Sem assistência e sem previsão de retorno ao Brasil: passageiros relatam descaso da Azul após voo cancelado na Espanha
Voo é cancelado e passageiros de Ribeirão Preto, SP, ficam mais de 8 horas sem assistência
Sem lugar para dormir, sem dinheiro para alimentação e sem previsão de retornar ao Brasil. É desta forma que passageiros de um voo da Azul em Madri passaram as últimas 72 horas.
Eles tinham como destino o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mas desde sábado (11) precisaram lidar com, pelo menos, três cancelamentos da companhia.
Cerca de 300 pessoas de diferentes cidades do Brasil foram afetadas. Entre elas, está um casal de Ribeirão Preto (SP), que escolheu a Espanha para passar a lua de mel.
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Ao g1, o advogado Gustavo Mársico revelou que nenhum dos passageiros foi procurado pela Azul e eles não foram informados sobre o que de fato aconteceu.
"Ninguém, em momento algum, falou 'está acontecendo isso, então tenham paciência'. Nada, nada, nada, nada. Ninguém da Azul, até agora, procurou a gente para dar uma satisfação. Estamos no hotel e ninguém veio, mandou mensagem, que seja por WhatsApp, que seja em rede social, que a gente está postando o que está acontecendo. Nada".
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Casal em lua de mel na Espanha tenta voltar ao Brasil há três dias e já teve três voos cancelados da Azul
No sábado, quando o primeiro cancelamento de voo aconteceu, eles criaram um grupo em um aplicativo de mensagens instantâneas para trocar informações e oferecer apoio e ajuda, na medida do possível.
Passageiros de Ribeirão Preto (SP) que tiveram voos cancelados trocaram informações em aplicativo de mensagens
Redes sociais
Segundo Gustavo, algumas pessoas precisaram emprestar dinheiro a outras que não tinham mais moeda do país para gastar. No sábado, o grupo passou mais de oito horas no aeroporto, sem informações do que deveria fazer após o cancelamento do voo.
"Ficamos sem respaldo, as pessoas sem comida, gente que não tinha almoçado foi conseguir comer só no hotel, porque alguém comprou lanche, comprou alguma coisa e deu para eles. Outras só foram conseguir comer depois das 21h no hotel".
O g1 teve acesso a algumas mensagens e observou diversos relatos de falta de acomodação, alimentação e diálogo com a empresa. (veja acima)
Alguns passageiros disseram que tiveram de dormir nas recepções de hotéis por causa da falta de quartos disponíveis.
Voo da Azul foi cancelado e passageiros ficaram sem informações por mais de cinco horas no Aeroporto de Madrid
Arquivo pessoal
No domingo (12), um novo voo foi cancelado e na segunda-feira (13), um terceiro.
Gustavo e a esposa, a oftalmologista Fernanda Mársico, tentarão voltar ao Brasil pela quarta vez, nesta terça-feira (14). O casal disse que pretende processar a empresa por danos morais e materiais.
"A gente e mais umas sete pessoas, nós conseguimos, depois de muito custo, quase duas horas no telefone, ser realocados para um voo da Latam amanhã [terça-feira]. Nós vamos conseguir chegar no Brasil à noite. Mas ainda tem bastante gente que está dependendo desse voo do dia 15, 1h30 da manhã. A Azul, em momento algum, falou pra gente o que estava acontecendo".
O que diz a Azul
Procurada pelo g1 na tarde de domingo, a Azul informou que questões técnicas fizeram com que o voo AD8755 (Madri-Viracopos) fosse cancelado e os clientes impactados receberam assistência, conforme previsto na Resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Nesta segunda-feira, a empresa manteve o posicionamento e disse que os passageiros estão sendo reacomodados em outros voos. A companhia informou que as equipes estão empenhadas e trabalhando para minimizar a situação e atender os clientes da melhor forma possível.
Por fim, a Azul lamentou eventuais transtornos e ressaltou que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações, valor primordial para a companhia.
Fernanda e Gustavo Mársico, de Ribeirão Preto (SP), estavam de lua de mel na Espanha
Arquivo pessoal
Voo também foi cancelado na viagem de ida
Na ida, no dia 22 de setembro, o casal de Ribeirão Preto já tinha passado por problemas, quando o voo para Campinas (SP) foi cancelado e eles tiveram de arcar com os custos do transporte até Viracopos.
