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npub1c9q3...knvv
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Supostamente, soldado se disfarça de penguim pra escapar dos drones... Pode não ser só FAFO. Camuflagem é diminuir a chance de ser visto de longe. Nesse caso, talvez por reconhecimento automático por imagem. Por melhor que seja, se por azar o inimigo estiver perto, bye bye, vira churrasco de penguim. Essa dificuldade até em micro-logistica deve ajudar a explicar pq essa guerra é tão lenta.
IA coding: anthropic chega em conclusões parecidas. quem usou IA devagar, interagindo e pedindo explicações, entendeu mais. quem macaqueou e delegou tudo, ou apenas debugou jogando a mensagem de erro pra IA refazer, não entendeu. (adivinha o que alunos andam fazendo???) https://www.anthropic.com/research/AI-assistance-coding-skills Pra variar (duh!) solucao facil, rapida e descerebrada gera problemas depois. ainda prefiro a ideia de discutir requisitos com a IA, pois gera codigo menos generico, e o dev mantem o foco mental nos requisitos.
in 2027, every 3D printer sold in Washington state would be required to include government-approved software that scans what you’re printing. And if it even *might* be a gun part, the machine shuts it down. No workarounds. If you try to modify the printer—or if a company sells one that can be modified—they could be hit with felony charges, prison time, and massive fines. a federal judge sentenced Andre Atwater to 27 months in prison after police discovered he was producing ghost guns out of a workshop in his apartment ( acharam o primo do @Krypton👑 )
Lado bom: a) demorou 65 anos, nessa toada temos tempo ainda. Sera que tem a ver com o fim do petroleo venezuelano? Disseram q "cuba faliria em um mes", era bravata? eh falha tecnica, ou desligaram por falta de combustivel? b) ja acostumados com escassez e filas, sofrerao menos do que um lugar 'normal'. Principal problema é distribuicao de comida e refrigeracao, faltando isso eh o caos. View quoted note →
Notei que vejo muito menos propaganda no YT que meus parentes, e.g., nunca interrompem meus videos com propagandas. * Desktop linux e brave browser, não celular * toda config possivel de privacidade setada para nao gravar ou fornecer dados. Nao tenho nem historico de videos no YT. Conta google tambem, ha varias configs pra diminuir os dados coletados e a personalizacao de ads. Me parece que, dificultando a coleta de dados, ha menos triggers para ads. View quoted note →
Perolas de aluno de federal, isso anos atrás (boa parte quotistas e noturno): "Prof, a resposta da questão 4 não está em nenhum slide das aulas! Chequei todos!" "O sr. avisou que cairia uma questão igual à lista, mas foi uma das difíceis!" (tiveram 2 meses com a lista, com respostas na net, completas, prova era com consulta) "Mas tem que programar? Poderia ser só prova?" - Disciplina: Estrutura de Dados. Ementa incluia laboratorio. Aluno que completou 10% do curso em 5 anos: "Mas meu vizinho consegue! Ele trabalha comigo, fez vestibular comigo, estuda a 1km daqui, pega busão comigo, e já vai formar no mesmo curso!" - Onde seu primo estuda? - Na Uniesquina. - Pois é... "Mas o Sr. dará aula de sábado mesmo? Todas?" - O horário era sábado... "Apóio a greve, o sindicalista disse que será rápida e não bagunçará muito o calendário" - Depois ele teve que desistir do intercambio e do estagio já garantidos, e atrasar a formatura devido ao calendário zoado pela greve. - Não pode pedir programa com matrizes! - Está na ementa do pre-requisito desta disciplina. - Mas meu prof não cobriu! - Vcs adoram qdo a ementa não é cumprida, né? Falei pra ele pedir ajuda, me procurar, etc. E como aprendeu vetores, matrizes são um passinho a mais. Depois, reclamou que "as contas não batiam": - Me mostre seu programa. - Não fiz programa, não sei fazer. Coloquei os valores no excel e fui somando e dividindo na mão. - Bem, assim fica sobre-humano mesmo, não dá. Eram 2500 valores, vários passos, lógico que erraria.
IA amplifica ou substitui seu cérebro? Dev discute sob o conceito de 'flow'. Vejo alunos usando IA com permissão do prof, pelo menos fora do 'core' do trabalho, mas o prof adverte-os para se esforçar a entender as soluções geradas como um exercício. Há brainstorms sobre como incluir isso na avaliação. Analogamente em outros domínios, com algumas diferenças. Quem usa IA pra preencher tabela: se desligar o cérebro porque o chefe quer 'pra hoje', passarão alucinações. Se refazer tudo, perde tempo. Como equilibrar o esforço, manter a sanidade e a mente exercitada? Artistas, por melhor que seja a IA e o prompt-fu, entenderam o contexto do cliente? Qual estilo, nível de realismo, qual tipo de alucinação ou artefato é tolerável, etc. Quem continuar pensando sem preguiça, talvez consiga não só fechar a comissão e receber, mas entregar além do esperado, e empolgar o cliente para um retorno.
