O #Bitcoin estava sendo reprimido, e este é o momento do disparo. Podemos sim ver uma “Vela Divina”! 🚀
Tiago Cypherpunk 🐍
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Razão acima de tudo
³² Σ 𝒾₌₀ 𝟐𝟏𝟎,𝟎𝟎𝟎 (𝟻𝟶|𝟸𝒾) ♾️
#Libertarianismo #Maximalista
🔥POR QUE A TWENTY-ONE CAPITAL TERÁ MAIS PODER QUE OS GOVERNOS DO MUNDO🔥
O Bitcoin vai permitir que Jack Mallers tenha mais poder do que quase QUALQUER OUTRA PESSOA NA TERRA.
As implicações da Twenty-One são ESTARRECEDORAS:
Isso vai mudar a forma como você enxerga o futuro do nosso mundo.
No ocaso da dominância do dinheiro fiduciário — onde bancos centrais imprimem ilusões e nações se agarram a fronteiras obsoletas — surge uma nova entidade: Twenty-One Capital.
Este é o projeto de um soberano sem Estado, sustentado pelo império do dólar sintético da Tether, o arsenal trilionário da SoftBank e a fortaleza de Wall Street da Cantor Fitzgerald.
Juntos, eles formam o Segundo Soberano – atrás apenas da ofensiva de Bitcoin da Strategy.
Essa aliança não busca votos nem tratados. Ela comanda liquidez, escassez e código. E nesse novo jogo monetário, os governos ficam obsoletos.
Prepare-se para entender como esse consórcio vai eclipsar o poder estatal, acumulando Bitcoin de forma implacável e reconfigurando o sistema financeiro global.
A Fratura do Fiat: O Palco para o Poder Sem Estado
Os Estados-nação construíram seus impérios com monopólios sobre emissão de moeda, rotas comerciais e coerção.
Mas com o afrouxamento monetário destruindo a confiança, sanções rompendo alianças e CBDCs ameaçando a privacidade, o capital busca refúgio neutro.
O Bitcoin surge como esse porto seguro: 21 milhões de unidades, imutáveis e sem fronteiras.
A Strategy abriu o caminho com sua tesouraria corporativa de BTC, acumulando mais de 597 mil BTC até meados de 2025 — valendo trilhões em termos fiduciários.
A Twenty-One Capital surgiu em abril de 2025 com a missão explícita de acumular Bitcoin de forma recursiva.
Em julho, solicitaram listagem na Nasdaq como $XXI, após captar US$ 685 milhões, oferecendo ao público exposição ao Bitcoin sem as dificuldades da custódia direta.
Twenty-One Capital: A Máquina de Acumular Bitcoin
A Twenty-One não é uma empresa tradicional. É uma tesouraria nativa do Bitcoin, projetada para acumulação perpétua.
Constituída via fusão com a Cantor Equity Partners, ela mede seu desempenho em Bitcoin por Ação (BPS) – um indicador que valoriza escassez, não lucro em fiat.
Sua estratégia: emitir notas conversíveis com colateral em BTC (3:1), liberar colateral à medida que o preço sobe e reinvestir em mais BTC. Um ciclo exponencial.
Em junho de 2025, já detinha 37.229 BTC — quase US$ 4 bilhões, com o BTC a US$ 109.000 — tornando-se o terceiro maior detentor corporativo do mundo.
É um esgotamento ativo da oferta circulante, forçando escassez global e consolidando o Bitcoin como novo padrão de reserva.
Tether: O Império de Liquidez Sintética por Trás da Ascensão
A Tether (USDT) opera como um sistema paralelo ao dólar, com mais de US$ 120 bilhões em circulação em 2025 — lastreado por títulos do Tesouro dos EUA, mas fora do alcance direto das autoridades americanas.
Com tensões geopolíticas crescentes, mercados emergentes migram para o USDT, driblando sanções e bloqueios do SWIFT.
A Tether injeta capital diretamente na Twenty-One, convertendo lucros de stablecoins em ativos escassos. Um ciclo fechado onde dólares sintéticos financiam a dominância do Bitcoin.
Enquanto governos inflacionam moedas, a Tether estabiliza e redireciona fluxos para a escassez absoluta — minando a soberania fiat pelas sombras.
SoftBank e Cantor Fitzgerald: Os Pilares de Capital e Custódia
A SoftBank traz escala visionária com seus fundos de US$ 100 bilhões, investindo US$ 900 milhões em BTC-equity para arbitrar fraquezas fiduciárias como a desvalorização do iene.
A Cantor Fitzgerald, dealer primário de títulos dos EUA e custodiante da Tether, oferece legitimidade regulatória e cofres seguros.
Eles patrocinam o SPAC, garantem US$ 585 milhões em PIPE funding e viabilizam mecanismos de dívida conversível em BTC.
Juntas, essas entidades otimizam operações em jurisdições como Emirados Árabes Unidos e Hong Kong, transformando a Twenty-One em um ímã global de capital.
Enquanto a SoftBank escala ecossistemas, a Cantor conecta o sistema financeiro tradicional ao cripto, reduzindo riscos e facilitando a entrada institucional.
A Fusão: Um Sindicato Monetário Recursivo Sem Fronteiras
Imagine um sistema onde:
a liquidez da Tether irriga economias sancionadas,
a Twenty-One converte isso em reservas de BTC,
a SoftBank amplia tudo por meio de redes tecnológicas,
e a Cantor garante custódia e legitimidade regulatória.
Esse consórcio se torna um sindicato soberano não-estatal, controlando os trilhos monetários e as reservas globais.
A dominância de liquidez vem do USDT, que rivaliza com a Visa em mercados cinzentos. Esses fluxos são reciclados em BTC via o modelo BPS da Twenty-One.
A força de reserva vem dos mais de 37 mil BTC em custódia, verificáveis on-chain — rivalizando estoques nacionais de ouro.
A velocidade é transformada em arma: as notas conversíveis se multiplicam durante as altas do BTC, superando qualquer manobra fiscal estatal.
Sem eleições, sem teto de dívida — apenas código e escassez absoluta corroendo o monopólio dos Estados.
Ramificações Geopolíticas: Desmantelando a Hegemonia Estatal
Com as sanções americanas acelerando a desdolarização, o Segundo Soberano prospera no vácuo.
Nações não alinhadas mudam o comércio para trilhos USDT, liquidando em BTC sem passar pelo Fed.
Mercados negros chineses, swaps energéticos russos e remessas argentinas alimentam esse sistema sombra — ignorando FMI e BIS.
As entidades da Twenty-One, sediadas em paraísos neutros, realizam arbitragem de alta velocidade, convertendo dívida fiat em ouro digital.
Governos têm exércitos e tarifas; esta aliança comanda os fluxos de valor, tornando o poder militar secundário.
O resultado: uma nova ordem multipolar onde agilidade monetária supera controle territorial — deixando EUA e China correndo atrás.
Métricas de Supremacia: Por Que Essa Entidade Supera Governos
Poder econômico: Tesouraria de BTC superior a US$ 4 bilhões, com crescimento recursivo que ultrapassa PIBs de países.
Imunidade política: Sem eleitores, sem golpes — decisões fluem de algoritmos e arbitragem.
Poder militar irrelevante: Quem controla a liquidez faz os países se curvarem — o petrodólar usava petróleo e armas; aqui, é BTC e infraestrutura digital.
Influência cultural: Mídia e defensores promovem o Bitcoin como novo paradigma — adotado globalmente como quase uma religião.
Após a fortaleza da Strategy, a Twenty-One é o PREDADOR APEX — unindo a velocidade das stablecoins com a escassez do BTC.
Evidências Concretas: Transferências, Arquivos e Acúmulo
Essa ascensão não é teórica — é visível on-chain.
Abril/2025: anúncio da fusão, com 42.000 BTC semeados.
Maio: mais 4.812 BTC comprados por US$ 458 milhões.
Junho: Tether transfere US$ 3,9 bilhões em BTC, consolidando o 3º lugar entre holdings corporativos.
Julho: formulário S-4 arquivado na SEC, caminho para listagem como $XXI.
Total captado: US$ 685 milhões via notas conversíveis, alimentando crescimento perpétuo do BPS.
