Pensamento do dia.
Otavio
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Cristão Reformado
Escritor & Professor
Um servo de Jesus Cristo
Diga não ao paganismo na epistemologia.


Epistemologia em The Big Bang Theory
Seria Sheldon Cooper um Agostiniano antiaristotélico defensor do Conhecimento Inato?
Uma coisa que ninguém fala em Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, Edição Definitiva (2016), é o fato de que Lex Luthor ameaça uma senadora americana duas vezes e isso não dá em nada.


Esse é o tipo de vídeo educacional que eu assisto na hora do almoço.
"O Cristo bíblico não é um Cristo místico ou ideológico, isto é, ele não é apenas uma idéia ou um exemplo, mas é a segunda pessoa do Deus Triúno manifesta na história. Sua encarnação, vida, ministério, morte, sepultamento, ressurreição e ascensão realmente aconteceram na história; eles não são eventos simbólicos ou mitológicos. Pedro diz: “De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; ao contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade” (2Pedro 1:16). Quando Jesus Cristo ascendeu aos céus, os anjos disseram para os seus discípulos: “Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir” (Atos 1:11). É o mesmo Jesus de Nazaré que retornará, e retornará “da mesma forma”. Os cristãos devem entender e afirmar a natureza histórica da nossa mensagem cristológica porque tem havido uma ressurgimento de falsas doutrinas nas quais Cristo é apresentado como pouco menos que um símbolo ideológico ou exemplo moral. Mas temos notado que qualquer mensagem que não seja cristológica no sentido bíblico e histórico é do anticristo. Um Cristo simbólico que não é nada mais que uma idéia e que não realiza nenhuma obra redentora na história não pode salvar ninguém. O objeto da fé de tal mensagem distorcida não é o Cristo bíblico de forma alguma."
"O Cristo da Escritura é Deus manifesto em carne humana. Ele é plenamente Deus e plenamente homem. João testifica: “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14). Ele também nos adverte contra qualquer distorção ou negação da encarnação de Cristo: “Vocês podem reconhecer o Espírito de Deus deste modo: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus; mas todo espírito que não confessa Jesus não procede de Deus. Esse é o espírito do anticristo, acerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo” (1João 4:2-3)."
“Quão admirável é a força da verdade! Sim, a verdade é sempre vitoriosa, ainda que sustentada por um número muito pequeno. Não ter outro recurso além do grande número, apresentá-lo no lugar de provas certas e evidentes, recorrer a ele como um baluarte contra todos os ataques e como resposta a todas as dificuldades, é reconhecer a fraqueza da própria causa; é admitir a impossibilidade de se defender; é, em uma palavra, confessar-se vencido.”
— Santo Atanásio
Soli Deo Gloria!
"Qualquer mensagem que não seja cristológica no sentido bíblico é na realidade anticristã. Para uma mensagem ser cristológica no sentido bíblico, ela não deve advogar meramente um conceito abstrato de “Cristo” como um exemplo de moralidade ou iluminação mística. A mensagem deve reconhecer implícita ou preferencialmente explicitamente o Cristo completo e não adulterado. Isto inclui a pré-existência e divindade de Cristo, o nascimento virginal, a encarnação e humanidade, a vida e o ministério terreno, a expiação através do seu sofrimento e morte substitutiva, sua ressurreição física, e seu futuro retorno como juiz de todos."
"Paulo escreve que devemos “destruir argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levarmos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2Coríntios 10:5). Certamente, isto não significa que toda declaração que alguém faça deva explicitamente mencionar Cristo. Contudo, permanece o fato que devemos forçosamente subjugar (pelo poder divino) toda declaração ou pensamento, que não reconheça pelo menos implicitamente a autoridade última de Cristo. O poder divino para realizar isto não se manifesta através da violência física, visto que “as armas com as quais lutamos não são humanas; ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas” (2Coríntios 10:4). Nós triunfamos sobre as religiões e cosmovisões adversárias através da argumentação racional, totalmente fundamentada sobre a revelação bíblica, e energizada pelo Espírito Santo."
Dies Domini.
"O que torna uma pessoa um grande teólogo é a sua consistente fidelidade e submissão à autoridade das Escrituras. E quando se trata de Tomás, ele é profundamente influenciado por conceitos metafísicos extra-bíblicos que têm um impacto muito maior sobre as suas conclusões teológicas finais do que uma exegese consistente do próprio texto inspirado."
(James White)
“O mundo ama a moralidade sem Cristo porque ela permite que o homem se sinta justo enquanto continua em rebelião.”
(Greg Bahnsen)
"Em outro lugar, Jesus declara: “Aquele que não está comigo, está contra mim; e aquele que comigo não ajunta, espalha”. (Mateus 12:30)." Jesus declara que não existe um terreno neutro – o que não é explicitamente cristão é de fato anticristão. Assim, devemos não somente condenar todas religiões e filosofias anti-cristológicas, mas devemos também condenar aquelas que parecem ser meramente não-cristológicas."
"Nossa pregação do evangelho deve ser inteligível na apresentação, convincente na argumentação, coerente na organização e exata na formulação."
1h:35 da madrugada. Pausa para hidratação.


Pensamento do dia.

