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cypherpunk@blitzwalletapp.com
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0x4c Apenas um jovem cypherpunk, vindo de um presente não tão distante assim, em que o estado e as corporações controlam cada aspecto da vida humana. Encontrei refúgio nessas terras online. 15y. Agorista. Tomista. Meu signo, católico. Devoto de São Carlo Acutis. Cronicamente ouvindo Linkin Park. Tudo com Jesus, nada sem Maria! Viva a Santa Eucaristia!
não existe bíblia sem igreja. mas houve um tempo, que houve igreja sem bíblia
Quem acha que ser católico é fácil está muito enganado. Ser católico praticante é viver uma vida inteira de renúncia, de entrega, de devoção, de busca pela santidade para talvez ir para o céu. Mas se você não fizer nada, a certeza é o inferno.
O cristianismo é uma coisa louca. Nós, cristãos, somos malucos — permitam-me explicar. Nós basicamente acreditamos que um homem lá da Galileia nasceu de uma virgem, viveu com seus pais até os 30 anos e, então, esse carpinteiro começa a pregar e a fazer milagres: cura um cego, transforma água em vinho e realiza muitos outros sinais. Aí ele é crucificado — e a cruz se torna, para nós, um símbolo de vitória. O maior instrumento de tortura do Império Romano vira sinal de triunfo. O que era dor e humilhação agora se torna redenção. Então esse homem morre, é sepultado e, depois de três dias, ressuscita. E quem testemunha que o túmulo estava vazio? Mulheres — dois mil anos atrás. Se hoje já existe machismo, imagina naquela época. E fica ainda mais “estranho”: quem ele escolhe como líder da Igreja? Um pescador simples, que o negou três vezes. Esse pescador, junto com os outros discípulos, é perseguido, martirizado pelo Império Romano — e, ainda assim, depois, o próprio império se rende ao cristianismo. Mas, voltando: a gente é doido mesmo. A gente prega Cristo crucificado nos dois sentidos. A gente acredita no que doze homens viram com os próprios olhos e pelo qual deram a vida. A gente acredita no testemunho de mulheres. A gente acredita em um homem que nasceu de uma virgem. A gente acredita em um carpinteiro que foi crucificado e ressuscitou dos mortos. Sim — a gente é bizarro. A gente é doido… pelo menos aos olhos do mundo.
eu sabia que marxismo cultural era real. mas agora, parece palpável
não devemos perder a nossa fé por conta dos sentimentos desta vida. Mas, sim, transformar nossa dor em ferramenta de santificação...
bom dia, nostrich! paz de Cristo e o amor de Laria estejam sempre contigo
Rodeio esse papo de “ah, eu sou neutro”, “sou imparcial”, “escolho o melhor lado de cada ideologia”. Para mim, pelo menos, não existe pessoa neutra. Não existe pessoa livre de viés — seja ele qual for. Hoje, na escola, me disseram que é coisa de adolescente ter ideologia. Que, quando você amadurece, deixa de ser completamente fechado em uma ideia e passa a pegar o melhor lado de cada uma. Eu até entendo que adolescentes, às vezes, precisam se sentir pertencentes ou adotar algum rótulo. Mas isso não invalida a opinião deles e nem os torna mais errados. Afinal, todos temos, fazemos parte, estamos comprometidos, compactuamos com algo, com uma ideia, uma ideologia.
não é porque os maus gritam, que devemos silenciar os bons. (L) censura é injustificável!
Esses dias, na escola, me chamaram de “limitado” só porque eu disse que não consigo separar a religião das outras áreas da minha vida. As pessoas falam como se a religião fosse algo que devesse ser isolado da razão, da ciência, de qualquer outra coisa — como se fé e razão não pudessem coexistir. Mas me diga: se ser “limitado” é integrar a fé em tudo, então eu continuarei sendo o mais “limitado” possível. Antes de qualquer coisa, eu sou católico. Antes de ser um bom aluno, eu sou católico. Antes de ser um bom colega de sala, eu sou católico. Antes de ser qualquer coisa, eu sou católico.
Tem uma história de São Carlo Acutis que me inspira muito. Ele estava viajando com seus pais e lendo um livro durante a viagem — um livro sobre Nossa Senhora de Fátima, sobre os milagres de Fátima. Então, ele para na página em que Nossa Senhora está conversando com os três pastorinhos. E a irmã Lúcia pergunta: “O Francisco vai para o céu?” E Nossa Senhora responde: “Sim, mas ele terá que rezar muitos terços.” São Carlo Acutis fica perplexo, aflito, pensando: se ele, que era um garoto tão bom, precisava rezar tantos terços, o que será de mim? Quantos terços eu vou ter que rezar? E se São Carlo Acutis pensou isso… quantos terços eu tenho que rezar?
depois de aproximadamente 70 anos em que o mal supostamente prevaleceu contra a santa igreja , agora estamos testemunhando um reavivamento da fé verdadeira ! é lindo ser católico ! e é um ótimo momento para se estar vivo o !
Teologia da Libertação, marxismo cultural, globalismo, feminismo, ideologia de gênero. Quando o marxismo e todos os seus sujos tentáculos pareceram dominar o mundo e esmagar a Igreja, ela não ressurge de tudo isso — ela renasce. Quando tudo parecia perdido, tudo parecia acabado, quando parecia que o progressismo realmente tinha dominado o mundo, vemos uma onda de conversões ao catolicismo, uma enxurrada de jovens católicos praticantes, uma enxurrada de batismos. A Igreja passa a estar tão viva e tão tradicional como sempre foi. Os arianos passaram, os nestorianos passaram, os vespasianos passaram; a TL há de passar também. Afinal, temos a garantia do próprio Cristo: as portas do inferno não prevalecerão.
No curso da história humana, o poder passou pelas mãos de reis, imperadores, senhores feudais, faraós, oligarcas e, mais recentemente, nas mãos de grandes corporações, gigantes da tecnologia e políticos. Mas essa estrutura de poder, centralizada nas mãos de uma pessoa ou grupo, a cada dia que passa está cada vez mais próxima do colapso. Pela primeira vez na história da humanidade, o poder está migrando para as mãos dos indivíduos, graças ao Bitcoin, Nostr e outras inúmeras tecnologias que surgem todos os dias. E é lindo saber que faço parte dessa revolução, sem armas, sem derramamento de sangue e sem mortes. Lindo saber que estou colocando um tijolinho na construção de um futuro mais livre, descentralizado e melhor para meus filhos e netos. É um ótimo momento para se estar vivo.
Talvez nunca alcancemos o mundo totalmente livre. Livre do Estado, livre das corporações, livre das estruturas sociais que nos amarram e nos afugentam. Mas nada nos impede de buscar este ideal, buscar o mundo mais livre, buscar o mundo livre da coerção. Talvez, se criarmos meios para ir de encontro com este mundo ideal, ele venha até nós também. Assim como algumas estruturas sociais do passado se tornaram obsoletas com o tempo e com o avanço da sociedade humana, o Estado pode sim se tornar obsoleto, conforme avançamos a nossa tecnologia. Sendo assim, se avançarmos ao ponto do Leviatã não ser nem mais necessário, por que continuaremos mantendo ele? Em uma competição entre o Estado/grandes corporações e o descentralismo, quem seria o vencedor? Eu aposto minhas fichas na tecnologia, na tecnologia descentralizada, no código aberto, no descentralismo.