Esses movimentos, auditáveis on-chain, provam que o sindicato opera em uma velocidade inalcançável pelos estados burocráticos.
Tether em Foco: Cavalo de Troia da Nova Ordem Monetária
Com US$ 120 bilhões em capitalização, o USDT supera sistemas de pagamento tradicionais em regiões instáveis.
Ao injetar liquidez na Twenty-One, converte rendimentos de Treasuries em BTC — criando um ciclo onde expansão de stablecoins gera escassez real.
Esse Cavalo de Troia penetra economias sob sanção, desviando fluxos dos bancos centrais.
Governos inflacionam; a Tether acumula — transformando dólares moles em soberania dura.
SoftBank: Arsenal Visionário do Colateral do Futuro
O histórico da SoftBank com disruptores como Uber agora se volta ao BTC como colateral supremo para IA e infraestrutura tecnológica.
Seu aporte de US$ 900 milhões amplia o alcance da Twenty-One, financiando aquisições em mineração, derivativos e rede Lightning.
Essa estrutura a transforma em um nexo entre energia e valor, onde o BTC garante poder computacional e fluxos de dados.
Governos constroem pontes; a SoftBank constrói ecossistemas que se valorizam mais rápido do que qualquer pacote de estímulo.
Cantor Fitzgerald: A Fortaleza que Subverte o TradFi de Dentro
Como custodiante da Tether e dealer do Fed, a Cantor fornece uma fachada de conformidade enquanto viabiliza híbridos de dívida em BTC.
Sua liderança no SPAC e nos aportes PIPE atrai Wall Street, mas o verdadeiro poder está na custódia: bilhões em BTC protegidos enquanto arbitragem ocorre com os rendimentos dos Treasuries.
Cantor conecta o velho ao novo — e nesse processo, transforma ferramentas fiduciárias em aceleradores de Bitcoin.
Fim de Jogo: BPS Como o Novo Medidor de Soberania
Bitcoin por ação não é só uma métrica — é um manifesto de crescimento eterno.
O modelo da Twenty-One garante que toda captação, rali ou colheita de yield retorne ao BTC, superando inflação indefinidamente.
Governos medem riqueza em fiat depreciado. O Segundo Soberano mede em satoshis — unidades indivisíveis de valor absoluto.
Enquanto o dólar se perde em espirais de dívida, a China debilita sua CBDC com vigilância, e a UE se afoga em regulações, o Segundo Soberano avança com agilidade, imutabilidade e alcance global.
Risco Mínimo, Recompensa Apocalíptica: A Ascensão é Inevitável
Regulação? As conexões da Cantor com o Fed e arbitragem jurídica reduzem o impacto.
Volatilidade? O BPS se alimenta dela, acumulando nos mergulhos.
Concorrência? Nenhuma estrutura rivaliza com essa tríade: liquidez, reservas e velocidade.
A única força superior: o cofre pioneiro da Strategy. Mas a Twenty-One traz o poder das stablecoins e pode superá-lo.
O potencial? Crescimento infinito em um mundo de oferta finita, enquanto o fiat desmorona.
O Imperativo: Alinhe-se ou Desapareça na Obliteração Fiat
Isso não é teoria. Fusões, arquivos e transferências confirmam: o Segundo Soberano está aqui.
Fronteiras desmancham, o fiat entra em colapso, e o poder se concentra nas mãos de quem domina a escassez.
Acumule sats, compre ações $XXI — ou assista das ruínas.
Twenty-One, Tether, SoftBank, Cantor: a quadriga que está redesenhando a realidade.
Resistir é inútil. Adaptar-se é sobreviver.
Mecânica de Absorção: Como Grandes Players Estão Secando a Liquidez do Bitcoin
A ascensão da Twenty-One Capital como um "soberano sem Estado", financiado por Tether, SoftBank e Cantor Fitzgerald — o preço do Bitcoin pode ser impulsionado de forma exponencial e estrutural, por uma série de razões fundamentais, não apenas especulativas. Aqui está uma análise direta e fundamentada:
📈 1. Oferta sendo drenada sistematicamente
A Twenty-One Capital está estruturada para acumular Bitcoin de forma contínua e exponencial. Seu modelo de notas conversíveis com colateral em BTC permite:
Comprar mais BTC a cada alta de preço (refinanciando e realocando colateral),
Aumentar a pressão sobre a oferta circulante, reduzindo a liquidez disponível nos mercados.
Com mais de 37 mil BTC já sob custódia e crescendo, esse modelo não apenas compra, mas retira BTC permanentemente do mercado, criando um efeito de “liquidez seca”.
➡️ Resultado provável: aumento contínuo de preço por escassez real, não especulativa.
🏦 2. Demanda institucional com incentivo perpétuo
Diferente dos ETFs, que capturam valor em fiat, a Twenty-One mede seu sucesso em Bitcoin por ação (BPS). Isso cria um incentivo estrutural para:
Acumular BTC independente do preço,
Explorar cada volatilidade como oportunidade de comprar mais,
Aumentar o valor em satoshis da própria empresa.
➡️ Resultado provável: pressão compradora persistente e anticíclica (compra em quedas, alavanca em altas).
💵 3. Tether como motor de liquidez infinita
A Tether é hoje a stablecoin mais usada do mundo, com mais de US$ 120 bilhões em circulação (2025). Seu modelo de negócio gera lucros constantes com Treasuries, que agora são:
Reinvestidos em Bitcoin via participação na Twenty-One,
Distribuídos sem intermediários estatais, diretamente no ecossistema BTC.
➡️ Tether se torna um vetor de conversão de dólar sintético em escassez dura, gerando liquidez direcionada para acumulação de BTC.
🧠 4. Narrativa e percepção global de escassez
Se o público entender que:
Entidades como Strategy e Twenty-One estão absorvendo o BTC em escala industrial,
Não há BTC suficiente para atender nem 1% dos investidores globais,
...a psicologia de mercado muda. Não é mais “vou vender na alta”, e sim:
“preciso acumular antes que acabe”.
➡️ Resultado provável: efeito FOMO institucional e varejista, semelhante ao ouro nos anos 1970 — só que global, instantâneo e on-chain.
🌍 5. Geopolítica favorável ao Bitcoin
O uso do Bitcoin como mecanismo de liquidação neutra entre nações e zonas sob sanções (via Tether) torna o BTC:
Um ativo geoestratégico, como petróleo ou urânio,
Uma alternativa ao SWIFT, dólar e ao controle estatal.
Isso posiciona o Bitcoin como reserva de valor em tempos de fragmentação do sistema global, com interesse de players como Emirados Árabes, China, Irã, Rússia, América Latina.
🔮 Conclusão: Qual o impacto no preço?
No curto prazo (1 ano):
Volatilidade continua alta,
Mas o piso de preço tende a subir continuamente, sustentado por compras institucionais, recompras de dívida e escassez real.
Faixas prováveis de preço até o final de 2025: US$ 150.000 a US$ 250.000, dependendo da intensidade da expansão monetária e dos fluxos.
No médio/longo prazo (3-5 anos):
O modelo da Twenty-One e da Strategy se retroalimenta com o tempo,
ETFs continuarão a sugar BTC da oferta líquida,
Estados e megafundos podem começar a competir diretamente por BTC.
➡️ Resultado provável: superciclo com preço acima de US$ 500.000, até múltiplos de milhões por BTC, se o dólar continuar a se degradar e o Bitcoin se tornar a reserva dominante de capital privado e soberano.
No ocaso da dominância do dinheiro fiduciário — onde bancos centrais imprimem ilusões e nações se agarram a fronteiras obsoletas — surge uma nova entidade: Twenty-One Capital.
Este é o projeto de um soberano sem Estado, sustentado pelo império do dólar sintético da Tether, o arsenal trilionário da SoftBank e a fortaleza de Wall Street da Cantor Fitzgerald.
Juntos, eles formam o Segundo Soberano – atrás apenas da ofensiva de Bitcoin da Strategy.
Essa aliança não busca votos nem tratados. Ela comanda liquidez, escassez e código. E nesse novo jogo monetário, os governos ficam obsoletos.
