Mas não é possível, não é possível, não é possível! Como assim? Os estádios de futebol são tão lotados. Os shows de rock são tão lotados. E a fila da comunhão é tão vazia. Toda a verdade foi revelada. Por um motivo óbvio. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. E ele sendo a verdade, e estando encarnado entre nós, toda a verdade foi revelada. Só que a humanidade não estava, não esteve e não está preparada para digerir toda a verdade. no sentido literal também.Porque tipo, realmente não é possível. A verdade da natureza, dos milagres eucarísticos E as pessoas não compreendem. Essa que pra mim é a maior verdade, não só do cristianismo, como da humanidade. Imagina só um Deus que se encarna entre nós. Isso por si só já é magnífico, esplêndido surreal E este mesmo Deus que encarna entre nós deixa o seu próprio corpo, sangue e alma divindade. Se doa por inteiro e permanece vivo nas hóstias consagradas. Permanece vivo em sua igreja Ele não assiste sua igreja de fora, de uma maneira subjetiva. Não, ele está vivo, ele está fisicamente presente nela. E você tem a oportunidade de receber um Deus dentro de você. Eu reconheço que eu não consigo abarcar essa realidade. O que seria receber um Deus em sua totalidade dentro de mim? Eu não consigo nem sequer me sentir digno, é um dom da graça. E as pessoas estão fazendo fila em estádio de futebol, em show de K-pop Rezemos pela conversão de todos
L
cypherpunk@blitzwalletapp.com
npub1lsr0...nk2n
01001100
Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands.
Agorist • Beginner Linux user 🐧 • Zodiac sign: Catholic • Devotee of Saint Carlo Acutis
Chronically listening to Linkin Park.
Everything with Jesus, nothing without Mary!
Long live the Holy Eucharist!
linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA
https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
Na sociedade brasileira, quantas das sementes do pensamento sequer foram plantadas nas mentes individuais para que, assim, esperemos uma ideia? Quantos gênios foram assassinados pelo sistema educacional antes mesmo que tivessem a oportunidade de assim nascer? Quantos intelectuais, quantas mentes agora livres, mentes que se libertaram dessa escravidão proporcionada pela cultura, padecem diante da escravidão intelectual das massas? Quantas?
Ser alguém que desenvolveu a faculdade humana do pensar por conta própria, claro, não há incentivos. E existir no Brasil é atestado de loucura, certidão de óbito intelectual.
De verdade, eu não queria cair nesse papo de brasileiro é burro nessa conversa tão repetida e difundida por aqui e por outros cantos da internet de Achar que o brasileiro é burro, desonesto, ignorante mas sinceramente, meus caros os últimos acontecimentos aí, principalmente no último mês e nas últimas semanas estão me fazendo dar razão a vocês. Eu gostaria de ter fé nisso daqui, mas não como alguém nacionalista que ama a nação. Eu sequer gosto desse conceito de nação. Mas como alguém que vê potencial nisso daqui, como alguém que aprecia as grandes mentes que essa sociedade fabrica. Só que parece que o Olavo tava certo. De novo, que novidade A cultura brasileira parece fazer de tudo pra suprimir uma mente que pensa. Quando você passa a pensar, não precisa nem pensar certo. Até porque até chegar na densidade filosófica pra você começar a acertar alguma coisa, demora tempo e demanda esforço. Mas só quando você começa a pensar, você já afasta as pessoas de você Se você pergunta, você é idiota. Se você discorda, você é extremista. E se você pensa, eles te excluem. Sociedade brasileira não parece ter incentivo nenhum pra grandes mentes. Pelo contrário, ela mata seus grandes gênios. Mário Ferreira dos Santos, Enéas, Olavo demonstram parte dessa realidade, infelizmente. Eu gostaria de não tratar a sociedade brasileira como um organismo vivo e homogêneo que mata todos os seus gênios. Mas parece existir essa mentalidade coletiva quase palpável que quer destruir qualquer manifestação da racionalidade
Boa parte das pessoas, dos habitantes deste ponto azul chamado Terra, dizem acreditar na humanidade. Dizem possuir fé na humanidade. Mas não entendo essa tal fé. Não entendo essa tal esperança. Não entendo essa tal idealização da humanidade. Essa idealização de nós mesmos.
Porque, na hora de propor que os seres humanos conseguem se organizar voluntariamente e que a humanidade é capaz de outras formas de organização social, essas mesmas pessoas ficam aterrorizadas, abismadas, pois não conseguem reconhecer que consiga haver ordem sem o que elas chamam de Estado, que consiga haver mercado sem isso que elas chamam de capitalismo, que nem é o capitalismo de verdade.
