Semana do Cinema tem ingressos a R$ 10 em São Carlos, Araraquara e mais 5 cidades da região
Semana do Cinema 2025 tem ingressos em valor promocional
Tima Miroshnichenko/Pexels
Que tal pegar um cineminha no precinho? Os cinemas dos shoppings de Araraquara, São Carlos (SP), Araras, Mococa, Rio Claro, São João do Boa Vista e São José do Rio Pardo participam da “Semana do Cinema”, com preços fixos de R$ 10.
A campanha acontece a partir desta quinta-feira (28) e segue até quarta-feira (3). (Veja abaixo)
A promoção é válida para todas as sessões, em todos os horários, incluindo finais de semana , exceto pré-estreias e exibições especiais nos cinemas participantes.
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🍿 Além dos ingressos a preços acessíveis, haverá também valores promocionais em combos de pipoca e refrigerante.
Durante a campanha, o público poderá assistir a uma programação variada, com sucessos de diferentes gêneros e para todas as idades.
A iniciativa é da Federação Nacional de Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC) e da Associação Brasileira dos Proprietários de Salas Cinematográficas (ABRAPLEX) para promover e incentivar o acesso ao cinema.
Quais cinemas vão participar?
Araras, São José do Rio Pardo e São João da Boa Vista - Cine A
Araraquara - Moviecom (Shopping Jaraguá)
Mococa - Cine Mococa
Rio Claro - Cine Rio Claro (Shopping Rio Claro)
São Carlos - Cine Araújo (Iguatemi)
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Semana do Cinema 2025 tem ingressos em valor promocional
Tima Miroshnichenko/Pexels
Que tal pegar um cineminha no precinho? Os cinemas dos shoppings de Araraquara, São Carlos (SP), Araras, Mococa, Rio Claro, São João do Boa Vista e São José do Rio Pardo participam da “Semana do Cinema”, com preços fixos de R$ 10.
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Araras, São José do Rio Pardo e São João da Boa Vista - Cine A
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G1
Semana do Cinema tem ingressos a R$ 10 em São Carlos e mais 6 cidades da região | G1
Promoção é realizada do dia 28 de agosto a 3 de setembro.
Senado aprovou projeto que protege crianças e adolescentes nas redes sociais. Tecnologia revelou fraude em placas de veículos em São Paulo. Agência federal de desastres dos EUA afastou funcionários que assinaram carta com críticas ao presidente Donald Trump. Lula assinou recondução de Paulo Gonet ao comando da PGR. Nova geração da televisão aberta no Brasil: entrou em vigor a regulamentação da DTV+.
Resumão JN
g1
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Acusados de matar jovem há cinco anos em Rio Branco, são condenados a mais de 50 anos
Após cinco anos da morte de João Luiz de Aguiar Cunha, agosto de 2020, Alexsander Pereira de Souza e Alisson Batista Alves, acusados do crime, foram condenados a mais de 50 anos de prisão por homicídio qualificado.
Alexsander Pereira de Souza foi condenado a 30 anos de reclusão e Alisson Batista Alves a 21 anos.
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A decisão é da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco e cabe recurso. O crime ocorreu no bairro Recanto dos Buritis, Segundo Distrito da capital.
Segundo a Justiça, a motivação do crime estar ligada à guerra entre facções criminosas por conta do domínio territorial entre os bairros de Rio Branco.
Os acusados aguardavam o julgamento em liberdade. Após a setença, o juiz Fábio Alexandre Costa de Farias determinou a prisão dos acusados.
O juiz destacou que a vítima foi assassinada com mais de 30 tiros, o que demonstra uma crueldade que extrapola os crimes de homicídios.
"O delito foi cometido durante o repouso noturno, mediante arrombamento da janela da residência, com a vítima desarmada e surpreendida em seu quarto quando se preparava para dormir", frisou.
Alexsander, segunda Justiça, tem amplo histórico penal, já Alisson não tinha antecedentes criminais.