Prepare-se para entender como esse consórcio vai eclipsar o poder estatal, acumulando Bitcoin de forma implacável e reconfigurando o sistema financeiro global.
A Fratura do Fiat: O Palco para o Poder Sem Estado
Os Estados-nação construíram seus impérios com monopólios sobre emissão de moeda, rotas comerciais e coerção.
Mas com o afrouxamento monetário destruindo a confiança, sanções rompendo alianças e CBDCs ameaçando a privacidade, o capital busca refúgio neutro.
O Bitcoin surge como esse porto seguro: 21 milhões de unidades, imutáveis e sem fronteiras.
A Strategy abriu o caminho com sua tesouraria corporativa de BTC, acumulando mais de 597 mil BTC até meados de 2025 — valendo trilhões em termos fiduciários.
A Twenty-One Capital surgiu em abril de 2025 com a missão explícita de acumular Bitcoin de forma recursiva.
Em julho, solicitaram listagem na Nasdaq como $XXI, após captar US$ 685 milhões, oferecendo ao público exposição ao Bitcoin sem as dificuldades da custódia direta.
Twenty-One Capital: A Máquina de Acumular Bitcoin
A Twenty-One não é uma empresa tradicional. É uma tesouraria nativa do Bitcoin, projetada para acumulação perpétua.
Constituída via fusão com a Cantor Equity Partners, ela mede seu desempenho em Bitcoin por Ação (BPS) – um indicador que valoriza escassez, não lucro em fiat.
Sua estratégia: emitir notas conversíveis com colateral em BTC (3:1), liberar colateral à medida que o preço sobe e reinvestir em mais BTC. Um ciclo exponencial.
Em junho de 2025, já detinha 37.229 BTC — quase US$ 4 bilhões, com o BTC a US$ 109.000 — tornando-se o terceiro maior detentor corporativo do mundo.
É um esgotamento ativo da oferta circulante, forçando escassez global e consolidando o Bitcoin como novo padrão de reserva.
Tether: O Império de Liquidez Sintética por Trás da Ascensão
A Tether (USDT) opera como um sistema paralelo ao dólar, com mais de US$ 120 bilhões em circulação em 2025 — lastreado por títulos do Tesouro dos EUA, mas fora do alcance direto das autoridades americanas.
Com tensões geopolíticas crescentes, mercados emergentes migram para o USDT, driblando sanções e bloqueios do SWIFT.
A Tether injeta capital diretamente na Twenty-One, convertendo lucros de stablecoins em ativos escassos. Um ciclo fechado onde dólares sintéticos financiam a dominância do Bitcoin.
Enquanto governos inflacionam moedas, a Tether estabiliza e redireciona fluxos para a escassez absoluta — minando a soberania fiat pelas sombras.
SoftBank e Cantor Fitzgerald: Os Pilares de Capital e Custódia
A SoftBank traz escala visionária com seus fundos de US$ 100 bilhões, investindo US$ 900 milhões em BTC-equity para arbitrar fraquezas fiduciárias como a desvalorização do iene.
A Cantor Fitzgerald, dealer primário de títulos dos EUA e custodiante da Tether, oferece legitimidade regulatória e cofres seguros.
Eles patrocinam o SPAC, garantem US$ 585 milhões em PIPE funding e viabilizam mecanismos de dívida conversível em BTC.
Juntas, essas entidades otimizam operações em jurisdições como Emirados Árabes Unidos e Hong Kong, transformando a Twenty-One em um ímã global de capital.
Enquanto a SoftBank escala ecossistemas, a Cantor conecta o sistema financeiro tradicional ao cripto, reduzindo riscos e facilitando a entrada institucional.
A Fusão: Um Sindicato Monetário Recursivo Sem Fronteiras
Imagine um sistema onde:
a liquidez da Tether irriga economias sancionadas,
a Twenty-One converte isso em reservas de BTC,
a SoftBank amplia tudo por meio de redes tecnológicas,
e a Cantor garante custódia e legitimidade regulatória.
Esse consórcio se torna um sindicato soberano não-estatal, controlando os trilhos monetários e as reservas globais.
A dominância de liquidez vem do USDT, que rivaliza com a Visa em mercados cinzentos. Esses fluxos são reciclados em BTC via o modelo BPS da Twenty-One.
A força de reserva vem dos mais de 37 mil BTC em custódia, verificáveis on-chain — rivalizando estoques nacionais de ouro.
A velocidade é transformada em arma: as notas conversíveis se multiplicam durante as altas do BTC, superando qualquer manobra fiscal estatal.
Sem eleições, sem teto de dívida — apenas código e escassez absoluta corroendo o monopólio dos Estados.
Ramificações Geopolíticas: Desmantelando a Hegemonia Estatal
Com as sanções americanas acelerando a desdolarização, o Segundo Soberano prospera no vácuo.
Nações não alinhadas mudam o comércio para trilhos USDT, liquidando em BTC sem passar pelo Fed.
Mercados negros chineses, swaps energéticos russos e remessas argentinas alimentam esse sistema sombra — ignorando FMI e BIS.
As entidades da Twenty-One, sediadas em paraísos neutros, realizam arbitragem de alta velocidade, convertendo dívida fiat em ouro digital.
Governos têm exércitos e tarifas; esta aliança comanda os fluxos de valor, tornando o poder militar secundário.
O resultado: uma nova ordem multipolar onde agilidade monetária supera controle territorial — deixando EUA e China correndo atrás.
Métricas de Supremacia: Por Que Essa Entidade Supera Governos
Poder econômico: Tesouraria de BTC superior a US$ 4 bilhões, com crescimento recursivo que ultrapassa PIBs de países.
Imunidade política: Sem eleitores, sem golpes — decisões fluem de algoritmos e arbitragem.
Poder militar irrelevante: Quem controla a liquidez faz os países se curvarem — o petrodólar usava petróleo e armas; aqui, é BTC e infraestrutura digital.
Influência cultural: Mídia e defensores promovem o Bitcoin como novo paradigma — adotado globalmente como quase uma religião.
Após a fortaleza da Strategy, a Twenty-One é o PREDADOR APEX — unindo a velocidade das stablecoins com a escassez do BTC.
Evidências Concretas: Transferências, Arquivos e Acúmulo
Essa ascensão não é teórica — é visível on-chain.
Abril/2025: anúncio da fusão, com 42.000 BTC semeados.
Maio: mais 4.812 BTC comprados por US$ 458 milhões.
Junho: Tether transfere US$ 3,9 bilhões em BTC, consolidando o 3º lugar entre holdings corporativos.
Julho: formulário S-4 arquivado na SEC, caminho para listagem como $XXI.
Total captado: US$ 685 milhões via notas conversíveis, alimentando crescimento perpétuo do BPS.
Esses movimentos, auditáveis on-chain, provam que o sindicato opera em uma velocidade inalcançável pelos estados burocráticos.
Tether em Foco: Cavalo de Troia da Nova Ordem Monetária
Com US$ 120 bilhões em capitalização, o USDT supera sistemas de pagamento tradicionais em regiões instáveis.
Ao injetar liquidez na Twenty-One, converte rendimentos de Treasuries em BTC — criando um ciclo onde expansão de stablecoins gera escassez real.
Esse Cavalo de Troia penetra economias sob sanção, desviando fluxos dos bancos centrais.
Governos inflacionam; a Tether acumula — transformando dólares moles em soberania dura.
SoftBank: Arsenal Visionário do Colateral do Futuro
O histórico da SoftBank com disruptores como Uber agora se volta ao BTC como colateral supremo para IA e infraestrutura tecnológica.
Seu aporte de US$ 900 milhões amplia o alcance da Twenty-One, financiando aquisições em mineração, derivativos e rede Lightning.
Essa estrutura a transforma em um nexo entre energia e valor, onde o BTC garante poder computacional e fluxos de dados.
Governos constroem pontes; a SoftBank constrói ecossistemas que se valorizam mais rápido do que qualquer pacote de estímulo.
Cantor Fitzgerald: A Fortaleza que Subverte o TradFi de Dentro
Como custodiante da Tether e dealer do Fed, a Cantor fornece uma fachada de conformidade enquanto viabiliza híbridos de dívida em BTC.