Embora saiba que a humanidade é suja, em alguns casos, possa vir a ser bastante nojenta, inclusive, e que é composta por oito bilhões de pecadores atualmente, eu ainda tenho um mínimo de esperança nisso daqui e acredito, sim, que temos potencial como humanidade de nos organizar socialmente, nos organizar socialmente de forma mais ética, justa, voluntária, natural.
Acredito em uma sociedade anárquica orientada por princípios que advêm da lei natural e, inclusive, acredito que transgressões seriam mais bem tratadas numa sociedade anárquica, ofereceria melhores mecanismos de tratar transgressões. E o que eu mais gosto é a desassociação.
Pensa que mágico uma sociedade baseada em reputação? Em que um indivíduo que quebra constantemente as regras de convivência social passa a ter uma reputação de transgressor. E, por isso, pessoas e entes passam a desassociar-se dele, o que pode levá-lo a ter uma conduta melhor em outro lugar ou simplesmente ser excluído de determinados espaços da sociedade.
Claro, reputação não é uma moeda perfeita. Nada que envolva a humanidade é perfeito. Nada que envolva essa decaída humanidade pode ser perfeito. Poderiam existir manipulações de reputação, calúnias, difamações. Mas vai dizer que o anarquismo não é moralmente superior ao que vivemos atualmente, ao regime que nossas mentes estão sujeitas nos dias atuais?
Ah, mas e como ficaria o acesso de determinados bens ou serviços essenciais por parte dos mais pobres? O que garante que um ente, pessoa, instituição não fosse antiético ou fosse desempenhar um papel semelhante ao Estado? Dúvidas legítimas. São dúvidas legítimas.
E, para mim, o acesso a bens ou serviços vistos como essenciais em uma sociedade livre, voluntária, aberta, descentralizada seria, em grande parte, até mais orientado do que hoje. Em uma anarquia de mercado, por exemplo, um hospital que deixa uma pessoa morrer por não ter condições de pagar perde reputação, perde clientes. E a distribuição desses recursos, desde a pessoa mais rica até a pessoa mais pobre, aconteceria pela via do próprio mercado.
Ninguém se preocupa hoje em dia, por exemplo, com camisetas ou sapatos. E são serviços essenciais. Ninguém se preocupa se as pessoas mais pobres vão ter acesso a estes bens. Porque tem. E você pode questionar ainda: ah, mas o custo de fabricação não é tão alto. Tá, a internet hoje em dia é tão essencial quanto roupas ou calçados. E existem mais aparelhos eletrônicos no mundo hoje do que pessoas, inclusive. E até pessoas vistas como sem boas condições, atualmente, têm acesso à internet, algumas até trabalhando por meio dela e ascendendo socialmente, por meio dela também.
Fora que o próprio Estado falha miseravelmente em garantir saúde, educação e infraestrutura a todos. Falha miseravelmente. Tu achas mesmo que a maioria das pessoas simplesmente não morre na fila do SUS enquanto pessoas com maior poder aquisitivo ou influência não são passadas na frente? Tu achas mesmo que a educação pública gratuita e de qualidade é uma realidade factual? Se fosse assim, o sistema de cotas sequer existiria.
Porque, afinal de contas, o jovenzinho negro, pobre e de periferia teria uma educação de tanta qualidade quanto o outro jovem branco com maior poder aquisitivo e que mora em um bairro nobre da cidade. Mas o Estado é incompetente pra fazer todos terem acesso a uma educação de qualidade. Falta incentivos.
E ainda sobre essas questões de desigualdade social, claro que desigualdades sociais existiriam em uma anarquia, assim como existem na sociedade atual. Ninguém tem as mesmas condições, nem mentais, nem físicas, nem financeiras, nem sociais, nem as mesmas oportunidades, nem sequer as mesmas experiências, nada. Ninguém é igual a ninguém. Então, claro que haveria desigualdade social. A desigualdade em si não é um problema. O problema é a extrema pobreza. Porque, se o pobre vive bem, qual o sentido de se importar com a concentração de riqueza?
e sobre entes, instituições ou pessoas reproduzirem totalmente ou em parte determinados problemas que critico no Estado, pô, a diferença tá na escolha. A diferença entre um tribunal aonde tem um juiz corrupto no Estado e um tribunal onde existe um juiz corrupto numa sociedade anárquica é a escolha. Eu não escolho depender desse tribunal com esse juiz. Eu sou obrigado. É um monopólio do Estado. Porque, afinal de contas, empresas não podem ter monopólios. Mas ele pode.
