Existe uma ambição da OMS chamada Cobertura Universal de Saúde.
De acordo com os mesmos, "a meta é garantir que todas as pessoas e comunidades tenham acesso a serviços de saúde de qualidade sem enfrentar dificuldades financeiras para pagar por eles".
Pois bem. Em 2017, a famigerada Fundação Rockefeller disse "orgulha-se de juntar-se à coligação da cobertura universal de saúde e de assinar o Pacto Global na 70.ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, formalizando o seu apoio à CUS2030, que estabelece as bases para alcançar a saúde para todos."
Essa fundação promove o aborto no mundo todo há décadas.
Aí tem coisa...
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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> Tu nos fizeste para Ti, ó Senhor, e nosso coração está inquieto enquanto não repousa em Ti. — Santo Agostinho.
Nossa alma é imortal e foi feita por Deus para unir-se a Ele. Não há nada neste vale de lágrimas em que vivemos que possa nos satisfazer. Vá, busque fora o que quiser: todo o prazer sensorial que o mundo oferece, todo o dinheiro, a fortuna, a fama, o conforto e as viagens por todos os cantos do planeta. Busque as falsas doutrinas, busque as ideologias. Passem-se os anos que forem, nada disso o satisfará; você permanecerá inquieto, incompleto, com uma fome insaciável.
> E eis que estavas dentro de mim, e eu fora, e aí te procurava;
> e, disforme como era, lançava-me sobre as belas formas das tuas criaturas.
> Estavas comigo, mas eu não estava contigo.
Por isso o Inferno é tão abominável: uma alma permanece em um estado eterno no qual experimenta uma miséria tão profunda que sua existência se torna para ela motivo de tormento, pois se encontra totalmente separada e distante daquilo para o qual foi feita. Porém, não pode deixar de existir, pois é imortal. Por esse motivo, odeia quem a criou e quem a sustenta na existência. Uma alma condenada odeia existir e odeia Aquele que permitiu sua existência, mesmo tendo-lhe dado diversas oportunidades para alcançar a felicidade eterna. Ela culpa a si mesma, mas culpa também o Criador. Por toda a eternidade!
Ah, se nós, criaturas ignorantes que somos, refletíssemos acerca dessa realidade com frequência, não nos precipitaríamos para longe daquilo para o qual fomos criados. Porém, nossos ruídos não nos permitem ouvir o Verbo Interno, e nossos vícios não permitem que chegue até nós o Verbo Externo. Deplorável situação a do homem, que busca fora aquilo que se encontra dentro!
Pobre nação desditosa a Venezuela.
Ha! Existe um termo para o brasileiro "hihihi levei vantagem". Perfeito, vou adotar!


Sou contra qualquer coisa que viole e vá contra a família, o direito à propriedade privada e o respeito à vida. E o desarmamento viola os três simultaneamente.
OK, preciso para de ficar adicionando livros à lista.
Livro interessante este:
A Secular Age, lançado em 2007 pelo renomado filósofo católico canadense Charles Taylor, é considerado uma das obras de filosofia e sociologia da religião mais importantes do século XXI.
A tese central do livro é de que a secularização não significa apenas o declínio da crença em Deus, mas sim uma mudança profunda nas condições em que acreditamos. Taylor investiga como saímos de um mundo (no ano de 1500) onde era praticamente impossível não acreditar em Deus, para um mundo (no ano 2000) onde a crença religiosa é apenas uma opção entre muitas outras — e, frequentemente, a mais difícil de sustentar.
Taylor começa o livro explicando que a palavra "secular" possui três significados distintos, e que a maioria dos intelectuais foca nos sentidos errados:
Secularidade 1 (Espaços Públicos): O esvaziamento de Deus e da religião das esferas públicas, do Estado, da política e da economia.
Secularidade 2 (Prática Religiosa): O declínio do número de pessoas que frequentam igrejas ou que mantêm crenças religiosas tradicionais.
Secularidade 3 (O Foco de Taylor): A mudança nas condições de crença. A secularidade, para Taylor, é um ambiente cultural onde a fé não é mais axiomática (óbvia). A incredulidade tornou-se uma alternativa viável, legítima e, em muitos círculos sociais, a padrão.
O Eu Poroso vs. O Eu Blindado (The Porous Self vs. The Buffered Self):
No passado, o ser humano tinha um "eu poroso": as pessoas acreditavam que o mundo exterior estava cheio de espíritos, demônios e forças divinas que podiam afetá-las diretamente. O significado das coisas estava no mundo.
Na modernidade, desenvolvemos um "eu blindado": o indivíduo se fecha em sua própria mente. Desencantamos o mundo. Agora, o significado, a moral e o propósito residem puramente dentro de nós, criando uma barreira contra o sobrenatural.