Sua liderança no SPAC e nos aportes PIPE atrai Wall Street, mas o verdadeiro poder está na custódia: bilhões em BTC protegidos enquanto arbitragem ocorre com os rendimentos dos Treasuries.
Cantor conecta o velho ao novo — e nesse processo, transforma ferramentas fiduciárias em aceleradores de Bitcoin.
Fim de Jogo: BPS Como o Novo Medidor de Soberania
Bitcoin por ação não é só uma métrica — é um manifesto de crescimento eterno.
O modelo da Twenty-One garante que toda captação, rali ou colheita de yield retorne ao BTC, superando inflação indefinidamente.
Governos medem riqueza em fiat depreciado. O Segundo Soberano mede em satoshis — unidades indivisíveis de valor absoluto.
Enquanto o dólar se perde em espirais de dívida, a China debilita sua CBDC com vigilância, e a UE se afoga em regulações, o Segundo Soberano avança com agilidade, imutabilidade e alcance global.
Risco Mínimo, Recompensa Apocalíptica: A Ascensão é Inevitável
Regulação? As conexões da Cantor com o Fed e arbitragem jurídica reduzem o impacto.
Volatilidade? O BPS se alimenta dela, acumulando nos mergulhos.
Concorrência? Nenhuma estrutura rivaliza com essa tríade: liquidez, reservas e velocidade.
A única força superior: o cofre pioneiro da Strategy. Mas a Twenty-One traz o poder das stablecoins e pode superá-lo.
O potencial? Crescimento infinito em um mundo de oferta finita, enquanto o fiat desmorona.
O Imperativo: Alinhe-se ou Desapareça na Obliteração Fiat
Isso não é teoria. Fusões, arquivos e transferências confirmam: o Segundo Soberano está aqui.
Fronteiras desmancham, o fiat entra em colapso, e o poder se concentra nas mãos de quem domina a escassez.
Acumule sats, compre ações $XXI — ou assista das ruínas.
Twenty-One, Tether, SoftBank, Cantor: a quadriga que está redesenhando a realidade.
Resistir é inútil. Adaptar-se é sobreviver.
Mecânica de Absorção: Como Grandes Players Estão Secando a Liquidez do Bitcoin
A ascensão da Twenty-One Capital como um "soberano sem Estado", financiado por Tether, SoftBank e Cantor Fitzgerald — o preço do Bitcoin pode ser impulsionado de forma exponencial e estrutural, por uma série de razões fundamentais, não apenas especulativas. Aqui está uma análise direta e fundamentada:
📈 1. Oferta sendo drenada sistematicamente
A Twenty-One Capital está estruturada para acumular Bitcoin de forma contínua e exponencial. Seu modelo de notas conversíveis com colateral em BTC permite:
Comprar mais BTC a cada alta de preço (refinanciando e realocando colateral),
Aumentar a pressão sobre a oferta circulante, reduzindo a liquidez disponível nos mercados.
Com mais de 37 mil BTC já sob custódia e crescendo, esse modelo não apenas compra, mas retira BTC permanentemente do mercado, criando um efeito de “liquidez seca”.
➡️ Resultado provável: aumento contínuo de preço por escassez real, não especulativa.
🏦 2. Demanda institucional com incentivo perpétuo
Diferente dos ETFs, que capturam valor em fiat, a Twenty-One mede seu sucesso em Bitcoin por ação (BPS). Isso cria um incentivo estrutural para:
Acumular BTC independente do preço,
Explorar cada volatilidade como oportunidade de comprar mais,
Aumentar o valor em satoshis da própria empresa.
➡️ Resultado provável: pressão compradora persistente e anticíclica (compra em quedas, alavanca em altas).
💵 3. Tether como motor de liquidez infinita
A Tether é hoje a stablecoin mais usada do mundo, com mais de US$ 120 bilhões em circulação (2025). Seu modelo de negócio gera lucros constantes com Treasuries, que agora são:
Reinvestidos em Bitcoin via participação na Twenty-One,
Distribuídos sem intermediários estatais, diretamente no ecossistema BTC.
➡️ Tether se torna um vetor de conversão de dólar sintético em escassez dura, gerando liquidez direcionada para acumulação de BTC.
🧠 4. Narrativa e percepção global de escassez
Se o público entender que:
Entidades como Strategy e Twenty-One estão absorvendo o BTC em escala industrial,
Não há BTC suficiente para atender nem 1% dos investidores globais,
...a psicologia de mercado muda. Não é mais “vou vender na alta”, e sim:
“preciso acumular antes que acabe”.
➡️ Resultado provável: efeito FOMO institucional e varejista, semelhante ao ouro nos anos 1970 — só que global, instantâneo e on-chain.
🌍 5. Geopolítica favorável ao Bitcoin
O uso do Bitcoin como mecanismo de liquidação neutra entre nações e zonas sob sanções (via Tether) torna o BTC:
Um ativo geoestratégico, como petróleo ou urânio,
Uma alternativa ao SWIFT, dólar e ao controle estatal.
Isso posiciona o Bitcoin como reserva de valor em tempos de fragmentação do sistema global, com interesse de players como Emirados Árabes, China, Irã, Rússia, América Latina.
🔮 Conclusão: Qual o impacto no preço?
No curto prazo (1 ano):
Volatilidade continua alta,
Mas o piso de preço tende a subir continuamente, sustentado por compras institucionais, recompras de dívida e escassez real.
Faixas prováveis de preço até o final de 2025: US$ 150.000 a US$ 250.000, dependendo da intensidade da expansão monetária e dos fluxos.
No médio/longo prazo (3-5 anos):
O modelo da Twenty-One e da Strategy se retroalimenta com o tempo,
ETFs continuarão a sugar BTC da oferta líquida,
Estados e megafundos podem começar a competir diretamente por BTC.
➡️ Resultado provável: superciclo com preço acima de US$ 500.000, até múltiplos de milhões por BTC, se o dólar continuar a se degradar e o Bitcoin se tornar a reserva dominante de capital privado e soberano.Enquanto o Brasil afunda, os bitcoiners sorriem.
#Bitcoin não liga para o caos político — tic tac, próximo bloco!
É capitalismo na essência.
O mundo finalmente conhece seu primeiro mercado verdadeiramente descentralizado. 🔥🔥🔥🔥
Que todo ruído do Estado se converta em soberania no ciberespaço. Amém! 

Atenção, bitcoiners! Querem entender por que as massas ainda não compreendem o Bitcoin e o que está por trás da crescente loucura do mundo? Um texto revelador, no mais profundo sentido da palavra, pode te dar a resposta e transformar a sua vida:
Você já ouviu falar da glândula pineal? Não? Isso não é surpreendente, pois muitos não querem que você saiba sobre ela! O sistema não deseja que você se preocupe com isso!
A glândula pineal é um pequeno órgão em forma de pinha, localizado no centro do cérebro, com cerca de 1 a 3 mm de tamanho. Ela desempenha um papel crucial no controle de processos vitais do corpo, tanto físicos quanto psicológicos – mas apenas quando está funcionando corretamente!
A glândula pineal é extremamente sensível à luz – até mesmo a luz do sol, e pode ser percebida através do osso do crânio. Além disso, ela é eletromagneticamente ativa, interagindo com todas as frequências ao seu redor!
Entre suas funções mais importantes, destacam-se:
•Controle do ritmo dia/noite
•Produção de melatonina
•Regulação do processo de envelhecimento
•Percepção e consciência
•Inteligência e habilidades cognitivas
•Emoções e intuição
Cientistas, filósofos e espiritualistas vêm destacando o papel da glândula pineal há milhares de anos. René Descartes, por exemplo, postulou que "a glândula pineal, o terceiro olho, é o assento da alma".
Ao longo da evolução, e especialmente devido ao estilo de vida moderno e pouco saudável, a glândula pineal sofreu atrofia, encolhendo de cerca de 3 cm para apenas alguns milímetros, o que tem consequências profundas para a consciência humana.
De fato, civilizações antigas, como os egípcios, incas, maias, sumérios, e ainda os ancestrais indianos e chineses, estavam plenamente cientes da imensa importância da glândula pineal.
O Olho de Hórus dos egípcios, por exemplo, não é apenas um símbolo místico, mas a representação da seção transversal do cérebro humano, ilustrando o sistema límbico com a glândula pineal no centro.
