "mas ele é católico, é só ele confessar", com um tom de deboche. Ela fala tanto de pensamento crítico, mas na hora de tecer uma crítica sobre a igreja, ela sequer entende o que é a confissão sacramental.
consegui trazer um amigo meu para essas terras online!
seja bem-vindo, @redstoner2491, ao nostr e a internet descentralizada. os residentes dessas terras online distantes são libertarios, bitcoinners, programadores e alguns entusiastas de privacidade e descentralização. peço, encarecidamente, que por favor, não se assuste conosco.
possuo uma forte convicção, acredito fortemente, que nostr é o futuro da internet e, não só do que conhecemos como rede social.
Mas de vez em quando bate uma descrença, às vezes penso que isso daqui sempre será uma bolha nichada
Nostr não está vazio, nostr é um vazio digital. aqui é uma espécie de vácuo em uma internet cheia de lixo. aqui é um buraco negro, em um espaço digital cheio de luzes que cegam a visão. e assim como o universo que é infinito, as possibilidades também são infinitas dentro deste protocolo

No decorrer da história, intelectuais e estruturas de poder andaram lado a lado. Durante vários séculos, a Igreja foi o berço intelectual do Ocidente. Ela era a guardiã do conhecimento. Mosteiros preservavam textos, manuscritos. Universidades eram fundadas sob influência religiosa; as primeiras, inclusive, foram fundadas dentro da Igreja, por monges. Estudiosos dependiam direta e indiretamente das organizações eclesiásticas. A Igreja influenciava diretamente e tinha um papel central na produção e preservação do conhecimento.
Com as conquistas do movimento iluminista e a ascensão dos Estados modernos, a Igreja perdeu espaço na produção intelectual. E esse monopólio foi transferido aos Estados. O que ocasionou o surgimento da academia, das universidades, das agências de pesquisa e de quaisquer organizações que fossem financiadas pelo poder estatal ou ligadas, de alguma forma, ao aparato burocrático.
O resultado? Foi uma simbiose entre Estado e intelectuais. O Estado passou a financiar os intelectuais, e eles, por sua vez, passaram a fornecer legitimidade, conhecimento técnico e capital cultural ao Estado.
Mas a era digital pode representar uma ruptura histórica nessa relação.
Hoje, para que uma pesquisa científica seja reconhecida academicamente, ela precisa passar por uma série de intermediários: universidades, revistas científicas, editoras acadêmicas, agências de fomento e comitês de revisão. Essas instituições desempenham papéis fundamentais. No entanto, também concentram poder. Elas decidem quais pesquisas recebem atenção, controlam canais de publicação, distribuem recursos e influenciam carreiras. Mesmo quando as intenções são as melhores, elas concentram poder. Elas controlam quais pesquisas recebem atenção ou não. Elas tornam-se pontos de controle central sobre a circulação do conhecimento.
A internet, desde seu surgimento, vem eliminando intermediários em vários setores da economia. Músicos publicam sem gravadoras, escritores publicam sem a necessidade de editoras, youtubers alcançam milhões sem a necessidade de canais de TV. No entanto, a produção intelectual formal ainda continua fortemente dependente das estruturas tradicionais.
Com o surgimento dos protocolos descentralizados, eles trazem consigo uma nova possibilidade. Ao invés de depender de uma empresa para publicar conteúdo, agora indivíduos dependem apenas de chaves criptográficas para assinar eventos.
Mas isso vai bem além das redes sociais...
Nesse modelo, a identidade passa a não mais depender de empresas, do Estado ou de instituições. Passa a depender única e somente do indivíduo, sendo garantida matematicamente através de assinaturas criptográficas. Uma publicação não existe porque uma organização permitiu sua existência, mas sim porque um autor assinou com sua chave privada.
Se um pesquisador publica diretamente no Nostr, sua postagem é assinada criptograficamente, seu histórico intelectual é público, sua publicação continua a existir e continua acessível, independentemente de governos, corporações, agências de pesquisa ou universidades. O artigo não precisa de uma autoridade central para existir, apenas precisa encontrar leitores.
Nesse cenário, o conhecimento torna-se algo nativo e intrínseco da rede.