"Nosso voo de Ribeirão no dia 22 foi cancelado e tivemos essa informação ao chegar ao aeroporto, na hora de fazer o check-in. Só tinha um transporte de ônibus que chegaria em Campinas depois do nosso embarque para Madri. A Azul se recusou a fornecer um táxi pra gente. Tivemos que pegar um táxi por conta própria, ir até Campinas e lá embarcamos para Madri".
Frustrado, Gustavo criticou a falta de transparência da empresa.
"Desde o primeiro dia que a gente saiu de Ribeirão já tivemos problema. A Azul não nos deu o respaldo. Agora esse transtorno também na volta, não só para a gente, mas para 300 pessoas".
Assista à reportagem do EPTV2:
Brasileiros dizem estar presos na Espanha devido a problemas com companhia aérea
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
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Voo é cancelado e passageiros de Ribeirão Preto, SP, ficam mais de 8 horas sem assistência
Sem lugar para dormir, sem dinheiro para alimentação e sem previsão de retornar ao Brasil. É desta forma que passageiros de um voo da Azul em Madri passaram as últimas 72 horas.
Eles tinham como destino o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mas desde sábado (11) precisaram lidar com, pelo menos, três cancelamentos da companhia.
Cerca de 300 pessoas de diferentes cidades do Brasil foram afetadas. Entre elas, está um casal de Ribeirão Preto (SP), que escolheu a Espanha para passar a lua de mel.
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Ao g1, o advogado Gustavo Mársico revelou que nenhum dos passageiros foi procurado pela Azul e eles não foram informados sobre o que de fato aconteceu.
"Ninguém, em momento algum, falou 'está acontecendo isso, então tenham paciência'. Nada, nada, nada, nada. Ninguém da Azul, até agora, procurou a gente para dar uma satisfação. Estamos no hotel e ninguém veio, mandou mensagem, que seja por WhatsApp, que seja em rede social, que a gente está postando o que está acontecendo. Nada".
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No sábado, quando o primeiro cancelamento de voo aconteceu, eles criaram um grupo em um aplicativo de mensagens instantâneas para trocar informações e oferecer apoio e ajuda, na medida do possível.
Passageiros de Ribeirão Preto (SP) que tiveram voos cancelados trocaram informações em aplicativo de mensagens
Redes sociais
Segundo Gustavo, algumas pessoas precisaram emprestar dinheiro a outras que não tinham mais moeda do país para gastar. No sábado, o grupo passou mais de oito horas no aeroporto, sem informações do que deveria fazer após o cancelamento do voo.
"Ficamos sem respaldo, as pessoas sem comida, gente que não tinha almoçado foi conseguir comer só no hotel, porque alguém comprou lanche, comprou alguma coisa e deu para eles. Outras só foram conseguir comer depois das 21h no hotel".
O g1 teve acesso a algumas mensagens e observou diversos relatos de falta de acomodação, alimentação e diálogo com a empresa. (veja acima)
Alguns passageiros disseram que tiveram de dormir nas recepções de hotéis por causa da falta de quartos disponíveis.
Voo da Azul foi cancelado e passageiros ficaram sem informações por mais de cinco horas no Aeroporto de Madrid
Arquivo pessoal
No domingo (12), um novo voo foi cancelado e na segunda-feira (13), um terceiro.
Gustavo e a esposa, a oftalmologista Fernanda Mársico, tentarão voltar ao Brasil pela quarta vez, nesta terça-feira (14). O casal disse que pretende processar a empresa por danos morais e materiais.
"A gente e mais umas sete pessoas, nós conseguimos, depois de muito custo, quase duas horas no telefone, ser realocados para um voo da Latam amanhã [terça-feira]. Nós vamos conseguir chegar no Brasil à noite. Mas ainda tem bastante gente que está dependendo desse voo do dia 15, 1h30 da manhã. A Azul, em momento algum, falou pra gente o que estava acontecendo".
O que diz a Azul
Procurada pelo g1 na tarde de domingo, a Azul informou que questões técnicas fizeram com que o voo AD8755 (Madri-Viracopos) fosse cancelado e os clientes impactados receberam assistência, conforme previsto na Resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Nesta segunda-feira, a empresa manteve o posicionamento e disse que os passageiros estão sendo reacomodados em outros voos. A companhia informou que as equipes estão empenhadas e trabalhando para minimizar a situação e atender os clientes da melhor forma possível.
