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Cada vez que o Almirante Gouveia e Melo fala, são votos que perde. Com todo o respeito, mas o Sr é uma nulidade para aquele cargo. Eu já pensei que seria muito interessante ter um não político como presidente, mas este Sr não é pessoa certa.
Isto talvez seja a única coisa útil que tiramos destes debates televisivos, o Gouveia e Melo não é para este cargo. Há muitos anos que eu sigo os debates políticos, sobretudo quando é entre os principais candidatos, nunca tinha assistido tão má qualidade, como estes das presidenciais de 2026.
Uma coisa começa a estar definida, o Seguro está praticamente fora da 2ª volta, a única possibilidade, seria toda a esquerda a desistir a favor dele, mesmo assim tenho muitas dúvidas.
Mesmo sendo crítico de Gouveia e Melo, acho que ele tem muitas hipóteses de passar à 2ª volta, a maioria dos pessoas não assistem a debates e as pessoas mais velhas ainda o respeitam muito, ainda têm aquela imagem do “Sr da Vacinas”, os mais velhos estão muito agradecidos a ele. E as pessoas mais velhas são uma percentagem muito grande da população e que nunca falta a uma votação. Esta faixa de eleitores é composta, sobretudo por pessoas que normalmente votam PS e uma pequena percentagem vota PSD.
A meu ver, existem 3 fortes candidatos para a 2º volta, Gouveia e Melo, Marques Mendes e André Ventura.
Neste momento, no Polymarket: Mendes 45%; Ventura 40%; Gouveia 12%; Seguro 3%
Além disso podemos tirar outras conclusões:
Se Gouveia e Melo passar à 2ª volta, a vitória fica praticamente garantida, ele vencerá sempre, caso seja Seguro ou Marques Mendes ou Ventura. Como o eleitorado do Gouveia e Melo é composto por eleitores do PS e do PSD, isso coloca-o numa posição de privilégio na 2ª volta. Se a 2ª volta for Gouveia-Seguro, a direita vai votar toda do Gouveia e Melo; Se a 2ª volta for Gouveia-Mendes, a esquerda vai votar toda do Gouveia e Melo. Em qualquer das circunstância, irá vencer.
Marques Mendes só vencerá a 2ª volta, se for contra Ventura ou Seguro.
Seguro só tem hipótese de vencer a 2ª volta, se for contra André Ventura.
Se Ventura passar à 2ª volta, a derrota está garantida, nunca vencerá. Mas aqui temos um grande problema para o país, quem vencer não terá unanimidade, uma grande parte dos portugueses não votaram no melhor, mas sim, vão votar contra o Ventura. Apesar da derrota, seria uma grande vitória para o Ventura, pode-se vitimizar, ele também não quer este cargo e possivelmente será a maior votação de sempre.
No Polymarket, neste momento para a 2ª volta, Mendes está à frente com 73%, segundo Gouveia e Melo com 12% e Ventura com 8%.
Se analisarmos até 2020, a Ucrânia está estagnada, nem conseguiu superar para valores pré invasão da Crimeira.
Muito diferente foi a Polónia.
Resumidamente, Portugal e Espanha dividiram o mundo em duas partes, cada país ficou com uma parte, foi um pacto de não-agressão.
A história não se repete, mas rima.
Será que estamos a iniciar um Tratado de Tordesilhas 2.0?
Só que desta vez, é mais o poder de influência mas poderá existir expansão territorial.
E em vez de 2 países, são 3.
A Rússia fica com a área das antigas repúblicas soviéticas, a China com o Sudoeste asiático e os EUA com o continente americano (Norte, Central e Sul).
Além do poder de influência, cada potência quer uma “jóia da coroa”, a Rússia fica com a Ucrânia, a China com Taiwan e os EUA com a Venezuela.
Ainda existe a possibilidade dos EUA querer a Gronelândia.
Isto é apenas teoria maluca.
Só no JPMorgan são mais 60 Triliões em derivativos, os números são obsurdos. Todo o sistema financeiro está baseado numa ilusão.
Quando começar a cair, vai ser como dominó.
Nos últimos 40 anos, sempre fomos um país maiorariamente de esquerda, mas sempre foi uma esquerda moderada. Só que nos últimos anos, a esquerda está a radicalizar-se.
Os meus pais já tem alguma idade, eles apenas querem ter um controlo remoto, com um on/off, um botão do volume e o teclado numérico, bastava isto.
Procurei em todo o lado e não existe, só existem megas complexos.
Muito pior está Itália e Grécia, tiveramm crescimento negativo.
Mas o pior, é que esta estatística basea-se no CPI, que está muito longo de corresponder à realidade.
Os 21% poderiam ser razoável para Portugal, mas com o aumento exponencial dos custos da habitação nos últimos anos, que são parcialmente incluídos CPI. Na realidade os portugueses perderam poder de compra.




