Muitas vezes o sujeito que passa tempo demais na internet, especialmente em bolhas, se desconecta da vida real e concreta e passa a adotar ideias e discursos que não condizem com a realidade prática.
Por exemplo, ao conversar e ouvir pessoas comuns por aí, o grosso da população, você vê claramente que a população brasileira ainda é condensadora em muitos aspectos. O sujeito do interior ou da cidade grande que vota no PT não é exatamente esquerdista ou progressista, ele só é ingênuo o suficiente pra ser burro (ou burro o suficiente pra ser ingênuo). São os idiotas úteis, que também existem na direita.
Ao meu ver isso se dá, como dizia o Olavo, porque o que rola nas escolas hoje não é doutrinação, mas emburrecimento programado. Não é que o sujeito defenda de fato aquilo - que ele nem entende direito -, ele só repete e age de acordo com o grupo
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
molonlabe@zaps.lol
npub1d0ju...yvcy
Life, family and property.
PGP key ID:
E8B3 FA2D EC0B 62A0
Acabo de assistir Avatar 3. Assim como os outros, um maravilhoso filme, porém um pouco abaixo dos anteriores.
Foram 3 horas bem interessantes de filme que passaram bem rápido. Minhas críticas nesse momento são ao reaproveitamento do vilão que já se arrasta por três filmes e o baixo desenvolvimento do Povo das Cinzas. Tirando isso, baita filme!
Quantos e quais livros você leu neste ano?
Eu li Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental, Divini Redemptoris, Rerum Novarum, Quadragesimo Anno, Quanta Cura, Confissões de Santo Agostinho, A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo e Apologia de Sócrates. E reli A Mentalidade Anticapitalista.
Também li entre 70~80% da Ilíada.
9,5 livros lidos, pode-se dizer.
De acordo com o World Population Review, os brasileiros leem tanto quando os sul coreanos e mais do que os dinamarqueses 👍🏻


Vocês planejam assistir alguma coisa no cinema nos próximos meses?
Eu planejo ir ver Avatar 3, Werwulf e A Odisseia.
OK, agora quero fazer isso.
View quoted note →
Impressionante como o adulto médio brasileiro tem mentalidade de adolescente. Pararam no tempo.
Estou um pouco frustrado. Hoje eu poderia ter conhecido pessoalmente o grande dr. Rômulo Mendonça que está aqui em BH, mas devido ao trabalho não será possível.
Para quem não conhece, Rômulo é PhD em Zoologia pela Universidade de Oxford e atualmente atua como pesquisador de pós-doutorado em Ciências Biológicas no Royal Botanic Gardens.
É católico e tem um canal no YouTube:
Eu ainda fico surpreso com o quão pouco as pessoas que vivem em capitais entendem do funcionamento da natureza.
Essa desconexão do homem com o natural não me parece um acidente.
Como alguém pode dizer que “ama o Brasil” e não desejar que ele passe por profundas mudanças?
Chesterton estava certo:
“A questão não é que este mundo seja triste demais para ser amado ou alegre demais para não ser amado; a questão é que, quando você ama alguma coisa, a sua alegria é um motivo para amá-la, e a sua tristeza é um motivo para amá-la ainda mais. Todos os pensamentos otimistas sobre a Inglaterra [país de Chesterton] e todos os pensamentos pessimistas sobre ela são igualmente razões para o patriotismo inglês. Do mesmo modo, otimismo e pessimismo são argumentos igualmente válidos para o patriotismo cósmico.”
_Ortodoxia, G. K. Chesterton
Meus caros protestantes que desejam e advogam pelo fim da Santa Igreja Católica: se a Igreja viesse a cair (o que não acontecerá) não restaria sobre esta terra um único tijolo de cristianismo.
Seja católico romano, ortodoxo ou protestante, tudo ruiria, pois a única instituição histórica, visível e contínua que sustenta a fé dos Apóstolos é a Igreja Católica Apostólica Romana.
Já no início do século II, Santo Inácio de Antioquia afirmava: “Onde está o bispo, ali esteja a comunidade; assim como onde está Cristo Jesus, ali está a Igreja Católica.” A fé cristã, portanto, não subsiste em abstrações individuais, e sim na comunhão visível, hierárquica e sacramental instituída pelos próprios Apóstolos.
Santo Irineu de Lião, combatendo as heresias gnósticas, ensinava que “é obrigatório obedecer aos presbíteros que estão na Igreja — aqueles que, como mostrei, possuem a sucessão apostólica” e que, por causa de sua origem mais excelente, “é com a Igreja de Roma que deve concordar toda Igreja”. Não é a interpretação privada que conserva a fé, mas a sucessão apostólica contínua.
Tertuliano, ainda no século III, desafiava os dissidentes a recorrerem às Igrejas apostólicas, “junto às quais as próprias cátedras dos Apóstolos ainda presidem em seus lugares”.
São Cipriano de Cartago foi ainda mais categórico: “Há um só Deus e um só Cristo, e uma só Igreja, e uma só cátedra fundada sobre Pedro pela palavra do Senhor. Não é possível estabelecer outro altar nem haver outro sacerdócio além desse único altar e desse único sacerdócio. Quem se reúne em outro lugar, dispersa.” e “não pode ter Deus por Pai quem não tem a Igreja por Mãe”.
Santo Atanásio, defensor da fé nicena, afirmava sem ambiguidades: “Esta é a fé católica e quem não a crer fiel e firmemente, não poderá ser salvo.” São Jerônimo, por sua vez, declarava: “não me comunico com ninguém senão com a vossa beatitude, isto é, com a Cátedra de Pedro. Pois sei que esta é a rocha sobre a qual a Igreja foi edificada.”
Por fim, Santo Agostinho confessava que não creria no Evangelho se não fosse movido pela autoridade da Igreja Católica, recordando que a sucessão dos bispos desde a cátedra de Pedro é um dos principais motivos de sua permanência na fé.
Diante da proliferação incessante de novas comunidades protestantes, surgindo a cada semana, é ilusório supor que a fé cristã poderia subsistir sem a Igreja Católica. São Vicente de Lérins sintetizou o critério da verdadeira fé ao ensinar que se deve guardar aquilo que foi crido “em toda parte, sempre e por todos”.
Há dois mil anos, a Igreja Católica permanece como a coluna e o sustentáculo da verdade como o corpo histórico e visível no qual a fé dos Apóstolos foi preservada, transmitida e defendida contra toda dissolução.