Conectados.site's avatar
Conectados.site
npub1atg5...yqyp
Ubicumque pedem posuero, benedicetur opus manuum mearum, in nomine Iesu.
Globalismo Sutil – Como Ser Radical sem Ninguém Notar image A globalização, enquanto fenômeno econômico, social e cultural, tem sido palco de uma interação entre diversos sistemas políticos.A maneira como a agenda progressista busca avançar no contexto global, impacta diretamente direitos fundamentais e molda o papel do indivíduo na sociedade. Para regimes totalitários, a relativização de direitos essenciais, como liberdades individuais, propriedade privada e o direito à vida, torna-se crucial para consolidar o controle estatal sobre a população. A promoção de uma visão coletivista, em que o indivíduo é reduzido a uma peça de um coletivo, sob a tutela do Estado, torna-se um elemento-chave para a implementação desses regimes. A interdependência entre os meios de comunicação e o poder estatal é necessária para a transformação significativa na função dos veículos de informação, transformando-os em instrumentos de engenharia social e controle político. Essa metamorfose é exacerbada pela presença de uma nova geração de jornalistas, cujo comprometimento ideológico se tornou um elemento central na manipulação da narrativa pública. Ao examinar questões sensíveis, como por exemplo, o movimento LGBT e o aborto, percebemos uma abordagem tendenciosa. Mesmo o aborto sendo um crime, violando não apenas o ordenamento jurídico, mas também o direito fundamental à vida, a mídia, em vez de classificá-lo corretamente como um crime, frequentemente o rotula como um "direito".A relativização desse princípio por meio da normalização do aborto associada a uma visão progressista, desafia o conceito tradicional do direito à vida como inalienável. Essa manipulação da linguagem não apenas distorce a realidade, mas também influencia a percepção pública sobre o tema, promovendo uma perspectiva específica. Aqueles que se opõem a essa narrativa são retratados de maneira pejorativa, muitas vezes associados a rótulos. Essa estratégia não apenas desencoraja, mas estigmatiza aqueles que discordam da narrativa ideológica, contribuindo para a criação de um ambiente propício à imposição de um novo código de comportamento. A imposição da agenda globalista não ocorre de maneira explícita, mas sim de forma sutil, através da normalização de determinadas ideias e da marginalização daquelas que não se alinham ao discurso predominante. A sociedade, assim, é gradualmente condicionada a aceitar como norma aquilo que, em outros contextos, seria percebido como radical ou controverso. A globalização nos presenteia com uma bela encenação, enquanto os direitos essenciais são relativizados em prol do controle estatal, os meios de comunicação dançam conforme a música do poder, transformando a liberdade em mera ilusão enquanto nos oferecem uma narrativa sob medida.  #politica #politics #conectadossite #globalização
Os Mistérios do Universo – O Que Havia Antes do Big Bang? image A questão sobre a criação do universo nos leva a uma jornada pela filosofia. Antes do Big Bang, o que havia? O vazio absoluto, o nada. Essa ausência de qualquer coisa nos leva a um ponto de acordo entre ateus e defensores do design inteligente. Antes do Big Bang não havia gravidade, tempo ou espaço. Era o nada, completamente vazio. No entanto, isso nos leva a uma pergunta filosófica que ecoa desde os tempos de Parmênides na Grécia Antiga: por que algo existe hoje em vez de nada? É lógico supor que algo existia antes, mas esse algo não pode estar sujeito ao tempo ou ao espaço, pois estes surgiram depois. Deve ser atemporal e não ter um começo, já que deu origem a tudo. Esse algo deve possuir vontade, inteligência e um propósito de criação. Não pode ter sido criado por algo mais, pois isso levanta mais questões. A ideia de que a matéria e tudo o que existe surgiu do nada não parece científica, pois não é testável nem observável. De acordo com o método científico, uma teoria deve ser replicável e testável em laboratório, o que não se aplica à ideia do surgimento do universo do nada. Mesmo aqueles que veem o Big Bang como o início não sabem sua causa. Reconhecer que algo causou o Big Bang implica admitir a existência de uma causa. Dizer que nada causou o Big Bang é cientificamente insustentável, pois não há evidências de que as coisas surjam do nada. Portanto, somos levados a considerar uma causa primordial, uma entidade que transcende tempo e espaço. Esta causa deve ser capaz de justificar a existência de tudo. Seguindo a filosofia de Aristóteles, essa causa deve ser independente de limitações temporais ou espaciais. A ideia de uma cadeia infinita de causas não faz sentido, pois o universo teve um início. A alternativa mais lógica é uma causa primordial que deu origem a tudo, ecoando a descrição de Deus na Bíblia. Antes do Big Bang, apenas o vácuo reinava, um reino onde até mesmo os ateus e defensores do design inteligente podem se encontrar em harmonia. Mas eis que surge a pergunta filosófica que assombra as mentes desde os tempos antigos, uma questão tão fascinante até mesmo para os mais astutos cientistas. Por que algo existe hoje em vez de nada? #filosofia #Deus #Jesus #conectadossite