O Humanismo Exclusivo: Taylor argumenta que a grande novidade da modernidade foi o surgimento do "humanismo exclusivo". Pela primeira vez na história humana, criou-se uma visão de florescimento humano que não encontra nenhuma finalidade ou propósito além da própria vida terrena e do bem-estar material, descartando completamente a transcendência.
O Efeito Supernova: A quebra do monopólio religioso não gerou apenas o ateísmo. Em vez disso, gerou uma explosão (uma "supernova") de opções espirituais, agnósticas, pagãs e individualistas. As pessoas agora customizam suas próprias buscas por sentido, um fenômeno que Taylor chama de "a era da autenticidade".
O Mal-Estar da Imanência (The Immanent Frame): Vivemos dentro de uma "moldura imanente" (um mundo ordenado puramente pelas leis da física, biologia e política). No entanto, Taylor aponta que esse fechamento gera um mal-estar: uma sensação constante de perda, nostalgia ou um anseio por algo maior que o self blindado não consegue preencher plenamente.
A Secular Age, lançado em 2007 pelo renomado filósofo católico canadense Charles Taylor, é considerado uma das obras de filosofia e sociologia da religião mais importantes do século XXI.
A tese central do livro é de que a secularização não significa apenas o declínio da crença em Deus, mas sim uma mudança profunda nas condições em que acreditamos. Taylor investiga como saímos de um mundo (no ano de 1500) onde era praticamente impossível não acreditar em Deus, para um mundo (no ano 2000) onde a crença religiosa é apenas uma opção entre muitas outras — e, frequentemente, a mais difícil de sustentar.
Taylor começa o livro explicando que a palavra "secular" possui três significados distintos, e que a maioria dos intelectuais foca nos sentidos errados:
Secularidade 1 (Espaços Públicos): O esvaziamento de Deus e da religião das esferas públicas, do Estado, da política e da economia.
Secularidade 2 (Prática Religiosa): O declínio do número de pessoas que frequentam igrejas ou que mantêm crenças religiosas tradicionais.
Secularidade 3 (O Foco de Taylor): A mudança nas condições de crença. A secularidade, para Taylor, é um ambiente cultural onde a fé não é mais axiomática (óbvia). A incredulidade tornou-se uma alternativa viável, legítima e, em muitos círculos sociais, a padrão.
O Eu Poroso vs. O Eu Blindado (The Porous Self vs. The Buffered Self):
No passado, o ser humano tinha um "eu poroso": as pessoas acreditavam que o mundo exterior estava cheio de espíritos, demônios e forças divinas que podiam afetá-las diretamente. O significado das coisas estava no mundo.
Na modernidade, desenvolvemos um "eu blindado": o indivíduo se fecha em sua própria mente. Desencantamos o mundo. Agora, o significado, a moral e o propósito residem puramente dentro de nós, criando uma barreira contra o sobrenatural.
O Humanismo Exclusivo: Taylor argumenta que a grande novidade da modernidade foi o surgimento do "humanismo exclusivo". Pela primeira vez na história humana, criou-se uma visão de florescimento humano que não encontra nenhuma finalidade ou propósito além da própria vida terrena e do bem-estar material, descartando completamente a transcendência.
O Efeito Supernova: A quebra do monopólio religioso não gerou apenas o ateísmo. Em vez disso, gerou uma explosão (uma "supernova") de opções espirituais, agnósticas, pagãs e individualistas. As pessoas agora customizam suas próprias buscas por sentido, um fenômeno que Taylor chama de "a era da autenticidade".
O Mal-Estar da Imanência (The Immanent Frame): Vivemos dentro de uma "moldura imanente" (um mundo ordenado puramente pelas leis da física, biologia e política). No entanto, Taylor aponta que esse fechamento gera um mal-estar: uma sensação constante de perda, nostalgia ou um anseio por algo maior que o self blindado não consegue preencher plenamente."Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira" - Leon Tolstói.
Pergunta aos leitores de bons livros:
Vocês costumam criar eixos ou ciclos de leitura? Quero dizer: pegar vários livros da sua lista que abordam mais ou menos o mesmo tema e lê-los seguidamente, como um trilha, ou só leem aleatoriamente?
Meus inimigos são os engenheiros sociais, tiranos e revolucionários.
Espanha se redimiu da catástrofe do primeiro jogo. Oyarzabal, Cucurella e Yamal jogam muito!
Metánoia é uma palavra usada para designar uma profunda transformação do modo de pensar, de interpretar e de julgar a realidade. Trata-se de uma reorientação da pessoa como um todo, indo muito além de uma simples mudança de opinião.