Por fim, a Azul lamentou eventuais transtornos e ressaltou que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações, valor primordial para a companhia.
Fernanda e Gustavo Mársico, de Ribeirão Preto (SP), estavam de lua de mel na Espanha
Arquivo pessoal
Voo também foi cancelado na viagem de ida
Na ida, no dia 22 de setembro, o casal de Ribeirão Preto já tinha passado por problemas, quando o voo para Campinas (SP) foi cancelado e eles tiveram de arcar com os custos do transporte até Viracopos.
"Nosso voo de Ribeirão no dia 22 foi cancelado e tivemos essa informação ao chegar ao aeroporto, na hora de fazer o check-in. Só tinha um transporte de ônibus que chegaria em Campinas depois do nosso embarque para Madri. A Azul se recusou a fornecer um táxi pra gente. Tivemos que pegar um táxi por conta própria, ir até Campinas e lá embarcamos para Madri".
Frustrado, Gustavo criticou a falta de transparência da empresa.
"Desde o primeiro dia que a gente saiu de Ribeirão já tivemos problema. A Azul não nos deu o respaldo. Agora esse transtorno também na volta, não só para a gente, mas para 300 pessoas".
Assista à reportagem do EPTV2:
Brasileiros dizem estar presos na Espanha devido a problemas com companhia aérea
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G1
Passageiros relatam descaso da Azul após voo cancelado na Espanha | G1
Cerca de 300 brasileiros estão em Madri aguardando voo de volta para casa. Casal de Ribeirão Preto (SP) que está no grupo viajou até país ibé...
O que é feminicídio?
De acordo com dados divulgados pelo governo do Rio Grande do Sul, entre janeiro e setembro de 2025, 57 mulheres foram assassinadas no estado, contra 47 no mesmo período de 2024. As tentativas de feminicídio também cresceram: foram 205 casos, alta de 23% em relação ao ano anterior.
Além disso, mais de 13 mil mulheres sofreram lesões corporais nos nove primeiros meses de 2025, média de 48 vítimas por dia. Uma proposta busca utilizar a tecnologia como estratégia para conter o avanço dos números.
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A secretária da Mulher, Fábia Richter, afirmou que o estado busca entender a dinâmica dos casos para melhorar a rede de proteção. “Estamos estudando os casos para entender a mecânica e dar mais liberdade e segurança às mulheres”, disse. Segundo ela, a ideia é fortalecer os serviços já existentes e garantir que vítimas tenham condições de pedir ajuda com segurança.
De acordo com o governo, a proposta é criar um sistema capaz de integrar dados de diferentes órgãos públicos, como saúde, desenvolvimento social e conselhos tutelares. A tecnologia deve cruzar informações para identificar sinais de violência que não chegam à polícia ou ao Judiciário.
Como denunciar violência contra a mulher no RS: veja serviços nas principais cidades do estado
Conforme a secretária adjunta da Mulher, Viviane Viegas, o objetivo é antecipar riscos.
“Queremos mapear vítimas que não tenham entrado no sistema de justiça e criar alertas de risco”, explicou.
O sistema também deve emitir notificações para equipes de atendimento quando houver indícios de violência, permitindo ações preventivas. Além disso, será possível monitorar casos de forma contínua, acompanhando mudanças no perfil das vítimas e nos registros feitos em outros serviços do Estado.
A tecnologia também deve ajudar a identificar padrões, como histórico de atendimentos médicos ou acionamentos de conselhos tutelares, que podem indicar situações de violência doméstica. “Por vezes, esses indicadores aparecem em registros de saúde ou assistência social, mas não chegam à segurança pública”, disse Viviane.
Ferramenta online da Delegacia de Polícia Online da Mulher
Reprodução/RBS TV
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O dia 13 de outubro de 2025 marcou a libertação dos últimos 20 reféns israelenses que ainda eram mantidos vivos pelo grupo terrorista Hamas. Nesta segunda-feira, eles foram soltos após mais de 700 dias de cativeiro – ainda há expectativa para a devolução dos corpos de outros mais 20 reféns mortos. A libertação é parte do acordo que fez Israel liberar quase 2 mil presos palestinos. No mesmo dia, o presidente dos EUA, Donald Trump, discursou no parlamento de Israel e falou em “fim da era do terror e da morte”.
