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«Honk, honk!» — Harpo Marx ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ ☠︎︎ ᵐᵉᵃʳᶜˢᵗᵃᵖᵃ ☠︎︎ I'm not on Bluesky / Não tenho conta no Bluesky ᵇᵉʷᵃʳᵉ ᵒᶠ ˢᶜᵃᵐᵐᵉʳˢ / ᶜᵘⁱᵈᵃᵈᵒ ᶜᵒᵐ ᵍᵒˡᵖⁱˢᵗᵃˢ
Timothy Keller, Deuses falsos: as promessas vazias do dinheiro,  sexo e poder, e a única esperança que realmente importa, p. 141-142: Ídolos em nossa religião Ídolo é aquilo para o que nos voltamos em busca de coisas que só Deus pode dar. A idolatria opera, em ampla escala, dentro das comunidades religiosas quando a verdade doutrinária é elevada à posição de um deus falso. Isso ocorre quando as pessoas depositam confiança na exatidão da própria doutrina para sua aceitação diante de Deus, e não no próprio Deus e em sua graça. É um erro sutil, mas fatal. O indicador de que você resvalou nessa forma de autojustificação é tornar-se o que o livro de Provérbios chama de «zombador». Os zombadores sempre demonstram desprezo em lugar de benevolência. Esse é um sinal de que não se veem como pecadores salvos pela graça. Em vez disso, a confiança que depositam nas próprias convicções faz com que se sintam superiores.
Nesse trecho enxergo cerca de 90% das notas de brasileiros sobre política na comunidade #nostrBR. Nelas vislumbra-se o medo, a desesperança, o ressentimento. Não é acusação; é apenas uma observação. Também é um apelo para que cuidem de seus corações. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. View quoted note →
Inscrevi-me no canal do Linck bem no comecinho do QnS, pois era muito diferente dos canais de nerdola, os quais, em sua maioria, abomino (tanto os da esquerda quanto os da direita). Desinscrevi-me quando ele passou a falar só de política, assunto o qual abomino (tanto a da esquerda quanto a da direita). Voltei quando ele sossegou daquela histeria. No mais, vídeo muito bom: Se o MCU fosse bom, seria assim:
Carlos Drummond de Andrade, Os ombros suportam o mundo: Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não se diz mais: meu amor. Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram. E as mãos tecem apenas o rude trabalho. E o coração está seco. Em vão mulheres batem à porta, não abrirás. Ficaste sozinho, a luz apagou-se, mas na sombra teus olhos resplandecem enormes. És todo certeza, já não sabes sofrer. E nada esperas de teus amigos. Pouco importa venha a velhice, que é a velhice? Teus ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança. As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios provam apenas que a vida prossegue e nem todos se libertaram ainda. Alguns, achando bárbaro o espetáculo, prefeririam (os delicados) morrer. Chegou um tempo em que não adianta morrer. Chegou um tempo em que a vida é uma ordem. A vida apenas, sem mistificação.
Timothy Keller, Deuses falsos: as promessas vazias do dinheiro, sexo e poder, e a única esperança que realmente importa, p. 112-113: Os indicadores de idolatria política Um dos indicadores de que um objeto está funcionando como um ídolo é quando o medo se torna uma das principais características da vida. Se estabelecermos o ídolo no centro da nossa vida, nós nos tornaremos dependentes dele. Se nosso deus falso for ameaçado de alguma forma, nossa reação será o pânico total. Não diremos: "Que vergonha, como é difícil”, mas, sim: “É o fim! Não há esperança!". Essa pode ser a razão por que hoje tanta gente reage às tendências políticas (...) de maneira tão extremada. Se um dos (...) partidos ganha uma eleição, certa porcentagem do lado perdedor fala claramente em deixar o país. Ficam ansiosos e temerosos em relação ao futuro. Depositaram em seus líderes políticos e na política o tipo de esperança que outrora havia sido depositado em Deus e na obra do evangelho. Quando seus líderes políticos ficam fora do poder, experimentam uma espécie de morte. Acreditam que, se a política deles e o seu pessoal não estiver no poder, tudo ruirá. Recusam-se a admitir o quanto têm em comum com o outro partido; em vez disso, concentram-se nos elementos de discordância. Os aspectos controversos ofuscam tudo o mais, e um ambiente tóxico é criado.
𝗙𝗿𝗲𝗲 𝗝𝗮𝘇𝘇 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 (1987): Dominguinhos, Arismar do Espírito Santo, Amilson Godoy, Heraldo do Monte & Dirceu Medeiros, 𝗧𝗿𝗶𝘀𝘁𝗲 (Antonio Carlos Jobim):