Relembre o crime
O crime ocorreu por volta das 22h50 de 2 de agosto de 2020, quando a dupla em uma motocicleta, entrou na casa e executou o rapaz.
A vítima que, à época tinha dezoito anos, estava em casa se preparando para dormir. Ele foi surpreendido dentro do quarto.
Acusados não podem recorrer da sentença em liberdade
Reprodução/RBS TV
Reveja os telejornais do Acre
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Sabesp começa a reduzir a pressão da água
Com a crise hídrica se agravando e o consumo de água nos condomínios em alta, especialistas alertam para a urgência de medidas simples e coletivas que podem fazer diferença. De campanhas de conscientização à adoção de sistemas de reuso, síndicos e moradores têm papel fundamental na economia e no uso responsável da água.
Mas afinal, como engajar os condôminos, quais práticas funcionam? No SP1, o especialista Marcio Rachkorsky esclarece as principais dúvidas sobre o tema.
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🧐Como o condomínio pode engajar os moradores?
A principal ferramenta é a comunicação. O síndico deve reforçar constantemente a importância da economia de água por meio de mensagens em elevadores, grupos de WhatsApp, e-mails e quadros de avisos. A ideia é criar uma cultura de responsabilidade coletiva, chamando todos os moradores para o compromisso com o uso consciente da água.
❓Como o morador podem colaborar individualmente? Práticas simples fazem a diferença?
Sim. Pequenos hábitos fazem grande diferença. Trocar a mangueira por um balde, reduzir o tempo de banho, fechar a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba, e usar a máquina de lavar apenas com carga máxima são atitudes que ajudam a economizar. O banho, em especial, é apontado como o maior vilão do consumo excessivo.
🚰Como funciona o sistema de reuso de água em condomínios? Quais tipos de água podem ser reaproveitados e para quais fins?
O sistema de reuso, geralmente, aproveita a água da chuva e a água da máquina de lavar. A água da chuva pode ser armazenada para lavar áreas comuns e regar jardins. Já a água da máquina pode ser reaproveitada para limpeza de pisos e outras superfícies. Nenhuma dessas águas é potável, portanto não devem ser usadas para consumo humano.
💦 A água da chuva pode ser usada para qualquer finalidade dentro do condomínio? Quais são os limites legais e sanitários?
Não. A água da chuva não é potável e não pode ser enviada para a caixa d’água do prédio. Seu uso deve se restringir a fins não potáveis, como limpeza de áreas externas e irrigação. O uso inadequado pode representar riscos à saúde, por isso, é importante seguir as normas sanitárias.
👉Moradores que vivem em andares baixos consomem mais água por conta da pressão? Devem ter cuidado redobrado?
Nos prédios modernos, esse problema é minimizado por válvulas redutoras de pressão instaladas ao longo da tubulação. Elas equilibram a força da água entre os andares. Já em casas, a pressão pode ser maior nos andares inferiores, exigindo atenção ao abrir torneiras para evitar desperdício.
🛁O condomínio pode exigir que moradores instalem redutores de pressão nas torneiras e chuveiros?
Não pode exigir, mas pode incentivar. O síndico pode promover campanhas de conscientização e sugerir compras coletivas desses equipamentos, que são acessíveis e ajudam a reduzir o consumo sem comprometer o conforto. A instalação é simples, e o impacto na economia de água é significativo.
💦Como devem ser as caixas d'água dos prédios? Qual a reserva ideal?
A primeira preocupação deve ser com a limpeza. Caixas d’águas sujas representam risco à saúde. Além disso, é importante manter o nível sempre alto e, se possível, instalar sensores que alertem sobre vazamentos. A reserva ideal é suficiente para abastecer o prédio por pelo menos 36 horas, garantindo segurança em caso de interrupções no fornecimento.
Márcio Rachkorsky responde sobre economia de água nos condomínios
Reprodução
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Thiaguinho volta a Natal com a turnê de 10 anos da Tardezinha
Luana Tayze
O cantor Thiaguinho desembarca em Natal neste sábado (30) para mais uma edição da Tardezinha na Arena das Dunas. Em 2025, a turnê da maior roda de pagode do Brasil completa 10 anos.