Depois, Trump embarcou para o Egito, onde assinou um cessar-fogo para Gaza junto com outros líderes árabes - sem representantes de Israel e do Hamas. O plano dá início a uma nova fase para um plano de paz na região e a reconstrução de Gaza depois de dois anos de uma guerra que matou mais de 60 mil palestinos. Trump afirmou que a segunda etapa do acordo já começou.
Enviado especial da Globo para o Oriente Médio, o correspondente Murilo Salviano relata a Natuza Nery o que viu no dia considerado histórico pelos dois lados do conflito. Direto de Jerusalém, Murilo conta como o momento é de “alívio” para israelenses e palestinos. Ele descreve a situação em Israel e o que ouviu de palestinos sobre a promessa de pausa neste conflito histórico.
Depois, Natuza conversa com Hussein Ali Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout, que também é pesquisador da Universidade Harvard, analisa o acordo anunciado por Trump – e os significados de o texto ter sido assinado com outros líderes árabes, sem a presença de Netanyahu e do Hamas. Ele explica qual é o grande desafio para a reconstrução da Faixa de Gaza, onde itens básicos, como água e comida, são escassos para uma população devastada pela guerra.
Convidados:
Murilo Salviano, correspondente da TV Globo na Europa e enviado especial ao Oriente Médio. Ele conversa com Natuza Nery direto de Jerusalém;
Hussein Ali Kalout, cientista político, pesquisador da Universidade Harvard e conselheiro do CEBRI, o Centro Brasileiro de Relações Internacionais.
O que você precisa saber:
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MARCELO LINS: Trump é o único capaz de influenciar Netanyahu
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assina junto com outros líderes mundiais acordo de cessar-fogo em Gaza durante cúpula no Egito em 13 de outubro de 2025.
REUTERS/Suzanne Plunkett/Pool
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Volantes da Lotofácil
Marcelo Brandt/G1
Veja abaixo os números do sorteio do concurso 3511 da Lotofácil realizado nesta segunda-feira (13):
2 - 3 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 12 - 13 - 14 - 15 - 19 - 20 - 23 - 24
Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3511:
15 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 1.667.353,17;
14 acertos: 212 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2.355,83;
13 acertos: 7.894 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35;
12 acertos: 99.147 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14;
11 acertos: 556.161 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7.
Isso significa que a Lotofácil não acumulou após o concurso 3511.
O próximo sorteio acontece na terça-feira (14).
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Como jogar na Lotofácil
Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria.
São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números.
O valor da aposta e a chance de acerto variam de acordo com a quantidade de números escolhidos:
Chances de acerto e valor da aposta
A divisão do prêmio é a seguinte:
R$ 7 para as apostas com 11 números;
R$ 14 para as apostas com 12 números;
R$ 35 para as apostas com 13 números.
O restante é dividido da seguinte forma:
13% entre os acertadores de 14 números;
62% entre os acertadores de 15 números;
10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0;
15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.
Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma:
72% entre os acertadores de 15 números;
13% entre os acertadores de 14 números;
15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.
O que é a Teimosinha da Lotofácil
Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos.
Sorteio da Lotofácil
A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 20h.
Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.
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Estudante investigado após morte de paciente fica em silêncio em depoimento
Silvana de Bruno, de 66 anos, pagou R$ 15 mil pelos procedimentos estéticos feitos pelo estudante de biomedicina Erick Avelaneda Ferreira de Souza, de 21 anos, segundo investigações da Polícia Civil.
Após as intervenções, Silvana teve um choque séptico e infecção de pele e partes moles, o que a levaram à morte, no início de outubro, em Curitiba. Erick é investigado por exercício ilegal da medicina e homicídio com dolo eventual – quando se assume o risco de matar.
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Segundo a polícia, em maio, Erick se apresentou à mulher como dentista e biomédico. Conforme a família, Silvana passou por três procedimentos, entre eles aplicações de plasma facial, lipo de papada e lipoenxertia nos seios.
Conforme a polícia, após o procedimento, Silvana foi para um hospital, onde ela ficou internada, foi submetida a uma cirurgia de mastectomia total, com retirada completa das mamas e parte do tecido do tórax. Ela não resistiu à infecção e morreu no hospital.