Como disse, não é um sistema perfeito. Mas é uma organização social superior à que vivemos atualmente.
Ah, mas e como uma sociedade se organizaria sem Estado? Não existe anarquismo, nunca existiu. Isso é outra afirmação infundada. Antes da ascensão do Estado primitivo que seja, as pessoas não viviam? Elas não conviviam? Elas não se relacionavam entre si? A resposta é não. Existia uma certa organização social antes dos roubos, saques e da violência que deu origem ao que chamamos atualmente de Estado. E, mesmo depois da ascensão dessa organização social, existiram sociedades que se organizavam entre si, a cospaia, o couto misto, dentre outras.
Por fim, é isto.
Não irei mentir. Ultimamente, ando pensando com certa frequência em simplesmente me deixar levar, sucumbir ao que Conkin , chamava de ante-princípios. Imagina só deixar de ser libertário. Não ter que me preocupar com nada disso. Viver na ignorância.
Não vou fazer isso. Acredito que nem seja possível. Há coisas que, depois de vistas, não podem ser desvistas. Mas que dá vontade, dá. E muito.
Eu sou socialmente visto como uma pessoa cancelável. De fato, algumas coisas que digo publicamente, entre amigos e também na minha escola, são hate, são hatebait. Porém, a maioria das coisas que digo vejo como verdade. É realmente minha opinião, minha opinião sincera.
Acredito que as pessoas tenham se tornado tão amarguradas que qualquer opinião que possa vir a feri-las, seja pela mínima discordância ou por não ser uma pauta muito difundida, mesmo que verdadeira, venha a causar essa extrema reprovação. Às vezes, até um questionamento sincero é visto como algo criminoso. As pessoas olham como se tivesse saído um crime da sua boca.
Num mundo em que as minorias são maiorias, num mundo em que, em nome da desconstrução social, do decolonialismo, do antirracismo, do feminismo e da ideologia de gênero, as pautas são impostas pela via cultural e, inclusive, educacional, o que eu acho extremamente errado.
Para começo de conversa, a educação não deveria nem ser papel do Estado. Tá vendo? Outra opinião cancelável, vista como...
Acredito que a humanidade deixou-se prender, deixou-se amarrar, deixou-se acorrentar por estruturas sociais, culturais e econômicas que os próprios humanos criaram. Os próprios humanos as desenvolveram ao longo do tempo. Os próprios humanos as perpetuaram.
E uma dessas estruturas é o Estado. Surge do roubo e da expropriação, perpetua-se ao longo de gerações. Cria-se a cultura do roubo através de impostos, a cultura da exploração, a cultura da subserviência, a cultura da hegemonia.
O Estado fica mais complexo, obtém algum papel relevante, sim, para o período histórico. Embora acredite que ele nunca deva ter existido, ele obtém um certo papel, desempenha funções. E, mais recentemente, toda essa máquina social que a humanidade veio a criar foi utilizada por determinados grupos para benefício próprio, o que era uma hegemonia até sanguínea em muitos casos. Agora, torna-se uma hegemonia de beneficiar minorias.
E, assim, não foi só o Estado que evoluiu na história da humanidade. As ferramentas para superá-lo evoluíram junto, desde a filosofia, a ética, a lógica e a economia até a computação e a criptografia.
E, atualmente, o mesmo Estado que, apesar de não ser moralmente legítimo, obteve um, entre aspas, papel relevante na história da humanidade, tornou-se obsoleto, completamente obsoleto.
O dinheiro descentralizado torna obsoleto, ineficiente e pouco necessário o sistema bancário, a máfia bancária, aliás. Bitcoin e outras formas de dinheiro descentralizado carregam consigo o poder de retirar das mãos dos governantes a hegemonia sobre a moeda.
Tornam-se também obsoletos, ineficientes e pouco eficiente os mecanismos de repressão, censura e controle estatal, através da comunicação livre e descentralizada. Indivíduos podem se expressar livremente, praticar o livre-comércio, dentre outras coisas que o Leviatã não consegue controlar tão facilmente.
Como o Estado proíbe uma postagem numa rede descentralizada? Como ele tem acesso aos dados dos usuários sem um servidor, uma empresa ou um escritório central?
Entretanto, o mesmo Estado que perde força, perde poder, perde parte da sua hegemonia, está tentando se adaptar à tecnologia. No entanto, isso é um assunto para outra postagem.