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O nome do convidado da edição natalense ainda não foi revelado, gerando expectativa entre os fãs.
Os últimos ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital e nas lojas Grand Optical (Natal Shopping e Midway Mall).
Thiaguinho canta ‘Tá Vendo Aquela Lua’
A Tardezinha consolidou-se como fenômeno nacional ao longo desses 10 anos. Com mais de 200 edições realizadas - todas com ingressos esgotados -, a turnê comemorativa percorre 26 cidades brasileiras e internacionais este ano.
Em Natal, com organização da Clap Entretenimento, a turnê também atua em áreas com a política ESG 360º (Tardezinha Social; Acessibilidade; Diversidade, Equidade e Inclusão; e Sustentabilidade); "Tardezinha Segura" (uma referência e é uma ação que conta com o programa de combate ao assédio e violência contra Mulher, em parceria com a Nós Seguras; e arrecadação de alimentos com a Ação Cidadania.
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Gabriel Lincoln Pereira da Silva morreu durante abordagem policial
Reprodução/Redes Sociais
O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) denunciou três policiais militares pela morte de Gabriel Lincoln, de 16 anos, baleado durante uma abordagem em Palmeira dos Índios, no Agreste alagoano, no dia 3 de maio. A informação foi divulgada na tarde desta quarta-feira (27).
O sargento que disparou o tiro que matou o adolescente foi denunciado por homicídio qualificado com dolo eventual (assumiu o risco de matar, mesmo sem intenção direta) e fraude processual.
Os outros dois policiais (motorista e patrulheiro) foram denunciados por fraude processual, com base no concurso de pessoas, ou seja, participaram da tentativa de encobrir o crime.
“O cenário probatório revela que o policial agiu impelido por dolo eventual, pois atuou conscientemente de que poderia ocasionar o resultado morte. Mesmo atirando em direção à vítima, sem a suposta intenção de matá-la, ao apertar o gatilho sabia que poderia atingi-la fatalmente e, mesmo assim, concluiu sua ação, então não há como tratarmos esse crime como culposo, ainda mais quando a vítima estava desarmada, sem esboçar injusta agressão contra a guarnição", afirmou o promotor de Justiça João de Sá Bomfim Filho.
Segundo o Ministério Público, os laudos periciais da Polícia Científica comprovaram que o adolescente estava desarmado e que ele não teve nenhum contato com a arma apresentada pelos policiais como sendo dele.
"Verificamos a ocorrência da prática do crime descrito no art. 23 da Lei nº 13.869/19 (fraude processual, pois os policiais buscaram plantar a existência de uma arma de fogo, como se tivesse sido utilizada pela vítima, para justificar uma possível legítima defesa", disse o promotor.
O laudo também comprovou que Gabriel Lincoln não tinha condições de ter sacado uma arma e atirado enquanto pilotava a motocicleta.
"O laudo afirma, categoricamente, que diante das limitações de equilíbrio, pelo seu porte físico, uso de mochilas e capacete, a vítima não teria a mínima condição técnica, tampouco física ou operacional para sacar e disparar arma de fogo enquanto pilotava a motocicleta. Por tantas evidências, pormenorizadas cientificamente, o Ministério Público entendeu por denunciar os militares pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual, para que possam ser responsabilizados por suas condutas de forma individualizada”, disse o promotor de Justiça João Sá de Bomfim Filho.
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Justiça do Maranhão concede mais de 13 mil medidas protetivas no primeiro semestre, aponta CNJ.
Divulgação/CGJ-MA
Nos primeiros seis meses de 2025, o Maranhão concedeu 13.004 medidas protetivas de urgência para mulheres, crianças e adolescentes em situação de risco. O dado foi divulgado pelo Painel da Violência Doméstica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem registrado tempo médio de apenas dois dias para a concessão dessas medidas - metade da média nacional, que é de quatro dias.