Fronteiras Morais – O Enfrentamento do Intolerável image O relativismo moral, leva ao extremo da tolerância total, coloca-nos diante de um paradoxo ético. A premissa de aceitar tudo, inclusive o que é considerado intolerável, desafia os fundamentos de nossos sistemas morais. Até onde podemos estender nossa tolerância sem comprometer valores fundamentais?  O enfrentamento do intolerável, suscita a necessidade de traçar linhas éticas que preservem a integridade de nossos princípios. No momento que traçamos uma linha do que não toleramos, nos tornamos intolerantes de alguma maneira, vivemos esse relativismo moral onde as pessoas acham que você tem que ser tolerante com tudo. O relativismo moral desafia a coerência e pressiona a sociedade a aceitar tudo, entrando em conflito com a dura realidade de atos abomináveis. Nesse cenário, a verdade se dilui como uma abstração sem peso, a mentira se converte em uma ilusão trivial, as falsas promessas não existem, e as promessas são meras alternativas improváveis. #politica #politics #conectadossite
O Futuro do Bitcoin - Debate entre Saifedean Ammous e Michael Saylor image Nos últimos anos, o Bitcoin se consolidou como uma das principais alternativas ao sistema financeiro tradicional, atraindo atenção de economistas, empresários e investidores. Entre os principais defensores do ativo estão Saifedean Ammous, autor do influente The Bitcoin Standard, e Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, a empresa com maior quantidade de Bitcoin em seus balanços corporativos. Ambos têm visões grandiosas para o futuro do Bitcoin, mas discordam em um ponto crucial, o papel do crédito e dos rendimentos sobre esse ativo digital. Saifedean Ammous é economista e autor de The Bitcoin Standard, uma obra seminal que explora o Bitcoin como uma solução ao sistema financeiro baseado em moeda fiduciária. Ammous critica os bancos centrais e a inflação controlada por governos, defendendo o Bitcoin como uma forma de dinheiro sólido, comparável ao padrão ouro. Sua visão é baseada na filosofia da escola austríaca de economia, que valoriza o livre mercado, a oferta monetária limitada e a ausência de intervenção estatal. Michael Saylor, por sua vez, é o CEO da MicroStrategy, uma empresa que investiu bilhões de dólares em Bitcoin. Saylor se tornou um dos principais defensores do Bitcoin no ambiente corporativo, vendo-o não apenas como uma reserva de valor, mas também como uma forma de “capital digital”. Ele propõe que grandes bancos podem oferecer rendimentos sobre depósitos em Bitcoin, algo que ele acredita ser viável com a supervisão adequada e o respaldo governamental. O debate entre Ammous e Saylor gira em torno de um tema central, é possível ou desejável gerar rendimentos sobre o Bitcoin? Saylor acredita que sim. Em sua visão, bancos tradicionais como o JPMorgan poderiam oferecer rendimentos "sem risco" de até 5% sobre Bitcoin, se esses depósitos fossem geridos de forma responsável e com o suporte do governo. Ele argumenta que o Bitcoin poderia se tornar uma forma de "capital perfeito", permitindo que os detentores ganhem retornos sobre seus ativos sem a necessidade de vender. Isso também abriria caminho para a criação de um mercado de crédito baseado em Bitcoin, com empréstimos colateralizados pelo ativo. Ammous, por outro lado, é fortemente cético. Para ele, o Bitcoin não foi projetado para funcionar como um ativo que gera rendimentos. Com uma oferta limitada de 21 milhões de moedas, ele acredita que a tentativa de pagar rendimentos sobre Bitcoin é insustentável a longo prazo, apontando para o colapso de empresas como BlockFi e Celsius, que tentaram estratégias semelhantes com empréstimos e faliram. Ammous alerta que, sem um "emprestador de última instância" (como um banco central), qualquer sistema que prometa rendimentos em Bitcoin estará destinado ao fracasso. Alguns fatores técnicos podem ajudar a prever qual dessas visões pode se materializar. Atualmente, o Bitcoin opera em um ambiente descentralizado, onde empréstimos e rendimentos são gerados principalmente por meio de plataformas DeFi (finanças descentralizadas). Embora a volatilidade dessas plataformas seja alta, elas oferecem uma prova de conceito para o que Saylor defende, a capacidade de obter retornos sobre ativos digitais. O modelo proposto por Ammous encontra suporte no próprio código do Bitcoin, que foi projetado para limitar a oferta. Isso significa que, a longo prazo, a geração de rendimentos ficaria restrita a modelos de crédito com riscos elevados, especialmente sem o suporte de governos ou bancos centrais. A história das crises financeiras sugere que modelos baseados em alavancagem excessiva tendem a falhar quando confrontados com eventos imprevistos. Com base nesses fatores, é possível imaginar um futuro onde ambos os modelos coexistam. Os grandes bancos podem, de fato, adotar o Bitcoin em seus balanços e oferecer serviços de crédito, como sugere Saylor, mas sob rigorosas regulamentações e supervisão estatal. Porém, o modelo "puro" de Bitcoin defendido por Ammous continuará a existir em plataformas descentralizadas, para aqueles que desejam manter o controle total sobre seus ativos. Isso resultaria em uma bifurcação no mercado de Bitcoin, um ambiente altamente regulamentado, com rendimentos controlados, e um mercado mais arriscado, mas descentralizado, onde os usuários assumem total responsabilidade por seus ativos. A ascensão do Bitcoin traz à tona uma questão fundamental, qual é o preço da liberdade financeira? O Bitcoin foi projetado para