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Governo Lula avalia mecanismo para acelerar votação do fim da escala 6×1 <img width="300" height="184" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/0d7a6178_0-300x184.jpg"/> O governo de Luiz Inácio Lula da Silva deseja acelerar a discussão sobre o fim da jornada de trabalho 6x1, proposta defendida durante a campanha de reeleição do presidente. Para isso, o Executivo avalia enviar o tema à por meio de um projeto de lei em regime de urgência constitucional. + Leia mais notícias de   em Oeste A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, confirmou a possibilidade de adotar o procedimento especial. Ele obriga a análise da matéria em até 45 dias na Câmara e em mais 45 dias no Senado. O governo busca garantir avanços de seus interesses antes que o ritmo eleitoral impacte as votações legislativas. Calendário eleitoral e prioridades do governo Lula image Fachada do Congresso Nacional | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Com o escândalo envolvendo o Banco Master e suas ligações políticas, o receio do Executivo é que as pautas prioritárias fiquem em segundo plano em um ano eleitoral. Nesse período, o Congresso tradicionalmente reduz sua atuação para que parlamentares se dediquem às campanhas. No documento enviado por Lula ao Congresso nesta segunda-feira, 2, o fim da escala 6x1 aparece entre os desafios do governo para 2026. Além dele, estão a regulamentação do trabalho por aplicativos e a PEC da Segurança Pública. Diversas propostas sobre o tema tramitam, mas não há consenso sobre a jornada semanal. Leia também: , reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 307 da Revista Oeste O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou acreditar ser melhor "tentar juntar as propostas e enviar um novo texto", sinalizando a intenção de unificar as discussões. Para alinhar estratégias, Lula promoverá um churrasco, nesta quarta-feira, 4, na Granja do Torto, em Brasília, com o presidente da Casa, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes de partidos aliados. A reunião também servirá para coordenar os próximos passos do Legislativo, na tentativa de superar as dificuldades enfrentadas ao longo do último ano. O post .
Testemunha diz que Careca do INSS usava nome de Lulinha em reuniões comerciais <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/07/Lulinha-300x200.jpeg" alt="Lulinha"/> Um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, relatou que o lobista usava o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o , para fechar negócios com parceiros e fornecedores. O portal Metrópoles divulgou as informações nesta terça-feira, 3. Segundo a testemunha, Careca se referia ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “o filho do rapaz”. Assim, costumava fazer o gesto com quatro dedos enquanto mencionava o nome de Lulinha. + Leia mais notícias de em Oeste “Antonio falava abertamente sobre o ‘filho do rapaz’”, disse ao Metrópoles. “Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes: a mim, a alguns parceiros comerciais e em reunião de diretoria.” Além da conversa, a testemunha enviou por escrito todas as respostas. Em um dos trechos, ele afirma que o lobista dizia pagar uma mesada de R$ 300 mil a Lulinha. O valor estaria vinculado ao Projeto Amazônia e ao Projeto Teste de Dengue. Segundo o depoimento, Careca teria antecipado 25 milhões ao filho do presidente, embora a moeda não tenha sido especificada. De acordo com a testemunha, os dois se encontraram em diversas ocasiões em São Paulo e no Distrito Federal. PF investiga possível sociedade de Lulinha com Careca do INSS A apura se Lulinha atuava como sócio oculto de Careca em empreendimentos ligados à saúde. Entre as iniciativas investigadas está uma parceria que pretendia fornecer cannabis ao Ministério da Saúde. Mensagens obtidas pela corporação revelam que o lobista transferiu R$ 1,5 milhão para Roberta Luchsinger, indicada como amiga de Lulinha e integrante do núcleo político do esquema. Em uma das conversas, Careca escreveu que o valor seria destinado “ao filho do rapaz”. + Leia também: Mesmo com o avanço da investigação, Luchsinger continuou em contato com o lobista. Segundo a PF, ela o alertou sobre a apreensão de um envelope que traria “o nome do nosso amigo”. Outro episódio investigado pela PF envolve o envio de um “medicamento” ao apartamento de Lulinha, em São Paulo. A entrega, registrada em dezembro de 2024, foi feita em nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha. Na época, Lulinha negou qualquer proximidade com Careca e disse desconhecer o caso. As investigações também revelaram que Luchsinger atuou ao lado de Careca dentro do Ministério da Saúde. Segundo registros obtidos via Lei de Acesso à Informação, o lobista esteve cinco vezes no ministério. Três dessas visitas ocorreram em 2024, quando ele se identificou como diretor de uma empresa de telemedicina. Em uma delas, Luchsinger o acompanhou. Em 2025, o empresário retornou ao órgão como presidente da World Cannabis, empresa do ramo de maconha medicinal. A PF citou a parceria ao pedir medidas contra Luchsinger. + O post .
Grupo Fictor transferiu R$ 30 milhões para offshore de Daniel Vorcaro <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/fictor-escritorio-divulgacao-300x169.jpg"/> O Grupo Fictor transferiu R$ 30 milhões à Titan Capital Holding, empresa do banqueiro Daniel Vorcaro em um paraíso fiscal, menos de um mês antes de anunciar a compra do Banco Master. Extratos bancários do Banco do Brasil obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo revelam que o pagamento milionário ocorreu em 23 de outubro de 2025. Naquele momento, o mercado já percebia sinais de crise de liquidez no banco de Vorcaro. + Leia mais notícias de em Oeste A https://www.titancapital.com.br/ é conhecida na Faria Lima como "holding ostentação". A empresa ocupa dois andares de um edifício icônico, com 4 mil metros quadrados e elevador privativo para o heliponto, mas mantém apenas dez funcionários. Sediada nas Ilhas Cayman, a offshore abriga investimentos pessoais de Vorcaro e tentou registrar a marca "Banco Titan" no Brasil em setembro de 2025. A transação levanta suspeitas por causa do cronograma dos eventos. Em 17 de novembro, o Grupo Fictor anunciou o acordo para comprar o Master com investidores árabes desconhecidos. No dia seguinte, o liquidou a instituição e a Polícia Federal prendeu Vorcaro. Agora, a Fictor enfrenta o próprio processo de recuperação judicial, com dívidas que somam R$ 4 bilhões. Conexões do Fictor com a Operação Compliance Zero As investigações revelam uma rede de conexões entre os envolvidos. A Titan Holding utiliza contatos da Sefer Investimentos em seus registros na Receita Federal. A Sefer, por sua vez, aparece como a segunda maior credora no pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, com R$ 430 milhões a receber. A Polícia Federal já mirou a Sefer na Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master. A defesa de Vorcaro afirma que a estruturação da Titan no exterior faz parte de um projeto de reorganização societária legal para atrair investidores estrangeiros. O Grupo Fictor não se manifestou sobre o repasse de R$ 30 milhões. Em meio ao escândalo, o Palmeiras decidiu rescindir o contrato de patrocínio de R$ 30 milhões anuais que mantinha com a empresa de Rafael Góis. O histórico da Sefer também inclui investigações anteriores por fraudes em previdências municipais na Operação Fundo Fake. A empresa operava com o nome de Índigo e possuía ligações com o Banco Máxima, instituição que Vorcaro adquiriu e rebatizou como Master. O cruzamento de dados bancários e societários agora permite que os investigadores mapeiem o fluxo de dinheiro que circulou entre as holdings antes do colapso do sistema financeiro do grupo. Leia também: O post .