O ponto é: não está mais tão fácil criar, fazer, dar manutenção e se perpetuar no poder em um regime totalitário.
O século passado foi repleto desses regimes. Nem o Brasil ficou de fora.
Só que, no século XXI, como se faz uma queima de arquivo se o conteúdo importante não está em uma biblioteca física, que pode ser queimada através de fogo de verdade, mas, sim, disperso em uma internet anárquica?
Bem, a internet não é tão anárquica assim. É controlada por gigantes da tecnologia. O que não quer dizer que, em um regime totalitário, as pessoas não possam migrar para essas alternativas paralelas também.
Como procurar e calar opositores, sendo que eles estão se manifestando anonimamente e de maneira incensurável através de ferramentas descentralizadas e protocolos de comunicação aberta?
Como controlar e planificar a economia de um país inteiro se a tecnologia permite o comércio entre indivíduos através de alternativas paralelas de dinheiro?
Sendo sincero, eu quero mesmo que as coisas piorem, que o Estado descambe mesmo em várias ditaduras ao redor do mundo e que o pau comece a comer, igual aconteceu no Nepal.
Eu quero que o lula assuma ano que vem e faça o pior governo da história desse país. Que faça algo digno de regime ditatorial. Tem que jogar a economia no espaço mais alto que os foguetes da SpaceX do Elon Musk. Tem também que abaixar salário de professor, principalmente os de federal, motivos óbvios, né? E o principal, ele tem que regulamentar a internet. Digo, censurar. Tem que restringir o acesso a determinados conteúdos, determinadas coisas. Proibir redes sociais. Talvez nem aconteça nada, talvez não aconteça o que eu tô pensando que aconteceria. Até porque é Brasil e não tenho esperança alguma nisso aqui. Mas talvez, proibindo redes sociais e jogando a economia nos confins do sistema solar, as pessoas passem a utilizar moedas paralelas e passem a descobrir isso daqui. Não só isso daqui, inclusive. Passem a descobrir outras ferramentas de comunicação descentralizada, assim como aconteceu no Nepal, no final do ano passado, quando o governo bloqueou as redes no país. Seria um sonho. Mas não tenho esperança.
Me assombra, me assusta. No pior sentido possível. O fato de que Platão, 500 anos antes de Cristo, já apontava os problemas, as contradições, já tecia críticas à república. E, assim, creio eu que a Grécia era superior ao Brasil de hoje em diversos aspectos. Tanto é que entrou para a história. Só pelo fato de ter Platão, o Brasil teve, no máximo, Olavo de Carvalho. Não foi por conta de uma boa cultura, de um excelente sistema educacional e muito menos por possuir qualquer incentivo, seja qual for, para descobrir, explorar o potencial e desenvolver essas mentes. Olavo foi o único que realmente furou a bolha, por mérito próprio. A sociedade brasileira, inclusive, é um desincentivo a esse tipo de mente. Ser um cara como Olavo no Brasil é suicídio intelectual. É pedir para ficar maluco.
Mas, voltando para o cerne da questão que quero trazer: 500 anos antes de Cristo, o cara estava lá falando que, a grosso modo, não presta, não dá certo, e cá estamos nós, num mundo pós-Revolução Francesa, endeusando esse mesmo sistema.
Nós, como sociedade, estamos tratando a democracia como real liberdade. Só porque teclamos dois dígitos em uma urna.
E o problema — um dos mais importantes, na minha opinião — também é o de que a democracia não faz chegar lá os melhores. Na verdade, faz chegar os mais populares e, em sua maioria, os que refletem a mentalidade do povo que os escolheu.
Então, não é que Lula é corrupto. Aliás, o Flávio também. Enfim, nenhum desses dois é corrupto de fato. A sociedade é corrupta por os colocar lá, por os defender a ferro e fogo, deixando de lado, aqui, todos os meus problemas com a legitimidade desse sistema e tudo.
Como confiar em um governante, sendo que a sociedade que o coloca lá é composta, em sua maioria, por ignorantes?
Detalhe: eu utilizei a palavra ignorantes, não pessoas burras. Existe gente inteligente no Brasil. Não dá para presumir que os 200 milhões de pessoas que residem aqui, ou os 100 milhões que votaram, são todos burros. Meu ceticismo não me permite concluir isso.
O que dá para concluir é que as pessoas que me circundam são corruptas, estão corrompidas. Não veem, não buscam, não tratam com importância a consistência entre meios e fins e a coerência ideológica.