Um grande obstáculo para a independência intelectual é o financiamento. Cientistas, pesquisadores, jornalistas, todos esses precisam sobreviver e, por muito tempo, foram financiados por mecenas, governos, Igreja, universidades e empresas.
Protocolos monetários descentralizados oferecem uma brilhante alternativa. Os leitores desse tipo de material podem financiar, de forma direta, os autores. Se uma publicação agregar valor, ela recebe apoio voluntário. Se uma pesquisa contribui para a melhor compreensão da realidade, ela pode receber recompensas de pessoas interessadas.
O financiamento passa a não mais ser burocrático, e sim espontâneo. Passa a emergir da própria comunidade. Se alguém produz conhecimento e alguém vê valor nesse conhecimento, recompensará o produtor. A recompensa passa a fluir diretamente entre quem produz conhecimento e quem vê valor nele.
Mas, se qualquer pessoa pode publicar qualquer coisa, sobre qualquer assunto, como distinguir conteúdo valioso de simplesmente propaganda ou desinformação?
A credibilidade pode emergir da própria rede. Uma sociedade descentralizada não exclui autoridades, apenas elimina autoridades impostas. Autoridades continuarão a existir, pois competência existe. Conhecimento existe. Experiência existe. A diferença é que essas autoridades não passarão a existir por decreto. Serão escolhidas voluntariamente.
Pesquisadores respeitados, laboratórios independentes, agências de checagem, especialistas reconhecidos, instituições privadas, comunidades científicas, todos poderão emitir assinaturas criptográficas sobre trabalhos publicados na rede.
Essas assinaturas criptográficas funcionarão como atestações de credibilidade. Um artigo ou pesquisa não tem credibilidade porque o Estado ou alguma instituição ligada a ele afirmou tal coisa. Ele tem credibilidade porque indivíduos e organizações voluntárias decidiram associar sua reputação a ele.
O resultado é o surgimento natural de uma rede de confiança descentralizada e distribuída.
Por exemplo: um artigo sobre física. Um físico publica um artigo, outros físicos analisam o trabalho, outros reproduzem os experimentos, agências privadas reproduzem os experimentos. Todos assinam criptograficamente. O leitor se depara com essa cadeia de credibilidade sendo construída.
Não existe uma única autoridade. Existe uma concorrência entre autoridades. A confiança torna-se transparente. A reputação torna-se auditável. A validação torna-se distribuída. Um mercado de reputação começa a se formar.
Quem atrela sua reputação a informações falsas perde credibilidade. Quem atrela sua reputação a informações verdadeiras ganha credibilidade.
Nesse mercado, a confiança não é concedida por títulos. Ela é conquistada através de puro desempenho. Não importa quem tu és. O que importa é quantas vezes tua análise resistiu ao escrutínio público.
O resultado é o surgimento de uma nova academia. Não uma academia monopolizada, estatal e centralizadora, mas uma academia ampla, distribuída, aberta a todos, global, voluntária e competitiva.
No decorrer, no desenrolar da história humana, sempre viemos a precisar, como civilização, de mecanismos sociais de confiança. Dependíamos de reis para autenticar decretos, de escribas para registrar contratos, de governos para emitir documentos de identidade, de bancos para validar transações. Toda a infraestrutura social moderna é baseada em instituições centralizadas, cuja função é ser intermediária da confiança.
Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, esse paradigma de estruturas centralizadoras garantindo a confiança está prestes a mudar.
Com o avanço da criptografia, podemos substituir esses entes por cifras matemáticas. Em breve, você não será você porque o Estado disse que você é você. Você será você porque provas matemáticas autenticam a sua identidade.
E é nesse contexto que surgiu o protocolo Nostr. Tratado por muitos como uma mera rede social descentralizada, mas que carrega consigo o potencial de ser a nova internet.
O Nostr pode representar uma camada universal de identidade, autenticação, comunicação e registro para a internet do futuro.
Hoje em dia, sua identidade depende de órgãos centralizados para garanti-la. Seu RG existe porque um governo o emitiu. Seu CPF existe porque um governo fez seu registro. Sua conta bancária existe porque um banco a validou. Até mesmo sua presença digital depende de empresas que controlam plataformas.
O Nostr inverte o paradigma. Sua identidade passa a não mais depender de entes centralizados, mas emerge naturalmente da posse de suas chaves.