ser uma moeda independente de governos e instituições centrais, oferecendo aos indivíduos controle total sobre seu dinheiro. Á medida que ele se integra ao sistema financeiro tradicional, como defendido por Saylor, essa liberdade pode ser comprometida. Se os bancos e governos começarem a controlar o fluxo e a oferta de crédito em Bitcoin, o ativo continuará a ser uma forma de liberdade financeira, ou se tornará apenas mais uma peça no quebra-cabeça de um sistema financeiro centralizado? Esta é uma pergunta que continuará a guiar os debates sobre o papel do Bitcoin na economia global. A discussão entre Saifedean Ammous e Michael Saylor não é apenas técnica, mas profundamente filosófica. Ela levanta questões sobre o papel do Bitcoin no futuro da economia mundial, bem como sobre a viabilidade de um sistema financeiro inteiramente descentralizado. Embora ambos os lados apresentem pontos válidos, o futuro provavelmente trará uma mescla dessas duas visões, com um sistema híbrido que combine centralização e descentralização. Independente de qual caminho prevalecer, o Bitcoin continuará a desafiar as noções tradicionais de dinheiro e crédito, nos forçando a reimaginar a forma como lidamos com riqueza e poder no século XXI. #politica #politics #btc #bitcoin #conectadossite https://www.conectados.site/2024/09/o-futuro-do-bitcoin-debate-entre.html
O Poder dos Rótulos À medida que a imprensa de massa rotula indivíduos pacíficos que seguem suas crenças tradicionais como 'extremistas', revela-se uma estratégia para impor uma agenda ideológica. Essa prática não apenas mina o debate público, mas também promove uma manipulação sutil da linguagem e da consciência, envolvendo os cidadãos em um ciclo perigoso de conformidade. O uso da linguagem é uma das armas mais poderosas nesse processo. Ao associar termos como "facistas" a opiniões tradicionais ou conservadoras, a imprensa cria uma atmosfera de temor e coerção, forçando os cidadãos a aceitarem as novas normas sob a ameaça de serem rotulados como extremistas. Essa tática não apenas silencia o debate público, mas também desumaniza aqueles que discordam da narrativa dominante. A manipulação da consciência é uma técnica utilizada para desviar o julgamento consciente e induzir a conformidade inconsciente. Através da distração e da desatenção, opiniões que normalmente seriam questionadas, são aceitas passivamente sem crítica ou reflexão. Historicamente, intelectuais independentes alertaram para os perigos dessa manipulação, mas suas vozes foram silenciadas em favor de uma elite intelectual que promove uma agenda ideológica específica. Essa elite intelectual cínica, composta por ativistas "progressistas", emprega métodos para impor seus modos de pensar e falar à sociedade, obscurecendo assim a natureza da democracia e da liberdade de expressão. E evidenciam a complacência generalizada em relação à manipulação da linguagem e da consciência.  Parece que a liberdade de expressão está apenas a um rótulo de distância de ser extinta. #politica #politics #conectadossite
Nos limites da Mentalidade Revolucionária A "mentalidade revolucionária" se manifesta quando indivíduos ou grupos acreditam na necessidade de transformar radicalmente as estruturas existentes da sociedade ou até mesmo da natureza humana, utilizando a ação política como meio para alcançar essas mudanças. Foi durante os períodos de mudanças socioeconômicas e políticas intensas, como a Revolução Francesa, que a mentalidade revolucionária ganhou destaque.  Uma das características centrais da mentalidade revolucionária é a crença fervorosa na capacidade de remodelar a sociedade ou a natureza humana.  Os agentes dessa mentalidade se consideram portadores de um futuro melhor, desconsiderando julgamentos morais ou éticos da humanidade presente ou passada, e justificam ações violentas ou autoritárias em nome do "bem maior". A falta de consideração pelos direitos individuais e a diversidade de opiniões minam os princípios democráticos e os valores humanitários. A essência totalitária e genocida da "mentalidade revolucionária" persiste, não importando os conteúdos ideológicos que adote em diferentes momentos e situações. O Revolucionário não se sujeita a prestar contas senão a um futuro hipotético que ele próprio concebeu e está decidido a derrubar qualquer obstáculo que se oponha à transformação do mundo à sua imagem e semelhança. Ele é o inimigo supremo da humanidade, fazendo os tiranos e conquistadores da antiguidade parecerem modestos em suas ambições. Ao longo de dois séculos, os movimentos revolucionários, suas guerras e o massacre de populações civis para consolidar seu poder resultaram em uma quantidade de mortes significativamente maior do que todos os conflitos bélicos, epidemias, terremotos e desastres naturais combinados desde o início da história humana. Guerras, genocídios, opressão, tudo isso foi perpetrado em nome da revolução.  Não há desculpas, não há justificativas. A "mentalidade revolucionária" precisa ser arrancada de nossos sistemas sociais e culturais. Chega de alimentar o fogo da divisão e da violência em nome de uma utopia.  Num mundo onde a "mentalidade revolucionária" é celebrada como o farol do progresso, ao longo dos séculos, ela nos trouxe não apenas promessas vazias, mas também uma trilha de cadáveres. Parece que o caos é o único legado verdadeiramente duradouro que podemos aspirar. #revolucionario #mentalidaderevolucionaria #politica #politics #conectadossite