Poderia estar aqui falando da ilegitimidade do Estado em si, independentemente do sistema. Mas eu vivo em um sistema de república, de democracia. Então, eu estou criticando mesmo. De maneira superficial, claro. Não porque a crítica em si seja superficial, mas porque eu estou criticando a superfície.
O que me importa, de fato, ou deixa de importar, o que estou disposto a combater ou a evitar não é o Estado, independentemente do sistema, que não passa de uma roupagem que ele utiliza para se apresentar.
No entanto, permitam-me só tecer mais uma dessas críticas superficiais. O problema da democracia brasileira não é sequer a suposta e controversa fraude. Realmente acredito que houve, embora não ponha minha mão no fogo, pois não espero muito do povo brasileiro.
Na verdade, o problema real, quase tangível, reside na moralidade e, principalmente, na religião. O problema é moral e, sobretudo, religioso.
Um país cristão como o Brasil eleger, pela quarta vez, aquele sujeito...
o velho não acertava uma, acertava todas
Primeiramente, reiterando aqui que sou libertário, agorista, apolítico, apartidário, tudo que vocês pensarem. Menos ateu. Sou contra tudo e todos, resumidamente. Então eu não teria motivos para apoiar, para ficar de fanatismo, para ficar de puxa-saquismo com o Flávio. Se quer gosto dele, acredito que ele seja tão corrupto quanto Lula. E isso não é nenhuma novidade, a política é repleta, infestada desses homens que não merecem ser chamados assim. Deveriam inventar até uma palavra nova para designar esses vermes Dito isso, quero manifestar a minha profunda insatisfação, incompreensão, meu mais profundo lamento, meu mais profundo sentimento de estou beirando a misantropia. Só não cheguei lá ainda pelo fato de ser cristão. Cara, porque ninguém fala que amar o próximo é tão difícil? Está escancarado que no mínimo, provavelmente houve fraude. E não é só por um motivo. Ao que tudo indica, ao que tudo parece, houve fraude nas eleições. E você precisaria me explicar muito bem os dados de forma cabal, incontestável, de forma a não gerar nenhuma dúvida, nenhuma questão para eu assim concordar que essa eleição foi democrática. Eu não defendo a democracia de maneira alguma, de forma nenhuma. Meu problema é com a natureza humana mesmo. Como que ninguém tá percebendo que não houve um devido processo conciso do início ao fim. E pior, as pessoas defendem, não só na internet, até na vida real, que não houve fraude nas eleições. Sendo que isso é uma afirmação difícil de sustentar. Como que um Estado como Minas Gerais que elege o Nicolas Ferreira para deputado, é o mesmo estado que a maioria vota no Lula? Qual o sentido disso? Nada tá fazendo sentido nessas eleições. Nada, absolutamente nada. E é sério, eu sequer deveria estar dando importância pra isso. Eu sequer deveria estar em redes sociais. E digo mais, sequer deveria estar indo à escola. Tá me fazendo mal também. Meu problema não é de maneira alguma com a democracia. Já odeio ela mesmo. E os que a compõem também Meu problema é com a contradição humana, com a incoerência deliberada, com a desonestidade intelectual. As pessoas são desonestas e elas acreditam ser honestas. Elas veem coerência na própria incoerência, veem consistência na própria inconsistência Se tornam aquilo que elas veementemente condenam. E talvez no fundo todo mundo tenha um pouco disso. Não me coloco como uma pessoa imune a esse tipo de falha que é do humano mesmo. Mas perceber tudo isso tá me fazendo muito mal. Pouco me apetece o sistema eleitoral. Já falei isso várias vezes ao longo deste texto, mas enfim. Pouco me apetece o sistema eleitoral Mas tá tudo tão estranho e ninguém percebe, desde a prorrogação até o passaporte do Flávio ter sido confiscado logo após a eleição. Quem não deve não teme. Por que iriam confiscar o passaporte do cara? Me diz, por quê? E há dois cenários possíveis, já chegando ao fim. Ou o cachaceiro mensaleiro realmente ganhou. E a maioria do meu país é burra e mau caráter. Burra ou mau caráter. O que é desesperador. Imagina saber que você vai ter que conviver com essas pessoas na fila do pão, por exemplo ou sei lá, as eleições realmente foram fraudadas. O processo realmente não foi transparente, realmente