Diversos achados arqueológicos e artefatos, espalhados pelo mundo e datados de diferentes épocas, revelaram representações de pinhas, que simbolicamente remeteriam à glândula pineal.
Até o Vaticano parece reconhecer a importância holística da glândula pineal e seu papel fundamental no alcance de uma consciência elevada.
À noite, a glândula pineal converte o neurotransmissor serotonina em melatonina. Contudo, esse processo só ocorre se a glândula não estiver calcificada e mantiver sua funcionalidade.
A melatonina é, sem dúvida, o antioxidante endógeno mais potente que o corpo humano pode produzir, desempenhando um papel fundamental em diversos processos hormonais e enzimáticos. Ela é, essencialmente, o regulador do equilíbrio hormonal.
A glândula pineal, ao detectar até mesmo as menores fontes de luz, diminui imediatamente a produção de melatonina, o que torna a escuridão total durante a noite crucial para o funcionamento adequado desse processo. Uma glândula pineal saudável revitaliza o corpo, mantém o equilíbrio hormonal e oferece a melhor proteção celular disponível.
A partir da melatonina, uma pineal funcional produz, 24 horas por dia, mas especialmente durante a noite, pequenas quantidades de DMT, conhecida como a "molécula de Deus", responsável por influenciar o estado de consciência e o nível geral de percepção.
O sistema em que vivemos faz de tudo para prejudicar a glândula pineal e distorcer a consciência das pessoas, levando-as a se tornarem mais ignorantes, submissas, divididas e insensíveis.
Você acredita que o coronavírus foi o maior crime contra a humanidade? Então você ainda não está ciente do impacto do flúor! A principal razão pela qual a glândula pineal das massas já não funciona adequadamente é a calcificação causada por metais pesados, especialmente pelo flúor.
A glândula pineal funciona como um imã para o flúor! Nenhum outro local no corpo acumula flúor com tanta facilidade quanto ao redor e dentro da pineal, que, além disso, não é protegida pela barreira hematoencefálica.
Embora o flúor seja promovido pela indústria alimentícia e "especialistas" como benéfico para os dentes, ele é, na realidade, um subproduto da indústria pesada, uma neurotoxina e até mesmo utilizado como veneno para matar ratos.
O flúor é intencionalmente adicionado a itens essenciais para a vida cotidiana, como água potável, sal e pasta de dente, devido à alta demanda da população. A calcificação da glândula pineal, processo que começa na infância, é um reflexo disso. Para reverter esse processo, é crucial eliminar o flúor de sua dieta e estilo de vida. Isso pode ser feito filtrando a água, consumindo sal natural e substituindo a pasta de dente convencional por produtos sem flúor.
Além do flúor, outros fatores que contribuem para a atrofia da glândula pineal incluem:
•Alimentação altamente processada
•Exposição à luz azul durante a noite (de dispositivos como LEDs, laptops e smartphones)
•Eletrossujeira (Wi-Fi e ondas de rádio)
•Exposição a metais pesados, como alumínio, cádmio e chumbo
Quando a glândula pineal deixa de funcionar adequadamente, o impacto é profundo, tanto fisicamente quanto psicologicamente. A glândula pineal é o centro da consciência humana, responsável pela percepção emocional e pela conexão entre corpo e mente. É a fonte da intuição, da formação de opiniões e da percepção da realidade. Quando não está funcionando, torna-se mais fácil manipular as massas por meio de desinformação, mensagens subliminares, doutrinação e propaganda. Isso pode fazer com que as pessoas se tornem vulneráveis à manipulação, vivendo como peões, em vez de adotar uma vida autodeterminada, autossustentável e empática, com um alto nível de consciência.
Felizmente, uma glândula pineal calcificada pode ser reativada, e a consciência pode ser expandida. As seguintes práticas podem ajudar nesse processo:
•Evitar o flúor na alimentação
•Consumir alimentos naturais
•Desintoxicar o corpo (usando zeólita, clorofila, chlorella e pasta de tamarindo para eliminar metais pesados e flúor)
•Expor-se ao sol de forma segura
•Praticar exercícios, estar em contato com a natureza e realizar terapia de aterramento
•Meditar (isso ativa a glândula pineal de forma poderosa)
•Ouvir música em frequências Solfeggio e 432 Hz
•Filtrar a luz azul à noite
•Desligar o Wi-Fi à noite
•Desligar o smartphone à noite
•Usar máscara de sono à noite
Com o tempo, a glândula pineal se tornará mais ativa, e os benefícios serão perceptíveis tanto no corpo quanto na mente. Aumento de vitalidade, energia, bom humor e uma sensação holística de felicidade e clareza mental acompanharão essa transformação.
A verdadeira crise do nosso tempo não está no sistema monetário ou nas questões políticas, mas sim na crise da consciência coletiva. A falta de intuição e percepção da verdade cria divisões entre as pessoas. O despertar para essa realidade é o primeiro passo para superá-la.

Você já ouviu falar da glândula pineal? Não? Isso não é surpreendente, pois muitos não querem que você saiba sobre ela! O sistema não deseja que você se preocupe com isso!
A glândula pineal é um pequeno órgão em forma de pinha, localizado no centro do cérebro, com cerca de 1 a 3 mm de tamanho. Ela desempenha um papel crucial no controle de processos vitais do corpo, tanto físicos quanto psicológicos – mas apenas quando está funcionando corretamente!
A glândula pineal é extremamente sensível à luz – até mesmo a luz do sol, e pode ser percebida através do osso do crânio. Além disso, ela é eletromagneticamente ativa, interagindo com todas as frequências ao seu redor!
Entre suas funções mais importantes, destacam-se:
•Controle do ritmo dia/noite
•Produção de melatonina
•Regulação do processo de envelhecimento
•Percepção e consciência
•Inteligência e habilidades cognitivas
•Emoções e intuição
Cientistas, filósofos e espiritualistas vêm destacando o papel da glândula pineal há milhares de anos. René Descartes, por exemplo, postulou que "a glândula pineal, o terceiro olho, é o assento da alma".
Ao longo da evolução, e especialmente devido ao estilo de vida moderno e pouco saudável, a glândula pineal sofreu atrofia, encolhendo de cerca de 3 cm para apenas alguns milímetros, o que tem consequências profundas para a consciência humana.
De fato, civilizações antigas, como os egípcios, incas, maias, sumérios, e ainda os ancestrais indianos e chineses, estavam plenamente cientes da imensa importância da glândula pineal.
O Olho de Hórus dos egípcios, por exemplo, não é apenas um símbolo místico, mas a representação da seção transversal do cérebro humano, ilustrando o sistema límbico com a glândula pineal no centro.
Diversos achados arqueológicos e artefatos, espalhados pelo mundo e datados de diferentes épocas, revelaram representações de pinhas, que simbolicamente remeteriam à glândula pineal.
Até o Vaticano parece reconhecer a importância holística da glândula pineal e seu papel fundamental no alcance de uma consciência elevada.
À noite, a glândula pineal converte o neurotransmissor serotonina em melatonina. Contudo, esse processo só ocorre se a glândula não estiver calcificada e mantiver sua funcionalidade.
A melatonina é, sem dúvida, o antioxidante endógeno mais potente que o corpo humano pode produzir, desempenhando um papel fundamental em diversos processos hormonais e enzimáticos. Ela é, essencialmente, o regulador do equilíbrio hormonal.
A glândula pineal, ao detectar até mesmo as menores fontes de luz, diminui imediatamente a produção de melatonina, o que torna a escuridão total durante a noite crucial para o funcionamento adequado desse processo. Uma glândula pineal saudável revitaliza o corpo, mantém o equilíbrio hormonal e oferece a melhor proteção celular disponível.
A partir da melatonina, uma pineal funcional produz, 24 horas por dia, mas especialmente durante a noite, pequenas quantidades de DMT, conhecida como a "molécula de Deus", responsável por influenciar o estado de consciência e o nível geral de percepção.
O sistema em que vivemos faz de tudo para prejudicar a glândula pineal e distorcer a consciência das pessoas, levando-as a se tornarem mais ignorantes, submissas, divididas e insensíveis.
