Presídio onde Vorcaro vai ficar ganha fama de nova ‘penitenciária dos famosos’
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de Potim II, no interior de São Paulo, começou a ganhar fama de nova “penitenciária dos famosos”, papel que por anos foi associado ao complexo prisional de Tremembé. A unidade passou a receber detentos envolvidos em casos de grande repercussão nacional.
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Agentes do sistema prisional transferiram Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para o presídio de Potim II nesta quinta-feira, 5. A transferência ocorreu um dia depois da prisão do ex-banqueiro na operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF).
O cunhado de Vorcaro, o pastor Fabiano Zettel, também seguiu para a mesma unidade.
Transferências para presídio ampliam perfil de presos famosos
A reputação recente do presídio começou a se consolidar depois da transferência de outros detentos de notoriedade pública. Entre eles está o ex-médico Roger Abdelmassih, condenado por estupro, e o motorista Fernando Sastre, envolvido no caso do Porsche azul.
O ex-empresário Sérgio Nahas, condenado pelo assassinato da esposa, faz parte do grupo de detentos encaminhados a Potim II depois de ficar preso na Bahia.
Potim fica no Vale do Paraíba, a cerca de 34 quilômetros de Tremembé, município que historicamente concentrou presos conhecidos nacionalmente.
Mudança no perfil do sistema prisional paulista
Por muitos anos, o presídio de Tremembé ficou associado à custódia de presos famosos. A unidade abrigou detentos como Elize Matsunaga, Suzane von Richthofen e o ex-jogador Robinho, preso por estupro cometido na Itália.
Uma decisão do governo paulista, no entanto, alterou o perfil do complexo de Tremembé para evitar a concentração de presos de grande repercussão em uma mesma unidade. Com a mudança, parte dos presos foi transferida para Potim II. Presídio abriga mais de 400 detentos.
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De acordo com dados da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo, a Penitenciária 2 de Potim tem capacidade para quase 900 presos. Atualmente, a unidade abriga pouco mais de 400 detentos.
O governo paulista inaugurou o presídio em 2002. A unidade possui cerca de 7.854 metros quadrados de área construída.
Em outra ocasião, Daniel Vorcaro ficou preso por dez dias | Foto: Reprodução/Banco Master
A cidade de Potim, vizinha de Guaratinguetá, tem cerca de 20 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Prisão ocorreu em operação da Polícia Federal
A
prendeu Vorcaro na quarta-feira, 4, durante a terceira fase da operação Compliance Zero. A investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras que, segundo os investigadores, o ex-banqueiro teria comandado.
A própria PF solicitou a transferência de Vorcaro e de outros investigados para o sistema prisional paulista. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou a medida.
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Ao justificar o pedido, a PF informou ao ministro que a carceragem da superintendência da corporação não possui estrutura adequada para manter presos por períodos prolongados.
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Secretaria da Administração Penitenciária
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Vorcaro vai ficar 10 dias isolado no Presídio de Potim (SP)
Em outra ocasião, Daniel Vorcaro ficou preso por dez dias | Foto: Reprodução/Banco Master
A cidade de Potim, vizinha de Guaratinguetá, tem cerca de 20 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Prisão ocorreu em operação da Polícia Federal
A O que é Polícia Federal e o que ela investiga?
Lista de Vorcaro reúne contatos de ministros do STF
Presídio onde Vorcaro vai ficar é a nova penitenciária dos famosos
Presídio onde Vorcaro vai ficar é a nova penitenciária dos famosos
Lista de contatos de Vorcaro | Foto: Reprodução/ X
O celular reúne também contatos de ministros do Superior Tribunal de Justiça, como Benedito Gonçalves, além de empresários.
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deixa a sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília (DF), depois de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro - 16/12/2025 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Número de visitas parlamentares
Moraes citou as 36 visitas que Bolsonaro recebeu e destacou número expressivo de visitas de parlamentares, governadores e aliados políticos, o que, segundo a decisão, demonstra preservação de sua condição física e mental. Entre os visitantes esteve o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além de senadores e deputados federais.
"Podemos verificar que o apenado tem recebido grande quantidade de visitas de deputados federais, senadores, governadores e outras figuras públicas, comprovando a intensa atividade política, o que corrobora os atestados médicos no sentido de sua boa condição de saúde física e mental", escreveu Moraes.
No último final de semana, aliados divulgaram duas cartas escritas por Bolsonaro. Em uma delas disse que brevemente publicará uma lista dos pré-candidatos do Partido Liberal (PL) ao Senado pelo Brasil. Na outra, lamentou críticas feitas por integrantes da própria direita a aliados e Michelle e defendeu união no campo conservador.
