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g1 (RSS Feed) 8 months ago
Repórter que foi para UTI após acidente grave tem alta de hospital no Acre: 'Pensei que era um sonho' image Repórter que sofreu grave acidente na BR-364 recebe alta após quase 2 semanas internado "Não consigo lembrar de como aconteceu o acidente. Tive um apagão no que se diz respeito à situação em si". O repórter Otávio Damasceno, que sofreu um grave acidente de moto no dia 11 de agosto na BR-364, no Bujari, interior do Acre, recebeu alta no último domingo (24) e agora se recupera em casa. Em entrevista ao g1, o jovem contou como foram os momentos antes da queda e como está sendo estar em casa após passar 13 dias internado, sendo cinco desses desacordado e entubado. A última memória dele é do domingo (10). "Só lembro do final de semana que eu fui para colônia com meu irmão. Lá brinquei com meus familiares e no outro dia sofri o acidente, mas não lembro de nada nesse dia. Não lembro de ter ido trabalhar e nem nada", afirmou ele. 📲 Baixe o app do g1 para ver notícias do AC em tempo real e de graça Otávio explicou ainda que após passar cinco dias desacordado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ele acordou e já reconheceu os familiares, apesar de estar assustado. "Eu acordei somente na UTI do pronto-socorro. Reconheci meu pai, meus irmãos e mesmo assim, pensei que era um sonho o que estava acontecendo comigo. Depois eu acabei vendo que a situação realmente era verdadeira, que eu tinha realmente sofrido um acidente", comentou ele. LEIA TAMBÉM: Repórter internado na UTI após acidente no AC segue estável de saúde, diz família Repórter que sofreu acidente grave em rodovia no AC é extubado e está consciente, diz família Repórter que sofreu acidente de moto no Acre passa por cirurgia no braço esquerdo Otávio Damasceno, repórter da TV5, recebe alta e se recupera em casa no Acre Arquivo pessoal 'Vida nova' Após acordar, Otávio precisou passar por uma cirurgia no antebraço que ficou ferido durante o acidente. Os outros ferimentos não precisaram de intervenções cirúrgicas. "Depois que eu acordei, foi só vitória. Graças a Deus deu tudo certo. Ontem [24] recebi alta, e já estou em casa, me recuperando. Agora é agradecer imensamente a Deus, agradecer a todos as pessoas que acompanharam de perto a situação, agradecer as orações e sem sombra de dúvidas, dar testemunho também do amor de Deus na minha vida", agradeceu ele. O jovem repórter disse que, após o acidente, pretende dar mais valor aos familiares e à sua própria vida. "Esse acidente, essa situação toda, foi para eu ver que às vezes a gente está perto de quem ama e, muitas vezes, não estamos dando nem valor. Então tudo isso foi um aprendizado. A partir de agora vai ser vida nova, vou dar muito mais valor às pessoas que estão ao meu redor e também ao amor de Deus", assegurou ele. Sobre a volta ao trabalho, Otávio esclareceu que deve ter retorno com o médico no dia 9 de setembro para, então, fazer uma avaliação e verificar se está apto para poder retornar à função. "De acordo com [o andamento da] minha recuperação, eu já posso voltar à ativa", complementou. Repórter da TV5 ficou em estado grave após bater moto em ônibus escolar na BR-364 Acidente Otávio trabalha como repórter na TV 5/Ecoacre, afiliada da Band no Acre, há cinco meses. Ele colidiu a motocicleta em um ônibus escolar que saía do Ramal do Lagos, na BR-364, no Bujari, no dia 11 de agosto. Com a batida, o repórter desmaiou. O repórter sofreu um trauma na cabeça, fratura em um dos braços e rompimento no baço e no fígado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou o repórter em estado grave para o Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo a PM-AC, a motorista do ônibus disse que saía do ramal em direção a um posto de combustível quando foi surpreendida pela batida na lateral do veículo. Ela permaneceu no local. Motocicleta de Otávio Damasceno ficou praticamente destruída Reprodução Otávio ficou mais de uma semana internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passou por entubação e apresentou evolução clínica significativa nos últimos dias, o que permitiu a transferência para a enfermaria. No último dia 16, ele foi extubado e já interagia com a equipe médica e familiares. Na manhã do último sábado (23), o repórter passou por uma cirurgia no braço esquerdo, que obteve tanto sucesso que recebeu alta no dia seguinte. Reveja os telejornais do Acre