Apesar da resposta rápida do Judiciário, os dados do Mapa Nacional da Violência Contra a Mulher apontam para um cenário preocupante: 74% das mulheres não solicitaram proteção e 67% afirmam conhecer pouco sobre esse mecanismo legal, essencial para garantir a integridade física e psicológica das vítimas.
A subnotificação também é um desafio. Em 2023, 62% das mulheres da região Nordeste não procuraram a polícia após sofrerem violência. No Maranhão, o desconhecimento da Lei Maria da Penha - sancionada há 19 anos - ainda é alto: 72% das mulheres dizem ter pouco conhecimento sobre a legislação.
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Diante desse contexto, a Justiça de 1º grau do Maranhão definiu como prioridade, para o biênio 2024-2026, o enfrentamento à violência contra a mulher. Entre as ações estão a priorização de processos de feminicídio e violência doméstica, além da criação de frentes especializadas para triagem e realização de audiências.
Durante a 30ª Semana Justiça pela Paz em Casa, realizada entre 18 e 22 de agosto, foram promovidas 81 audiências, 74 acolhimentos e reavaliações de risco, uma audiência de custódia e seis novas reavaliações. Também foram proferidas 124 decisões, cinco sentenças e 99 despachos, reforçando o compromisso da Justiça com a celeridade dos processos.
A Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA), em parceria com a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJMA (Cemulher/TJMA), presidida pelo desembargador Cleones Seabra, estruturou duas frentes de acompanhamento processual. Até junho, 50 processos de feminicídio já haviam sido analisados e seguem sob monitoramento contínuo pelo Núcleo de Inteligência e Tecnologia (NIT), que revisa e despacha os casos semanalmente.
Como resultado dos esforços articulados entre Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e outras áreas, até junho de 2024, a Justiça de 1º grau do Maranhão já havia realizado 5.883 julgamentos de feminicídio e julgado 291.556 processos de violência doméstica.
A Justiça maranhense reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher exige atuação integrada e contínua, garantindo não apenas a regularidade processual, mas também a efetividade da proteção às vítimas em situações de alta sensibilidade social.
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Cris Lauer foi a vereadora mais votada nas eleições municipais de 2024, com 7.531 votos.
Divulgação
A vereadora Cris Lauer (NOVO) de Maringá, no norte do Paraná, teve o mandato cassado por improbidade administrativa. A decisão foi discutida em uma sessão especial realizada na tarde desta quarta-feira (27), na Câmara.
Essa é a primeira vez que um vereador do legislativo maringaense é cassado.
Ao todo, foram 20 votos favoráveis à cassação e 2 contrários. Cris Lauer e o advogado dela não compareceram à sessão. Por lei, eles teriam um prazo de até duas horas para apresentar uma defesa. Confira abaixo.
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Cris Lauer estava no segundo mandato e foi a vereadora mais votada do município nas eleições de 2024, com 7.531 votos.
A decisão de cassar o mandato da vereadora é resultado de uma Comissão Processante (CP) que foi instaurada contra ela no dia 27 de maio. A ideia de instaurar a CP surgiu após Lauer ser condenada por improbidade administrativa, na modalidade de enriquecimento ilícito. Entenda abaixo.
No mesmo mês, a Justiça do Paraná optou pela suspensão da Comissão Processante que avaliava o pedido de cassação da vereadora. Ainda em junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a Comissão Processante fosse retomada.
A CP tinha o prazo de três meses para ser concluída. Nesta semana, o relator da comissão, o vereador Sidnei Telles (Podemos), informou que a comissão finalizou os trabalhos indicando a cassação da vereadora.