As Apostas de Morte – A Ascensão de um Mercado Iminente Imagine abrir um aplicativo e ver uma lista de nomes de celebridades, políticos e influenciadores, não para acompanhar suas últimas postagens, mas para apostar em sua morte. Esse é o perturbador cenário das "Apostas de Morte", onde a morte de figuras públicas não apenas desperta interesse, mas se torna objeto de especulação e lucro. Não estamos mais falando de teorias. As "Apostas de Morte" não são apenas uma possibilidade futura, mas um reflexo inevitável. Esse mercado está prestes a emergir de maneira irreversível. Versões primitivas desse conceito já existem, como os "dead pools" informais, onde grupos apostam sobre quem será o próximo a morrer. Mas à medida que a tecnologia avança, essas apostas se tornarão mais sofisticadas e acessíveis, se transformando em um fenômeno global e organizado.  Com a tecnologia disponível hoje, esse conceito é tecnicamente viável. Utilizando criptomoedas, blockchain e contratos inteligentes, uma plataforma para esse tipo de aposta poderia ser construída com um grau de anonimato e segurança que dificultaria sua interrupção pelas autoridades. O funcionamento descentralizado do blockchain, sem um ponto central de controle, tornaria essas plataformas imunes à censura, onde nenhum governo ou entidade teria o poder de derrubá-las. Ao invés de dinheiro tradicional, as apostas seriam feitas em criptomoedas como o Bitcoin, que já garantem o anonimato nas transações. Um usuário poderia transferir fundos para um contrato inteligente sem revelar sua identidade, registrando apenas uma chave pública. Esses contratos, uma vez ativados, automatizariam todo o processo, aceitariam as apostas, registrariam as datas escolhidas e distribuiriam os ganhos, tudo sem a necessidade de intervenção humana. À primeira vista, isso poderia parecer apenas mais uma camada bizarra da economia digital. Mas implicações sociais e psicológicas desse mercado seriam devastadoras. Figuras públicas, celebridades, políticos, influenciadores, viveriam sob constante paranoia, conscientes de que suas vidas poderiam ter se tornado objetos de apostas.  As apostas funcionariam de maneira similar a um jogo de loteria, onde os participantes escolheriam uma data específica para a morte de uma figura pública. Se ninguém acertasse, as apostas continuariam a se acumular, criando um prêmio cada vez maior. Esse acúmulo poderia gerar ainda mais especulação e incentivo, aumentando a tensão e o risco. A cada dia que passasse sem um vencedor, o valor do prêmio cresceria, atraindo novos apostadores e intensificando a pressão sobre a vida do "alvo". Quando finalmente alguém acertasse a data exata, o contrato inteligente automaticamente liberaria os fundos acumulados para o vencedor, encerrando o ciclo de apostas para aquela figura, mas não o mercado em si. Para a sociedade em geral, as consequências seriam igualmente sombrias. A fama, que antes era perseguida a todo custo, poderia se tornar algo a ser evitado. Figuras públicas poderiam desaparecer da vida pública, temendo que sua visibilidade os tornasse lucrativos para esse mercado. E mais do que isso, a desumanização se tornaria uma norma. Celebridades não seriam mais vistas como seres humanos, mas como ativos, cujo valor se mediria pelo potencial de suas mortes. Esse tipo de mercado revelaria aspectos sombrios da natureza humana. O desejo de lucro combinado com a tecnologia avançada poderia criar um entretenimento cruel, onde a morte de um indivíduo é transformada em espetáculo. O anonimato proporcionado pelas criptomoedas e o caráter descentralizado das plataformas fariam com que fosse impossível controlar ou regulamentar essa prática. Mesmo com tentativas de coibir sua existência, a natureza do blockchain dificultaria qualquer esforço para eliminá-lo. É importante refletir sobre o que um mercado como esse diz sobre nós como sociedade. Estamos dispostos a reduzir a vida de uma pessoa a uma aposta? As "Apostas de Morte" podem parecer distantes ou absurdas, mas elas revelam uma desconfortável verdade sobre a direção que estamos tomando. Na história já vimos casos em que a vida humana foi reduzida a números, seja em guerras ou regimes totalitários. As "dead pools" informais, onde grupos apostam sobre quem será o próximo a morrer, já existem, mas o que acontece quando isso se torna um mercado global? A convergência entre tecnologia e os instintos humanos mais sombrios pode criar um cenário onde a morte se torna um espetáculo lucrativo. #politica #politics #conectadossite #deadpool image