Quando o Led Zeppelin decolou <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/LedZep-2-300x200.jpg" alt=""/> O documentário Becoming Led Zeppelin ("Se tornando Led Zeppelin", Prime Video) cumpre o que promete. Mostra a história de cada um dos membros e a história de uma banda que mudou radicalmente o panorama do rock. Infelizmente só registra essa história até o segundo álbum. A gente termina querendo mais. São quatro instrumentistas excepcionais, com uma química musical explosiva entre eles. O Led Zeppelin começou a nascer antes mesmo da formação da banda, quando o guitarrista Jimmy Page e o baixista e tecladista John Paul Jones eram músicos de estúdio. Eles estavam presentes, por exemplo, na gravação de "Goldfinger", com Shirley Bassey. Paul Jones estava presente em clássicos pop dos anos 1960 como arranjador de Donovan, Rolling Stones, Herman Hermits e Lulu. (Ouça "To Sir With Love" e confira seu talento). Robert Plant surgiu como o vocalista que saiu da calmaria da música folk e do mundo hippie para se tornar um roqueiro furioso no palco. John Bonhan também quebrou todas as regras como baterista. Era único no seu estilo. Infelizmente morreu em 1980, aos 32 anos, depois de tomar 40 doses de vodka. Mas o grande cérebro do Zeppelin foi mesmo Jimmy Page. Ele transformou sua guitarra numa orquestra e revolucionou o processo de gravação. O documentário mostra os detalhes da construção em estúdio da música que fez a banda se tornar um fenômeno mundial, "Whole Lotta Love". O registro da grande mudança fica evidente em duas cenas. Numa, logo no início, quando a banda ainda se chamava "New Yardbirds" e foi tocar em palcos da Escandinávia, no fim dos anos 1960. A platéia não entende nada e passa o show tapando os ouvidos. O Led então vai conquistar os EUA, e o público ainda dança como no período "paz e amor". Mas no meio daquela fúria sonora o rock tinha mudado para sempre. O post .
As prioridades de Motta na Câmara em 2026 <img width="300" height="185" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/img20260202172319154-300x185.jpg" alt="Motta"/> Durante seu discurso na 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura do Congresso Nacional, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu o protagonismo do Legislativo e enumerou as prioridades que devem pautar o primeiro semestre deste ano. Motta afirmou iniciar o novo ano legislativo “com confiança e convicção”, destacando que o Parlamento seguirá trabalhando “com responsabilidade, espírito público e compromisso com a democracia”.  + Ao detalhar a agenda imediata, presidente anunciou que a Câmara deveria votar ainda nesta semana a MP do Gás do Povo, classificada por ele como “um tema crucial para o dia a dia dos brasileiros”, destacando que a proposta “beneficia mais de 15 milhões de famílias”.  image O relator da PEC da Segurança Pública, deputado Mendonça Filho (União-PE) | Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados “Logo após o carnaval avançaremos com a PEC da Segurança Pública, um assunto de extrema preocupação por parte da maioria dos brasileiros”, afirmou. “Esta Casa tem um compromisso com essa PEC. É nossa obrigação priorizar o combate ao feminicídio, em parceria com todos os Poderes. Uma agenda que não pode mais esperar.” + Outras pautas sensíveis também foram citadas. Motta defendeu prioridade ao combate ao feminicídio, afirmando que se trata de “uma agenda que não pode mais esperar”, e pregou cautela no debate trabalhista ao dizer que a PEC do Fim da Escala 6x1 deve avançar “com equilíbrio e responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empregadores”. No cenário internacional, o presidente da Câmara destacou o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado em janeiro, ressaltando que “caberá ao Congresso Nacional analisar o texto em sua íntegra”. Também mencionou temas ligados à nova economia, como inteligência artificial, incentivos a datacenters e a relação entre trabalhadores de aplicativos e plataformas digitais. Motta diz esperar “serenidade” em 2026 Ainda durante seu discurso, Motta afirmou contar com os parlamentares para que 2026 seja “um ano de serenidade, de firmeza institucional e de entregas concretas”, reiterando que a Câmara “seguirá sendo a Casa do povo brasileiro, atuando sempre com independência e em harmonia com os demais Poderes”. + Ao fazer um balanço de 2025, o deputado atribuiu à Câmara a aprovação de matérias estruturantes, ao afirmar que “a Câmara aprovou a reforma do Imposto de Renda, concluiu a reforma tributária e aprovou a proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital, o ECA Digital”. O presidente da Câmara também reforçou a autonomia do Parlamento ao destacar que cabe ao plenário, “soberano e independente”, perseguir votações de interesse nacional e “fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões Brasil afora, que, na maioria das vezes, não estão aos olhos do Poder Público”. O post .
Oeste Sem Filtro: assista ao programa de 2/2/2026 <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/Oeste-Sem-Filtro-300x169.jpg"/> Acompanhe mais uma edição do programa Oeste Sem Filtro. A atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 17h45 às 19h45. Apresentação: Paula Leal. Os comentários de hoje ficam por conta de Ana Paula Henkel, Augusto Nunes, Adalberto Piotto e André Marsiglia. Confira os destaques desta edição de Oeste Sem Filtro Abertura do Ano Legislativo no Congresso; Lula se junta ao STF para abertura do Ano Judiciário em meio ao caso Master; Cerimônia no Supremo marca a abertura do ano no Judiciário; saiba o que está previsto; Fachin diz que momento é de “ponderações e autocorreção” e reafirma compromisso com criação de Código de Ética para o STF; Presidente do STF fala em responsabilidade institucional e cita crise de imagem da Corte; Lula diz que Judiciário não busca protagonismo nem invade outros Poderes, mas cumpre seu dever constitucional; Cármen Lúcia será relatora de proposta de Código de Ética do STF; Ao lado de Alcolumbre, OAB elogia Messias e defende indicado de Lula ao STF; Código de Conduta proposto por Fachin está no “limbo”, avaliam ministros do STF; Piloto de “Primo” e “Beto Louco” revela ligações da dupla com Toffoli e políticos; Delcy Rodríguez anuncia lei de anistia geral na Venezuela; Presidente interina da Venezuela anuncia lei de anistia geral e fechamento de centro de tortura; Recorde no governo Lula: gasto bilionário com a EBC; Deputado do DF protocola pedido de criação de CPI para investigar fraudes financeiras do Master; Moraes nega estudos com tema militar a Marcelo Câmara: “Incompatível”; Em meio a escândalo no STF, Gilmarpalooza 2026 está confirmado; A mansão de R$ 250 milhões de Joesley Batista; CFOAB lança curso on-line sobre direitos fundamentais em parceria com o IDP; Moraes determina início do cumprimento da pena de Roberto Jefferson; Toffoli orienta perguntas a diretor do BC em busca de ‘omissões’ e ‘contradição’ sobre Master; e Sem dinheiro de Vorcaro, camarote do Carnaval no Rio vende ingresso a R$ 7 mil por noite. + e veja todas as edições do Oeste Sem Filtro O post .
