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A história da medicina é repleta de tratamentos e remédios pouco eficazes ou até piores que a doença. No século XX mutilar os lóbulos do cérebro era um tratamento para doenças mentais que rendeu um prêmio nobel para um médico português. Hoje a medicina abandonou a lobotomia, porém ainda praticam o eletrochoque. E o mais perturbador de tudo é drogar todos, adultos e crianças saudáveis, que sentem o menor desconforto com as dificuldades e os problemas normais da vida. É uma lobotomia química e sutil generalizada.