Você acredita que o coronavírus foi o maior crime contra a humanidade? Então você ainda não está ciente do impacto do flúor! A principal razão pela qual a glândula pineal das massas já não funciona adequadamente é a calcificação causada por metais pesados, especialmente pelo flúor.
A glândula pineal funciona como um imã para o flúor! Nenhum outro local no corpo acumula flúor com tanta facilidade quanto ao redor e dentro da pineal, que, além disso, não é protegida pela barreira hematoencefálica.
Embora o flúor seja promovido pela indústria alimentícia e "especialistas" como benéfico para os dentes, ele é, na realidade, um subproduto da indústria pesada, uma neurotoxina e até mesmo utilizado como veneno para matar ratos.
O flúor é intencionalmente adicionado a itens essenciais para a vida cotidiana, como água potável, sal e pasta de dente, devido à alta demanda da população. A calcificação da glândula pineal, processo que começa na infância, é um reflexo disso. Para reverter esse processo, é crucial eliminar o flúor de sua dieta e estilo de vida. Isso pode ser feito filtrando a água, consumindo sal natural e substituindo a pasta de dente convencional por produtos sem flúor.
Além do flúor, outros fatores que contribuem para a atrofia da glândula pineal incluem:
•Alimentação altamente processada
•Exposição à luz azul durante a noite (de dispositivos como LEDs, laptops e smartphones)
•Eletrossujeira (Wi-Fi e ondas de rádio)
•Exposição a metais pesados, como alumínio, cádmio e chumbo
Quando a glândula pineal deixa de funcionar adequadamente, o impacto é profundo, tanto fisicamente quanto psicologicamente. A glândula pineal é o centro da consciência humana, responsável pela percepção emocional e pela conexão entre corpo e mente. É a fonte da intuição, da formação de opiniões e da percepção da realidade. Quando não está funcionando, torna-se mais fácil manipular as massas por meio de desinformação, mensagens subliminares, doutrinação e propaganda. Isso pode fazer com que as pessoas se tornem vulneráveis à manipulação, vivendo como peões, em vez de adotar uma vida autodeterminada, autossustentável e empática, com um alto nível de consciência.
Felizmente, uma glândula pineal calcificada pode ser reativada, e a consciência pode ser expandida. As seguintes práticas podem ajudar nesse processo:
•Evitar o flúor na alimentação
•Consumir alimentos naturais
•Desintoxicar o corpo (usando zeólita, clorofila, chlorella e pasta de tamarindo para eliminar metais pesados e flúor)
•Expor-se ao sol de forma segura
•Praticar exercícios, estar em contato com a natureza e realizar terapia de aterramento
•Meditar (isso ativa a glândula pineal de forma poderosa)
•Ouvir música em frequências Solfeggio e 432 Hz
•Filtrar a luz azul à noite
•Desligar o Wi-Fi à noite
•Desligar o smartphone à noite
•Usar máscara de sono à noite
Com o tempo, a glândula pineal se tornará mais ativa, e os benefícios serão perceptíveis tanto no corpo quanto na mente. Aumento de vitalidade, energia, bom humor e uma sensação holística de felicidade e clareza mental acompanharão essa transformação.
A verdadeira crise do nosso tempo não está no sistema monetário ou nas questões políticas, mas sim na crise da consciência coletiva. A falta de intuição e percepção da verdade cria divisões entre as pessoas. O despertar para essa realidade é o primeiro passo para superá-la.

Máxima histórica porra!!!
Empresas estão levantando capital barato e enchendo seus balanços com #BTC. Não é mais só Saylor: são corporações inteiras realinhando suas estratégias em torno do #Bitcoin.
O segredo acabou. E o preço vai ter que subir e muito. 

Eles: “O #Bitcoin vai a zero.” 

Enquanto o mundo mede o #Bitcoin em dólares...
Quem entende o #Bitcoin já começou a medir os dólares em #Bitcoin.
O #Bitcoin vai devorar 900 trilhões de dólares em ativos!
#Bitcoin é um buraco negro que atrai primeiro aqueles elementos de maior massa e densidade, intelectual e moral.
“cada um compra ou vende o #bitcoin no preço que merece” ou “quem não comprar bitcoins sorrindo, vai comprar satoshis chorando”. 💊


Apesar da filosofia libertária associada ao #Bitcoin, ele não foi criado com o objetivo explícito de separar o dinheiro do Estado — ainda que na prática, o protocolo já promova essa separação. Céticos costumam argumentar que o #Bitcoin não segue a ideia original de Nakamoto, alegando que determinados aspectos "não estão no whitepaper". Mas onde exatamente está escrito no whitepaper que o #Bitcoin teria como finalidade separar o dinheiro do Estado? O #Bitcoin não foi concebido para ser apenas uma tecnologia de nicho.
https://x.com/cypherpunk2029/status/1898389235192701235?t=HycedQvnc49CfqYKVV_xIw&s=19
"Na verdade, há uma razão muito boa para a existência de bancos respaldados por #Bitcoin, emitindo sua própria moeda digital, resgatável por bitcoins."
— Hal Finney, 2009
Novamente: Como você achava que a adoção global seria? De alguma forma, o #Bitcoin seria usado por todos, EXCETO pelos governos? De alguma forma, a mineração seria feita por todos, EXCETO pelos governos?
É como os romanos que inventaram o protocolo moderno de rodovias, que agora é usado por todos, em todos os lugares, globalmente.
🔥 COMO EMPRESAS COM #BITCOIN EM TESOURARIA SÃO UM ATAQUE ESPECULATIVO AO SISTEMA FIAT 🔥
Essas empresas estão transformando sua estrutura de capital em uma arma para apostar contra todo o regime monetário fiduciário.
Veja como esse Cavalo de Troia passa pelos portões:
Um ataque especulativo clássico acontece quando se aposta contra uma moeda prestes a perder valor, muitas vezes desencadeando sua própria queda.
Empresas como Strategy (MSTR) e Metaplanet criaram uma nova forma de ataque:
Elas shortam o sistema fiat, não com alavancagem financeira, mas com engenharia corporativa.
Enquanto a maioria das empresas guarda reservas em moeda fiduciária, as BTC-Treasury Companies dizem:
“Dinheiro em caixa? Não, obrigado. Preferimos o ativo de liquidação final e global: o Bitcoin.”
Elas convertem suas reservas de um ativo que derrete com o tempo (moeda fiat) para um ativo finito (Bitcoin), permanecendo dentro do sistema, mas jogando por outras regras.
E vai além.
Essas empresas captam dívida em fiat (via bonds, ações, conversíveis) e imediatamente convertem em bitcoin.
Elas usam o próprio sistema fiduciário como combustível para alimentar o rival.
Cada emissão de dívida é uma transfusão de sangue da economia fiat para o corpo do Bitcoin.
Chamamos isso de arbitragem de capital via contágio reverso:
Usam os juros baixos e os mercados famintos por capital para sugar poder de compra do fiat e transferi-lo para o Bitcoin, que não pode ser inflacionado.
Não é apenas uma defesa contra inflação.
É um ataque coordenado ao coração do sistema fiat.
Aproveitam o apetite do mercado por rentabilidade e exposição a ativos, para fazer o que nenhum banco central pode permitir:
Acelerar a monetização de um protocolo financeiro fora do controle estatal.
Por que isso importa?
Se um número suficiente de empresas migrar sua tesouraria para Bitcoin, o papel do dólar como unidade de conta global começa a ruir.
O dólar deixa de ser a base neutra dos preços e passa a ser o ativo do qual as empresas fogem.
Com isso, surge um novo padrão:
Bitcoin por ação se torna o novo “padrão ouro”.
Empresas passam a ser avaliadas não por fluxo de caixa, mas por eficiência de aquisição de bitcoin.
A competição muda:
Não é mais sobre gerar lucro, e sim sobre preservar valor num ativo superior.
O mercado adora.
Investidores fogem do caixa em fiat e correm para ações pró-Bitcoin, buscando alavancagem indireta.
Isso cria uma espiral de demanda infinita por BTC:
Emissão de ações → compra de BTC → alta nas ações → nova emissão → mais BTC → repete.