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g1 (RSS Feed) 8 months ago
1º fim de semana de Barretos tem invasão de influenciadores: por que festa é a queridinha deles? image Desfile de influenciadores tomou conta do 1º fim de semana em Barretos Um desfile de influenciadores tomou conta da 70ª Festa do Peão de Barretos, que vai até domingo (31). Desde quinta-feira (21), quando o principal rodeio do país começou, os perfis das celebridades digitais foram tomados por conteúdos feitos diretamente do Parque do Peão. Do camping ao camarote mais badalado da festa, nomes como Gustavo Tubarão, Gabi Martins, Odorico, Gabriela Versiani e Thallyson Borges, fazem a festa ser ainda mais concorrida e glamourosa, fazendo dela uma espécie de "capital da influência". A chegada de Virginia Fonseca, por exemplo, foi acompanhada de perto desde o aeroporto em Barretos. Bastou um story da loira em um camarote para a internet ficar enlouquecida, ainda mais que ela marcou presença no espaço VIP no mesmo dia em que Ana Castela, suposto novo affair de Zé Felipe, estava lá. 📱 Siga o g1 Ribeirão Preto e Franca no Instagram Virginia Fonseca curte show de Hugo e Guilherme no camarote da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Seja por autopromoção, trabalho ou mera diversão, eles têm roubado a cena. Ao g1, eles revelaram o motivo do Barretão ter se tornado o queridinho dos influenciadores: a energia é diferente. E isso é para estreantes, como Hebert Gomes, ou quem frequenta há mais de uma década, como Letícia Nardin. "A cada ano Barretos se supera. Eu que venho desde 2014 consigo enxergar cada melhora em cada canto do Parque. O que eu vejo é uma estrutura surreal, super diferente. É palco, shows, oportunidades de trabalho cada vez mais profissionais. O parque parece uma cidade, é maior que a minha cidade inclusive". A atriz e influenciadora Rafa Kalimann e Thallysson Borges, vestido como a personagem Taprina, na Festa do Peão de Barretos 2025 Divulgação/Brahma LEIA TAMBÉM: Virginia exibe abdômen tanquinho como boiadeira na Festa do Peão de Barretos No Barretão, Gustavo Tubarão revela data e local de casamento com Jade Sales Gabriela Versiani curte show do namorado Murilo Huff na Festa do Peão de Barretos Natália Toscano e Paula Vaccari tietam maridos, Zé Neto e Cristiano, em Barretos 'Disney do agro' Pela segunda vez no Barretão, Cela Lopes diz que, para ela, a Festa do Peão é a 'Disney do agro'. A influenciadora acumula 5 milhões de seguidores publicando vídeos na pele de uma personagem pobre que se passa por rica. Ela afirma que a energia no Parque do Peão é indescritível. "Cara, essa edição está bizarra mesmo. É uma das melhores experiências do ano para mim. Eu amo o sertanejo, amo estar aqui e dessa vez veio eu e minha família. Então é mais legal ainda, eles estão apaixonados. Vocês não têm noção, gente, dos telões que tem, da produção que tem por trás. É sensacional". Influenciador Hebert Gomes, amigo de Virginia Fonseca, fala sobre experiência na Festa do Peão de Barretos g1 Ribeirão Preto e Franca É festa do interior Para Marco Tulio Davi, dono de uma conta no Instagram com 3,8 milhões de seguidores, o Barretão está sendo mais que especial, já que ele também se tornou apresentador de uma grande marca do evento. O influenciador se tornou conhecido ao retratar profissões de forma cotidiana e engraçada, com espaço para o modo de vida no campo. "A gente, que é do interior, super se entende e se conecta aqui. A festa é isso, ela envolve cultura, emoção, tudo do sertanejo e da vida simples do campo. Tudo isso que remete à simplicidade, vem da nossa essência", diz. Marco Tulio Davi fala sobre ligação com a Festa do Peão de Barretos g1 Ribeirão Preto e Franca A influenciadora Livia Koeler, habituada ao universo da beleza, diz que poder estar no evento é um sonho realizado. Para ela, Barretos é a representação da cultura interiorana sertaneja que faz parte de sua vida. "Só quem está aqui em Barretos sabe o que que é isso. É muito especial e muito único. Vir para cá e viver toda essa cultura sertaneja que eu carrego desde pequena com os meus pais, de cavalo, de gado, de vaca e se chegar aqui hoje. É inexplicável, a gente arrepia inteira assim ", diz. Jacques Vanier fala sobre a Festa do