O pseudo-juiz filho da puta se lascou! 🥚🍳🍳
dedalus
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Estou usando o cartão da aqua wallet! Muito bom! É sem KYC e funciona muito bem!
O X bloqueou a minha conta… a justificativa oficial é “discurso violento”. Mas creio serem já os resultados práticos da “regulamentação” que o STF fez no julgamento do marco civil da Internet.
Eu entrei no x como desobediência à ditadura durante seu bloqueio. Lá eu sempre pedia o fim da ditadura, mas é aqui que me expresso.
Vamos testar: seu careca filho da puta, ditador dos infernos! Abaixo a merda da ditadura do STF!
Só uma idéia… Lula deveria expulsar a embaixada americana do Brasil.

Fernão…
Danou-se



Bolsonaro deveria ter feito igual Galt no julgamento.

É injusto…



A corja do STF vai acabar tendo que usar bitcoin…
O Xi Jinping tem a cara do vilão do filme Dragão Branco…
Perguntei ao GPT: quem não deve, não teme?
Sua resposta foi uma grata surpresa:
A máxima “quem não deve, não teme” só é válida onde há justiça verdadeira, com devido processo, juiz imparcial e respeito à lei.
Num regime de exceção, todos devem temer — inclusive os inocentes.
Fernão Lara Mesquita
Deveras…


Ela se chama Débora.
Não é “a mulher que pichou a estátua”. Não é um processo. Não é um número.
É uma mãe. Uma cabeleireira. Uma brasileira que acreditou estar protestando.
Não invadiu gabinete. Não quebrou vidro.
Não comandou tropa, não armou esquema, não liderou golpe.
Ela passou batom em uma estátua.
BATOM.
E por isso foi condenada a 14 anos de prisão.
Quatorze. Anos.
Por um ato simbólico, desesperado, silencioso.
Um protesto.
E quem a julgou, o fez com ódio, como se julgasse um inimigo a ser esmagado —
não uma filha de Deus, como ele também é.
Ela chora pelos filhos.
Eles, pequenos, perguntam onde está a mãe.
E ela, presa sem julgamento justo, sem prova de violência, sem direito à dignidade,
aguarda atrás das grades a hora do esquecimento.
Mas nós não vamos esquecer.
Débora, mesmo que você nunca leia estas palavras, elas são suas.
Você não está sozinha.
Deus está vendo.
E há de pesar, um por um, os atos dos que te julgam com fúria e se dizem justos.
Aos que a condenaram, que a perseguiram, que a abandonaram:
vocês terão que encarar o mesmo rigor com que mediram essa mulher.
Se não for nesta terra, será diante do trono onde não há toga que esconda iniquidade.
Débora é a prova viva de que há inocentes sendo sacrificados para sustentar um teatro de poder.
Mas ela também é a prova de que, enquanto houver quem fale,
a verdade não será silenciada.
Que Deus tenha misericórdia dela.
E justiça — verdadeira justiça — recaia sobre os que a humilharam.