Os bancos centrais vão continuar acumulando ouro.
O capital privado vai acumular #bitcoin.
Ouro e #Bitcoin não competem pelo mesmo espaço. Eles representam camadas diferentes do sistema econômico global. O ouro é historicamente o ativo de reserva dos Estados-nação. Ele centraliza poder, exige confiança custodial, depende de fronteiras bem definidas, exércitos, instituições e da capacidade do Estado de proteger e impor essa custódia. É justamente por isso que em meio a uma crise de dívida soberana global, o ouro voltou a receber demanda institucional pesada. Estados recorrem ao ativo que reforça sua soberania dentro de um sistema baseado em poder geopolítico.
O #Bitcoin é o oposto.
Ele é o ativo de reserva de indivíduos soberanos e de empresas privadas. Não centraliza poder, ele o fragmenta. Não exige confiança em custodiante algum e torna a autocustódia algo simples, verificável e independente de autorização. Em um mundo onde as empresas mais valiosas são digitais, globais e nativas da internet, o #Bitcoin é capital digital puro.
O ouro é capital centralizado.
O #Bitcoin é capital móvel e descentralizado.
À medida que as corporações se tornam mais globais, mais digitais e cada vez mais orientadas por eficiência de balanço, faz sentido que seus ativos de reserva migrem para algo nessa realidade operacional. Não é ideologia dos maximalistas, é pragmatismo financeiro. É por isso que a demanda privada naturalmente gravita em direção ao #Bitcoin.
A alta parabólica do ouro e da prata não é apenas um movimento de mercado. É o sintoma de uma causa...
Um sinal de que algo muito maior pode estar acontecendo: a dominância do petrodólar, dos títulos do Tesouro americano e do próprio padrão fiduciário que vigora desde 1971 acabou.
Depois das sanções impostas à Rússia e ao Irã, ficou evidente que o sistema financeiro global não é neutro. O SWIFT deixou de ser apenas um meio de liquidação e passou a operar como uma ferramenta de negação de serviço e uma arma geopolítica. A confiança entre as nações foi quebrada. E quando confiança vira risco, ativos que não dependem de permissão voltam a chamar atenção.
Faz todo sentido que países comecem a considerar sistemas de confiança zero. E é exatamente aí que o #Bitcoin entra, não apenas como um ativo financeiro, igual ouro e prata, mas como uma infraestrutura alternativa para transferir informações valiosas. Um sistema que não exige confiança. Apenas consenso, matemática, força física e energia.
O que vai acontecer com o #BTC quando finalmente os Estados-nação entenderem isso?
O que acontece quando os Estados e o capital privado brigarem pelo único ativo verdadeiramente escasso da face da Terra? 🤯
Vocês não estão otimistas o suficiente...
O #Bitcoin não acompanhar a prata e o ouro é subvalorização extrema.
Novamente, as finanças no #Bitcoin mal arranham a superfície do que esse Protocolo de Prova de Trabalho pode representar nesse novo cenário global.
Preste atenção: se essa leitura estiver correta, não estamos diante de mais um ciclo comum de mercado. Estamos diante de uma assimetria histórica. Daquelas que surgem uma vez por geração e só beneficiam quem consegue enxergar com antecedência.
