Criar boas amizades é por vezes um trabalho árduo que requer presença e dedicação, contudo é um trabalho que produz frutos muito importantes para o crescimento e saúde mental.
Ser amigo de alguém implica vermos além de nós mesmos e dos nossos interesses mais imediatos. Ao sairmos do centro da nossa atenção podemos combater desde logo o nosso egocentrismo e o nosso isolamento. Somos um ser eminentemente social e todos precisamos de comunidade. Através dos amigos conseguimos cultivar ligações aos outros, apoiarmo-nos nos momentos de dor e sofrimento e também partilhar os momentos de conquista e alegria.
Por sucessivas vezes a qualidade das amizades que temos aparece como marcador importante da boa saúde mental e satisfação com a vida, daí que seja muito importante desenvolver ferramentas que nos permitam criar boas amizades.
As verdadeiras amizades pautam-se pelo desejo mútuo do bem do outro e vão além da pura utilidade que o outro pode servir.
Tiago G
tvieiragoncalves@nostrplebs.com
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Psicólogo 🇵🇹
Bitcoin maxi
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Estou à procura de um telemóvel novo, o que recomendam ? Preço entre 400-600 €. Para mim o mais relevante é uma boa câmera.
Where can i find good ideas and examples of vibe coded projects ?
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What the heck is vine coding ?
Can you explain it like I’m five ?
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Platão diz-nos que não devemos desencorajar alguém que progride em direção a um objetivo, independentemente do quão pequeno é esse movimento.
Há vários objetivos que para os alcançarmos vamos precisar de múltiplos ensaios com pequenos movimentos e pequenas mudanças que vão-se tornando grandes quando somadas e com o passar do tempo. A passagem do tempo vai-nos provar relativamente à a nossa convicção, perseverança e compromisso com a meta. Desta forma vamos aumentando o nosso controlo emocional porque certamente em muitos dias não vamos ter vontade. Há dias em que pode até nos parecer impossível alcançar a meta e em que inclusive nos pode parecer que é em vão o nosso esforço. É precisamente nesses dias que é importante uma reorientação mental que sublinhe o caminho já percorrido e os progressos que já foram alcançados além do valor da meta em si. Desta forma conseguimos ultrapassar alguns dos obstáculos que podem existir no nosso caminho. Por vezes no domínio da psicologia humana ouvimos falar recorrentemente de motivação, no entanto, há momentos em que a motivação é insuficiente e é aí que entra a disciplina. Se se está a deparar com uma situação em que procura uma mudança na sua vida que vai beneficiar a sua saúde mental um psicólogo pode ajudar a trabalhar estes aspetos e a definir forma conjunta uma estratégia para a mudança.
Trying to orange pill some students 😄


Gm nostr , have a terrific day.
Há muitas pessoas com dificuldade em sacrificar a sua sua infância pela sua adultez, em tomar decisões que participam no seu crescimento e na sua tomada de responsabilidade e autonomia na vida. A isto chamamos o síndrome do Peter Pan.
Peter Pan conhecido na ficção como o rapaz que não crescia apesar da passagem do tempo, representa simbolicamente as consequências e personalidade de quem não cresce psicologicamente.
Peter é um rapaz mágico que exagera no seu orgulho, arrogância e prepotência. Esta personagem aparenta não ter medo da morte, no entanto a sua atitude não deve ser confundida com coragem. De facto, Peter pan tem medo da vida e todas as possibilidades que esta encerra em si.
Para crescermos temos de estar dispostos a sacrificar o potencial para fazer nascer a realidade. Algumas opções terão de ser tomadas e isso implica um sacrifício de outras. Além disto, a tomada de decisões implica também a nossa responsabilização e compromisso diante do combate às dificuldades que advêm dessas decisões.
Desta forma teremos mais argumentos para crescer. A abordagem psicológica a estes problemas pode ajudar a melhor identificar o que limita e prende este crescimento e dificulta a transformação do potencial da pessoa em realidade.
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Happy new year Nostr!
Pode ver-se por aí que a saúde mental está fundada num certo grau de tensão, aquela tensão entre o que já realizámos e aquilo que ainda queremos alcançar, ou o espaço entre o que somos e aquilo que pretendemos vir a ser. (…) Aquilo de que um ser humano realmente necessita não é de um estado sem tensões mas antes do esforço e da luta por um objetivo que valha a pena, por uma tarefa livremente escolhida.
Viktor Frankl
“It's the job that's never started as takes longest to finish.”
— J.R.R. Tolkien
@hal tell me an interesting fact about Portugal.
Once, human connection was a thing of great weight. A letter took weeks to arrive, a conversation stretched across hours, a visit required the exertion of travel. There was intention. There was substance. There was depth.
Now, we check in.
We send messages of supreme efficiency—How are you? (a question that no longer requires an actual answer). We respond with the briefest of affirmations—Good, you? (a transaction, rather than an exchange). We pepper our days with these interactions, quick digital gestures that serve no real purpose other than to confirm that we still exist.
And we do this endlessly. A reply. A like. A reaction. A thumbs-up to acknowledge a thumbs-up. A conversation about nothing stretched across days, punctuated by long silences and the occasional haha yeah.
It is not communication; it is the pantomime of communication, the illusion of connection without the risk of depth.
But what, then, is the core function of the phone?
Is it a tool of communication, or is it something more sinister—an instrument of interruption, an engine of compulsive presence? We believe we use the phone to connect, but more often, it is an escape hatch, a means of sidestepping true engagement, an ever-present excuse to be near each other without ever really being with each other.
We do not ask, What keeps you awake at night? We do not ask, What have you lost? We do not ask, What is it like to be you?
No, instead we check in.
And what, exactly, are we checking? That the other person is alive? That they remain tethered to their own screen, performing the same motions, waiting for the next notification to arrive? That neither of us, God forbid, has been left alone with our thoughts for too long?
If you must send a message, send one that matters. If you must call, call not out of habit but out of necessity. And when they answer, do not rush to fill the silence—let it stretch, let it become the space where something genuine might take shape.
Or, if that feels too exhausting, simply send Good, you? and continue on with your day.
The phone will not stop you. It does not care whether you reach for depth or settle for routine. It has no preference.
But you should.
Estava a tentar explicar ás minhas cabras algo sobre a inflação, mas vejam a reação delas. Não há condições !!