O resultado?
Um vazamento monetário global.
Cada dólar captado e convertido em bitcoin é um dólar a menos dentro do sistema tradicional.
É uma corrida bancária silenciosa, em que o cofre é o próprio balanço patrimonial.
E o golpe final?
Essas empresas ainda reportam em fiat.
Utilizam as próprias regras do sistema — contabilidade GAAP, IFRS, relatórios, ticker na bolsa — para enfraquecer as fundações monetárias que lhes dão forma.
É puro jiu-jitsu monetário.
Em um mundo onde o fiat é diluído constantemente, essas empresas são veículos de preservação do tempo:
Trocam capital baseado no tempo (fiat) por um ativo imune à passagem do tempo (Bitcoin) — e sobrevivem ao colapso.
Como chamá-las?
🔹 Veículos de Fuga do Fiat
🔹 Buracos Negros Monetários
🔹 Proto-Nódulos Corporativos da Era Bitcoin
Elas não só acreditam no Bitcoin.
Elas declaram guerra ao sistema fiat — com as armas do próprio sistema.
Um ataque especulativo clássico acontece quando se aposta contra uma moeda prestes a perder valor, muitas vezes desencadeando sua própria queda.
Empresas como Strategy (MSTR) e Metaplanet criaram uma nova forma de ataque:
Elas shortam o sistema fiat, não com alavancagem financeira, mas com engenharia corporativa.
Enquanto a maioria das empresas guarda reservas em moeda fiduciária, as BTC-Treasury Companies dizem:
“Dinheiro em caixa? Não, obrigado. Preferimos o ativo de liquidação final e global: o Bitcoin.”
Elas convertem suas reservas de um ativo que derrete com o tempo (moeda fiat) para um ativo finito (Bitcoin), permanecendo dentro do sistema, mas jogando por outras regras.
E vai além.
Essas empresas captam dívida em fiat (via bonds, ações, conversíveis) e imediatamente convertem em bitcoin.
Elas usam o próprio sistema fiduciário como combustível para alimentar o rival.
Cada emissão de dívida é uma transfusão de sangue da economia fiat para o corpo do Bitcoin.
Chamamos isso de arbitragem de capital via contágio reverso:
Usam os juros baixos e os mercados famintos por capital para sugar poder de compra do fiat e transferi-lo para o Bitcoin, que não pode ser inflacionado.
Não é apenas uma defesa contra inflação.
É um ataque coordenado ao coração do sistema fiat.
Aproveitam o apetite do mercado por rentabilidade e exposição a ativos, para fazer o que nenhum banco central pode permitir:
Acelerar a monetização de um protocolo financeiro fora do controle estatal.
Por que isso importa?
Se um número suficiente de empresas migrar sua tesouraria para Bitcoin, o papel do dólar como unidade de conta global começa a ruir.
O dólar deixa de ser a base neutra dos preços e passa a ser o ativo do qual as empresas fogem.
Com isso, surge um novo padrão:
Bitcoin por ação se torna o novo “padrão ouro”.
Empresas passam a ser avaliadas não por fluxo de caixa, mas por eficiência de aquisição de bitcoin.
A competição muda:
Não é mais sobre gerar lucro, e sim sobre preservar valor num ativo superior.
O mercado adora.
Investidores fogem do caixa em fiat e correm para ações pró-Bitcoin, buscando alavancagem indireta.
Isso cria uma espiral de demanda infinita por BTC:
Emissão de ações → compra de BTC → alta nas ações → nova emissão → mais BTC → repete.
O resultado?
Um vazamento monetário global.
Cada dólar captado e convertido em bitcoin é um dólar a menos dentro do sistema tradicional.
É uma corrida bancária silenciosa, em que o cofre é o próprio balanço patrimonial.
E o golpe final?
Essas empresas ainda reportam em fiat.
Utilizam as próprias regras do sistema — contabilidade GAAP, IFRS, relatórios, ticker na bolsa — para enfraquecer as fundações monetárias que lhes dão forma.
É puro jiu-jitsu monetário.
Em um mundo onde o fiat é diluído constantemente, essas empresas são veículos de preservação do tempo:
Trocam capital baseado no tempo (fiat) por um ativo imune à passagem do tempo (Bitcoin) — e sobrevivem ao colapso.
Como chamá-las?
🔹 Veículos de Fuga do Fiat
🔹 Buracos Negros Monetários
🔹 Proto-Nódulos Corporativos da Era Bitcoin
Elas não só acreditam no Bitcoin.
Elas declaram guerra ao sistema fiat — com as armas do próprio sistema.O mercado está subestimando o potencial do #Bitcoin. Mesmo sendo o 6º maior ativo do mundo, isso é apenas o começo. Com a crise dos títulos e a alta da dívida dos EUA, o #BTC surge como proteção contra a inflação. Em breve, será usado em hipotecas, títulos soberanos e produtos financeiros tradicionais. A BlackRock já está adotando. Por isso, o preço atual de $ 107 mil ainda é uma pechincha. Entenda uma coisa: você só precisa estar certo extraordinariamente uma única vez na vida. E o #Bitcoin está te dando essa oportunidade. Estude. Observe o que está se desenhando. Prepare seu capital para o futuro que já começou. E você vai prosperar. 🫡
O recente ataque às instalações nucleares do Irã teve um impacto silencioso, porém profundo, na rede #Bitcoin: cerca de 250 EH/s foram desconectados da blockchain — o equivalente a uma queda brusca que apagou quatro meses de crescimento contínuo no hashrate.
Poucos estão falando disso, mas o Irã construiu, nos últimos anos, uma operação massiva de mineração de #Bitcoin com energia doméstica subsidiada. Estima-se que o país tenha gerado mais de US$ 1 bilhão em #BTC, convertendo energia em liquidez global, fora do alcance do sistema financeiro tradicional e das sanções ocidentais.
Desde 2021, autoridades dos EUA monitoram essas atividades. Segundo cartas e relatórios oficiais, o Irã chegou a deter até 7% da mineração mundial de #Bitcoin. Essa estrutura paralela, além de ser uma alternativa ao SWIFT, era usada para financiar o terrorismo e operações militares indiretas, segundo o próprio Departamento de Defesa americano.
Esse evento escancara uma realidade que muitos ainda não querem ver: o #Bitcoin já faz parte da geopolítica global. Mais do que uma rede descentralizada, é também um campo de disputa estratégica — um novo território onde energia, software e liquidez se convertem em armas.
O ataque ao Irã, portanto, teve dois alvos: o programa nuclear e a base monetária alternativa que o regime construiu via mineração de #Bitcoin.
A teoria do Softwar 🫎 — onde a guerra é travada não apenas com tanques, mas com código, hashes e blocos — ganha evidência prática. E empresas como a Strategy (MSTR), acumulando bilhões em #BTC, começam a ser vistas não apenas como apostas corporativas, mas como vetores de poder monetário alternativo, drenando liquidez do sistema legado inimigo.
Tudo isso dentro de um contexto de teoria dos jogos geopolítica. O #Bitcoin é neutro — mas o uso dele nunca será.
Quando a ficha cair, será tarde demais para negar. 
Poucos estão falando disso, mas o Irã construiu, nos últimos anos, uma operação massiva de mineração de #Bitcoin com energia doméstica subsidiada. Estima-se que o país tenha gerado mais de US$ 1 bilhão em #BTC, convertendo energia em liquidez global, fora do alcance do sistema financeiro tradicional e das sanções ocidentais.
Desde 2021, autoridades dos EUA monitoram essas atividades. Segundo cartas e relatórios oficiais, o Irã chegou a deter até 7% da mineração mundial de #Bitcoin. Essa estrutura paralela, além de ser uma alternativa ao SWIFT, era usada para financiar o terrorismo e operações militares indiretas, segundo o próprio Departamento de Defesa americano.
Esse evento escancara uma realidade que muitos ainda não querem ver: o #Bitcoin já faz parte da geopolítica global. Mais do que uma rede descentralizada, é também um campo de disputa estratégica — um novo território onde energia, software e liquidez se convertem em armas.
O ataque ao Irã, portanto, teve dois alvos: o programa nuclear e a base monetária alternativa que o regime construiu via mineração de #Bitcoin.