Irã libera jovem acusado de ‘inimizade contra Deus’ depois de pagamento de fiança <img width="300" height="255" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/IMAGE-2026-02-02-162211-300x255.jpg" alt="O jovem Erfan Soltani"/> Autoridades iranianas autorizaram a libertação do jovem Erfan Soltani, de 26 anos, neste domingo, 1º. A informação foi confirmada pelo advogado Amir Mousajani. A soltura ocorreu mediante pagamento de fiança equivalente a US$ 12,6 mil, cerca de R$ 66 mil. A prisão ocorreu em 8 de janeiro, durante protestos no informou que o jovem recebeu a sentença de Moharebeh, chamada de “inimizade contra Deus”, acusação grave e passível de pena de morte. Ainda de acordo com a ONG, Soltani passou por um julgamento acelerado, sem a presença de advogados, sem acesso a direitos básicos e com pouca transparência. A família ficou dias sem informações sobre seu paradeiro. + Leia mais notícias de em Oeste Dias depois, no entanto, o governo iraniano negou a possibilidade de execução. Em comunicado, afirmou que Soltani “não foi condenado à morte” e que, em caso de condenação, “a punição, de acordo com a lei, será uma pena de prisão, porque a pena de morte não se aplica a tais acusações”. Erfan Soltani tornou-se símbolo da repressão do regime iraniano As acusações contra Soltani incluíam “reunião e conluio contra a segurança interna do país” e realização “atividades de propaganda” contra o regime. Desde então, o caso ganhou destaque internacional. Um familiar disse à BBC Persian que um tribunal emitiu uma sentença de morte “num processo extremamente rápido”, em apenas dois dias. O Judiciário iraniano, porém, classificou essas informações como “notícias fabricadas”. No mesmo período, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou adotar “medidas muito duras” caso houvesse execuções. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, alertou que qualquer ataque provocaria um conflito regional. O Irã está entre os países que mais executam no mundo, com mais de 2 mil execuções registradas em 2025. Nos últimos três anos, o regime executou ao menos 12 homens depois de condenações relacionadas aos protestos de 2022. O post .
Presidente da OAB defende o STF e critica ‘vazamentos seletivos’ <img width="300" height="173" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2024/11/52353818293_15f1974188_c-300x173.jpg"/> O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, criticou o uso de “vazamentos seletivos” e defendeu o https://portal.stf.jus.br/ , durante a sessão de abertura do Ano Judiciário de 2026, nesta segunda-feira, 2, na sede da Corte. Em sua fala, Simonetti classificou “vazamentos seletivos” como práticas incompatíveis com o regime democrático e afirmou que esse tipo de conduta não fortalece a Justiça nem promove transparência. “Vazamentos seletivos não fortalecem a Justiça”, disse. “Não promovem transparência. Não servem ao interesse público”. Conforme ele, essas ações servem apenas para “a erosão da confiança institucional, a desinformação da sociedade e o enfraquecimento da independência judicial”. A declaração ocorre em meio ao escândalo que envolve o Master e à decisão do ministro Alexandre de Moraes de mandar investigar supostos vazamentos de dados sobre o banco. STF não pertence a governos, diz presidente da OAB Na mesma ocasião, Simonetti afirmou que o “não pertence a governos, a maiorias circunstanciais ou a pressões externas”, mas à Constituição, e declarou que a independência do Judiciário é um “valor inegociável da democracia brasileira”. “O STF não pertence a governos, a maiorias circunstanciais ou a pressões externas. Pertence à Constituição”, declarou. Para Simonetti, defender o STF contra tentativas de constrangimento ilegítimo não significa defender pessoas, mas a própria Constituição e o equilíbrio entre os Poderes. + Ao tratar da atuação da advocacia, o presidente da OAB afirmou que não existe Judiciário forte sem uma advocacia livre. Segundo ele, a inviolabilidade da atuação profissional e o sigilo entre advogado e cliente não são privilégios corporativos, mas garantias constitucionais do direito de defesa e do devido processo legal. “A inviolabilidade da advocacia não é um privilégio corporativo”, disse. “O sigilo profissional não é uma concessão do Estado”, declarou. Para Simonetti, quando a advocacia é constrangida, “não é o advogado que perde — é o cidadão”. + Leia mais notícias de em Oeste Ainda durante o discurso, Simonetti afirmou que a OAB está à disposição do Supremo para colaborar no debate sobre a formulação de um eventual código de ética da magistratura, desde que a discussão seja conduzida com responsabilidade e fidelidade à Constituição. Ao encerrar sua fala, o presidente da OAB disse que a advocacia seguirá atuando de forma crítica quando necessário, mas sempre com compromisso com as garantias constitucionais. “Defender o Supremo Tribunal Federal contra tentativas de constrangimento ilegítimo não é defender pessoas”, observou. “É defender a Constituição.” O post .
Venezuela anuncia envio de gás liquefeito aos EUA <img width="300" height="178" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/1-300x178.jpg"/> O regime da anunciou o envio do primeiro carregamento de gás liquefeito de petróleo para os Estados Unidos. A operação foi celebrada pela líder interina Delcy Rodríguez como um marco histórico para a economia do país. Com bandeira de Singapura, o navio-tanque Chrysopigi Lady zarpou da Venezuela na noite deste domingo, 1º de fevereiro. O destino é o Porto de Providence, no Estado de Rhode Island. + Leia mais notícias de em Oeste Em publicação no Telegram, Rodríguez afirmou que a operação representa uma conquista para o povo venezuelano. Ela exaltou o papel da “classe trabalhadora” e afirmou que os recursos gerados com as exportações servirão para estabilizar a economia nacional. “É com orgulho que compartilhamos este momento: o navio Chrysopigi Lady zarpou da Venezuela com seu primeiro carregamento de gás liquefeito de petróleo”, escreveu a líder chavista. “Juntamente com a classe trabalhadora, celebramos este marco histórico ao exportar o primeiro gás do país; uma conquista para o bem-estar do povo venezuelano.” Sob o novo arranjo, os valores obtidos com as exportações são depositados em um fundo supervisionado pelos EUA. Rodríguez informou, na semana passada, que o país recebeu os primeiros US$ 300 milhões referentes à venda do petróleo. Segundo a líder interina, os EUA concordaram em liberar a primeira parcela de US$ 500 milhões, mantidos em um fundo no Catar. Trump tenta reposicionar comércio global de petróleo Ao mesmo tempo, o presidente declarou que a Índia deve iniciar a compra de petróleo venezuelano no lugar do produto iraniano. A sinalização indica para uma possível alteração relevante nas dinâmicas do mercado internacional de energia. + Leia também: Conforme o republicano, as conversas com o governo indiano já avançaram. Ele afirmou que a mudança pode beneficiar países da América Latina. Além disso, integra uma estratégia mais ampla dos EUA para reorganizar rotas comerciais do setor energético e harmonizar interesses econômicos e geopolíticos com economias emergentes. O post .
Leo Lins vence ação na Justiça de São Paulo <img width="300" height="187" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/Justica-Leo-Lins-300x187.jpeg"/> A . Segundo o portal Metrópoles, o processo foi ajuizado em fevereiro do ano passado, depois do uso da imagem do servidor em um vídeo publicado nas redes sociais. José Angelo atua em Cotia, na Grande , e alegou que teve sua imagem utilizada sem autorização em um conteúdo gravado durante a passagem do show Peste Branca pela cidade, em 2024. Na ação, o agente afirmou que o vídeo associava sua imagem à ideia de Cotia como uma “cidade arrecadadora de multas”, em tom de piada. Segundo ele, apesar de estar em horário de trabalho e em local público, não autorizou o uso da imagem para fins comerciais. A decisão judicial a favor de Leo Lins image Justiça de São Paulo não concordou com ação contra Leo Lins | Foto: Reprodução/X O servidor disse ainda que o conteúdo viralizou, gerou chacotas e teria prejudicado sua reputação profissional, levando colegas a vê-lo como um agente que “só multa” e não sabe organizar o trânsito. Ele pediu indenização de R$ 20 mil por danos morais. Na sentença, o juiz entendeu que Leo Lins não fez afirmações injuriosas ou vexatórias dirigidas especificamente ao autor da ação, nem revelou sua identidade no vídeo. + Leia mais notícias de em Oeste O magistrado afirmou que a crítica à administração municipal e ao volume de multas aplicadas está protegida pela liberdade de expressão e representa um posicionamento pessoal do humorista. Destacou ainda que ocupantes de cargos públicos estão sujeitos a críticas, especialmente quando no exercício da função, e que a imagem foi captada em local público, sem impedimento legal. O post .