A palavra phrónema serve justamente para designar essa orientação interior da pessoa. Traduzi-la como "mentalidade" ou "cosmovisão" é uma aproximação imperfeita, pois phrónema se refere a algo mais central e profundo. O phrónema de alguém diz respeito à sua disposição interior, à orientação fundamental da sua vida, ao modo habitual de perceber, julgar e habitar a realidade. É a fonte da qual brotam os pensamentos, os desejos, os juízos e as ações.
Portanto, a metánoia é a transformação progressiva do próprio phrónema. Trata-se de uma mudança tão profunda que não pode ser alcançada apenas pelo esforço humano, mas exige a ação da graça divina.
É a isso que Paulo se refere na Carta aos Romanos:
> Romanos 12,2
> *"Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente."*
> Romanos 8,6
>*"Pois o phrónema da carne é morte; mas o phrónema do Espírito é vida e paz."*
O phrónema da carne designa uma pessoa fechada em si mesma, governada pela lógica da autossuficiência e orientada para si como fim último.
Já o phrónema do Espírito designa alguém que vive orientado para Deus e aberto à ação do Espírito Santo. Vai muito além de pensar ocasionalmente em temas religiosos ou refletir sobre as realidades celestes. Trata-se de viver concretamente à luz da presença de Deus e da ação da graça, permitindo que toda a existência seja progressivamente configurada a Cristo.
É nessa transformação do phrónema (nessa metánoia) que a pessoa deixa de orientar sua vida principalmente pela pergunta "isto é pecado ou não é pecado?" e passa a orientar-se pelo amor a Deus.
A vida espiritual consiste precisamente nessa passagem progressiva do _phrónema da carne_ para o _phrónema do Espírito_, até que o cristão possa dizer, com São Paulo, “*vivo, mas já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim*” — Gálatas 2,20.
Fiz umas pesquisas e pedi pro GPT criar um guia de estudos sobre psicologia católica, em contraposição à psicologia materialista moderna. Vou compartilhar no próximo post.
"Nem toda tristeza é depressão, nem toda ansiedade é transtorno, nem todo sofrimento é patológico. Parte do sofrimento humano pertence à condição existencial e pode até ter valor formativo quando integrado adequadamente."
D. Pedro II teve o que merecia ao trair a Igreja e se aliar aos maçons. Alertado ele foi pelo Papa Leão XIII.
Pelo menos nos últimos 500 anos, temos maçons, marxistas, revolucionários, judeus, protestantes, satanistas, etc., querendo e agindo pelo fim da Igreja Católica. Mesmo assim, Ela prevalece e permanece de pé.
A maçonaria patrocinou a proliferação do protestantismo pelo Brasil para minar a influência da Igreja no Império, principalmente na década de 1870.
O objetivo era criar um conflito insolúvel que mostrasse a incompatibilidade entre a Monarquia e o ideal maçônico de liberdade, apresentando a República como a única solução.
Eles acreditavam que, para revolucionar o país e implantar a República, era necessário primeiro "descatolicizá-lo". Então desejavam uma Igreja subserviente ao Estado e viam no protestantismo uma ferramenta para promover esse ideal de "progresso".
Diversas lojas maçônicas cediam suas dependências para que missionários protestantes realizassem cultos e estudos bíblicos.
A maçonaria ajudou a financiar a construção de templos e ofereceu espaços em jornais influentes para que missionários publicassem críticas às doutrinas católicas.
Para os bispos da época, como Dom Vital e Dom Macedo Costa, essa união era vista claramente como uma conspiração para "protestantizar" e revolucionar o país. Eles acreditavam que o avanço protestante era o prelúdio para a fragmentação do território e a queda da Monarquia, servindo aos interesses republicanos e de potências como os Estados Unidos e a Prússia.
Esse conflito estratégico foi um fator determinante para o Golpe Republicano de 1889.

Internet Archive
O Protestantismo, a Maçonaria e a Questão Religiosa no Brasil : David Gueiros Vieira : Free Download, Borrow, and Streaming : Internet Archive
Este é o mais completo livro que já se escreveu sobre a Questão Religiosa. Por meio dele vocês descobrirão que a ...

Maçonaria e Maçon(s)
A contribuição da Maçonaria para a consolidação do protestantismo no Brasil - Maçonaria e Maçon(s)
Este artigo discute a relação entre a Maçonaria e o Protestantismo no período do Brasil Imperial. Trata-se de uma pesquisa que mostra a relevâ...
“Quando dois não pensam do mesmo modo, como poderão amar-se por muito tempo? É amor que há de acabar com a vida, pois, se um não guarda a lei divina, e, por conseguinte, não ama a Deus, diferentes hão de ser os seus destinos”
Recomendo a leitura:

Padre Paulo Ricardo
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“Nunca é por acaso que duas almas imortais se encontram”. Se temos bons companheiros na jornada desta vida, então temos o próprio Deus, vis...