Peão de Barretos g1 Ribeirão Preto e Franca Fã de rodeio Jacques Vanier que coleciona curtidas dos 6,6 milhões de seguidores com a Dona Mãe, personagem que retrata a vida na roça e as mães do interior em situações cotidianas, gerando fácil identificação com o público, Barretos é o melhor e maior evento do país. O influenciador frequenta o Parque do Peão desde 2019 e defende que a energia do Barretão não se encontra em outro lugar. "Eu venho aqui desde 2019, já fiquei em vários lugares. Esse ano a gente está no hotel aqui dentro, mas nós vai no camping, nós dá a volta aí por tudo. Gosta de ver todo mundo e espero vir todo ano. O que eu mais gosto de fazer é assistir um rodeio", afirma. A atriz Isabelle Drumond e a cantora e influenciadora Gabi Martins na Festa do Peão de Barretos 2025 Brahma Leia mais notícias da Festa do Peão de Barretos 2025 VÍDEOS: Barretão 2025
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g1 (RSS Feed) 8 months ago
Os novos judeus do Nordeste que redefinem a religião no Brasil e chamam atenção de Israel <img src="https://s2-g1.glbimg.com/DV6AMpmChfEM3EvqlMgHENl2u3s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/Y/B/6ywAoeR6mCg51cadzltg/judeus.webp"/> Instituto israelense estima que 30 mil brasileiros com ancestralidade judaica já retornaram ao judaísmo Felix Lima/BBC Em Messejana, bairro pobre na periferia de Fortaleza, capital do Ceará, uma construção de tijolinhos com estrelas de Davi e candelabros na fachada destoa das casas vizinhas. Antes de virar a sinagoga Beitel, em 2014, o edifício abrigava uma igreja evangélica que foi se tornando "cada vez mais judaica", conta Flávio Santos, um dos líderes da comunidade e seu cantor litúrgico. Negro e criado em uma família evangélica, Flávio personifica a jornada de vários bnei anussim — expressão que significa "os filhos dos forçados" em hebraico e se refere aos judeus compelidos a se converter ao cristianismo na Península Ibérica, no século 15. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Os bnei anussim dizem ter laços sanguíneos com esses judeus de origem ibérica, também chamados de judeus sefarditas ou sefaradim. Ao serem convertidos à força pela Inquisição, passaram a ser conhecidos como cristãos-novos. Vários séculos depois, milhares de seus descendentes estão retornando ao judaísmo — um movimento com epicentro em bairros periféricos e pequenas cidades da região Nordeste. Como resultado, judeus convertidos fundaram nos últimos anos várias sinagogas Brasil afora, muitas delas em locais sem qualquer presença judaica até então. O movimento já produz efeitos em Israel, onde parte desses convertidos passou a viver e até a servir no Exército, mas também vem enfrentando resistências em algumas comunidades judaicas tradicionais brasileiras. A história é contada no documentário Os novos judeus do Nordeste: a tribo perdida do sertão, disponível no canal da BBC News Brasil no YouTube, resultado de uma expedição que percorreu mais de mil quilômetros em quatro Estados para retratar este fenômeno. De evangélico a judeu Flávio Santos diz que, em seus primórdios, a igreja evangélica em Messejana que viraria a sinagoga Beitel dava grande ênfase ao Antigo Testamento. Depois, a comunidade aderiu ao judaísmo messiânico, que combina práticas judaicas com a adoração a Jesus, mas não é considerado parte do judaísmo pela maioria dos rabinos. Até que, por volta de 2018, o grupo abandonou a fé em Cristo e aderiu ao judaísmo ortodoxo, corrente que eles consideram mais próxima da religião praticada nos tempos bíblicos. Flávio diz que, para boa parte da comunidade, a adesão ao judaísmo significou um regresso à fé de seus antepassados. Como ele, muitos na sinagoga dizem ter descoberto vínculos com o judaísmo ao estudarem a história de suas famílias, montarem suas árvores genealógicas ou fazerem testes genéticos. Flávio, no caso, diz ter percebido possíveis laços familiares com a religião ao analisar práticas de uma avó nascida no interior de Alagoas, como o costume de se banhar na sexta-feira à tarde e a recusa dela em apontar para estrelas com os dedos. Para ele e outros bnei anussim, a primeira prática é uma reminiscência dos preparos para o shabat, o dia sagrado do judaísmo, enquanto o segundo estaria ligado ao medo que judeus tinham de serem denunciados durante a Inquisição, já que o aparecimento das