"Ele precisa ser parado para que outras famílias não sofram e não tenham percas como nós estamos hoje sofrendo por perder nossa mãe", desabafa a filha de Silvana, que optou por não ter a identidade revelada.
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Estudante não de detalhes sobre os procedimentos
O estudante compareceu na delegacia nesta segunda-feira (13). Novamente ele permaneceu em silêncio e não quis dar detalhes sobre os procedimentos feitos em Silvana, conforme a delegada responsável pelo caso.
A defesa de Erick afirmou que ele compareceu na delegacia de forma espontânea, na condição de noticiado. Disse ainda que a defesa está cooperando com as investigações.
A polícia ainda deve ouvir a médica que atendeu Silvana no hospital, quando ela foi internada, analisar as informações dos prontuários, além do laudo de necropsia.
Procedimentos eram feitos em salas alugadas
Polícia investiga morte de Silvana de Bruno depois de ela fazer uma série de procedimentos estéticos
Reprodução
Segundo as investigações, Erick fazia os procedimentos em salas que eram alugadas e pagas por dia. Elas ficam localizadas nos bairros Centro, Campo Comprido e Cabral, em Curitiba. Em uma delas, a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária encontraram seringas e medicamentos, que foram apreendidos.
A suspeita é que os atendimentos aconteciam há pelo menos oito meses.
Conforme a polícia, a vítima conheceu o trabalho de Erick por meio das redes sociais, nas quais ele divulgava a realização de procedimentos estéticos, como preenchimento labial e aplicação de estimuladores de colágeno.
"Ele se dizia dentista, biomédico, porém fez procedimentos de dentista, biomédico e até de médico sem que tivesse formação em nenhuma dessas profissões", detalha a delegada.
Conforme o Conselho Regional de Biomedicina (CRBM), o suspeito não tinha registro profissional. O órgão afirma que recebeu uma denúncia anônima contra Erick no início de 2025.
Segundo Thiago Massuda, presidente CRBM, o suspeito não apresentou nenhum documento que comprovasse a formação em biomedicina, como ele alegava.
"Nós encaminhamos um ofício para o Ministério Público, porque, em tese, ele estava fazendo exercício ilegal da biomedicina por não estar inscrito no conselho", afirma Massuda.
O Ministério Público não informou se recebeu a denúncia ou se está investigando Erick.
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EPTV2 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.
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Maconha medicinal: até julho do ano passado, cerca de 672 mil pacientes usaram produtos à base de Cannabis no Brasil
Pixabay
A Escola de Extensão (Extecamp) da Unicamp está com inscrições abertas para o curso à distância "Maconha Medicinal: da planta ao paciente". As inscrições vão até o dia 24 de outubro — veja abaixo como se inscrever.
Coordenado pela professora Priscila Gava Mazzola, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), o objetivo é capacitar profissionais, estudantes e interessados a compreender o uso terapêutico da Cannabis, fomentando uma prática embasada, ética e segura.
Com duração de 38 horas, a previsão de início é 31 de outubro, com finalização em 30 de janeiro de 2026. O curso é 100% online, com aulas gravadas, permitindo que o aluno estude no seu ritmo.
O custo é de R$ 1.646,67 e pode ser parcelado em até cinco vezes.
Mais informações podem ser encontradas na pelo e-mail extensao@fcf.unicamp.br ou pelo telefone (19) 3521-8135 (segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h).
Como se inscrever?
A inscrição é online e deve ser feita pelo site da Extecamp.
Os alunos que não têm vínculo com a Unicamp devem criar uma conta para acessar a plataforma.
Para se inscrever:
Acesse o formulário de inscrição no site da Extecamp;
Preencha seu dados pessoais;
Selecione a forma de pagamento (boleto ou cartão de crédito)
Finalize a inscrição.
Pesquisa com cannabis no Brasil esbarra em burocracia e falta de insumos
Sobre o curso
Confira abaixo as principai informações.
Até quando vão as inscrições? 24 de outubro
Onde vai ser: Online, com aulas gravadas.
Quando o curso vai começar? Previsto para 31 de outubro de 2025
Quando o curso irá terminar? Previsto para 30 de janeiro de 2026
Quais os pré-requisitos? Não há. Qualquer pessoa pode se inscrever.