Sobre OTAN, esse causo do Exército Romeno pra inglês ver: Qdo a Romenia ia entrar na NATO/OTAN, colega romeno se apresentou pro serviço militar, era bixo de engenharia. Deixaram-no no limbo, sem dispensa nem convocação, até o 5o ano. Teve que sair do estagio pra servir, com metade da turma dele na mesma base. Ninguem entendeu porque. Até que... chegou o dia da inspeção da NATO. Um general inglês assistiu eles operando rádio, canhão, radar, jammer, conversou com eles, os passou em revista. Ele lá em posição de sentido, ouvindo o inglês falando com o comandante: - Seus soldados falam muito bem inglês! Otima proficiência com equipamento eletrônico! Eficientes nos procedimentos! Enquanto isso, bases que NÃO seriam inspecionadas pela NATO recebiam os mlk de 18 anos usuais. 🫡
**Um Conto de Dois Pasteleiros**, ou, *porque nunca quis empreender no Bostil.* Um vizinho, pastelaria no shopping, o outro, tio de colega japa, barraca na praia. Eu, moleque, curioso, não seria ‘legal’ ter a própria lanchonete? Perguntei qual sabor saía mais. O vizinho não sabia. Outro dia, como escolhia o queijo. Não sabia. Perguntei como definia os 25 sabores. Explicou que uma consultoria gastronômica na capital definia os sabores e um estoque de ingredientes disponíveis no atacadão. Bastava mandar um funcionário comprar e manter o estoque. Como vários ingredientes entravam em vários sabores, não importava muito qual sabor vendia mais. O colega perguntou ao tio porque só fazia pastel de carne e queijo. Explicou que comprava direto de produtores locais, todo dia, tudo fresco. O plano B era outros produtores, apenas atrasaria a abertura da barraca. Se sobrasse, na volta pra casa passava no orfanato e doava. Mas não tinha logística para comprar outros ingredientes: - “Na minha barraca tudo é fresco, né?” Visitava meu vizinho na pastelaria ou em casa. Sempre debruçado sobre contabilidade, livros de direito, ou falando ao telefone sobre tributário, trabalhista, inquilinato, regulações sanitárias, de segurança, de identidade visual, de direitos do consumidor, desde federais, estaduais, municipais, até as do shopping. Enquanto gritava com funças semi-analfas na cozinha, caixa, e tratando dos não muitos clientes. Me parecia muito chato, desanimador, ser empreendedor. Adoeceu a tia do meu colega, ele se ofereceu pra ajudar, animado, imaginando: “pastel, garota de biquíni, pastel, papo na praia, garota de biquíni…”. Ao chegar, à tarde, estranhou o tio se recolher às 20:30, dizendo pra ele dormir logo, pois amanhã sairiam às compras às 4:30. Uai, sair às 4:30 da tarde, e daí? Só que, óbvio, não era ‘da tarde’, como ele descobriu sendo chutado da cama horas antes do sol. Pensou que as meninas de biquíni compensariam o esforço… Haviam muitas, mas não tempo livre. Uma sequência interminável de anotar e entregar pedidos e fritar pastel, sem um segundo livre pra prosear, 10h por dia, de terça a domingo. A tia retornou em alguns dias, um alívio, mas voltou sabendo fazer pastel. A pastelaria do vizinho quebrou em algum plano econômico mirabolante, em poucos anos. Era o terceiro negócio dele, logo abriu o quarto. Nunca fez muito sucesso. Um filho fez uniesquina e amarga empreguinho bostileiro sem futuro. O outro, uma figuraça *sui generis*, se deu bem em profissão inusitada. A barraca na praia lotava, até os locais notaram que tudo era fresco e ninguém passava mal. Durou até se aposentar, depois de formar os 3 filhos na Poli e Medicina da USP (quando japinhas eram todos c.d.f., não um bando de cariocas de olho puxado). Ambos morreram de enfarte fulminante. O vizinho, aos 51, o médico citou cigarro e estresse. O japa morreu como Don Corleone, correndo atrás de bisneto no jardim da mansão do filho. *Quem era o pasteleiro de verdade? * *Vale a pena ser pequeno empreendedor formal no Bostil?*
Groenlandia: 1) Trump quer que Europa invista mais em defesa 2) Trump quer que mais vigilância na Groenlandia contra CHI/RUS 3) Trump solta as bravatas 4) Bravatas fornecem uma narrativa 'patriotica', 'woke', 'anti-laranjão', para os europeus gastarem $$$ com 2), e portanto, com 1) 5) Trump consegiu o que queria, só gastou saliva. Talvez em acordo prévio com os europeus e globalistas, que conseguiram uma narrativa positiva.
Não consegui ler o final em 2x... 2x 900 palavras / 60s = 30 palavras/s Leitura "dinâmica" "em diagonal" é aquisição secundária de uma pós razoável, vem do desespero de procurar respostas perdidas em uma pilha de papers e livros obscuros. Continuará sendo assim? Ele tem razão, pra rapidez, a letra-simbolo deve gerar direto o conceito mental, a cadeia de referentes, sem 'ouvir mentalmente' o texto. Até poucos anos nem imaginava que alguns estão presos a um som mental quando lêem. Afinal, se eu sou doido, todos são. Suponho que outro efeito de ir direto letra->referente, é não lembrar em que língua li alguma coisa, muito comum. Indico onde ler, depois reclamam "ah, mas vc não disse q era em inglês".