estrelas marcava o fim do shabat. Cerimônia religiosa na sinagoga Beitel, em Messejana, na periferia de Fortaleza Felix Lima/BBC A avó dele, porém, se definia como cristã e desconhecia qualquer vínculo com o judaísmo — algo que Flávio atribui aos séculos de repressão contra a religião. Hoje, segundo ele, a sinagoga tem 45 membros já convertidos. Os trabalhos religiosos são orientados à distância por um rabino de Israel. O movimento de retorno ao judaísmo no Nordeste teve seus primeiros capítulos nos anos 1960, quando pessoas nascidas católicas passaram a reivindicar laços sanguíneos e culturais com a religião e a frequentar sinagogas em cidades como Recife e Natal. Os pioneiros do movimento eram conhecidos como "marranos", antiga alcunha pejorativa que significa "porcos", em espanhol, mas foi apropriada pelo grupo. A novidade dos últimos anos é o surgimento de várias comunidades formadas só por judeus convertidos e a grande presença de ex-evangélicos entre seus membros. No Recife, a tradicional Synagoga Israelita, fundada em 1926 por judeus do Leste Europeu e que foi frequentada pela família da escritora Clarice Lispector (1920-1977), hoje é dirigida e frequentada quase exclusivamente por bnei anussim. O fenômeno coincide com uma aproximação cada vez maior entre igrejas evangélicas e Israel e com a popularização de testes genéticos, que têm apontado ancestralidade judaica em muitos brasileiros. O movimento ocorre ainda em meio à explosão de cursos online sobre judaísmo e o papel de judeus e cristãos-novos na história do Brasil. Filme relembra história e contribuições do povo judeu para Pernambuco Quantos judeus há no Brasil? Não há dados oficiais sobre a quantidade de convertidos ao judaísmo no Brasil, e o último Censo, de 2022, não apresentou informações sobre judeus em seu levantamento sobre religiões. O Censo anterior, de 2010, contabilizou 107 mil, e a Confederação Israelita do Brasil (Conib) estima em 120 mil. Há indícios, porém, de que o número esteja aumentando. Em 2021, uma pesquisa do Samuel Neamen Institute, um centro de estudos de Israel, estimou que 30 mil bnei anussim brasileiros se converteram ao judaísmo nos últimos anos. Segundo a pesquisa, há ainda 4 milhões de brasileiros com ancestralidade judaica que poderiam se enquadrar na categoria bnei anussim, mas ainda não se converteram. Para o escritor pernambucano Jacques Ribemboim, autor de livros sobre a história do judaísmo no Nordeste, o número de nordestinos com antepassados judeus pode ser ainda maior e superar até a população de Israel, de 10 milhões de habitantes. Judia na Synagoga Israelita do Recife, hoje frequentada quase exclusivamente pela comunidade bnei anussim. Felix Lima/BBC "Há no Nordeste brasileiro um potencial para algumas dezenas de milhões de descendentes de judeus que podem eventualmente voltar a se identificar com o judaísmo e a vontade de retomar a prática judaica", afirma Ribemboim. "É um fenômeno extraordinário", acrescenta o escritor, ele próprio judeu, mas do ramo asquenazi, da Europa Oriental. Para o escritor Jacques Ribemboim, pode haver dezenas de milhões de nordestinos com ancestralidade judaica. Felix Lima/BBC Convertidos no Exército israelense Quando a BBC News Brasil esteve na sinagoga de Messejana, havia um visitante de destaque: um antigo membro da comunidade que hoje mora em Israel e é soldado do Exército israelense. De férias no Brasil, o jovem não quis falar sobre a atuação como militar e pediu para não ter a identidade revelada, citando preocupações com a segurança. Em uma rápida conversa, disse ter se convertido ao judaísmo há poucos anos e obtido a cidadania israelense por meio da aliá — nome do processo legal pelo qual qualquer judeu pode se tornar cidadão do país. Membros da sinagoga afirmaram que há ainda outro ex-frequentador que hoje é militar em Israel. "Eles servem ao Estado de Israel, mas, mais que isso, servem ao povo judeu como um todo", afirma Flávio Santos, o cantor litúrgico da sinagoga. Questionado sobre críticas de que Israel usaria uma força desproporcional em Gaza, Santos atribuiu a responsabilidade pela guerra ao Hamas por ter atacado o território israelense, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 1,2 mil pessoas morreram no ataque do Hamas e outras 257 foram sequestradas. Já na resposta israelense morreram mais de 60 mil palestinos, incluindo 