O Imposto de Renda e a Expansão do Estado O Imposto de Renda, com sua característica de retirar uma parte do suado rendimento do cidadão, é percebido como um cálculo injusto. Este tributo incide sobre uma parcela da renda que já foi sujeita a impostos a cada compra realizada, e, ao final, o imposto de renda parece "raspar o tacho", cobrando ainda mais.  O imposto de renda, então, parece funcionar como um "imposto sobre o imposto", ampliando ainda mais o ônus fiscal sobre o cidadão. É importante compreender como esse imposto funciona e como ele evoluiu de uma medida temporária para uma instituição permanente nos sistemas tributários globais. O cálculo do imposto de renda, em sua essência, envolve a aplicação de alíquotas sobre a renda total do contribuinte, após deduções permitidas por lei. Essas alíquotas são progressivas, ou seja, aumentam à medida que a renda do contribuinte aumenta. Ao invés de uma alíquota fixa que aumentaria o recolhimento diretamente com o aumento da renda, o imposto de renda opera com alíquotas progressivas, onde quanto mais se ganha, maior é a taxa aplicada.  A progressividade do imposto de renda impede que o cidadão prospere livremente, pois cada aumento em sua renda é acompanhado por uma parcela ainda maior retirada pelo Estado. Em vez de incentivar o crescimento econômico individual, essa abordagem tributária mantém os cidadãos em um ciclo de dependência, onde o avanço financeiro é desencorajado. Essa característica torna o imposto de renda uma barreira ao avanço financeiro individual, questionando se o governo busca promover a independência e a prosperidade, ou, almeja a perpetuação da dependência, e a perpetuação de uma sociedade subjugada? A resposta a essa pergunta molda não apenas a política tributária, mas também a visão de sociedade que guia as ações governamentais. Inicialmente o imposto de renda foi concebido como uma medida temporária durante períodos de guerra, e hoje o imposto de renda tornou-se uma instituição permanente nos sistemas tributários ao redor do mundo. Essa evolução não apenas reflete o crescimento contínuo do Estado moderno, mas também seu impacto nas vidas dos cidadãos. Desde sua introdução durante a Guerra Civil Americana, o imposto de renda foi proposto como uma solução temporária para atender às demandas financeiras extraordinárias do Estado em tempos de crise. No entanto, essa "temporariedade" logo se mostrou ilusória, persistindo o imposto mesmo após o término dos conflitos, estabelecendo-se como uma fonte permanente de receita para os governos. Essa transição do temporário para o permanente reflete o aumento do papel e do escopo do Estado na vida dos cidadãos. À medida que o Estado expande suas funções e responsabilidades, ele exerce um controle cada vez maior sobre a economia, a sociedade e a vida dos indivíduos. Entretanto, essa expansão não ocorre de forma benigna, mas às custas da liberdade individual e da autonomia. Devemos questionar os limites do poder estatal e protegermos os direitos individuais. A relação entre o Estado e o cidadão demanda um equilíbrio entre a intervenção estatal e a preservação da liberdade individual. O governo deve estar a serviço dos cidadãos, em vez de dominá-los. O Estado é como aquele "amigo" inoportuno que sempre aparece para "ajudar" na mudança, mas que acaba levando metade dos seus pertences e ainda pedindo um café enquanto descansa.  É inspirador ver como o Estado se esforça para garantir que cada cidadão contribua generosamente para sua própria dependência.  #imposto #politica #politics #conectadossite #btc #bitcoin
Comunismo – Uma Análise Crítica No debate econômico e político contemporâneo, o comunismo muitas vezes surge como uma solução utópica para as desigualdades e injustiças do capitalismo. Uma análise mais detalhada revela que a estatização completa dos meios de produção, proposta pelo comunismo, é teoricamente insustentável e praticamente inviável. Este artigo explora as razões por trás dessa inviabilidade, à luz das críticas de Ludwig Von Mises, da subsequente adaptação dos sistemas comunistas ao capitalismo, e da práxis e exemplos históricos. Em 1922, o economista austríaco Ludwig Von Mises apresentou uma crítica devastadora ao comunismo em sua obra "Socialism: An Economic and Sociological Analysis". Mises argumentou que sem um sistema de preços, derivado do mercado livre, é impossível realizar o cálculo econômico. Sem preços não há como determinar os custos e valores dos produtos, o que torna o planejamento econômico um exercício de futilidade. A estatização de todos os meios de produção elimina o mercado, e sem mercado, os produtos não têm preços. Este vazio impede qualquer tentativa de cálculo de preços, um elemento crucial para qualquer planejamento econômico racional. A ausência dessa capacidade de cálculo resulta em uma economia estatizada inviável.O comunismo, como conceito, permanece uma construção hipotética, desprovida de materialidade. A história não registra a existência de uma economia comunista, o que se observa são versões distorcidas do capitalismo, adaptadas para sustentar uma elite governante. Esses regimes, enquanto professavam os ideais comunistas, toleravam a existência do capitalismo de forma legal ou clandestina, criando um "socialismo híbrido", um sistema que mistura elementos do socialismo com práticas capitalistas. Compreendendo a inviabilidade de um sistema totalmente comunista, os líderes desses regimes adaptaram-se, formando uma simbiose entre o poder do Estado e os grupos econômicos dominantes. Essa aliança deu origem a oligopólios, onde o poder e a influência são concentrados nas mãos de poucos, e a economia é controlada por um seleto grupo de elite governante e econômica. Os bilionários que promovem a nova ordem global buscam reduzir as opções políticas a uma disputa entre comunistas e socialdemocratas. Esse estreitamento de opções políticas visa controlar o mercado, em vez de submeter-se a ele. Os megacapitalistas estão em processo de transmutação para metacapitalistas, uma classe que transcende o capitalismo.A práxis e os exemplos históricos demonstram que o comunismo, como doutrina, é algo que se elabora no curso da participação e pode mudar quantas vezes forem necessárias.E além das falhas econômicas, a mentalidade revolucionária,  justifica a brutalidade e a repressão como necessários para alcançar uma utopia e redefine atos criminosos como heroicos.A análise crítica do comunismo, portanto, não apenas destaca suas falhas econômicas intrínsecas, mas também expõe os perigos de uma mentalidade revolucionária que distorce valores morais e justifica a violência. É essencial reafirmar os princípios de justiça e moralidade que promovem uma sociedade verdadeiramente justa e democrática, rejeitando a mentalidade revolucionária e suas promessas utópicas que, historicamente, resultaram em violência e opressão. #conectadossite #politica #politics #comunismo #socialismo
