Larry Fink, o CEO da BlackRock, finalmente resolveu dizer em voz alta aquilo que milhões de pessoas já sentem no bolso há anos. A tal “transição energética”, vendida como salvação moral do planeta, vai gerar escassez global de energia. Curioso. Muito curioso. Durante anos, esse mesmo Larry Fink pressionou empresas, governos e fundos a abandonarem fontes estáveis, previsíveis e baratas de energia em nome de um discurso bonito, cheio de slogans verdes e apresentações em PowerPoint. Agora, depois do estrago feito, ele aparece com ar de preocupação técnica, como se fosse apenas um observador neutro descrevendo o problema. A transição que ele defendeu não foi neutra. Ela sabotou deliberadamente o fornecimento energético. Criou instabilidade. Encareceu a produção. Explodiu as contas de luz. Penalizou famílias, pequenos empresários e indústrias enquanto alimentava relatórios ESG, bônus executivos e narrativas ideológicas travestidas de ciência. Energia solar e eólica não são milagres. São fontes intermitentes, dependentes do clima, incapazes de sustentar sozinhas uma economia moderna sem respaldo robusto de fontes firmes. Isso sempre foi óbvio. Só não enxergava quem lucrava fingindo não ver. Agora o próprio arquiteto do caos admite o óbvio, tarde demais para quem já paga mais caro para ligar a luz, cozinhar, produzir e viver. Não foi um erro técnico. Foi uma escolha política e financeira. E como sempre, quem empurrou o discurso não será quem pagará a conta. A conta já chegou. E ainda querem que aplaudamos a sinceridade tardia de quem ajudou a criá-la. Por IceManBrasil