18,5 mil crianças e 9,8 mil mulheres, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. "É algo duro de assistir", diz Flávio sobre a morte de civis palestinos. "Mas é uma questão de soberania nacional, de defesa da população." Em Tibau (RN), primeiras conversões ao judaísmo ocorreram em 2016. Felix Lima/BBC Mudança de país (e de nome) Há casos de famílias inteiras de judeus convertidos nordestinos que hoje vivem em Israel, embora a maioria das pessoas migre sozinha. Uma antiga frequentadora da sinagoga em Messejana que hoje mora em Israel é Shoshana Lima, de 25 anos. Formada em Jornalismo na Universidade Federal do Ceará, ela visitou a sinagoga pela primeira vez em 2022 e se converteu no ano seguinte. Meses depois, mudou-se sozinha para Israel e se tornou israelense neste ano. Shoshana diz que jamais soube de qualquer vínculo familiar com o judaísmo e que "se sentiu em casa" ao visitar a sinagoga pela primeira vez, em um momento em que estava em busca de uma religião e de "pertencer a uma comunidade". Ao migrar para Israel, a jovem teve a opção de trocar de nome. Ela escolheu Shoshana — que significa "rosa" ou "lírio" em hebraico — e abandonou o anterior, Suyane. Em Israel, onde pretende se casar e trabalhar na área de tecnologia, Shoshana diz ter vivenciado uma liberdade inédita: "Não preciso explicar para ninguém por que eu não toco um homem ou por que uso as roupas que uso". Indagada sobre a decisão de se tornar israelense em um momento em que Israel é acusado por vários países de promover um genocídio em Gaza — acusação refutada pelo governo israelense —, ela afirma que boa parte do mundo tem uma visão maniqueísta sobre o conflito. Em sua visão, Israel está agindo para evitar um novo ataque do Hamas. "Espero que haja paz, mas as pessoas precisam parar de ver essa guerra como preto no branco." A jornalista Shoshana Lima se converteu ao judaísmo e hoje mora em Israel Arquivo pessoal Era de ouro do judaísmo Engana-se, porém, quem pensa haver unidade política e um alinhamento automático entre os bnei anussim e o governo israelense. O historiador Aldrey Ribeiro, de 31 anos, é o líder da sinagoga Branca Dias, fundada por judeus convertidos em Campina Grande, no interior da Paraíba. O nome da sinagoga homenageia a luso-brasileira Branca Dias (1515-1589), condenada pela Inquisição por praticar o judaísmo em Olinda. Para Aldrey, os palestinos também devem ter seu próprio Estado — uma posição que é rejeitada pelo governo de Israel e é minoritária entre a população israelense, segundo pesquisas recentes. Ele diz ainda que metade de sua congregação tem posições de esquerda, e a outra metade, de direita — o que não é um problema para o grupo. Para Aldrey, os bnei anussim são herdeiros da "era de ouro do judaísmo", período em que judeus, cristãos e muçulmanos conviviam na Península Ibérica antes da Inquisição. "Foi a época em que o judaísmo mais floresceu nas artes, nas ciências e na poesia, e o segredo para isso era saber dialogar com o outro", afirma o historiador. "Por carregar essa herança, nós, bnei anussim, sabemos conviver com diferenças." Aldrey Ribeiro se formou em História para estudar origem judaica da família Felix Lima/BBC Aldrey afirma ainda que, ao investigar o passado de sua família, fez testes de DNA que detectaram genes comuns entre populações judaicas e que, ao montar sua árvore genealógica, descobriu ser descendente de um rabino que viveu na Espanha no século 15. Para ele, o retorno dos bnei anussim ao judaísmo é uma "reparação histórica". "A possibilidade de ser judeu foi roubada da gente, e isso é muito dolorido", diz. Povoado Tapuia, na Paraíba, abriga vestígios de judaísmo, segundo historiador Felix Lima/BBC Perseguidos pela Inquisição Os judeus chegaram à Península Ibérica depois da destruição de Jerusalém pelo Império Romano, no ano 70, e viveram ali séculos de relativa liberdade religiosa. Até que, em 1492, eles foram expulsos da Espanha por reis católicos que buscavam a unificação religiosa do reino. Cinco anos depois, foi a vez de Portugal obrigá-los a deixar o país ou a se converter ao cristianismo. Mesmo após a conversão, no entanto, muitos continuaram a ser perseguidos pela Inquisição, tribunal criado pela Igreja Católica no século 12 para punir heresias. Segundo o pesquisador Jacques Ribemboim, muitas famílias cristãs-novas viram