Qual o valor? R$ 1.646,67 (parcelado em até cinco vezes no boleto ou cartão de crédito)
Mais informações podem ser encontradas na pelo e-mail extensao@fcf.unicamp.br ou pelo telefone (19) 3521-8135 (segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h).
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O empressário Renê da Silva Nogueira Júnior, casado com a delegada Ana Paula Balbino Nogueira, foi preso suspeito de atirar e matar o gari Laudemir de Souza Fernandes
Reprodução
A delegada Ana Paula Lamego Balbino, da Polícia Civil de Minas Gerais, recebeu uma nova licença médica e seguirá afastada do cargo até meados de dezembro. Ela é esposa de Renê da Silva Nogueira Júnior, empresário que confessou ter matado o gari Laudemir de Souza Fernandes após se irritar no trânsito, em Belo Horizonte (entenda o caso abaixo).
O novo afastamento foi confirmado pela Polícia Civil nesta segunda-feira (13). A delegada já estava fora das funções desde 13 de agosto, dois dias após o crime, e teve a licença prorrogada por mais 60 dias após passar por nova perícia médica.
Em nota, a defesa dela afirmou que "a licença é legal e foi concedida por um servidor público".
De acordo com o Portal da Transparência, mesmo sem exercer a função, Ana Paula Lamego Balbino recebeu R$ 15,7 mil líquidos no primeiro mês de afastamento. Se a média se mantiver, o valor pode chegar a R$ 93 mil brutos em quatro meses, além do 13º salário.
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Ana Paula é investigada pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil e responde a um processo administrativo disciplinar. Ela foi indiciada por porte ilegal de arma de fogo e por prevaricação, já que a arma usada no crime pertence a ela.
A instituição não divulgou detalhes sobre o estado de saúde da delegada.
'Morreu fazendo o que gostava': quem era o gari assassinado a tiros em BH
Entenda o caso
O gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, foi morto a tiros na manhã de 11 de agosto, enquanto trabalhava na coleta de lixo no bairro Vista Alegre, na Região Oeste de Belo Horizonte. O autor do disparo foi o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, que se irritou ao encontrar o caminhão de lixo parado na rua e exigiu passagem com seu carro elétrico.
Após ameaçar a motorista do caminhão, Renê desceu do veículo e atirou contra os garis, atingindo Laudemir. Ele foi preso horas depois em uma academia e, inicialmente, negou o crime. Dias depois, confessou o assassinato em depoimento à Polícia Civil.
Renê foi indiciado e deve responder por homicídio duplamente qualificado, porte ilegal de arma e ameaça. Se condenado após julgamento, a pena pode chegar a 35 anos de prisão.
A arma usada no crime pertence à delegada Ana Paula Lamego Balbino, esposa de Renê. Segundo a polícia, ela sabia que o marido usava o armamento dela. Ana Paula foi indiciada por porte ilegal de arma de fogo e por prevaricação.
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Bombeiros resgatam corpo de vítima de afogamento em Imperatriz
O corpo de uma vítima de afogamento foi resgatado, neste domingo (11), no rio Tocantins, próximo a ponte Dom Affonso Felipe Gregory em Imperatriz, cidade a 629 km de São Luís. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA).
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A identidade da vítima não foi divulgada. De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes do 3° Batalhão em Imperatriz foram acionadas após a vítima ter se afogado abaixo da ponte (veja no vídeo acima imagens do resgate do corpo).
As buscas foram iniciadas ainda na manhã de domingo, com o auxílio de mergulhadores das cidades Caxias e Timon. Pela tarde, os Bombeiros ancoraram o barco perto do local onde a vítima havia sido vista pela última vez e por volta das 15h02, o corpo foi localizado.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar o reconhecimento do corpo.
Corpo de vítima de afogamento é resgatado no rio Tocantins em Imperatriz
Reprodução/Redes Sociais
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Ilhabela volta a ser o centro da vela nacional ao sediar a 13ª Copa Brasil de Vela, evento que reúne as principais classes olímpicas e de base do país. A competição é realizada na a Escola Municipal de Vela “Lars Grael”. organizada pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela), em parceria com a Prefeitura de Ilhabela e a Federação de Vela do Estado de São Paulo.