Toffoli procurava ‘contradição’ no depoimento do diretor do Banco Central no caso do Master <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Toffoli-3-300x200.jpg"/> O ministro do https://portal.stf.jus.br/ , Ailton de Aquino. O depoimento ocorreu em 30 de dezembro, e foi conduzido pela Polícia Federal. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Toffoli é relator do caso do no STF. Nas perguntas que ele elaborou, há anotações que explicam o objetivo delas. Os registros indicam que o ministro buscava indícios de irregularidades na fiscalização do BC que resultou na liquidação do banco de Daniel Vorcaro, em novembro de 2024. Toffoli liberou os vídeos dos interrogatórios, que estavam sob sigilo. As perguntas de Toffoli, porém, não foram feitas integralmente pela PF, depois de divergências e mal-estar entre investigadores e o gabinete do ministro. A polícia fez apenas duas das questões enviadas. + Leia mais notícias de em Oeste O envio de perguntas à PF, porém, não é praxe. A prática foi alvo de críticas de juristas e de políticos, que argumentam que ela extrapolaria as atribuições do Judiciário. Além disso, houve questionamentos sobre a convocação do diretor do BC para acareação, uma vez que ele não está na investigação. Aquino aguardou mais de dez horas para depor no STF. A pergunta mais importante de Toffoli Em um dos pontos, Toffoli solicitou que a PF perguntasse a Aquino sobre a data em que o BC identificou os primeiros indícios de que carteiras de crédito consignado do Master vendidas ao BRB por R$ 12,2 bilhões eram falsas. “Essa é a pergunta mais importante do processo", diz anotação do ministro. "Sem data, não existe ‘tempestividade’. Com data, surgem imediatamente as omissões”. Em outro trecho, Toffoli indicou que a resposta poderia criar “uma contradição lógica incontornável”, ao apontar possível demora do BC em detectar fraudes. O ministro também citou nota do Banco Central sobre indícios detectados em fevereiro de 2025. “Aqui aparece a omissão consciente documentada: o BC detecta indícios graves e, ainda assim, interrompe a fiscalização”. Ao final, no entanto, a PF fez apenas dois questionamentos enviados pelo gabinete de Toffoli. Um deles tratava de eventuais medidas futuras do BC. O advogado do Banco Central, porém, questionou o teor da pergunta, classificando-a como vaga e especulativa, e afirmou que decisões dependeriam da governança do órgão. O post .
Moraes homologa 2 acordos em julgamento do núcleo 3 <img width="300" height="179" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/Impeachment-Moraes-300x179.jpeg"/> O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes homologou, nesta segunda-feira, 2, dois acordos de não persecução penal (ANPPs) firmados no âmbito da ação penal do núcleo 3 da suposta tentativa de golpe de Estado. Foram beneficiados o coronel Márcio Nunes de Resende Júnior e o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior. No julgamento desse núcleo, a Primeira Turma decidiu, por unanimidade, reclassificar os crimes imputados aos réus, o que resultou em penas mais leves. Eles passaram a responder por incitação ao crime e associação criminosa. + Leia mais notícias de em Oeste Já os demais acusados foram condenados por cinco delitos: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Márcio foi condenado a três anos e cinco meses de prisão, enquanto Ronald recebeu pena de um ano e 11 meses. image O ministro Luiz Fux, durante a sessão na 1ª Turma do STF que julga a denúncia de suposto golpe do núcleo 3 — 20/5/2025 | Foto: Fellipe Sampaio/STF Os dois acordos preveem as mesmas condições: Reconhecimento da prática dos fatos pelos quais foram condenados; Declaração de que não firmaram acordo com a Justiça nos cinco anos anteriores; Prestação de 340 horas de serviço comunitário, com mínimo de 30 horas mensais; Pagamento de R$ 20 mil, dividido em oito parcelas; Participação no curso “Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado”, com carga horária de 12 horas; Proibição de uso de redes sociais até o cumprimento integral do acordo; Inexistência de novo processo criminal enquanto as condições estiverem sendo cumpridas. image O ministro do STF Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, no primeiro dia do julgamento do núcleo 1 da suposta tentativa de golpe | Foto: Gustavo Moreno/STF Julgamento do núcleo 3 absolveu 1 dos 10 réus O julgamento do núcleo 3 também resultou na absolvição de um dos dez réus, o general da reserva Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira. O relator entendeu que não há provas suficientes de sua participação no suposto plano de golpe e aplicou o princípio do in dubio pro reo. A maior pena aplicada nesse núcleo foi a do tenente-coronel Hélio Ferreira Lima, condenado a 24 anos de prisão. Também foram condenados por todos os crimes: Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão; Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, tenente-coronel: 17 anos de prisão; Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal: 21 anos de prisão. O post .
Ditador de Cuba diz que está pronto para diálogo com EUA <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/11/IMAGE-2025-11-07-155118-300x169.jpg" alt="O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel"/> Em meio ao agravamento das sanções econômicas dos EUA contra Cuba, Miguel Díaz-Canel, ditador cubano, declarou publicamente que seu governo está pronto para negociar com Washington. No entanto, condicionou qualquer diálogo à ausência de pressões externas e à garantia de respeito mútuo e igualdade entre as partes. + Leia mais notícias de   em Oeste Essas afirmações foram feitas em rede nacional de televisão, logo depois do bloqueio dos embarques de petróleo da Venezuela para Cuba, que historicamente sustentam o regime da ilha. Díaz-Canel reforçou que "o diálogo não pode ser sob pressões" e acrescentou: "O diálogo tem que ser em condições de igualdade, de respeito", afirmou o presidente. Reações dos Estados Unidos e novos desdobramentos O ditador cubano ainda ressaltou que não aceitará tentativas de interferência ou imposições durante as tratativas. "E tudo isso vamos denunciar. E sem medo", disse Díaz-Canel. "Nós sim temos a convicção de que temos que sair dos nossos problemas por nós mesmos, com nosso talento e com a coragem dos cubanos." Poucas horas antes do pronunciamento de Díaz-Canel, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o início de negociações com integrantes do alto escalão cubano. "Estamos falando com as mais altas esferas de Cuba. Vamos ver o que acontece", declarou Trump. "Acho que vamos chegar a um acordo com Cuba." O exemplo de Venezuela Essas manifestações de Trump ocorreram depois da detenção de Nicolás Maduro por agentes americanos, em 3 de janeiro, e o corte definitivo do petróleo venezuelano enviado a Cuba. O presidente americano reiterou que, sem esse suporte, "Cuba não poderá sobreviver" e classificou o país como uma "nação fracassada" à beira do colapso. No último sábado, 31, Trump também respondeu às preocupações da presidente do México, Claudia Sheinbaum, sobre uma eventual crise humanitária provocada pela interrupção do fornecimento de petróleo à ilha. "Não tem por que haver uma crise humanitária. Acho que provavelmente virão até nós e vão tentar negociar. Assim, Cuba será livre novamente. Virão até nós e farão um acordo", declarou Trump. Delegação de Cuba estaria em negociação secreta com os EUA No mesmo contexto, surgiram informações, ainda não confirmadas, de que uma delegação cubana liderada pelo general Alejandro Castro Espín teria participado de reuniões no México com um alto representante da Agência Central de Inteligência (CIA). O objetivo seria buscar alternativas para resolver a crise bilateral e negociar o desbloqueio de US$ 133 milhões depositados em uma conta relacionada a remessas de emigrantes cubanos, valores que poderiam ser usados para aquisição de combustível. Uma fonte próxima às negociações afirmou que "estão conversando sobre tudo", dando a entender que os temas tratados abrangem diversas possibilidades em busca de solução. Enquanto isso, a Secretaria de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos EUA exigiu que as autoridades cubanas parem imediatamente com ações repressivas. "O regime ilegítimo cubano deve cessar imediatamente seus atos repressivos de enviar pessoas para interferir na atividade diplomática do encarregado de negócios Hammer", afirmou o órgão, em postagem no X. A secretaria acrescentou que "nossos diplomatas continuarão reunindo-se com o povo cubano, apesar das tentativas fracassadas de intimidação do regime". O post .