A Cultura da Superficialidade A humanidade tem uma propensão natural para buscar o prazer e evitar a dor, e essa busca incessante torna os indivíduos suscetíveis à manipulação. Os tiranos cientes dessa fraqueza encenam habilmente aparências sedutoras que enganam facilmente os mais desavisados. A ilusão torna-se, assim, uma arma poderosa nas mãos daqueles que desejam controlar as massas. Há aqueles que conscientes dos ardilosos truques dos tiranos, se abstêm das impressões de prazer e dor. Esses indivíduos tomam decisões baseadas na lógica implacável da ordem física, que, ao contrário das sensações, não mente. A verdadeira liberdade só pode ser alcançada por aqueles que se elevam além das dualidades de prazer e dor. Aristóteles afirmou que o conhecimento começa com o espanto. A ausência dessa capacidade de se espantar é um sinal de apatia mental. Quando a cultura deixa de ser um reflexo genuíno da realidade e se torna uma projeção das paixões, comprometemos a busca pela verdade. Observa-se uma tendência de abdicar da inteligência crítica em troca de resultados políticos imediatos, onde a destruição de desafetos políticos é vista como um fim em si mesmo. A tarefa de revelar a verdade não se limita a refutar argumentos errôneos, mas envolve desenterrar mentiras esquecidas e revelar intenções sinistras. Ao expor o mal à luz, ele é despojado da escuridão que o alimentava e protegia. Esta obrigação de buscar e expor a verdade não é realizada com prazer, mas por uma necessidade interior inescapável. Pequenos eventos podem se tornar elucidativos dos movimentos maiores da História. Em tempos onde opiniões são tratadas como de estimação, cabe a poucos o árduo trabalho de submeter suas crenças a um regime impiedoso de crítica e verificação. A busca pela verdade exige a disposição de abandonar erros passados e enfrentar os fatos que desmentem nossas convicções mais queridas. Submeter ideias a um tratamento rigoroso é essencial para a compreensão mais profunda e autêntica da realidade. É uma luta constante, mas necessária, para garantir que a verdade, e não a ilusão, guie nossas vidas e decisões. #conectadossite #cultura
Como o Bitcoin Promove a Justiça Uma "sociedade justa" é aquela onde a busca pela justiça é acessível a todos, requerendo poder real, econômico, político e cultural. Sem esses meios, a justiça se torna uma ilusão. Governos imprimem dinheiro, resultando em inflação que dilui a riqueza das pessoas. Esse processo de criação monetária beneficia uma elite financeira e governamental, enquanto a maioria da população sofre a perda de valor de suas economias. Além disso políticas de juros negativos penalizam poupadores e encorajam o endividamento, exacerbando a desigualdade econômica.O Bitcoin oferece um contraste marcante a esses problemas. Ao ser uma moeda descentralizada e deflacionária, ele não pode ser inflacionado pelo governo ou por qualquer autoridade central. O fornecimento fixo de Bitcoin, limitado a 21 milhões de unidades, protege contra a diluição de valor. Isso garante que o poder econômico permaneça nas mãos dos indivíduos, em vez de ser corroído pela impressão desenfreada de dinheiro. Outra característica essencial do Bitcoin é que ele não pode ser tomado ou taxado pelo governo. O proprietário do Bitcoin mantém controle absoluto sobre seus ativos, podendo até levá-los consigo para o túmulo, se assim desejar. Essa independência financeira impede a concentração de poder nas mãos de uma elite e promove a autonomia individual.A descentralização do poder econômico por meio do Bitcoin distribui os recursos de maneira mais equitativa. Em vez de confiar em um grupo revolucionário que promete redistribuir o poder, o Bitcoin capacita as pessoas a criarem seus próprios meios de poder. A verdadeira justiça surge quando a população é capaz de gerar seus próprios meios de poder. O Bitcoin fomenta essa capacidade ao proporcionar uma plataforma para a inovação econômica, permitindo que os indivíduos controlem e protejam seus recursos financeiros. Essa dispersão de poder econômico torna impossível para qualquer elite, seja de oligarcas ou revolucionários, dominar a sociedade.O Bitcoin é mais do que uma moeda digital, é uma ferramenta crucial para a construção de uma sociedade justa. Ele garante que o poder econômico esteja disperso e inacessível para controle centralizado, promovendo uma prática de justiça real e acessível para todos. Ao empoderar os indivíduos com controle direto sobre seus ativos, o Bitcoin contribui para uma sociedade onde a justiça é não apenas um ideal, mas uma realidade vivida.
