Anotado ☠
𝚋𝚊𝚝𝚜𝚒𝚚
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«Honk, honk!» — Harpo Marx
ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ
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Mission Timothée, « Il faut, grand Dieu, que de mon cœur la sainte ardeur Te glorifie » (Louis Bourgeois & Clément Marot):
https://song.link/s/501W0pVTPZtA0Sh7GQhqBW
Vou ter de arrumar outro: perdi meu 𝘬𝘶𝘣𝘰𝘵𝘢𝘯. Triste e pequeno dia.
De início, o que me impressionou foi: é «Israque» a pronúncia correta, segundo a prefaciadora.
(e eu dizendo errado desde sempre. foi malzaê)
Vou me limitar a dois contos, para mim os mais paradigmáticos:
O tragicômico «A live» me fez rir e me sentir culpado por rir (ok, conseguiu, cowboy).
«Coabitáveis» é uma história tensa. Muito bons primeiros parágrafos aos quais voltei: os reli, depois mais uma vez. A «TV liga sozinha» no início do trecho e «o rádio bidirecional assume o protagonismo» ao final. Ambos indicativos do estado interior de Al-Durrah:
A sua tragetória é recontada, a partir de uma cicatriz na sua perna, como uma sucessão de episódios cruentos envolvendo sua família, porém num tom distante, quase impessoal. Ele mesmo parece duvidar da causa que o move: «Não somos uma ameaça existencial». Fará o que deve ser feito como se fosse impelido por uma força externa que já nem reconhece. Não um autômato, mas próximo disso já.
Divertido o livro. Mas achei «Eu, cowboy» mais autêntico que «Culpa».
#sportstr #shouldersurfingMateus Alves, «As duas estações nordestinas»:
I. Chuva:
https://song.link/s/30xXgC15gqgBUFXYLRIOWO
II. Sol:
https://song.link/s/5QJQodfO5sjgwEC8VABhHZ
Quarteto Novo, «O ovo»:
https://song.link/s/1BudKbiT5VBUH5tiBFV3qc
Técnica de estudo:
Enaile Pereira Lopes de Souza, «O toque do Espírito»:
https://song.link/s/7wLxb7AjuHwJge8hYkNCvm
Orchestra Baobab, «Utrus Horas»:
https://song.link/s/5zWd3igj3YbzlrWPLMzgqZ