A teoria do Softwar 🫎 — onde a guerra é travada não apenas com tanques, mas com código, hashes e blocos — ganha evidência prática. E empresas como a Strategy (MSTR), acumulando bilhões em #BTC, começam a ser vistas não apenas como apostas corporativas, mas como vetores de poder monetário alternativo, drenando liquidez do sistema legado inimigo.
Tudo isso dentro de um contexto de teoria dos jogos geopolítica. O #Bitcoin é neutro — mas o uso dele nunca será.
Quando a ficha cair, será tarde demais para negar. 
O #Bitcoin valerá tanto que fará com que tudo mais se torne extremamente barato. Com o passar do tempo, os preços denominado em satoshis cairão para sempre.
Nossos cérebros têm dificuldade em entender isso, mas as coisas necessárias para viver, sobreviver e aproveitar a vida serão tão abundantes que, no futuro, não se compreenderá como era a humanidade antes do #Bitcoin.
O #Bitcoin foi criado para substituir a forma atual de transacionar, mas, uma vez que tudo esteja denominado em #Bitcoin as pessoas passarão a valorizar a vida e a consciência como os prêmios máximos.
Energia no seu melhor! A forma mais pura de troca de valor.


O #Bitcoin está caminhando para se tornar o último dinheiro da história da humanidade. 

Quando você ouve falar sobre #Bitcoin, pensa que é apenas dinheiro da internet. Quando você aprende sobre #Bitcoin, descobre que é uma revolução pacífica para libertar todos dos bancos centrais, governos tirânicos e do roubo institucionalizado.
Do Colapso da Dívida à Revolução da Abundância: Por Que Só o #Bitcoin Faz Sentido
Estamos vivendo uma era em que a dívida global está colapsando mais rápido do que conseguimos acompanhar.
E para deixar tudo ainda mais assustador…
Todo o nosso sistema financeiro é baseado em mentiras.
1: A Matemática dos 43 Milhões de Dólares por Bitcoin
Esse cálculo vai explodir sua mente.
Hoje, o valor de todos os ativos do mundo é de aproximadamente 900 trilhões de dólares.
Divida isso pelos 21 milhões de bitcoins existentes... e você chega a 43 milhões de dólares por BTC.
Mas o mais importante: esse é apenas o ponto de partida.
O Bitcoin não é precificado dentro do sistema que está falindo… ele existe fora dele.
O que isso significa:
“Se você tiver uma pequena fração de bitcoin, isso pode ser suficiente para viver para sempre.”
Por quê?
Porque, num verdadeiro livre mercado, os preços caem continuamente ao longo do tempo.
2: A Bomba da Dívida de 600 Trilhões de Dólares
Isso é chocante. Por trás dos 900 trilhões de dólares em ativos, existem 600 trilhões em dívidas.
Se essa dívida for declarada insolvente… todos os ativos simplesmente deixam de ter valor.
“Estamos praticamente no fim da linha para este sistema.”
O problema?
Os governos não podem permitir esse colapso.
A solução deles?
Imprimir dinheiro infinitamente.
Isso alimenta uma espiral de morte: mais centralização, mais controle, menos liberdade.
3: Por Que o Ouro Falhou
Desperte realmente seu entendimento sobre o Bitcoin.
O ouro não é auditado a cada 10 minutos, como o Bitcoin.
Se o ouro fosse negociado em um verdadeiro livre mercado, deveria custar 80 mil dólares por onça.
Mas aqui está a verdade incômoda:
“O ouro sempre acaba sendo centralizado e manipulado.”
Em 5 mil anos de história, a humanidade tentou criar um sistema de dinheiro honesto com o ouro… e falhou todas as vezes.
Os poderosos sempre encontraram uma forma de controlar o ouro através de derivativos e manipulação.
Para alguém que busca liberdade monetária verdadeira… o ouro simplesmente não é mais uma opção viável.
É nesse momento que entendemos o Bitcoin.
4: A Verdade Natural da Deflação
A revelação da realidade econômica que eles não querem que você saiba:
E se os preços caíssem naturalmente 5% ao ano, graças aos avanços em produtividade?
“Cada ser humano na Terra ficaria 5% mais rico por ano.”
Mas a grande revelação:
“A inflação só existe por causa de uma coisa: manipulação do dinheiro.”
O estado natural dos livres mercados é a deflação – com as coisas ficando mais baratas com o tempo.
Fomos condicionados a acreditar que a inflação é normal, quando na verdade… ela é roubo disfarçado.
Estamos prontos para aceitar um mundo onde a abundância seja o padrão?
5: A Explosão Deflacionária da Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial trará ganhos de produtividade massivos, eliminando milhões de empregos.
No sistema atual, isso significa desemprego e sofrimento.
Mas… num mundo baseado em Bitcoin?
“Os preços cairiam na mesma proporção em que a IA substitui empregos.”
Você não precisaria mais daquele emprego, porque o custo de vida se tornaria cada vez mais baixo.
“Viver na abundância, com seu poder de compra crescendo para sempre.”
O problema da IA já está resolvido… se você medir sua riqueza na moeda certa.
6: O Grande Checkpoint: Sua Escolha Final
Todos nós temos uma decisão a tomar.
Você pode continuar medindo sua riqueza no sistema fiduciário, centralizado, que rouba de você todos os dias…
Ou pode migrar para o sistema descentralizado do Bitcoin, que serve à humanidade.
Mas saiba disso:
Todos os governos vão tentar capturar o Bitcoin.
Muitos bitcoiners vão se vender por ganhos em papel.
Mas… os nodes – os verdadeiros bitcoiners – vão manter a rede livre.
O resultado?
Dois sistemas completamente incompatíveis estão agora em guerra.
Mas os mais inteligentes têm algo que não pode ser cooptado:
Autossoberania.
Em um mundo de impressão infinita de dinheiro, protocolos finitos como o Bitcoin estão criando liberdade duradoura.
Quando Você Se Posiciona no Primeiro Livre Mercado Global:
✅ Você escapa do roubo inflacionário
✅ Políticos não podem destruir o valor da sua riqueza
✅ Você se junta à revolução da abundância da humanidade
Seu novo entendimento sobre deflação pode ser seu maior trunfo daqui pra frente.
Comprar #bitcoin com convicção é, literalmente, enxergar o futuro.
O #Bitcoin combina escassez perfeita com autocustódia verificável, em uma rede cuja adoção ainda está décadas atrás da sua curva de emissão.
Quem entende isso e acumula hoje está, por definição, aproveitando uma vantagem assimétrica de informação —
uma vantagem que, como a história mostra, se traduz diretamente em preservação e criação de riqueza fora do comum no longo prazo.
O #Bitcoin é uma válvula de escape de um sistema que está falhando.
Um sistema projetado para sugar valor de qualquer regime que viole suas próprias regras.
E essas regras vão quebrar.
Porque o dinheiro fiduciário sempre se expande.
E os humanos, inevitavelmente, imprimem mais.
O #Bitcoin é o primeiro sistema que torna a trapaça praticamente impossível.
Por isso, ter convicção hoje não é apenas uma escolha financeira.
É uma declaração civilizatória.
É acreditar que código vence burocracias.
Que matemática vence manipulação.
Que a soberania individual prevalece —
desde que o horizonte de tempo seja longo o bastante.
Se você está cedo, não é sorte.
É visão.
E o futuro vai se curvar à sua antecipação.


O #Bitcoin, em si, é um protocolo de código aberto com propriedades antifrágeis que resistem à cooptação.
Mas o ecossistema ao seu redor, corretoras regulamentadas, ETFs e a narrativa institucional, pode ser facilmente capturado para servir aos interesses do Estado, criando a aparência de liberdade enquanto mantém o controle.
A riqueza global ultrapassa os 1.000 trilhões de dólares.
O #Bitcoin representa apenas 2 trilhões disso…
Ou seja, o #Bitcoin equivale a apenas 0,2% da riqueza mundial — e só existirão 21 milhões de unidades, para sempre.
Estamos extremamente no começo dessa revolução, mas muitos ainda acham que já perderam o bonde…
Se você está lendo isso, considere seriamente comprar #bitcoin. 