A Necessidade de uma Hierarquia A organização hierárquica dos valores é um conceito fundamental que permeia a ética e a filosofia. A ideia de que os valores não são iguais e que sua ordenação implica uma hierarquia é central para entender a moralidade e a ação humana. Este artigo explora essa noção, demonstrando sua inevitabilidade e relevância prática. Os valores representam aquilo que consideramos importante e desejável. Eles orientam nossas decisões, nossas ações e nossas vidas.  Para algo ser considerado valioso, deve haver uma comparação, algo deve ser mais ou menos valioso do que outra coisa. Este ato de comparar e priorizar cria uma hierarquia de valores. Por exemplo, podemos valorizar a honestidade mais do que a cortesia, ou a justiça mais do que a eficiência. A afirmação de que "se todos os valores forem iguais, não há valor algum" reflete a ideia de que o conceito de valor implica diferenciação. Sem hierarquia, o termo "valor" perde seu significado, pois a essência do valor reside na preferência por uma coisa em detrimento de outra. Onde quer que se raciocine em termos de valores, está-se raciocinando em termos de hierarquia. A hierarquia dos valores é, portanto, inevitável. Ao buscar o que é bom ou valioso, fazemos escolhas que implicam uma ordenação. Esta hierarquia é fundamental para a moralidade e a ética, pois sem ela não poderíamos orientar nossas ações de maneira coerente. A hierarquia dos valores não é apenas uma construção teórica, mas uma realidade prática que orienta nossas vidas. Reconhecer a inevitabilidade dessa hierarquia nos permite viver de maneira consciente e orientada para o bem supremo. Para ilustrar, considere um médico que deve decidir entre salvar a vida de um paciente ou respeitar sua autonomia quando o paciente recusa tratamento. A decisão do médico revela uma hierarquia de valores, onde a vida pode ser considerada mais valiosa do que a autonomia, ou vice-versa, dependendo da situação e dos princípios éticos em jogo. Reconhecer e refletir sobre nossa própria hierarquia de valores nos permite alinhar nossas ações com nossos princípios mais profundos. Isso não só fortalece nossa integridade pessoal, mas também promove uma vida mais coerente e significativa. 
A Dialética – A Arma Política Imagine uma campanha política em que um partido promete combater o crime, e mesmo que falhe em cumprir sua promessa, ainda consegue tirar proveito da situação. Essa é a essência da dialética comunista, uma ferramenta poderosa que permite aos seus adeptos manipular qualquer resultado a seu favor. Este artigo explora como a dialética é utilizada para manipular e destruir, transformando contradições em vantagens políticas.A dialética originária da filosofia hegeliana e posteriormente adaptada por Marx, é a interação dinâmica entre tese, antítese e síntese. Em termos simples, é o processo de reconciliação de opostos para criar uma nova realidade. No contexto comunista, isso se traduz na habilidade de transformar qualquer resultado em um ganho político, independentemente das consequências reais.Por exemplo, um partido pode prometer reduzir o crime. Se o governo consegue diminuir a criminalidade, resultado "A", isso é vendido como um sucesso da administração. Porém se falham e a violência aumenta, resultado "B", a situação é igualmente benéfica, pois fortalece a narrativa revolucionária que justifica maior intervenção estatal. Dessa forma a dialética transforma qualquer desfecho em uma oportunidade de ganho político.Movimentos políticos revolucionários frequentemente defendem posições contraditórias, explorando a dialética para manipular a percepção pública. Por exemplo, esses movimentos podem afirmar que defendem a vida, mas simultaneamente apoiam a prática do aborto. Da mesma forma, podem declarar apoio aos direitos de gays e mulheres, enquanto celebram regimes islâmicos radicais que violam esses direitos. Essa hipocrisia é uma ferramenta estratégica, onde a coerência ideológica é sacrificada em prol de ganhos políticos imediatos.A política de Vladimir Putin na Rússia é um exemplo claro de dialética em ação. Apesar de se apresentar como defensor dos princípios cristãos e da moral cristã, Putin financia grupos terroristas islâmicos que atacam cristãos. Esta estratégia dialética permite que ele manipule tanto a narrativa interna quanto a externa, consolidando seu poder ao explorar contradições aparentes. Esse uso da dialética mostra como resultados contraditórios são planejados para garantir vantagens políticas em diferentes cenários.A aplicação da dialética como ferramenta de manipulação política tem consequências profundas e destrutivas para a sociedade. Ela mina a confiança pública nas instituições, pois a verdade é constantemente distorcida para servir a interesses políticos. Além disso a constante exploração de contradições cria um ambiente de confusão e desconfiança, onde a coerência moral e ética é perdida. A manipulação dialética contribui para a polarização social e a fragmentação do tecido social, tornando impossível a construção de uma sociedade coesa e justa.A dialética é subjetiva, e, quando empregada de forma relativista e manipuladora, entra em conflito direto com os princípios da lógica, que valorizam a coerência, a clareza e a busca pela verdade objetiva.A lógica aristotélica baseia-se no princípio da não-contradição, que afirma que uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Esse princípio sustenta que a verdade deve ser consistente e livre de contradições internas. Por outro lado a dialética pode ser usada para justificar posições contraditórias em prol de ganhos políticos, violando a lógica que exige uma fundamentação racional e ética para qualquer argumento ou ação.Devemos promover a integridade e a verdade. Somente por meio da adesão a princípios lógicos e éticos sólidos podemos construir uma sociedade verdadeiramente justa e coesa, onde a manipulação e a hipocrisia não encontram espaço para prosperar.
