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ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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A gênese da atual mentalidade sobre o matrimônio e a procriação no Ocidente remete ao ano de 1952, quando o bilionário John Rockefeller III fundou o Conselho Populacional (Population Council) em Nova York. Esta fundação marcou o início de uma agenda global que buscava o controle demográfico. Após a Segunda Guerra Mundial, o termo "eugenia" caiu em descrédito devido à sua associação com o nazismo, o que levou os estrategistas a adotarem a linguagem de "controle populacional" para justificar intervenções na natalidade de nações estrangeiras. As fundações Rockefeller e Ford assumiram o protagonismo no financiamento de pesquisas médicas que resultaram nos primeiros contraceptivos modernos, como a pílula e os dispositivos intrauterinos (DIUs). Historicamente, a disseminação desses métodos não foi um processo espontâneo, foi necessária uma operação orquestrada para ser "aceita como método próprio" pelas autoridades locais em países em desenvolvimento, evitando a imagem de imposição norte-americana. A partir de 1990, a estratégia evoluiu para o que a Fundação Ford denominou "Direitos Sexuais e Reprodutivos", deslocando o foco da infraestrutura médica para o investimento maciço em ciências sociais. O objetivo explícito era desmotivar o desejo das famílias de terem filhos, utilizando a emancipação da mulher e sua inserção no mercado de trabalho como ferramentas de engenharia social para reduzir o tamanho das famílias. Sob essa ótica, a maternidade passou a ser apresentada em círculos acadêmicos e na mídia como uma "escravidão biológica" ou um fardo que impediria a realização plena da mulher no espaço público. Esse movimento convergiu com vertentes do marxismo cultural que, desde o início do século XX, identificavam a família monogâmica como um instrumento de opressão burguesa que precisava ser pulverizado para permitir a revolução socialista. No cenário brasileiro, a Fundação MacArthur desempenhou seu papel, aplicando aproximadamente 36 milhões de dólares entre 1990 e 2002 para financiar uma rede de ONGs e pesquisadores. O propósito dessa vultosa soma era preparar o terreno cultural e jurídico para a legalização do aborto no Brasil, treinando o que o sociólogo Pierre Bourdieu chamou de "classe falante" (jornalistas, juízes e médicos) para adotar a nova terminologia dos direitos reprodutivos. Ao encerrar suas atividades diretas no país em 2002, a MacArthur deixou um fundo de 2 milhões de dólares, gerido pelo CEBRAP através da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), garantindo a continuidade da agenda de educação pública e lobby parlamentar. Paralelamente, durante a década de 1970, a agência governamental USAID foi autorizada pelo Senado americano a financiar programas de planejamento familiar no exterior. Sob a coordenação do Dr. Reimert Ravenholt, a agência investiu cerca de 2 bilhões de dólares em dez anos para promover a esterilização e o aborto, inclusive financiando a ida de milhares de médicos estrangeiros para treinamento na Universidade John Hopkins. Ravenholt via as modernas drogas abortivas como a "nova penicilina" que curaria o mundo da "enfermidade da explosão populacional". Essas drogas, que muitas vezes permaneciam em prateleiras devido ao receio ético das indústrias farmacêuticas, foram impulsionadas por consórcios internacionais financiados pela Fundação Rockefeller, como o ISEC e o ICMA. Atualmente, os estrategistas utilizam o conceito de "redução de danos" para promover o aborto químico e serviços de "aborto seguro", especialmente onde a prática ainda é ilegal. O Instituto Bill e Melinda Gates de População e Saúde Reprodutiva tornou-se um dos principais motores financeiros dessa fase, integrando o aborto aos programas de planejamento familiar em escala global. Essa coalizão de fundações multibilionárias e agências internacionais busca contornar a resistência das populações e da Igreja Católica, apresentando o aborto como uma questão de saúde pública e uma decisão moral individual.
Nem o mais tirânico dos reis do período mais absolutista da história vislumbrava um nível de controle e vigilância populacional tão grande por parte do Estado quanto no sec. XXI. Estado + grandes corporações.