Prefeitura de Ilhabela
Paulo Stefani/PMI
São esperadas cerca de 80 embarcações e 120 velejadores em provas das classes ILCA 4, ILCA 6, ILCA 7, Snipe, Dingue, Finn e 470, além das categorias de base com Optimist, 420 e 29er. A Copa também valerá pelo Campeonato Brasileiro da Classe 470 e pelo Campeonato Sudeste da Classe Finn, sendo ainda uma das etapas seletivas para a formação da Seleção Brasileira de Vela Jovem de 2025.
O prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci, ressaltou a importância do evento para o município. “O esporte da vela faz parte da identidade de Ilhabela e é sempre uma honra receber grandes competições como a Copa Brasil. Ter cerca de 120 velejadores competindo em nossas águas, com atletas de todo o país, reforça nosso título de Capital Nacional da Vela e movimenta a economia local”.
Prefeitura de Ilhabela
Paulo Stefani/PMI
Segundo Walter Boddener, gerente de eventos da CBVela, Ilhabela se consolida como um dos principais palcos da vela nacional. “A XIII Copa Brasil de Vela acontece novamente em Ilhabela, Capital da Vela do Brasil, local excelente para a prática da modalidade. Com total apoio da Prefeitura, o evento promete ser muito emocionante, pois é a última etapa da seletiva para o Mundial da Juventude 2025, em Portugal. Esperamos um alto nível técnico e a presença dos melhores atletas da vela na atualidade”, destacou.
Para o diretor-secretário da CBVela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, a parceria fortalece o esporte e garante a realização de competições de alto nível. “É incrível termos um parceiro deste porte em mais um grande evento da vela nacional. Ao lado da Prefeitura de Ilhabela e com apoio total do BRB, temos certeza de que faremos uma Copa Brasil de ótimo nível técnico e excelentes regatas”, afirmou.
Prefeitura de Ilhabela
Paulo Stefani/PMI
A competição também será uma das etapas classificatórias para a formação da Seleção Brasileira de Vela Jovem, que representará o Brasil no Mundial da Juventude, de 9 a 15 de dezembro, em Vilamoura, Portugal. De acordo com o gerente de Esportes da CBVela, Juan Sienra, a Copa representa muito mais do que uma competição, “ela é um marco estratégico na detecção e formação de novos talentos. Ilhabela, com sua tradição náutica e condições ideais de vento, oferece o cenário perfeito para que jovens velejadores possam se testar e crescer. É aqui que começa o próximo ciclo olímpico de Brisbane 2032”.
Guia de Sustentabilidade e certificação internacional
Além das regatas no Canal de São Sebastião, o evento também se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade. Nesta edição, além da neutralização das emissões de carbono, a CBVela lançou o Guia de Sustentabilidade da Copa Brasil de Vela, com uma ampla agenda de ações ambientais e de integração com a cidade. A competição busca a certificação internacional Clean Regattas, programa global da Sailors for the Sea, adotado pela World Sailing e pela própria CBVela. A entidade também é a primeira confederação esportiva do Brasil a integrar a Rede Brasil do Pacto Global da ONU, conectando suas práticas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Prefeitura de Ilhabela
Paulo Stefani/PMI
A gerente de Sustentabilidade da CBVela, Sandra Di Croce Patricio, destaca que alinhar o esporte a plataformas globais é essencial para gerar impacto positivo. “Ligar a vela brasileira aos ODS é fundamental para aprofundar a conexão entre esporte e sustentabilidade. Com o Clean Regattas, fazemos parte de um esforço coletivo global e ajudamos a gerar dados e engajamento sobre o tema”, explicou.
Durante a competição, serão realizadas ações de conscientização ambiental, coleta de resíduos, palestras sobre preservação e atividades de reaproveitamento de materiais náuticos, como velas e pipas de kite. Segundo o presidente da CBVela, Daniel Azevedo, o envolvimento dos atletas é essencial. “Atletas são referências e representam valores ligados às suas modalidades. Na vela, água e clima caminham juntos — é essencial estarmos informados e atuantes nesses temas”, afirmou.
Serviço:
13ª Copa Brasil de Vela
De 13 a 18 de outubro
Abertura: Quarta-feira, 15 de outubro às 10h30
Local: Escola Municipal de Vela “Lars Grael”
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