então no Brasil uma chance de praticar o judaísmo às escondidas. Em Olinda, uma das maiores cidades do Brasil nos primórdios da colonização, os cristãos-novos chegaram a compor entre um terço e metade da população local, afirma Ribemboim. O grupo pôde até professar o judaísmo abertamente por um curto período, no século 17, quando holandeses assumiram o controle de boa parte da região Nordeste e estabeleceram um regime de maior tolerância religiosa. Em 1654, porém, com a expulsão dos holandeses, os judeus foram obrigados a voltar à cristandade. "Então, eles começam a se interiorizar, e só ficou alguma prática judaica, aqui e ali, em algum bolsão remoto dos sertões brasileiros", diz Ribemboim. Para ele, é possível que algumas dessas práticas judaicas tenham sobrevivido nas famílias bnei anussim atuais, mas os vários séculos transcorridos impedem uma comprovação categórica dos vínculos. "Como pesquisador, tenho de tratar essas possíveis conexões como hipóteses." Grupos bnei anussim dizem ter herdado tradições judaicas de seus antepassados Felix Lima/BBC Judeus convertidos brasileiros em Israel Não se sabe quantos brasileiros convertidos ao judaísmo moram em Israel, porque os dados do governo israelense não diferenciam judeus convertidos de não convertidos. Segundo o governo de Israel, 257 brasileiros se tornaram cidadãos israelenses em 2024 — número próximo ao da média histórica, mas abaixo ao de anos anteriores à guerra em Gaza. Não há dados sobre quantos membros do Exército israelense nasceram no Brasil. Comunidades visitadas pela BBC News Brasil estimaram em "algumas centenas" os bnei anussim brasileiros que hoje moram em Israel. Líderes comunitários disseram que a maioria dos bnei anussim não pretende deixar o Brasil, mas que a presença do grupo em Israel poderia ser maior não fossem algumas barreiras enfrentadas pelo grupo. O comerciante Antonio Fabiano de Oliveira Cavalcante é o líder da comunidade judaica ortodoxa de Tibau, cidade com 5,6 mil habitantes no litoral do Rio Grande do Norte. Fundada em 2014, a sinagoga da cidade tem cerca de 40 membros e um redário para hospedar integrantes durante o shabat. Em períodos de festas, alguns chegam a passar três dias seguidos dentro da sinagoga. A própria comunidade abate os animais que consome, seguindo os ritos da lei dietética judaica, e hoje todos os meninos são circuncidados oito dias após nascerem, conforme manda a Lei Judaica. As rezas na sinagoga são em hebraico e em ladino, antiga língua dos judeus sefarditas, mas têm um quê regional: alguns cantos litúrgicos ganharam a melodia de clássicos da música nordestina, como Asa Branca, de Luiz Gonzaga, e Eu só quero um xodó, de Dominguinhos. Comunidade judaica em Tibau (RN) tem mais de 40 integrantes. Felix Lima/BBC Outra particularidade dos bnei anussim nordestinos são as vestimentas do dia a dia. Enquanto muitos judeus ortodoxos do ramo asquenazi (Leste Europeu) costumam vestir ternos escuros e chapéus, os bnei anussim têm como referência as roupas mais leves do judaísmo sefardita, mais adequadas aos trópicos. Apesar do rigor com que o grupo diz viver a religião, Antonio Fabiano afirma que algumas pessoas no Brasil ainda questionam seu judaísmo. Ele afirma que a principal dificuldade da comunidade é enviar os jovens para um período de estudos em Israel — prática comum entre judeus de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Há vários programas de estudos em Israel financiados pelo governo israelense. A seleção para parte desses programas é feita pela Agência Judaica, órgão ligado ao Ministério do Interior israelense com escritórios no Brasil. A agência também faz uma triagem dos judeus interessados em fazer a aliá e migrar legalmente para Israel com as despesas custeadas pelo governo israelense. Antonio Fabiano afirma, porém, que bnei anussim não filiados a congregações judaicas tradicionais ainda são barrados nas seleções, o que os obriga a buscar outros caminhos e a bancar a viagem do próprio bolso. A BBC News Brasil questionou a Agência Judaica e o Ministério do Interior israelense sobre queixas de que os bnei anussim estariam sendo preteridos nas seleções, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. Em um processo judicial recente, o ministério israelense expressou a preocupação de que pessoas de países pobres estejam usando possíveis laços com o