As feministas de hoje possuem uma visão anacrônica da história, como se o voto universal fosse algo negado a elas por homens opressores. O que elas não sabem (ou omitem) é que no final do século XIX uma parcela pequena de cidadãos votavam. Poucas pessoas eram registradas como eleitores, mesmo entre os homens.
Os homens passaram a ter direito ao voto por causa das guerras do século XIX e começo do XX.
O fundamento era: se o homem é obrigado a ir para o campo batalha defender o país, então ele tem o direito de pelo menos escolher o governo que pode declarar a guerra ou a paz.
Não foi um direito concedido do nada. Foi uma troca por uma obrigação de sangue.
E foi assim que tudo começou

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