Do lado do Marques Mendes era previsível que a maioria muda-se para o Seguro. Agora os eleitores da IL é estranho, pensava que fossem mais para o voto em branco.



O ocidente está perante um dilema, para não implodir devido seus sistemas ponzi de pensões, terá que fazer importações em larga escala de migrantes, de África e da Ásia. Só que estes cidadãos, não conseguem integrarem-se na sociedades e às culturas dos países de acolhimento, além disso querem impor a sua cultura.
Isto vai levar à implosão da sociedade, como nós conhecíamos.
Não é um dilema fácil, implodir devido um ponzi ou implodir devido ao excesso de emigração.
Esta recente queda do Bitcoin, levou o valor abaixo do duplo topo de 2021.
Enquanto o ouro continua em máximos, nos 955k, está muito próximo de alcançar do dobro de Setembro de 2011, data de referência deste índice.
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Como este, existem inúmeros marcos espalhados pelo país, com resultados similares.
Será que 1979 ou 1941 já existiam "alterações climáticas"?
Por tudo e por nada, é tudo alterações climáticas... mas nunca, mesmo nunca alguém assume a responsabilidade humana, é muito mais fácil culpa algo abstrato.
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Os especialistas calculam que Portugal necessitaria aproximadamente 100.000 casas por ano, estamos a construir 30.000 casas. A este ritmo não haverá um equilíbrio entre a procura e a oferta.
Os políticos, além de não tomarem medidas para incentivar o aumento da oferta, vão continuar a inflacionar fortemente a moeda, provocando ainda mais procura/demanda por casas como uma reserva de valor e como o dinheiro perde valor, logo o valor absoluto das casas aumenta.
Por motivações políticas nunca vamos resolver o problema da habitação através do aumento de nova construção, mas a oferta poderia aumentar a oferta através da colocação no mercado, de casas já construídas. Só que aqui, temos outro problema, existem muitas casas vazias, mas estão quase todas no interior, em zonas não urbanas. Onde existem casas vazias mas não existem interessados em viver lá. E como a maioria das políticas públicas só olham para os grandes centros urbanos, ignoram por completo o mundo rural, não existe desenvolvimento, nem emprego nesses locais, os jovens não querem viver lá.
O que, também, poderia aumentar o número de casas nos centros urbanos, seria a perda de habitantes. No passado já aconteceu, em períodos de recessão, onde existe um êxodo dos estrangeiros, com a crise e natural aumento do desemprego, muitos voltam para os seus países de origem ou então vão para outros países, à procura de novas oportunidades. Só que desta vez, eu acho que será diferente, em caso de recessão, o êxodo dos estrangeiros será muito menor, houve uma enorme mudança no perfil de estrangeiros a viver em Portugal.
Uma parte grande destes imigrantes, não estão cá exclusivamente por motivos económicos, temos muitos cidadãos europeus ou de outros países “ricos” que mudaram para Portugal para usufruir das suas pensões. Temos o grupo dos ricos que tem uma segunda casa em Portugal e também temos um grande grupo de nómadas digitais, mas como o rendimento destas pessoas não têm origem na economia portuguesa, a crise não lhe afetará, pelo contrário, o custo de vida até poderá ficar mais barato. Não será por este motivo que eles vão sair das suas casas e abandonar o país.
Nos últimos anos, surgiram dois grandes grupos de imigrantes, os brasileiros e os de origem dos Indostão. O caso dos brasileiros é um caso muito especial, uma parte veio por motivos económicos, mas a maioria está cá por motivos de segurança, estavam exaustos da insegurança no Brasil. Eu conheço vários casos, muitos deles até confessam que financeiramente até estavam melhor no Brasil, mas viver em segurança nem tem preço, preferem viver assim em Portugal, só algo muito terrível fazia-os regressar ao Brasil, teria que ser uma recessão muito grave, superior à da Troika.
No caso dos cidadãos do Indostão, pessoas com origem na Índia, Paquistão, Nepal e Bangladesh, dificilmente vão sair de Portugal, mesmo com uma crise muito severa, estas pessoas conseguem ter uma melhor qualidade de vida em Portugal, do que no seu país de origem. Estes cidadãos só vão abandonar o país, caso consigam um visto para outros países ou então, quando conseguirem o passaporte português, depois vão para a Alemanha ou um qualquer país nórdico.
O problema da Habitação é tão grave, que não acredito que uma recessão provoque o “rebentar da bolha”, mas pode desinflar um pouco da bolha. Talvez uma crise superior à da troika, poderia provocar uma queda elevada de preços, mesmo assim tenho algumas dúvidas.
A maneira simples para explicar as cheias em Portugal.

Enquanto...
«Os fundos de hedge dos EUA estão vendendo ações de software em um ritmo recorde:
A participação das ações de software na exposição líquida dos fundos de hedge dos EUA caiu para 4%, o menor nível já registrado.
A exposição diminuiu um impressionante -14 pontos percentuais desde 2023. »


Vou colocar o Luís ao lado da Mariana, para mais tarde recordar.
Isto pode ser um bom sinal, da última vez a Mariana acertou em cheio no fundo, vamos ser o Luís acerta.