judaísmo como desculpa para migrar para Israel e obter vantagens econômicas. Educadora Jacqueline Passy discursa na sinagoga Branca Dias, em Campina Grande Felix Lima/BBC A educadora Jacqueline Passy, uma judia nascida no Rio de Janeiro que há mais dez anos assessora grupos bnei anussim,diz compreender que o movimento desperte receios em Israel. "Eles pensam: 'Onde vamos botar 40 milhões de pessoas?'", diz Passy, citando uma das estimativas mais elevadas da população bnei anussim no Brasil. Mas ela diz acreditar que os temores estão diminuindo conforme Israel percebe que o grupo pode contribuir com o país e não pretende imigrar em massa. "São pessoas que querem botar a mão na terra, e Israel precisa dessa gente", defende Passy. Ela diz que já prestou consultoria a milhares de bnei anussim, dos quais 70 hoje são cidadãos israelenses. Para atender o grupo, ela criou uma escola online sobre judaísmo, a Raízes Judaicas do Brasil. A BBC News Brasil também procurou a Confederação Israelita do Brasil (Conib) para saber a posição da entidade sobre o movimento bnei anussim e as reclamações de comunidades quanto à falta de diálogo com instituições judaicas tradicionais. Em nota, a Conib não comentou as críticas, mas disse ver "com satisfação esse grande movimento de apoio e pertencimento ao judaísmo e a Israel". "A relação do nosso país com o judaísmo é profunda e muito antiga, e esse fenômeno religioso é mais uma prova disso", afirmou a confederação. Moradora do povoado Caracolzinho (PB), onde historiador Aldrey Ribeiro diz ter encontrado vestígios de judaísmo Felix Lima/BBC Barrado à porta da sinagoga Os bnei anussim citam ainda outros problemas na convivência com congregações judaicas tradicionais. Aldrey Ribeiro, o historiador que lidera a sinagoga em Campina Grande, descreve um episódio que diz ter vivido há alguns anos durante uma visita a São Paulo. Acompanhado por um grupo de judeus paulistanos, ele pretendia visitar uma grande sinagoga, que prefere não nomear. À porta, porém, diz ter sido barrado pelo segurança. "Ele perguntou meu sobrenome, e eu falei com todo orgulho: 'Ribeiro'. Então, ele falou: 'Não entra'." Já os outros judeus que o acompanhavam, todos de famílias judias de imigração recente, puderam entrar, segundo o historiador. Ribeiro diz que o segurança não explicou a decisão e que ele saiu de lá constrangido e envergonhado. Para o historiador, o episódio ilustra o "preconceito" com que, segundo ele, os bnei anussim ainda são tratados por parte da comunidade judaica brasileira, algo que também se manifesta nos obstáculos à conversão em congregações tradicionais, diz Ribeiro. Vários líderes do movimento disseram à BBC News Brasil que tiveram de buscar rabinos estrangeiros, porque encontraram portas fechadas em muitas sinagogas brasileiras. Já rabinos brasileiros de diferentes correntes apontam dificuldades para acolher o grupo, entre os quais a sobrecarga de funções e preocupações com a segurança. O rabino João Medeiros é um dos precursores do movimento de retorno ao judaísmo Felix Lima/BBC Lei do Retorno Em parte, as dificuldades enfrentadas pelos bnei anussim refletem disputas em torno de quem tem o poder de fazer conversões no judaísmo e as fronteiras entre religião e laicidade no Estado de Israel. A Lei do Retorno de Israel, de 1950, estabelece que todo judeu tem o direito de migrar para Israel e obter a cidadania israelense. O país considera como judeu quem tenha ao menos algum avô ou avó judia ou que tenha se convertido à religião. Vários bnei anussim entrevistados pela reportagem foram convertidos ao judaísmo por Chaim Amsalem, um rabino que também construiu uma carreira política em Israel. Nascido em 1959 em uma família sefardita na Argélia, Amsalem migrou para Israel com a família na infância e foi ordenado rabino em 1980. Ele foi membro do Parlamento Israelense entre 2006 e 2013 pelo partido religioso Shas e ganhou fama ao defender um processo mais simples para a conversão de judeus. Para Amsalem, essa é uma questão central para a sobrevivência de Israel e do judaísmo. "Somos 20 milhões [de judeus] no mundo hoje, mas podemos nos tornar 200 milhões", ele diz à BBC News Brasil. "Se você é um povo grande, você é um povo mais forte." Amsalem diz já ter convertido entre 2 mil e 3 mil bnei anussim brasileiros, que ele considera "ovelhas desgarradas que precisamos