No Nostr, você é identificado por um par de chaves: uma chave privada, utilizada para assinar eventos, e uma chave pública, utilizada para identificá-lo na rede.
Parafraseando, a chave privada torna-se a fonte de autoridade, e a chave pública torna-se a identidade verificável.
Se só você possui a chave, só você pode assinar eventos dentro do protocolo. Você prova que é você porque assina uma mensagem criptograficamente, algo que só você poderia fazer por possuir a chave necessária para isso.
Nesse modelo, a identidade passa a não mais ser concedida ao indivíduo e passa a ser demonstrada por ele através de suas chaves.
Essa característica das chaves torna o Nostr muito mais poderoso do que simplesmente uma ferramenta de comunicação. Ele vai além de uma mera rede social.
Essa característica torna-o algo além de uma plataforma social; torna-o um protocolo de identidade. Uma identidade que independe de governos, independe de empresas, depende só e somente do indivíduo.
Um dos problemas do Direito atual é que a confiança depende de estruturas institucionais.
Quando um juiz assina uma decisão, a assinatura é válida porque existe um aparato burocrático por trás garantindo a validade daquela decisão.
Quando um advogado protocola um documento, ele é reconhecido por toda uma cadeia institucional.
Quando uma lei é publicada, a sociedade confia que aquele documento corresponde ao documento oficialmente aprovado.
Mas esse modelo possui diversas limitações.
Documentos podem ser adulterados.
Registros podem ser perdidos ou apagados.
Sistemas podem ser corrompidos.
Arquivos podem ser censurados.
Instituições podem simplesmente falhar.
A confiança depende, muitas vezes, de terceiros intermediários.
Imagine uma sociedade em que toda a documentação jurídica é assinada criptograficamente.
Juízes, advogados e tribunais possuem uma chave pública que os identifica.
Cada documento é assinado criptograficamente.
Cada assinatura pode ser verificada por qualquer cidadão.
Nesse cenário, sentenças podem ser autenticadas instantaneamente.
Contratos podem ser auditados matematicamente.
Leis podem ter sua origem comprovada.
Alterações podem ser rastreadas.
Versões podem ser verificadas.
E não seria necessário confiar cegamente na palavra de uma instituição.
Uma das aplicações mais fascinantes dessa arquitetura seria a genealogia criptográfica do Direito.
Cada documento jurídico poderia referenciar documentos anteriores.
Uma lei poderia referenciar outra lei.
Uma sentença poderia referenciar uma lei.
Uma apelação poderia referenciar uma sentença.
Um acórdão poderia referenciar uma apelação.
Cada referência seria assinada criptograficamente.
O resultado seria uma gigantesca árvore jurídica verificável.
Qualquer pessoa poderia reconstruir a origem de uma norma, de uma lei ou de um documento.
A história jurídica passaria a ser não apenas registrada, mas auditável.
A sociedade também não precisaria ser completamente pública.
Um documento pode ser privado, mas sua autoria, origem e assinatura podem ser públicas e auditáveis para confirmar sua existência.
E o Nostr possui as características-base para esse futuro.
Permite assinaturas criptográficas.
Permite a propagação distribuída de eventos.
Não depende de uma autoridade central para validar mensagens.
Em essência, o protocolo já possui diversas das características necessárias para servir de base para o Direito do futuro.
Um contrato poderia ser referenciado por um evento Nostr.
Uma decisão judicial poderia ser assinada por um juiz utilizando sua chave.
Um advogado poderia protocolar um documento utilizando sua chave.
Uma organização poderia publicar normas através de eventos verificáveis.
A infraestrutura já existe. O que falta é a construção das ferramentas sobre o protocolo.
síntese brutal
View quoted note →
mais um dia indo para aquele ambiente fiduciário, com gente fiduciária, que tem ações fiduciárias: escola
"a escola pode até descobrir alguns gênios, mas mata a maioria deles."
síntese brutal
View quoted note →
“Inovadores e gênios criativos não podem ser criados nas escolas. Eles são exatamente os homens que desafiam o que a escola lhes ensinou.”
Ludwig von Mises:
cirúrgico
View quoted note →
amo essa versão de in the end https://nostr.download/03554890ab285c5a09d1765a0f0f41a806c3344e9fcbb293707ea389f3f6d9e9.mpga