não foi regular, legal, legítimo, imparcial do início ao fim. E ninguém percebe. E até os que percebem não fazem nada, não ligam pra isso. O que também é desesperador Mano, por que que seres humanos são tão estranhos? Por que que eu sou um deles? Há coisas que realmente são mistério divino. Deus amou tanto essa humanidade ao ponto de dar seu único filho por ela. E dois mil anos depois cá estou eu, com dificuldade de amá-la. Há coisas que simplesmente não entram na nossa compreensão. Sinceramente, o que me impede de saltar para o lado da misantropia é Cristo. Porque falta só um fiozinho. E eu não corto ele por opção
foi até bom a frustração eleitoral com o suposto golpe das urnas, meio que reanimou a comunidade do nostr. agora tem gente aqui que eu nem sabia que usava essa bagaça
e para ser sincero? para dizer a verdade com todos vocês. não gosto nem de ter acesso a tais informações sobre o estado atual do estado, pois me entristece muito. é muito triste saber que o problema não tá em quem ocupa a cadeira do presidente e sim no sistema em si, e saber que o sistema não vai acabar tão cedo
View quoted note →
O povo brasileiro foi rachado. Quem diria que o Bolsonaro hipotético, grandiosíssimo multiversífico rachador, seria rachado pelos roubos dos votos por parte do vilão de nove dedos, cachaceiro e mensaleiro. Nem deveria estar trazendo isso pra cá, já que não compactuo com o jogo sujo, sórdido da demogracinha. Contudo, parece ter um personagem ladrão mitológico mais forte do que Bolsonaro hipotético, do qual ele não é páreo para enfrentar. Em outras palavras, essa eleição foi roubada. O que também não é novidade. A única parte ruim de tudo isso é que eu queria chegar amanhã naquela federal maldita e apreciar o choro de meus professores e colegas esquerdistas.
A inteligência não é, no fundo, senão o
comprometimento da pessoa inteira no exercício do conhecer, mediante uma livre decisão da responsabilidade moral. Daí que ela seja também a base da integridade pessoal, quer no sentido ético, quer no sentido psicológico. Todas as neuroses, todas as psicoses, todas as mutilações da psique humana se resumem, no fundo, a uma recusa de saber.
_Professor Olavo de Carvalho.
Acho bem engraçado que as pessoas têm uma gigantesca avassaladora multiversífica capacidade de julgar, fazer críticas sobre uma posição anarquista, seja ela qual for, do comunismo ao agorismo. Porém não examinam as próprias convicções com o mesmo rigor. É deveras cômico, no pior sentido possível. Eu, por exemplo, não escondo minha ideologia. Falo publicamente, quando convém, claro, quando o assunto permite, quando é pertinente, que sou anarquista. E recebo maus olhos e principalmente comentários do tipo: uma anarquia é impossível, não existe sociedade sem regras. Anarquismo é utopia, é impossível viver sem o Estado. Se todo mundo fizesse o que quer, a sociedade entraria em colapso. Coisas assim. No entanto, na hora de analisar o estado, na hora de analisar o capitalismo tal como está hoje, na hora de analisar a democracia, a república, no momento, no instante, de parar e pensar minimamente sobre as questões da contemporaneidade. Ninguém para esse instante para deixar a reflexão e a crítica adentrar em si. Ninguém faz isto. Recentemente, semana passada, creio eu, tivemos que fazer um trabalho de língua portuguesa sobre um livro de crônicas de um autor indígena. E o que mais me chamou a atenção foi o fato dele ser político. Então, como minha professora de português, até aquele momento parecia dar uma certa liberdade dentro da sala de aula e nos trabalhos apresentados, Um colega meu tinha simplesmente feito uma apresentação, demonizando a Santa Igreja, pintando como a causadora, catalisadora de todos os processos históricos que vieram a acometer negativamente os indígenas. E ele não parou neles. Ele falou bem mal da igreja, em outros aspectos também. E ela, como católica, disse algo do tipo: Discordo, mas respeito. A sala de aula é um lugar democrático. Então, como ela já havia tido esse tipo de postura, me senti na liberdade de abordar o tema que eu quisesse na minha apresentação. Falei um pouco sobre a crônica que eu havia ficado de ler, expliquei a crítica social