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Como cultivar amizades santas?
Aprenda a cultivar verdadeiras amizades com dois santos da Igreja Antiga.
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O perigo das 'grandes amizades'
Peçamos a Deus, com o auxílio da Virgem Maria, o dom desta verdadeira amizade: a amizade que leva os outros para o céu!
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A correção que leva para o céu
A primeira preocupação de um coração enamorado por Cristo é a de levar seus irmãos para o céu.
Padre Paulo Ricardo
O que faz um amigo?
As amizades santas são um tesouro que Deus concede aos que o temem e procuram nesta vida ter o coração centrado em Cristo, Nosso Senhor.
Peter falou umas coisas que eu não esperava neste vídeo.
A gênese da atual mentalidade sobre o matrimônio e a procriação no Ocidente remete ao ano de 1952, quando o bilionário John Rockefeller III fundou o Conselho Populacional (Population Council) em Nova York. Esta fundação marcou o início de uma agenda global que buscava o controle demográfico.
Após a Segunda Guerra Mundial, o termo "eugenia" caiu em descrédito devido à sua associação com o nazismo, o que levou os estrategistas a adotarem a linguagem de "controle populacional" para justificar intervenções na natalidade de nações estrangeiras. As fundações Rockefeller e Ford assumiram o protagonismo no financiamento de pesquisas médicas que resultaram nos primeiros contraceptivos modernos, como a pílula e os dispositivos intrauterinos (DIUs). Historicamente, a disseminação desses métodos não foi um processo espontâneo, foi necessária uma operação orquestrada para ser "aceita como método próprio" pelas autoridades locais em países em desenvolvimento, evitando a imagem de imposição norte-americana.
A partir de 1990, a estratégia evoluiu para o que a Fundação Ford denominou "Direitos Sexuais e Reprodutivos", deslocando o foco da infraestrutura médica para o investimento maciço em ciências sociais. O objetivo explícito era desmotivar o desejo das famílias de terem filhos, utilizando a emancipação da mulher e sua inserção no mercado de trabalho como ferramentas de engenharia social para reduzir o tamanho das famílias. Sob essa ótica, a maternidade passou a ser apresentada em círculos acadêmicos e na mídia como uma "escravidão biológica" ou um fardo que impediria a realização plena da mulher no espaço público. Esse movimento convergiu com vertentes do marxismo cultural que, desde o início do século XX, identificavam a família monogâmica como um instrumento de opressão burguesa que precisava ser pulverizado para permitir a revolução socialista.
No cenário brasileiro, a Fundação MacArthur desempenhou seu papel, aplicando aproximadamente 36 milhões de dólares entre 1990 e 2002 para financiar uma rede de ONGs e pesquisadores. O propósito dessa vultosa soma era preparar o terreno cultural e jurídico para a legalização do aborto no Brasil, treinando o que o sociólogo Pierre Bourdieu chamou de "classe falante" (jornalistas, juízes e médicos) para adotar a nova terminologia dos direitos reprodutivos. Ao encerrar suas atividades diretas no país em 2002, a MacArthur deixou um fundo de 2 milhões de dólares, gerido pelo CEBRAP através da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), garantindo a continuidade da agenda de educação pública e lobby parlamentar.
Paralelamente, durante a década de 1970, a agência governamental USAID foi autorizada pelo Senado americano a financiar programas de planejamento familiar no exterior. Sob a coordenação do Dr. Reimert Ravenholt, a agência investiu cerca de 2 bilhões de dólares em dez anos para promover a esterilização e o aborto, inclusive financiando a ida de milhares de médicos estrangeiros para treinamento na Universidade John Hopkins. Ravenholt via as modernas drogas abortivas como a "nova penicilina" que curaria o mundo da "enfermidade da explosão populacional". Essas drogas, que muitas vezes permaneciam em prateleiras devido ao receio ético das indústrias farmacêuticas, foram impulsionadas por consórcios internacionais financiados pela Fundação Rockefeller, como o ISEC e o ICMA.
Atualmente, os estrategistas utilizam o conceito de "redução de danos" para promover o aborto químico e serviços de "aborto seguro", especialmente onde a prática ainda é ilegal. O Instituto Bill e Melinda Gates de População e Saúde Reprodutiva tornou-se um dos principais motores financeiros dessa fase, integrando o aborto aos programas de planejamento familiar em escala global. Essa coalizão de fundações multibilionárias e agências internacionais busca contornar a resistência das populações e da Igreja Católica, apresentando o aborto como uma questão de saúde pública e uma decisão moral individual.