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Β«Honk, honk!Β» β€” Harpo Marx ᡐᡃⁱ˒ ᡘᡐ α΅’α΅‡Λ’αΆœα΅˜Κ³α΅’ ⁿᡒ˒ᡗʳⁱⁿʰᡒ ᡇᡃⁱˣᡃ Κ³α΅‰βΏα΅ˆα΅ƒ ᡉ α΅ˆα΅‰Λ’α΅ˆα΅‰βΏα΅—α΅ƒα΅ˆα΅’ ---------------------- α΅α΅‰α΅ƒΚ³αΆœΛ’α΅—α΅ƒα΅–α΅ƒ
Antonio Ventura, A flauta mΓ‘gica: Ainda hoje procuro a flauta mΓ‘gica. Procuro-a nos rios, nas Γ‘guas cristalinas. AtΓ© no suor das tempestades, nas nuvens espessas, procuro a flauta mΓ‘gica. AtΓ© na voz do povo, no murmΓΊrio de todas as gentes, procuro a mΓ‘gica flauta. AtΓ© no sorriso da amada e no grito timpΓ’nico das mΓ‘quinas, procuro a flauta mΓ‘gica. Na coragem do corajoso, no sol que ilumina os dias e no choro da crianΓ§a, a flauta mΓ‘gica. Ainda hoje a procuro. No voo livre dos pΓ‘ssaros e na garganta da sede, a flauta mΓ‘gica.
Serge NΓΊΓ±ez Tolin: En tout paysage, il y a quelque chose de naissant, Γ  commencer par le regard. La vue ne finit pas oΓΉ elle porte, elle commencerait mΓͺme au point oΓΉ elle se perd.
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