que ela faz, claro. Porém, depois disto, desgringolei o trabalho de vez. Mencionei o fato de ele ser político, soltei uma frase de efeito do tipo: índios não devem estar na política, e depois soltei um: na verdade ninguém. E lembro de ter falado mais sobre outras mais coisas. Mas uma coisa importante: eu fiz uma distinção fundamental já no início da minha fala sobre anarquia. a de que a maioria das pessoas já prepara-se para julgar, questionar, reprovar o diferente. No caso, o anarquismo. E não fazem a mesma coisa com a instituição tão idolatrada chamada Estado. E após o término do meu seminário, voltei para meu assento e a professora foi dar a devolutiva dela. Disse a mesma coisa que tinha dito para o outro rapaz: Não concordo, mas respeito. Novamente falou sobre a sala de aula ser um espaço democrático e aberto a qualquer tipo de ideia. E foi dar a opinião dela. E antes de eu falar oque ela pois como opinião dela, acredito que devo dizer que não me senti julgado e nem a julguei. O que é raro em Federal, inclusive. Uma das primeiras coisas que ela exprimiu foi que uma anarquia nunca funcionaria porque o ser humano precisa de ordem e não existiria uma ordem sem o Estado. E assim, não estou a julgar ela novamente reiterando. No entanto, ela ignorou completamente, creio que de maneira não proposital, a distinção que eu havia feito, oque só, entre aspas, comprova o meu ponto. As pessoas não estão preparadas para esse tipo de ideia. Mudar todo um sistema de crenças que foi herdado de gerações e mais gerações, que talvez possam vir a remontar ao início dessa estrutura maligna e vista como apoteótica. Então, sim, para a maioria das pessoas é muito difícil mudar a convicção sobre algo tão básico e tão basilar, inclusive, que é o sistema político que irá reger suas vidas. Por mais simples que seja. Porque em síntese. O anarquismo não é complexo. Ele parte de princípios básicos, muito básicos, deveras muito básicos. Bater num coleguinha é errado. Tomar a propriedade do coleguinha é errado. Forçar o coleguinha a fazer o que ele não quer é errado. São coisas que aprendemos na infância, mas e na hora de aplicar ao Estado? Se tomar o brinquedo do coleguinha é errado, por que quando um grupo de pessoas agindo de maneira estatal rouba o que é teu com a justificativa de que lhe irá garantir saúde, educação, infraestrutura e etc, isso é moralmente aceitável? Acredito que uma anarquia, seja ela qual for, é melhor do que isso que estamos vivendo aqui? Sem nenhuma sombra de dúvida. Acredito que uma anarquia é um sistema social, político, econômico perfeito? De maneira alguma. Continua sendo um sistema humano, sujeito às falhas humanas. A não ser que Cristo desça do céu e institua um sistema, qualquer sistema continuará sendo falho. E na vez que ele veio aqui há dois mil anos atrás, ele não o fez. Inclusive alguns judeus da época queriam que ele fosse um grande líder militar ou algo do tipo, e ele não foi. Mas enfim, no entanto acredito que uma anarquia, mesmo com as possíveis falhas que possa vir a ter, mesmo com as falhas humanas, venha a ser superior, em diversos aspectos, à sociedade atual e principalmente superior no aspecto ético, que é o que mais importa para mim.
Não possuo quaisquer motivos, razões ou sequer incentivos para me associar, manter relações para com aqueles que não venha possuir coerência nos seus princípios, ideais, teorias, que não possuem consistência entre seus meios e seus fins. e também não possuem a menor pretensão de um dia assim o ter. Quando digo quaisquer relações, estou a me referir a quaisquer relações, no sentido estrito mesmo. Para além das relações interpessoais, também as relações econômicas. Qual o sentido de manter quaisquer tipos de relações, principalmente econômicas, com uma pessoa que não tem princípios, não é coerente. Não vejo motivo, sentido para me associar com gente assim. Não precisa necessariamente concordar comigo, basta que seja coerente, que seja consistente. No entanto, tudo isso carrega um problema. Grande maioria das pessoas, desde colegas de escola, familiares, autoridades, a grande maioria simplesmente é, em certo sentido, utilitarista e simplesmente não se importa com o raio da coerência.