Piloto de ‘Primo’ e ‘Beto Louco’ revela ligações da dupla com Toffoli e políticos <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/feira-livre-3-300x169.jpg"/> Em um vídeo publicado nas redes sociais, o piloto Mauro Mattosinho revelou, no sábado 31, ligações entre os empresários Mohamad Hussein Mourad, o ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’, alvos importantes da Operação Carbono Oculto, que mirou ações do PCC na Faria Lima, com figuras políticas de Brasília, como o ministro Dias Toffoli, do STF, e o senador Davi Alcolumbre (União-AP). Entre as empresas citadas na investigação da PF está a Reag Investimentos. + Leia mais notícias de em Oeste Conforme o ex-funcionário, a articulação dos voos, das aeronaves e das relações interpessoais ficava por conta de um homem chamado Epaminondas. Não era incomum ele receber a tarefa de levar dinheiro em espécie até a capital federal. "Entre janeiro e maio de 2024, voei exclusivamente para Beto, Primo, seus familiares e funcionários, conhecidos como 'pessoal da Reag'", contou. "A partir de maio, os voos se intensificaram, especialmente para Brasília." <a href="https://www.instagram.com/reel/DUJq5CVgSIl/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Mattosinho chegou a citar políticos e figuras do Judiciário que mantiveram relações com a dupla. Em 6 de agosto de 2024, Epaminondas deu a ele a missão de entregar ''com cuidado'' uma sacola com dinheiro ao senador Ciro Nogueira (PP-PI). Toffoli e outras pessoas envolvidas nas relações da dupla image Ministro Dias Toffoli, do STF | Foto: Carolina Antunes/PR Ainda no material publicado nas redes sociais, o piloto afirmou que, entre agosto e setembro de 2024, Beto Louco e Primo articularam encontros com o senador Davi Alcolumbre (União-AP) e deram "carona" ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), até o Tayayá Resort. "Durante esse período, a frota da empresa começou a crescer rapidamente e eles compraram aeronaves que juntas somam centenas de milhões de reais", contou Mattosinho. Leia mais: , reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 307 da Revista Oeste "Segundo Epaminondas, elas pertenciam a um grupo formado por Antônio Rueda, presidente do União Brasil, o lobista Danilo Trento e Cesar Astor Rocha, ex-ministro do STJ, além de seu filho. Epaminondas dizia ainda que Rueda articulava recursos do BRB [Banco de Brasília] para a compra de um hangar próprio no Aeroporto Internacional de Brasília." O Banco de Brasília (BRB) tentou a compra do Banco Master, mas foi impedido pelo Banco Central, que decidiu pela liquidação da instituição financeira privada. O Master teria feito gestão fraudulenta no mercado financeiro brasileiro, com emissão de créditos fictícios, sem lastro, e manipulação de balanços para inflar o patrimônio, gerando uma deficiência de bilhões de reais. Dias Toffoli, cuja família tem histórico de investimentos em fundos ligados ao Banco Master e ao seu dono, Daniel Vorcaro, incluindo o resort, assumiu o controle do inquérito que investiga as fraudes financeiras. Ele centralizou a investigação e adotou medidas sigilosas, como a restrição de acesso da Polícia Federal às provas. O post .
Eduardo Paes anuncia que vai deixar a Prefeitura do Rio em março <img width="300" height="225" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2021/06/eduardo-paes-campanha-blocos-de-rua-unidos-pelo-distanciamento-ffraz-2701214170-300x225.jpg" alt="Eduardo Paes"/> O prefeito do Rio de Janeiro, , anunciou, no sábado 31, que vai renunciar ao cargo no dia 20 de março para disputar o governo do Estado. Paes fez o anúncio durante uma cerimônia no Bar Enchendo Linguiça, na Avenida Engenheiro Richard. No evento, o estabelecimento, com quase 20 anos de funcionamento, foi oficialmente declarado Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro. + Leia mais notícias de em Oeste O prefeito já havia comunicado sua intenção aos dirigentes do partido durante uma reunião no diretório estadual do PSD. O prazo legal para se afastar da função pública termina apenas em abril, mas ele decidiu antecipar a saída. O atual secretário municipal da Casa Civil, Eduardo Cavaliere (PSD), vai assumir a Prefeitura. Ele acompanha Paes em agendas oficiais há quase um ano e tem atuado como porta-voz da administração municipal. <a href="https://www.instagram.com/p/DUMB5q5j3pb/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Desde que reassumiu o comando da cidade, Paes negava interesse em disputar o . No entanto, no último ano, passou a visitar outras cidades e costurar alianças pelo interior do estado, o que reforçou as especulações sobre sua candidatura. Ainda não há definição sobre os adversários de Paes na corrida eleitoral. A maior expectativa recai sobre o nome que o PL deve lançar. O governador Cláudio Castro, filiado ao partido, também pode deixar o cargo para disputar uma vaga no Senado. Paes deve dividir palanque entre presidenciáveis O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que Paes deve abrir espaço em sua campanha para três candidaturas à Presidência. Segundo ele, o atual prefeito poderá dividir seu palanque com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o postulante do próprio PSD. A declaração foi feita durante um evento na Bolsa de Valores de São Paulo. O dirigente destacou que a situação no Rio é “singular”, porque, segundo ele, os presidenciáveis é que buscam a presença ao lado de Paes, e não o contrário. + Leia também: Entre os nomes cotados pelo PSD para a disputa ao Planalto estão os governadores Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Ronaldo Caiado (GO). O post .
117 minutos de vertigem <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Skycraper-101-1-J-300x169.jpg" alt=""/> A Netflix está se arriscando em transmissões ao vivo. Em 24 de janeiro ela transmitiu a maior escalada urbana sem proteção da História. Nesse dia o alpinista americano Alex Honnold escalou um dos maiores edifícios do mundo, o Taipei 101, na capital de Taiwan. A equipe de produção transmitiu com um delay de 30 segundos. Se Honnold caísse, daria tempo de tirar a transmissão do ar. Sem proteção significa isso mesmo: sem cordas, sem para quedas, sem ganchos. O único equipamento de Alex foi um saquinho cheio de giz moído amarrado à cintura. Como ele dependia exclusivamente das mãos e dos pés para se agarrar às paredes, o giz servia para que o suor não o deixasse escorregar. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Skyscraper22.webp" alt=""/>Imagem: divulgação Netflix Alex Honnold chegou acompanhado por sua mulher, um amigo alpinista e uma equipe de transmissão da Netflix. Assim que ele começa a escalada do edifício de 508 metros de altura a sensação para o espectador é de vertigem. A aventura foi acompanhada de perto por um câmera pendurado por cordas e pela voz do próprio Alex. A primeira etapa é muito difícil. A segunda ainda pior, pois o desenho único do Taipei 101 (inspirado na tradição chinesa) cria um ângulo negativo. E a terceira etapa, a subida final da torre é considerada a pior parte. As ruas de Taipei ao redor do edifício ficam lotadas de observadores aflitos. Os apresentadores do programa não escondem o nervosismo de ver Honnold se equilibrando em lugares minúsculos durante a escalada. Para piorar as coisas, poderia haver uma ventania, uma chuva ou até mesmo um terremoto. O único absolutamente impassível é Alex. Sua jornada ensina algumas lições. Ele só conseguiu chegar ao topo com muito treinamento, muita frieza e objetividade. Um movimento de cada vez, com muito foco. São princípios que valem para tudo na vida. A transmissão da Netflix virou um documentário que já está disponível. O post .