Política da Perversão – Dissonância Cognitiva A manipulação psicológica, uma ferramenta cada vez mais sofisticada no arsenal de políticos e campanhas eleitorais, não se limita apenas a influenciar opiniões e comportamentos, mas também pode distorcer o senso moral dos indivíduos, transformando valores fundamentais. Este fenômeno é particularmente perturbador quando consideramos como pessoas comuns podem ser levadas a adotar visões e comportamentos moralmente perversos, equivalentes aos de um sociopata. Para entender como isso é possível, é essencial explorar as técnicas de manipulação e como elas são empregadas na política. Um método crucial é o uso de mensagens contraditórias, que visam criar confusão cognitiva. Por exemplo, uma campanha pode defender simultaneamente o direito à vida e o direito ao aborto. Através de uma retórica habilmente construída, é possível apresentar ambos os argumentos de maneira que eles pareçam moralmente justificados, apesar de serem intrinsecamente contraditórios. Isso provoca um estado de dissonância cognitiva no público, que, incapaz de resolver a contradição, se torna mais suscetível à manipulação. A propaganda subliminar desempenha um papel significativo nesse processo. Mensagens ocultas inseridas em mídias visuais e auditivas influenciam subconscientemente as percepções e atitudes das pessoas. Estas mensagens podem reforçar crenças ou valores específicos sem que o indivíduo esteja ciente de estar sendo influenciado. Essa técnica é frequentemente usada para desumanizar oponentes políticos ou grupos específicos, apresentando-os de maneira subliminarmente negativa e, assim, moldando a opinião pública de forma imperceptível. Outro aspecto fundamental é a manipulação emocional. Políticos e campanhas utilizam narrativas emocionais poderosas para evocar respostas intensas do público. Ao associar políticas ou ideologias com emoções fortes como medo, raiva ou empatia, eles podem influenciar profundamente as atitudes das pessoas. Por exemplo, campanhas que utilizam imagens gráficas e relatos emocionais para promover o controle de armas ou o direito ao aborto criam uma associação emocional que pode suplantar considerações racionais ou morais. A lavagem cerebral, em seu sentido moderno, também envolve a reformulação de identidades. Ao isolar indivíduos em ambientes onde recebem constantemente informações manipuladas e pressionados a conformar-se com um grupo, eles podem ser levados a adotar novos valores e crenças. Esse processo é facilitado pelo uso de redes sociais, onde algoritmos personalizados reforçam continuamente as crenças e valores desejados, criando uma bolha informativa que torna difícil para o indivíduo escapar ou questionar. Um exemplo contemporâneo é o uso da "política da identidade". Ao segmentar grupos específicos e enfatizar suas diferenças, políticos podem criar divisões profundas na sociedade, levando pessoas a adotar posturas extremas em relação a questões morais. A política da identidade explora a necessidade humana de pertencer e ser reconhecido, distorcendo valores morais ao criar uma dicotomia "nós versus eles". Essa técnica pode transformar pessoas comuns em defensores apaixonados de ideologias que, sob circunstâncias normais, poderiam considerar moralmente inaceitáveis. A introdução artificial da perversidade moral em alguém é um processo gradual. Envolve a erosão lenta e sistemática de valores éticos através da exposição contínua a mensagens manipulativas. A normalização de comportamentos e ideias moralmente duvidosos é alcançada através de repetição e aceitação gradual. À medida que indivíduos são expostos repetidamente a propaganda que justifica ações ou políticas imorais, suas resistências morais são desgastadas, levando à aceitação ou até mesmo à promoção dessas ideias. Este processo é amplificado pela conformidade social e pela necessidade de pertencimento. Quando pessoas veem que seus pares ou líderes estão adotando certos comportamentos ou crenças, sentem-se pressionadas a fazer o mesmo para evitar o ostracismo. Assim, a perversão moral pode se espalhar rapidamente em uma sociedade, especialmente quando reforçada por figuras de autoridade e meios de comunicação. O impacto dessas técnicas na mente das pessoas é profundo. Elas podem levar indivíduos a abandonar completamente seu senso moral inato, substituindo-o por uma moralidade artificialmente imposta que serve aos interesses daqueles que controlam a narrativa. Isso resulta em uma população que não só aceita, mas defende fervorosamente, políticas e ações que seriam consideradas moralmente repulsivas sob um exame racional e independente. A manipulação psicológica na política é uma ameaça real. Ao entender como essas técnicas funcionam e seus efeitos devastadores, podemos nos armar contra essa forma de controle.