Diante disso, o caso foi levado para votação na Câmara em uma sessão especial. Veja como foi a votação:
Votos favoráveis à cassação
Akemi Nishimoto (PSD)
Angelo Salgueiro (Podemos)
Bravin Junior (PP)
Diogo Altamir da Lotérica (PSDB)
Flávio Mantovani (PSD)
Guilherme Machado (PL)
Italo Maroneze (PDT)
Jeremias (PL)
Lemuel do Salvando Vidas (PDT)
Luiz Neto (AGIR)
Majô (PP)
Maninho (Republicanos)
Mário Hossokawa (PP)
Mário Verri (PT)
Odair Fogueteiro (PP)
Pastor Sandro (União)
Professora Ana Lucia (PDT)
Sidnei Telles (Podemos)
Uilian da Farmácia (União)
Willian Gentil (PP)
Votos contrários à cassação
Daniel Malvezzi (Novo)
Giselli Bianchini (PP)
O resultado final será comunicado pela presidência da Câmara de Maringá à Justiça Eleitoral.
Cris Lauer informou que não vai se manifestar no momento e marcou uma coletiva de imprensa prevista para às 9h desta quinta-feira (28), para se pronunciar sobre o caso.
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Investigação
Em maio deste ano, Cris Lauer foi condenada pela Justiça por ato de improbidade administrativa. Ela deve devolver R$ 19.638,02 aos cofres públicos e pagar a mesma quantia em multa civil.
Segundo a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), detalhada na decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, a vereadora é suspeita de usar o serviço de advocacia do chefe de gabinete para processos particulares durante o horário de expediente.
"Com o término da fase investigativa, foi possível identificar a ocorrência de irregularidade cometida pela requerida por fazer uso de mão de obra de servidor público comissionado, por agente político, para fins particulares, o que caracteriza a prática de ato de improbidade administrativa [...]", consta na ação civil pública.
O MP-PR estima que o serviço foi prestado em oito processos. Um deles no dia 23 de fevereiro de 2021, em que Cris Lauer não foi a uma audiência pública porque estava, junto ao chefe do gabinete, em uma audiência virtual.
Em todas as ocasiões, de acordo com o MP-PR, a vereadora não usou recursos próprios para pagar pelo serviço, configurando "vantagem patrimonial".
O juiz Márcio Augusto Matias Perroni também decidiu que Cris Lauer deve pagar as custas processuais da ação civil pública.
Em junho, o vereador Mario Hossokawa (PP) registrou um boletim de ocorrência contra Cris. O parlamentar registrou que foi perseguido pela vereadora, com ataques à honra e à reputação.
Vereador de Maringá vai à polícia contra colega
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STF faz acareação entre Mauro Cid e Marcelo Câmara
A defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no julgamento da tentativa de golpe, afirma que é falsa a ata supostamente registrada em cartório que provaria os diálogos dele com o advogado Eduardo Kuntz, que defende o coronel do Exército Marcelo Câmara no mesmo processo.
Os advogados de Cid protocolaram nesta quarta-feira (27) no Supremo Tribunal Federal (STF) a alegação de que, consultado, o cartório onde tal ata teria sido registrado nega sua existência. Procurada, a defesa de Kuntz ainda não comentou o assunto.
Kuntz, Câmara e o ex-advogado de Bolsonaro Fabio Wajngarten foram ouvidos em julho deste ano sobre suposta pressão em Cid para influenciar os depoimentos da delação premiada do ex-ajudante de ordens.
Mauro Cid durante interrogatório ao STF sobre trama golpista
Reuters/Diego Herculano
Kuntz afirmou em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, ter sido procurado por um perfil de Instagram por uma pessoa que teria se identificado como Mauro Cid. Kuntz relatou que manteve contato com essa pessoa, mas, para se resguardar, teria registrada ata em cartório esclarecendo o motivo pelo qual não interrompeu a conversa.
Essas supostas conversas foram usadas pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo ex-ministro Walter Braga Netto para argumentar que Cid teria violado as condições da sua delação e que ela teria sido fechada sob pressão.
O documento juntado no STF diz que o suposto documento teria sido registrada no 2° Tabelião de Notas, na Avenida Paulista, em São Paulo, em 29 de março de 2024.
Os advogados Cezar Bitencourt, Vania Bitencourt e Jair Pereira, que defendem Cid, afirmam que consultaram o cartório, que afirmou não existir tal documento. Segundo relatam, não há registro de ata registrada por Kuntz pela escrevente citada nessa data.