Xi Jinping centraliza comando militar e aposta em cerco prolongado contra Taiwan <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/02/Xi-Jinping-300x200.jpg"/> O secretário-geral do Partido Comunista da China (PCC), Xi Jinping, deu um passo decisivo para centralizar o comando militar do país. Na semana passada, afastou comandantes das Forças Armadas e assumiu, na prática, o controle direto sobre as decisões estratégicas relacionadas a Taiwan. Até o momento, houve a remoção de cinco dos seis generais seniores escolhidos pelo próprio Xi há apenas três anos, incluindo o general Zhang Youxia, aliado de longa data e protagonista no alto comando militar. Essa medida reforça um arranjo raro mesmo para os padrões do PCC: a concentração do comando militar nas mãos de um único homem. Com isso, desaparecem do entorno de Xi vozes capazes de questionar o ritmo, o custo ou o risco de uma escalada no Estreito de Taiwan. A leitura de analistas consultados pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal é que a decisão amplia a margem de manobra do líder chinês, mas também eleva os riscos operacionais e políticos de erros de cálculo. Xi Jinping isolado Zhang Youxia não era apenas mais um general. Amigo de infância de Xi, tratado publicamente como “irmão mais velho”, o militar funcionava como um dos últimos pontos de equilíbrio dentro da Comissão Militar Central. Sua prisão, anunciada em 24 de janeiro, foi cercada de silêncio oficial. . O Ministério da Defesa advertiu contra especulações e limitou-se a mencionar “graves violações da disciplina partidária e da lei estatal”. + Leia mais notícias do em Oeste Nos bastidores, contudo, circula outra hipótese: um desacordo estratégico sobre prazos. Enquanto Xi estabeleceu 2027 como marco para que o Exército Popular de Libertação alcance plena capacidade operacional conjunta, Zhang defendia um horizonte mais distante, por volta de 2035. Para analistas, essa divergência ajuda a explicar a linguagem incomumente dura usada pelo jornal oficial do Exército, que acusou o general de minar o princípio do comando absoluto do presidente sobre as Forças Armadas. Menos tiros, mais pressão Apesar do endurecimento interno, especialistas ouvidos pelo WSJ avaliam que uma invasão iminente de Taiwan se tornou menos provável no curto prazo. , desenhada para minar a resistência política, econômica e psicológica de Taiwan sem recorrer a um conflito aberto. Essa estratégia combina exercícios militares frequentes, que simulam bloqueios navais e aéreos, com pressões econômicas, ataques cibernéticos e o uso do que autoridades chamam de “guerra legal”. Leis chinesas vêm sendo usadas para enquadrar autoridades e cidadãos taiwaneses por atividades antes tratadas como expressão política, aumentando o risco para quem viaja ao continente. Taiwan acredita que ataques cibernéticos chineses já miram infraestrutura sensível, como sistemas de energia e saúde. Paralelamente, . A centralização extrema, no entanto, tem custos. Analistas dizem que o espurgo no alto comando reduz a capacidade de controle em situações de crise. O risco é o de um Exército de mais de 1 milhão de homens operando sob um modelo informal de “comitê de um homem só”. Segundo a reportagem publicada no WSJ, a ausência de conselheiros militares experientes e dispostos a contrariar Xi aumenta a probabilidade de decisões mal calibradas, principalmente em um cenário tão sensível quanto o Estreito de Taiwan. O que os EUA querem de Taiwan A confiança de Xi também se apoia em uma reavaliação do papel dos Estados Unidos. Segundo fontes consultadas pelo WSJ, Pequim vê o presidente Donald Trump como pouco inclinado a se envolver em uma guerra custosa na Ásia. , a maior já registrada, foi interpretada em Pequim mais como estímulo à indústria de defesa dos EUA do que como garantia firme de segurança. A expectativa chinesa é que concessões comerciais possam ser usadas como moeda de troca em encontros futuros entre Xi e Trump. Do lado norte-americano, a aposta é dificultar uma ofensiva chinesa desde o começo. Se Pequim não conseguir avançar rápido no Estreito de Taiwan, o custo político e militar aumenta consideravelmente. Para isso, Washington reforça sua posição ao longo da Primeira Cadeia de Ilhas — do Japão às Filipinas, passando por Taiwan — com presença, exercícios e cooperação com aliados. Em paralelo, aprofunda a ligação econômica com Taiwan no setor de semicondutores, para tornar a ilha ainda mais relevante para a economia norte-americana e, assim, elevar o preço de uma ação militar chinesa. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/08/Trump-e-Xi-Jinping.jpeg"/>Donald Trump e Xi Jinping: acordo entre EUA e China ameaça exportação brasileira de soja | Foto: Reprodução/Redes sociais Leia também: , reportagem de Dagomir Marquezi publicada na Edição 216 da Revista Oeste O post .
