Once, human connection was a thing of great weight. A letter took weeks to arrive, a conversation stretched across hours, a visit required the exertion of travel. There was intention. There was substance. There was depth.
Now, we check in.
We send messages of supreme efficiency—How are you? (a question that no longer requires an actual answer). We respond with the briefest of affirmations—Good, you? (a transaction, rather than an exchange). We pepper our days with these interactions, quick digital gestures that serve no real purpose other than to confirm that we still exist.
And we do this endlessly. A reply. A like. A reaction. A thumbs-up to acknowledge a thumbs-up. A conversation about nothing stretched across days, punctuated by long silences and the occasional haha yeah.
It is not communication; it is the pantomime of communication, the illusion of connection without the risk of depth.
But what, then, is the core function of the phone?
Is it a tool of communication, or is it something more sinister—an instrument of interruption, an engine of compulsive presence? We believe we use the phone to connect, but more often, it is an escape hatch, a means of sidestepping true engagement, an ever-present excuse to be near each other without ever really being with each other.
We do not ask, What keeps you awake at night? We do not ask, What have you lost? We do not ask, What is it like to be you?
No, instead we check in.
And what, exactly, are we checking? That the other person is alive? That they remain tethered to their own screen, performing the same motions, waiting for the next notification to arrive? That neither of us, God forbid, has been left alone with our thoughts for too long?
If you must send a message, send one that matters. If you must call, call not out of habit but out of necessity. And when they answer, do not rush to fill the silence—let it stretch, let it become the space where something genuine might take shape.
Or, if that feels too exhausting, simply send Good, you? and continue on with your day.
The phone will not stop you. It does not care whether you reach for depth or settle for routine. It has no preference.
But you should.
O homem moderno fala de “amor” a toda a hora na televisão, em filmes, nas séries e em livros. São frequentemente organizadas paradas sobre o tema , contudo e paradoxalmente, temos as taxas mais elevadas de divórcio de sempre, famílias completamente dilaceradas e uma natalidade reduzidíssima quando comparada com as gerações precedentes. Algo parece não estar certo pois o discurso que tanto louva o “amor” parece não condizer com a atitude. Talvez um dos problemas comece desde logo pela definição da palavra, bem sabemos que cada vez mais no mundo relativista as palavras perdem o seu sentido próprio. Então vejamos, o que quer “amor” dizer concretamente para o homem moderno.
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Quando era criança divertia-me procurar pedras de diferentes formas que me fizessem lembrar diferentes objetos. Eram tempos em que podia passar horas em tarefas aparentemente simples como procurar grilos ou tentar bater o meu recorde de toques na bola sem nunca a deixar cair. Muitos dias se resumiam a isto e apesar da monotonia não eram dias aborrecidos, bem pelo contrário. Eram dias que me pareciam infinitos, como se tivessem mais de 24 horas mas simultaneamente eram dias em que parecia haver sempre algo novo a descobrir e de facto havia mesmo.
Chesterton diz que as crianças conseguem exultar na monotonia, isto é, há um apetite pelo mundo e uma vitalidade nas crianças que lhes permite olhar para a rotina como algo interessante.
Quando estamos por exemplo com um bebé e nos escondemos atrás de um pano para depois deixarmos que a nossa cara apareça subitamente, o famoso "cucu", o bebé se nos conhece habitualmente ri e demonstra satisfação por testemunhar tal acontecimento. Podemos repetir isto várias vezes e vemos que o bebé não se farta com facilidade e continua a rir do que fazemos, como se fosse a primeira vez. De facto, cada vez é única e irrepetível mas o amadurecimento dos sentidos que um adulto experimenta já dificilmente nos permite viver exultando esta monotonia. Rapidamente nos aborrecemos e assim procuramos cessar a tarefa de imediato sempre à procura da próxima. Quando um adulto e uma criança jogam à bola por exemplo a criança repete incessantemente "chuta outra vez", já o adulto pode sentir que a sua energia se esvai a cada remate.
Felizmente há um antídoto mesmo para os adultos mais empedernidos. Mais do que atividades aborrecidas, há pessoas aborrecidas e estas podem encontrar na curiosidade um bálsamo para a vida que enobrece a rotina e monotonia. Quando escolhemos olhar para o mundo de forma curiosa e presente há uma panóplia infinita de potencial e possibilidades que se apresentam diante de nós.
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