"Essa tal 'ata notarial' que, em tese, teria fé pública e força probatória, não passa de um documento apócrifo, juntado aos autos com o evidente propósito de tumultuar – se não falsear – o devido processo legal, induzindo a Suprema Corte ao erro e comprometendo a higidez de todo o feito", alega a defesa de Cid.
"A gravidade do episódio exige resposta firme, proporcional e imediata. Trata-se do julgamento de maior relevância da história recente da República e, em razão dessa magnitude histórica, o papel institucional do Supremo Tribunal Federal é absolutamente central e não pode ser colocado sob suspeita. Essa Corte — guardiã final da Constituição Federal e expressão máxima do Poder Judiciário — deve exercer com rigor redobrado sua autoridade para proteger a verdade processual, a legalidade e o devido processo legal", completam.
Diante disso, os advogados pedem que STF reconheça a inexistência e a inidoneidade jurídica do documento, intime a Procuradoria-Geral da República para ciência, e reafirme a validade e eficácia do acordo de delação premiada de Cid.
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Hospital Municipal Madalena Parrillo Calixto, no Centro de Santa Luzia.
Divulgação/Prefeitura de Santa Luzia
Uma criança de seis anos morreu na tarde desta quarta-feira (27) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Hospital Municipal Madalena Parrillo Calixto, no Centro de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo informações preliminares da Polícia Militar, o menino havia sido atendido mais cedo na unidade, liberado para casa e retornou horas depois, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória.
De acordo com relatos de testemunhas, a criança recebeu uma injeção de Benzetacil antes de ser liberada. Após apresentar diarreia, vômitos e mal-estar, voltou à UPA, já desacordada. Profissionais de saúde tentaram reanimá-la por cerca de uma hora, mas ela não resistiu.
Ainda segundo a polícia, a morte gerou revolta entre familiares e pessoas que estavam no local, que chegaram a vandalizar a unidade como ato de protesto.
Os militares foram acionados para conter a confusão e, segundo testemunhas, várias viaturas se deslocaram até a unidade.
O g1 procurou a Polícia Civil e a Prefeitura de Santa Luzia para mais esclarecimentos e aguarda retorno.
Esta reportagem está em atualização
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Operação Corrida Segura mira envolvidos em latrocínio contra motoristas de aplicativos em Cuiabá
Reprodução
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (27), seis mandados de busca e apreensão, um de prisão temporária e seis quebras de sigilo telefônico contra suspeitos de envolvimento em crimes de roubo e latrocínio contra motoristas de aplicativos em Cuiabá.
Segundo a polícia, as investigações identificaram uma associação criminosa responsável por, pelo menos, três ataques a motoristas, ocorridos entre março e maio deste ano.
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O delegado responsável pela operação, Ricardo Franco, explicou que foi possível identificar todos os autores diretos dos latrocínios e dos roubos.
Segundo ele, dois dos suspeitos já haviam sido presos em março. Com a nova prisão temporária e as buscas domiciliares, que resultaram na apreensão de celulares, a polícia pretende confirmar a participação de todos os envolvidos e mapear a possível rede de receptadores.
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Ponte do Aureny III - avenida Teotônio Segurado, em Palmas
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
Um ciclista morreu após ser atropelado por um caminhão na avenida Teotônio Segurado, em Palmas, na manhã desta quarta-feira (27). Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu enquanto era levado para o Hospital Geral de Palmas.
O acidente foi registrado próximo à entrada do Jardim Aureny III, na região sul da capital. Segundo os bombeiros, o ciclista foi encontrado inconsciente, com lesões pelo corpo e sinais de traumatismo cranioencefálico.
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Após os primeiros socorros ele foi levado pela Unidade de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Conforme a Secretaria Municipal da Saúde (Semus), durante o trajeto o paciente teve uma parada cardiorrespiratória.
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O ciclista foi declarado morto pelo médico do Samu e o corpo foi encaminhado para o necrotério da Unidade de Pronto Atendimento Norte (UPA Norte).
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