A transferência de Bolsonaro para a Papudinha resultou de articulação encabeçada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e por Tarcísio. O governador também atuou em defesa da prisão domiciliar do ex-presidente em reuniões com ministros do STF.
Ao negar o pedido, Moraes afirmou que a prisão domiciliar humanitária é medida excepcional e exige comprovação de que o tratamento médico não possa ser oferecido no ambiente prisional, o que, segundo o laudo, não se verificou no caso.
A decisão também menciona episódios anteriores do que Moraes entendeu como descumprimento de medidas cautelares e tentativa de fuga como fatores que reforçam a manutenção do regime fechado.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado
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Sede do Itamaraty, em Brasília | Foto: Reprodução/ Redes sociais
O governo do Brasil expressou forte preocupação diante dos 
Cão Orelha foi vítima de agressões em Florianópolis | Foto: Reprodução/Redes sociais

Marcon votou favoravelmente à convocação de Lulinha | Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
Marcon disse que a estratégia que aprovou a quebra de sigilo foi regimental e afirmou que a base governista não tem argumentos para conseguir a anulação dos requerimentos com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
“A oposição fez uma manobra regimental dentro da Constituição, tudo certinho, e o governo caiu na armadilha e aprovou juntamente a quebra de sigilo do Lulinha”, destacou. “Não tem mais como voltar atrás. (...) Por óbvio, eles estão tentando de todo jeito enterrar a história do Lulinha, mas hoje deram um tiro no pé.”
Izalci afirmou que a base governista não tinha quórum para derrubar a quebra de sigilo de Lulinha | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Para o senador Izalci Lucas (PL-DF), o pedido de anulação é uma tentativa de reverter uma derrota política: “É reclamação de perdedor que não respeita o processo democrático”. “Durante toda a CPMI, a gente vem assistindo a base de governo blindando todos os requerimentos, convocações, quebras de sigilo.”
Ao ser interpelado se vê risco real de anulação da decisão, respondeu: “Acho que não tem risco nenhum. Só recorrendo ao Papa, talvez. Mas eu acho que não vai ser o caso.”
O senador também avaliou que a reação da base contradiz declarações anteriores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disse não ter receio de que o filho fosse investigado.
“Se não houvesse preocupação, a base teria concordado”, analisou. “Ficou muito claro que a orientação do governo era votar contra qualquer requerimento que contrariasse os interesses da base.”
Zanatta criticou a postura dos petistas | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados
A deputada Julia Zanatta (PL-SC) também criticou a atuação dos parlamentares petistas, os quais “empurraram, caíram literalmente na porrada pra defender, para blindar o Lulinha.”
“O que nós conseguimos foi a quebra de sigilo bancário e fiscal do Lulinha”, destacou. “E a gente ainda falou: pode chamar quem quiser do nosso lado, de todos os lados, porque nós vamos colocar quem roubou dos aposentados na cadeia. E Lulinha vai ter o seu sigilo fiscal quebrado. É isso.”
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Ministro Andre Mendonça, em sessão plenária no dia 04/02/2026 | Foto: Gustavo Moreno/STF
A defesa de Lulinha nega qualquer envolvimento nas fraudes e afirma que ele não cometeu irregularidades. Em nota, informou ter protocolado pedido no STF para acessar a decisão de quebra de sigilo e declarou que pretende entregar voluntariamente os documentos pertinentes ao tribunal.
Na representação encaminhada a Mendonça, os investigadores destacaram que o filho do presidente foi citado em conversas de terceiros, mas ressaltaram que, até o momento, não há elementos que comprovem participação direta dele nos fatos apurados.
A linha de investigação da PF busca esclarecer se Lulinha teria mantido sociedade oculta com o Careca do INSS por intermédio da empresária Roberta Luchsinger, amiga de ambos. Ela foi alvo de busca e apreensão na última fase da Operação Sem Desconto, deflagrada em dezembro.
Presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG) | Foto: Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Em dezembro, a comissão havia rejeitado a convocação de Lulinha por 19 votos a 12, mediante articulação governista. O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), apresentou novo requerimento depois da derrota. Há três semanas, outra movimentação semelhante também impediu a votação de um pedido de quebra de sigilo.
No fim do ano passado, o presidente Lula declarou que ninguém seria poupado nas investigações sobre o esquema no INSS. “Se tiver filho meu metido nisso, será investigado”, afirmou.
Em fevereiro, ao voltar a comentar o caso, reafirmou que a orientação do governo é apurar tudo o que for necessário. “Quando saiu o nome do meu filho, eu chamei meu filho aqui. Falo isso com todo mundo", afirmou. "Olhei no olho dele e falei: ‘Só você sabe a verdade, se você tiver alguma coisa, vai pagar o preço de ter alguma coisa; se não tiver, se defenda’. Eu trato as coisas com muita seriedade.”