Entenda o que são PPA, LDO e LOA, como funcionam e qual o papel de cada um no orçamento público. <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/PPA-LDO-e-LOA-2-300x200.webp" alt="Audiência legislativa com parlamentares sentados em plenário durante discussão orçamentária em comissão"/> PPA, LDO e LOA são três siglas fundamentais para entender como o governo planeja, organiza e executa o uso do dinheiro público no Brasil. Esses instrumentos estruturam todo o orçamento público, definindo prioridades, metas e limites para os gastos do Estado.  O que são PPA, LDO e LOA? Os PPA, LDO e LOA são os três principais instrumentos de planejamento orçamentário do setor público no Brasil. Eles organizam como o Estado:  define prioridades; planeja gastos; executa o orçamento ao longo do tempo. Na prática, esses instrumentos estruturam a forma como o dinheiro público será usado, desde o planejamento de médio prazo até a autorização anual das despesas.  Por isso, aparecem com frequência em notícias sobre orçamento, contas públicas e governamentais. Conceito geral dos instrumentos de planejamento orçamentário O planejamento orçamentário brasileiro segue uma lógica encadeada. Primeiro, o governo define objetivos estratégicos. Depois, estabelece metas anuais. Por fim, autoriza os gastos necessários para cumprir essas metas. O Plano Plurianual (PPA) define programas e objetivos para um período de quatro anos. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) orienta as prioridades de cada ano.  Já a Lei Orçamentária Anual (LOA) detalha quanto o governo pode gastar e arrecadar naquele exercício. Esse modelo busca dar previsibilidade, controle e transparência ao uso dos recursos públicos. Por que PPA, LDO e LOA são usados juntos? Os três instrumentos funcionam de forma integrada. Nenhum deles opera de maneira isolada. O orçamento anual precisa respeitar as diretrizes definidas anteriormente. A LOA só pode autorizar despesas que estejam de acordo com a LDO. Da mesma forma, a LDO deve seguir os objetivos estabelecidos no PPA. Esse encadeamento evita decisões improvisadas e garante coerência no planejamento do Estado. Assim, o uso conjunto reduz riscos fiscais e aumenta a fiscalização sobre os gastos públicos. O que é o PPA — Plano Plurianual? O Plano Plurianual (PPA) é o instrumento que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública para um período de médio prazo. Ele organiza a atuação do governo de forma estratégica. Por meio do PPA, o Estado define quais programas serão executados e quais resultados pretende alcançar nos anos seguintes. Finalidade do Plano Plurianual A principal finalidade do PPA é orientar as políticas públicas de forma contínua. Ele permite que ações governamentais ultrapassem um único exercício financeiro. Além disso, o PPA serve como base para a elaboração da LDO e da LOA. Sem ele, o planejamento orçamentário perde referência estratégica e passa a ser apenas anual. Período de vigência do PPA O Plano Plurianual tem vigência de quatro anos. Ele começa no segundo ano de um mandato e termina no primeiro ano do mandato seguinte. Esse modelo busca garantir continuidade administrativa. Mesmo com a troca de governo, parte do planejamento permanece em vigor, evitando rupturas abruptas nas políticas públicas. O que é a LDO — Lei de Diretrizes Orçamentárias? A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é o instrumento que define as prioridades do governo para um determinado ano. Ela faz a ponte entre o planejamento de médio prazo e o orçamento anual. Na prática, a LDO orienta como o orçamento deve ser elaborado e executado, estabelecendo limites, metas fiscais e regras para o uso dos recursos públicos. Função da LDO no orçamento público A principal função da LDO é organizar o orçamento anual antes de sua elaboração final. Ela estabelece quais áreas terão prioridade e quais parâmetros devem ser respeitados. Além disso, a LDO fixa metas fiscais, trata de riscos financeiros e orienta alterações na legislação tributária. Com isso, o governo reduz improvisações e aumenta a previsibilidade das contas públicas. Conexão entre PPA e LOA A LDO conecta o planejamento estratégico ao orçamento executável. Ela traduz os objetivos do Plano Plurianual (PPA) em metas e diretrizes aplicáveis ao ano seguinte. Ao mesmo tempo, a LDO impõe limites à Lei Orçamentária Anual (LOA). O orçamento anual só pode autorizar despesas que estejam alinhadas às prioridades e regras definidas na LDO, mantendo coerência entre planejamento e execução. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/PPA-LDO-e-LOA-1.webp" alt="Audiência pública em comissão legislativa com autoridades debatendo planej..."/>PPA, LDO e LOA formam a base do planejamento e da execução orçamentária do setor público. Foto: Agência Brasil/Divulgação. O que é a LOA — Lei Orçamentária Anual? A Lei Orçamentária Anual (LOA) é o instrumento que detalha quanto o governo pode arrecadar e gastar em um ano específico. Ela transforma o planejamento em autorização legal de despesas. Sem a LOA, o Estado não pode executar políticas públicas nem realizar gastos regulares, exceto em situações previstas em lei. Objetivo da Lei Orçamentária Anual O objetivo da LOA é autorizar formalmente a execução do . Ela define valores, fontes de recursos e a destinação das despesas para cada área da administração. A LOA também permite o acompanhamento e a fiscalização do uso do dinheiro público, uma vez que estabelece limites claros para a atuação do governo ao longo do exercício financeiro. Como a LOA autoriza gastos públicos A LOA autoriza gastos ao aprovar dotações orçamentárias específicas. Cada despesa precisa estar prevista no orçamento para sua execução legal. Mesmo assim, a autorização não significa gasto automático. A execução depende de arrecadação, programação financeira e cumprimento das regras fiscais estabelecidas pela LDO e pelo PPA. Qual é a diferença entre PPA, LDO e LOA? A diferença entre PPA, LDO e LOA está no tempo de planejamento e na função que cada instrumento exerce dentro do orçamento público. Juntos, então, eles organizam a forma como o Estado planeja, orienta e executa os gastos. Cada um atua em um momento distinto do processo orçamentário, mas de maneira integrada. Planejamento de longo, médio e curto prazo O Plano Plurianual (PPA) trabalha com o planejamento de médio prazo, abrangendo quatro anos. Ele define programas, bem como objetivos e metas estruturantes do governo. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) atua no curto prazo, entretanto, com função orientadora. Ela seleciona, a cada ano, quais prioridades do PPA terão foco imediato. Já a Lei Orçamentária Anual (LOA) também é de curto prazo, mas operacional. Ela autoriza, de forma detalhada, as receitas e despesas do exercício financeiro. Papel de cada instrumento no orçamento O PPA fornece a base estratégica do orçamento. Ele, portanto, aponta onde o governo pretende chegar. A LDO funciona como um filtro. Isso porque, ela define limites, metas fiscais e diretrizes que condicionam a elaboração do orçamento anual. A LOA, por sua vez, executa o planejamento. É nela que os valores são fixados e as despesas recebem autorização legal para ocorrer. Qual é o papel do PPA, LDO e LOA na Constituição Federal? A Constituição Federal estabelece o planejamento orçamentário como obrigação do Estado. Os instrumentos PPA, LDO e LOA fazem parte desse modelo constitucional de organização das finanças públicas. Esse sistema busca garantir responsabilidade fiscal, controle institucional e transparência no uso do dinheiro público. Previsão constitucional dos instrumentos A Constituição determina que o orçamento público seja estruturado por meio do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual. Esses instrumentos não são opcionais. Assim, eles constituem exigências legais que condicionam toda a atuação financeira do poder público, em nível federal, estadual e municipal. Responsabilidades do Poder Executivo e Legislativo O Poder Executivo é responsável por elaborar os projetos do PPA, da LDO e da LOA. Cabe a ele definir, por exemplo, propostas, metas e estimativas. O Poder Legislativo, por sua vez, analisa, discute e aprova esses instrumentos. Durante esse processo, então, pode propor emendas, desde que respeite os limites constitucionais e fiscais. Essa divisão de responsabilidades funciona como mecanismo de controle e equilíbrio entre os Poderes. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/PPA-LDO-e-LOA.webp" alt="Autoridades dialogam em comissão legislativa durante audiência pública sob..."