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Β«Honk, honk!Β» β€” Harpo Marx ᡐᡃⁱ˒ ᡘᡐ α΅’α΅‡Λ’αΆœα΅˜Κ³α΅’ ⁿᡒ˒ᡗʳⁱⁿʰᡒ ᡇᡃⁱˣᡃ Κ³α΅‰βΏα΅ˆα΅ƒ ᡉ α΅ˆα΅‰Λ’α΅ˆα΅‰βΏα΅—α΅ƒα΅ˆα΅’ ---------------------- α΅α΅‰α΅ƒΚ³αΆœΛ’α΅—α΅ƒα΅–α΅ƒ
Paulo Mendes Campos, Tempo-eternidade: O instante Γ© tudo para mim que ausente do segredo que os dias encadeia me abismo na canΓ§Γ£o que pastoreia as infinitas nuvens do presente. Pobre de tempo fico transparente Γ  luz desta canΓ§Γ£o que me rodeia como se a carne se fizesse alheia Γ  nossa opacidade descontente. Nos meus olhos o tempo Γ© uma cegueira e a minha eternidade uma bandeira aberta em cΓ©u azul de solidΓ΅es. Sem margens sem destino sem histΓ³ria o tempo que se esvai Γ© minha glΓ³ria e o susto de minhΒ΄alma sem razΓ΅es.
Jorge Luis Borges, A Luis de Camoens: Sin lÑstima y sin ira el tiempo mella Las heroicas espadas. Pobre y triste A tu patria nostÑlgica volviste, Oh capitÑn, para morir en ella Y con ella. En el mÑgico desierto La flor de Portugal se había perdido Y el Ñspero español, antes vencido, Amenazaba su costado abierto. Quiero saber si aquende la ribera Última comprendiste humildemente Que todo lo perdido, el Occidente Y el Oriente, el acero y la bandera, Perduraría (ajeno a toda humana Mutación) en tu Eneida lusitana.
EugΓ©nio de Andrade, O sorriso: Creio que foi o sorriso, o sorriso foi quem abriu a porta. Era um sorriso com muita luz lΓ‘ dentro, apetecia entrar nele, tirar a roupa, ficar nu dentro daquele sorriso. Correr, navegar, morrer naquele sorriso
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