Meu dia de ontem foi marcado pela minha partida interminável de xadrez com meu amigo Leonardo, nome fictício. E cá entre nós, foi um verdadeiro duelo. Os meninos passavam e perguntavam coisas do tipo: vocês ainda estão na mesma partida? E dez minutos depois, a mesma pergunta. Sei que começamos lá para as 11 horas e fomos terminar lá para as uma da tarde. Enfim, no final deu empate, mas foi um duelo emocionante. E também foi marcado pela nossa longa conversa sobre Deus, aliás, a sua existência, não existência, ocultação, autoevidência e as crises existenciais de ambos. Irônico pensar que eu, um ex-ateu católico, estava debatendo essas questões com um ex católico ateu. Já hoje, meu amigo Lucas, nome fictício, conseguiu a chave da sala de música e eu fui com ele pra lá. E a gente tocou violão, de montão, assim, tocamos à beça. E depois que a gente cansou, apagamos a luz e dale conversa profunda. O mesmo tema, basicamente, da conversa com o Leonardo, porém com a diferença que o Lucas é mais prepotente, um pouco imaturo e tem um interesse ferrado na quarta dimensão. Então discutimos sobre muitas questões, dentre elas, claro, a quarta dimensão. Falamos muito dela. Sinceramente, apesar de esse cara ser muito inteligente, tipo muito mesmo, ele é muito prepotente. Simplesmente o cara tem uma prepotência proporcional ao tamanho do intelecto. Tipo, sei lá. Ele começava a concluir algumas coisas que, em um primeiro momento, até faziam sentido, mas tinha um tom de eu descobri determinada coisa sobre a quarta dimensão e eu provei determinada coisa sobre tal coisa. Sendo que não é bem assim. São questões muito complexas, deveras profundas, que não vai ser um adolescente com mais ou menos a minha idade que vai esgotar determinados aspectos delas. Ah sim, ele tentou me convencer muito que eu era ateu. Inclusive disse que de todas as pessoas da escola ele só tem aquele tipo de conversa comigo. Porque, nas palavras dele, eu também sou ateu. Ele por algum motivo acredita que as pessoas religiosas são cegas, termo empregado por ele mesmo. Na percepção dele eu não sou cego, eu enxergo determinadas verdades, mas eu fecho o olho para elas e continuo acreditando na mentira confortável que todo mundo acredita. Enfim, chegando ao final, ao que me parece a principal diferença entre os dois é que Leonardo tenta exprimir seu ponto de vista e compreender o meu. E Lucas tenta me convencer que eu sou ateu, só não descobri ainda. Ou só não aceitei, talvez. É isso. Esses dias têm sido muito cansativos e redijo isso já caindo na minha própria exaustão mental, já cambaleando dentro de mim mesmo até colapsar todas as minhas forças e
Depois de tornar-me agorista, perdi grande parte, se não quase todo, o interesse que me despertava antes a política. Acredito que pela percepção de que não adianta querer uma melhoria para o sistema se o ideal é estar fora dele. Ao menos em parte não é possível, pelo menos por enquanto, estar totalmente fora do sistema. Enfim. O fato é que mesmo não ligando, não acompanhando e muitas das vezes não querendo saber sobre o maldito xadrez 4D da democracia, em que se tem duas principais opções: Baal e Moloque, em que se escolhe um ou outro, Com tudo isso me chegaram os memes. E, pra ser sincero com vós, dei muita risada. Vim rir bastante com o Bolsonaro hipotético querendo privatizar até o oxigênio e querendo vender a Amazônia no TikTok Shop. E isso, para mim, só prova uma coisa: que é mais interessante do que parece à primeira vista. Os caras parece que é Ctrl C Ctrl V um do outro, Zé. Eu lembro que, em 2022, os bolsonaristas fizeram um alarmismo do cacete: o Brasil iria virar uma Venezuela se o Lula ganhasse. Aquele velho maldito e cachaceiro de fato ganhou, e o Brasil não virou uma Venezuela. E agora os esquerdistas, que tanto gostam de tachar os bolsonaristas de burros, estão fazendo a mesma coisa que eles fizeram quatro anos atrás. Estão falando que, se Flávio Bolsonaro ganhar, o Brasil se tornará uma ditadura. Se o pai dele, que era mais macho que ele e tinha mais ambições políticas do que ele, não conseguiu e parece que não quis. O pai dele, que tinha mais culhão que ele, e ainda assim não tinha muito. Imagina o filho, que não passa de um oportunista, que está onde está somente pelo sobrenome. Não vai fazer uma ditadura. Mesmo que faça. Os tempos mudaram. Não é mais como na ditadura militar. Enfim, chegando para o final, já delongado bastante, aqui está a frase que é o cerne do texto, que resume de maneira bem precisa o que eu tô enrolando essa postagem inteira pra dizer: Os caras parece que é Ctrl C Ctrl V um do outro, Zé.
Já é chegado o final do ano e chego à conclusão que preciso dar um tempo. Preciso de um tempo para me desintoxicar deste ambiente escolar, lotado de pautas, ideologias, militantes. Chega. Às vezes eu só quero ficar em paz. Nem tudo é sobre raça, gênero, classe. Nem tudo é uma luta de classes. Nem tudo é uma crítica social. Nem tudo precisa ser problematizado. Há problemas, inclusive, que não são problemas. E há não problemas que são vistos como problemas por essa gente. Estudar em federal é um sacrifício diário.