As informações são do portal Poder360 e do jornal O Estado de S. Paulo.
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Instituto mostra a evolução de Flávio Bolsonaro em eventual briga com Lula no 2º turno | Foto: Reprodução/Paraná Pesquisas
Outras simulações de 2º turno
No material desta sexta-feira, o Paraná Pesquisas apresenta outros dois eventuais cenários de segundo turno da disputa presidencial. Neles, Lula enfrenta o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).
Em embate com Ratinho Júnior, o representante do PT vence por 43,6% a 39,7%, o que também representa empate técnico. O grupo de nenhum/branco/nulo representa 10,5%, com 6,2% de não souberam responder ou não opinaram.
Contra Caiado, a vantagem de Lula se dá fora da margem de erro: 45,3% a 36,2%. Com esse cenário, 12,1% disseram que votariam em branco, anulariam ou simplesmente não escolheriam nenhum dos dois candidatos. Enquanto isso, 6,3% constam na aba de não souberam/não opinaram.
Paraná Pesquisas indica empate técnico entre Lula e Flávio no 1º turno
O empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva também ocorre nas duas simulações de primeiro turno. Em ambas, o petista aparece numericamente à frente.
Cenário 1
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 39,6%;Flávio Bolsonaro (PL) — 35,3%;Ratinho Júnior (PSD) — 7,6%;Romeu Zema (Novo) — 3,8%;Renan Santos (Missão) — 1,5%; eAldo Rebelo (Democracia Cristã) — 0,5%.
Nenhum/branco/nulo: 6,7%. Não souberam/não responderam: 5%.
Cenário 2
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 40,5%;Flávio Bolsonaro (PL) — 36,6%;Romeu Zema (Novo) — 4,3%;Ronaldo Caiado (PSD) — 3,7%;Renan Santos (Missão) — 1,5%; eAldo Rebelo (Democracia Cristã) — 0,4%.
Nenhum/branco/nulo: 7,8%. Não souberam/não responderam: 5,2%.
Dados da pesquisa
A fim de mapear as intenções de votos dos brasileiros, a equipe do Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores em potencial. O trabalho de campo nesse sentido ocorreu de 22 a 25 de fevereiro, em 159 municípios espalhados pelo
O desembargador Magid Nauef Láuar é alvo de uma investigação contra ele que apura denúncias de abuso sexual | Foto: Reprodução/TJMG
Segundo o tribunal, Magid Nauef Láuar, em decisão monocrática, acolheu embargos de declaração apresentados pelo Ministério Público (MP) e negou provimento aos recursos de apelação no processo que trata de estupro de vulnerável na Comarca de Araguari. O caso tramita sob segredo de Justiça, por envolver menor de idade.
O MP sustentou que a decisão anterior errou ao validar a tese de “constituição de núcleo familiar” para afastar a configuração do crime. A instituição destacou que a legislação brasileira proíbe o casamento de menores de 16 anos e que uma convivência de apenas uma semana sob o mesmo teto não caracteriza união estável.
De acordo com a acusação, a situação se enquadra no chamado grooming (aliciamento progressivo), prática em que o adulto estabelece vínculos de confiança com a criança e seus familiares — muitas vezes com oferta de presentes ou apoio financeiro — com o objetivo de obter vantagem sexual.
O caso ganhou destaque porque o Código Penal considera estupro de vulnerável qualquer ato sexual com menor de 14 anos, independentemente de consentimento | Foto: Juarez Rodrigues/TJMG
O MP argumenta ainda que o fato de a adolescente se referir ao réu como “marido” não tem validade jurídica, já que uma criança de 12 anos não tem discernimento para compreender as implicações de um matrimônio.
Na decisão desta quarta-feira, Nauef Láuar declarou que reapreciou o caso “com maior profundidade”. Ele escreveu que “a diferença de idade entre a menor, à época dos fatos com 12 anos de idade, e o acusado, que contava com 35 anos”, expõe a “vulnerabilidade e incapacidade de discernir e expressar validamente a sua vontade de se relacionar com uma pessoa adulta”.
No começo de fevereiro, os desembargadores Magid Nauef Láuar e Walner Milward Azevedo 
Segundo Pedro Pôncio, até eleitores de esquerda têm demonstrado que podem participar da manifestação, apesar de ter sido convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) | Foto: Tauany Cattan/Revista Oeste
Em entrevista a Oeste, Pôncio afirmou que o objetivo é pressionar o Senado. “Existe CPMI já com várias assinaturas”, declarou o influenciador digital. Ele também cobrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). “Queremos que ele paute esse impeachment.”
“O Brasil está insatisfeito”, disse Pôncio. Ele afirmou que há “clamor nas ruas contra esses escândalos.” Também declarou que “a temperatura está aumentando” para o impeachment de Toffoli.
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