Meu novo passatempo favorito: aprender cantos litúrgicos em outras línguas, principalmente latim e grego.
Recomendo enormemente este curso a todos que buscam crescer na fé. Posso garantir que não sou mais o mesmo de quando o comecei. Esse curso tira uma névoa dos nossos olhos e acende em nós um desejo real de buscar a santidade. Esplêndido! Quem quiser, eu tenho ele todo baixado.
Se vê que laços fazem muita falta hoje em dia. Laços reais. O contato físico e pessoal nunca poderá ser completamente substituído pelo virtual, onde as pessoas só vêem o que querem e escolhem o que ouvir. Se alguém incomoda, só bloqueia. Toda relação passa a ser de uma frieza enorme e isso impossibilita a criação de laços verdadeiros, onde as duas partes confiam uma na outra e se amam, apesar de terem pontos de divergência. Isso nos obriga a sermos mais resilientes, pacientes e ponderados. A internet é uma maravilha, quando bem usada (como qualquer ferramenta), mas quando o indivíduo se isola do mundo real e se entoca em bolhas virtuais, isso pode atrapalhar o desenvolvimento humano e psicológico, pois, como diria o Olavo, cria-se uma casca de intelectualidade sem lastro na vida real e concreta. A vivência, as decepções, discussões, arrependimentos, reconciliações, são essas coisas que criam laços e amadurecem a visão de um homem que vai além de um acúmulo de material cultural, mas enclausurado numa torre de marfim virtual. Relações humanas não são exatas, e isso pode ser ruim ou bom, a depender do quão bem você aprendeu a lidar com isso. De qualquer forma, no fim, vale a pena criar laços e ter pessoas ao seu redor que, apesar de conhecerem os seus péssimos defeitos, podem ajudar-te a passar por este vale de lágrimas, e vice-versa.
Hoje, pela segunda missa seguida, o padre lançou palavras depreciativas a quem comunga direto na boca, afirmando causar divisão e serem como fariseus. Teimoso que sou, supliquei misericórdia divina e comunguei de joelhos e na boca. Assim o farei, mesmo que eu seja o único numa igreja lotada a fazê-lo. Não porque sou melhor que os outros - muito pelo contrário -, mas por ter esse direito segundo a Santa Igreja.
Eu me recuso a bajular empresário incondicionalmente, como se o sujeito fosse um santo, incapaz de ser avarento. Tem um monte por aí que é imoral mesmo. Que enche o próprio bolso de grana enquanto paga mal os empregados, por ganância pura e simples, não por impostos ou burocracia. Em cidades do interior (que geralmente possuem um comércio bem limitado e monopolizado) isso é bem comum: o empregado fica um ano recebendo menos de um salário, sem qualquer vínculo formal (contrato PJ ou CLT), à mercê da sorte e da confiança. "Tu és um socialista enrustido!". Não, porra! Se tem uma coisa que defendo é livre mercado. Odeio socialismo! Só que eu me vejo numa sociedade pagã que idolatra o dinheiro e isso não muda só porque o sujeito abriu uma empresa. Não seja tapado! Da mesma forma, existem muitos empregados oportunistas, que agem de má-fé, que são até mais gananciosos e vivem em busca de pretextos para processar uma pequena empresa e arrancar a maior quantia possível de dinheiro do patrão. Pessoas continuam sendo pessoas independentemente da posição que ocupam. Tudo por ganância!
Rejeitar qualquer representação material de Deus é, em última análise, um resquício de maniqueísmo, que via a matéria como algo intrinsecamente mau ou incapaz de comunicar a graça divina.
Se a Igreja Católica, que tem magistério, hierarquia e afins, está infiltrada de marxistas e modernistas, imagina as comunidades protestantes.
A Grécia mudou consideravelmente após Alexandre. E o séc V a.C. foi impressionante! image
É sinal de soberba se me sinto profundamente incomodado se uma pessoa fala sobre algo que não entende e se posiciona como entendedor?