/>Esses instrumentos asseguram transparência, controle e responsabilidade fiscal. Foto: Agência Brasil/Divulgação. Quais são os prazos do PPA, da LDO e da LOA? Os prazos do PPA, da LDO e da LOA organizam o calendário fiscal do Estado. Eles garantem que o planejamento e o orçamento sejam discutidos e aprovados antes da execução das despesas. O respeito a esses prazos é essencial para a regularidade das contas públicas. Prazos de envio e aprovação O Plano Plurianual (PPA) deve ser enviado pelo Poder Executivo ao Legislativo no primeiro ano do mandato. A Constituição estabelece que ele seja analisado e aprovado antes do encerramento da sessão legislativa. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é enviada anualmente, geralmente no primeiro semestre. Sua aprovação ocorre antes do recesso parlamentar do meio do ano. Já a Lei Orçamentária Anual (LOA) é encaminhada no segundo semestre. Ela precisa ser aprovada até o fim do ano para permitir a execução do orçamento no exercício seguinte. Consequências do descumprimento dos prazos O descumprimento dos prazos compromete o funcionamento da administração pública. Sem a aprovação da LOA, o governo fica limitado a executar apenas despesas essenciais. Além disso, atrasos podem gerar insegurança jurídica, dificultar investimentos e afetar a prestação de serviços públicos. Em casos extremos, o descumprimento reiterado pode resultar em responsabilização dos gestores. Qual é a importância do PPA, LDO e LOA para a gestão pública? Os instrumentos PPA, LDO e LOA são fundamentais para uma gestão pública organizada e responsável. Eles estruturam decisões, além disso, reduzem improvisações e orientam o uso dos recursos públicos. Sem esse sistema, o orçamento perde coerência e controle. Organização das políticas públicas O PPA organiza as políticas públicas ao definir programas e objetivos de médio prazo. Por outro lado, a LDO seleciona prioridades anuais dentro desse planejamento. A LOA, por fim, viabiliza a execução dessas políticas ao autorizar os gastos necessários. Esse encadeamento permite continuidade administrativa e maior eficiência na ação estatal. Controle e transparência do gasto público Os três instrumentos facilitam o controle institucional e social dos . Eles tornam visíveis as prioridades, bem como os valores autorizados e os limites de despesa. Com isso, órgãos de controle, parlamentares e cidadãos conseguem acompanhar como o dinheiro público é planejado e utilizado. O que mais saber sobre PPA, LDO e LOA? Nesta seção, então, as dúvidas mais comuns sobre o assunto aparecem com respostas diretas, para ajudar o leitor a entender o básico sem confusão.  Qual é a principal diferença entre PPA, LDO e LOA? O PPA define os objetivos e metas de médio prazo do governo; por outro lado, a LDO orienta priorizar essas metas no orçamento, e a LOA autoriza, ano a ano, os gastos públicos. PPA, LDO e LOA são obrigatórios pela Constituição? A Constituição Federal determina que se elaborem esses três instrumentos e os aprovem para garantir planejamento, controle e legalidade na gestão do orçamento público. O que acontece se a LOA não tiver aprovação a tempo? Sem a aprovação da LOA, o governo fica limitado a executar apenas despesas essenciais, seguindo regras provisórias, até que o orçamento anual tenha aprovação. O PPA pode ter alteração durante sua vigência? O PPA pode ter revisão por meio de projetos de lei, desde que respeitados os procedimentos legais e a aprovação pelo Poder Legislativo. Por que PPA, LDO e LOA são importantes para a sociedade? Porque garantem, acima de tudo, planejamento, transparência e controle sobre a utilização do dinheiro público, permitindo fiscalização e melhor uso dos recursos. Resumo desse artigo sobre PPA, LDO e LOA PPA, LDO e LOA formam o núcleo do planejamento orçamentário brasileiro; O PPA define objetivos e programas para quatro anos; A LDO orienta prioridades e regras para cada exercício financeiro; A LOA autoriza receitas e despesas anuais do governo; O uso integrado desses instrumentos garante organização, controle e transparência nas finanças públicas. O post .
Master: Justiça investiga fundo que tinha como beneficiários filhos de bilionário <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Master-Mansur-300x169.jpeg"/> A Reag Investimentos entrou no centro de uma investigação que apura um suposto esquema de desvio de recursos do por meio de fundos de aplicação. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), valores que somam R$ 1,45 bilhão circularam por estruturas controladas pela gestora. Os recursos teriam como beneficiários finais os filhos de João Carlos Mansur, fundador da empresa. As conclusões, segundo o site Metrópoles, aparecem em manifestação do MPF que apoiou pedido da Polícia Federal para incluir Mansur entre os investigados da segunda fase da . A ofensiva foi deflagrada em 14 de janeiro e avançou principalmente sobre suspeitas de atuação coordenada entre o Banco Master e a Reag. Master, Reag e a estrutura dos fundos De acordo com o processo no Supremo Tribunal Federal (STF), uma apuração do Banco Central identificou sobretudo indícios de que a Reag serviu de instrumento para desviar recursos do conglomerado financeiro. O documento sustenta que pessoas próximas a Mansur teriam participação na engrenagem do esquema. Entre os veículos financeiros mencionados estão os fundos Astralo 95 e Reag Growth 95. Para os investigadores, esses fundos integram uma cadeia extensa e complexa de controle societário. Os beneficiários finais declarados seriam Lucas Francolina Falbo Mansur, Marina Franco Falbo Mansur e Alex Franco Falbo Mansur, todos filhos do fundador da gestora. Leia também: , artigo de Roberto Motta publicado na Edição 307 da Revista Oeste Segundo o MPF, as transações não ocorreram de forma isolada. Ao contrário, haveria coordenação entre as instituições para permitir assim a transferência dos valores a destinos considerados alheios aos interesses do Banco Master. Ainda conforme os autos, a complexidade das operações reforça a suspeita de um objetivo comum: retirar recursos do conglomerado Master e direcioná-los a outros veículos financeiros. Essa dinâmica, para os investigadores, indicaria um modelo estruturado de desvio. Um dia depois da deflagração da operação, o Banco Central decretou a liquidação da Reag. A autarquia afirmou que a medida decorreu de graves violações às normas que regem as instituições do Sistema Financeiro Nacional. Leia mais notícias de na Oeste O post .
Flávio Bolsonaro visita o Oriente Médio e culpa Lula por isolamento internacional <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Flavio-Bolso-2-300x169.jpeg"/> Em visita oficial ao Bahrein, o senador . O petista seria responsável por afastar o país de várias nações em razão de um posicionamento de apoio ao terrorismo e a ditaduras. Flávio desembarcou em Bahrein nesta quinta-feira, 29, em continuidade à agenda internacional no Oriente Médio. A recepção ao senador contou com protocolo de chefe de Estado no terminal do aeroporto reservado à família real. Ele estava acompanhado do irmão Eduardo, que organizou a visita e mantém interlocução frequente com autoridades do mundo árabe. Os deputados federais Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Rodrigo Valadares (União-SE) integram a comitiva. Flávio: estratégia de aproximação Ainda no primeiro dia, Flávio e Eduardo participaram de um jantar privado no palácio do príncipe Sheikh Khaled bin Hamad Al Khalifa, uma das principais lideranças do país. Durante o encontro, o príncipe demonstrou interesse pelo estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta sexta-feira, 30, dia sagrado de descanso na cultura muçulmana, a agenda do senador incluiu uma visita a Hasan Ebrahim, membro do Conselho dos Representantes do Bahrein. O encontro faz parte da estratégia de aproximação institucional e de preparação de uma nova política externa para a região, segundo aliados do parlamentar. Flávio Bolsonaro criticou diretamente a atuação do atual governo brasileiro. Para ele, a condução da política externa sob Lula tem produzido isolamento. “A política externa do Lula para o Oriente Médio é a pior dos mundos: antissemita. Ao mesmo tempo, afasta nossos parceiros comerciais muçulmanos desenvolvidos. Enquanto bajula o Irã e grupos terroristas, nossos parceiros ficam esquecidos”. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, ressaltou o potencial econômico da região e a importância estratégica para o Brasil. Segundo ele, há expectativa de uma retomada de investimentos caso Flávio assuma a Presidência. O Bahrein, além de hub financeiro e potência industrial em setores como o alumínio, é visto como parceiro estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente no fornecimento de fertilizantes. Leia também: , reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 307 da Revista Oeste Dados citados pela comitiva indicam que, durante o governo Jair Bolsonaro, as exportações brasileiras para o Bahrein atingiram níveis elevados, mas caíram quase pela metade sob a atual gestão federal. + Leia mais notícias de na Oeste O post .