trazer de volta ao rebanho". "Toda pessoa que pense que tem origem judaica pode entrar no judaísmo. Hoje, para mim, essa é a missão mais importante que pode existir no mundo judaico." O rabino Chaim Amsalem (à esq.) com o presidente de Israel, Isaac Herzog Zera Israel Disputas na Justiça As posições do rabino, no entanto, atraíram críticas de outros religiosos, que viam seus critérios para conversões como permissivos demais, e ele acabou expulso do partido em 2012. Desde então, Amsalem dirige a Zera Israel, fundação dedicada a trazer de volta para o judaísmo descendentes de judeus espalhados pelo mundo. Mas o que aconteceria se todos os brasileiros com ancestralidade judaica resolvessem se converter e morar em Israel? "Seria bom", diz Amsalem. "Os bnei anusim não são menos importantes para o povo judeu." Em 2022, uma corte em Israel decidiu que uma mulher estrangeira convertida por Amsalem tinha direito à cidadania israelense — decisão que, em tese, abre o caminho para que todos os brasileiros convertidos por ele também solicitem a cidadania israelense. Mas a decisão não mudou a postura do governo de Israel, que continua recusando as conversões de Amsalem e privilegiando os processos chancelados pelo Rabinato-Chefe do país, controlado por rabinos ortodoxos que romperam com o argelino. Isso faz com que, para pleitear a cidadania, os convertidos por Amsalem precisem entrar na Justiça israelense ou validar a conversão em algum tribunal rabínico aceito pelo governo do país. Segundo o rabino, as resistências a seu trabalho refletem um esforço do Rabinato-Chefe em manter um controle exclusivo sobre as conversões. Procurado pela BBC News Brasil, o Rabinato-Chefe de Israel não respondeu as críticas de Amsalem nem sua recusa em aceitar as conversões do rabino. Amsalem não é o único religioso em Israel a questionar o Rabinato-Chefe, cujo poder vem sendo limitado por decisões da Justiça do país. Em 2021, a Suprema Corte de Israel considerou que conversões feitas por rabinos das correntes reformista e conservadora, ambas desvinculadas do Rabinato-Chefe, também eram válidas para a obtenção da cidadania. Conversões proibidas Redário que abriga membros da sinagoga de Tibau (RN) durante o dia de descanso. Felix Lima/BBC A conversão de milhares de bnei anussim brasileiros ao judaísmo é um tema controverso entre diferentes congregações judaicas no Brasil. Um dos representantes no Brasil do Chabad, um dos maiores movimentos no judaísmo ortodoxo no mundo, o rabino Shamai Ende diz à BBC News Brasil que, há várias décadas, conversões estão proibidas no país — e que, portanto, ele considera inválidos os procedimentos do rabino Amsalem. Segundo Ende, as proibições aconteceram porque muitas pessoas se converteram ao judaísmo no país com "segundas intenções". "Pessoas que querem fazer a conversão para serem auxiliadas pela comunidade… isso são segundas intenções", exemplifica Ende. Há várias organizações filantrópicas judaicas que oferecem assistência a judeus em situação vulnerável. Ende afirma ainda que os bnei anussim são livres para viver como judeus, mas que "devem fazer tudo na comunidade deles — escolas, sinagogas etc. — para não ficarem dependendo das [nossas] comunidades ortodoxas". "O povo judeu não é proselitista, não fazemos questão de trazer outros para dentro do judaísmo", diz o rabino. Questionado sobre o caso do líder bnei anussim que diz ter sido barrado em uma sinagoga em São Paulo, Ende afirmou que as congregações não podem permitir a entrada de desconhecidos. "Estamos vivendo uma época de antissemitismo muito grande e muitos que tentam entrar na sinagoga como judeus, na verdade, são terroristas." Rezas nas sinagogas de Tibau são em hebraico ou ladino, antiga língua de judeus sefarditas da Península Ibérica Felix Lima/BBC Em outras congregações judaicas não ortodoxas, o fenômeno bnei anussim é visto mais favoravelmente, e várias delas realizam conversões de membros do grupo, ainda que admitam não conseguir atender à demanda. Rabino da Congregação Israelita Paulista (CIP), que segue o judaísmo liberal e se apresenta como a maior comunidade judaica do país, Ruben Sternschein diz considerar positivo que alguém queira se tornar judeu, "desde que isso seja autêntico e traga um bem para si e os que estão à volta". Segundo Sternschein , a CIP tem acolhido vários bnei anussim, e ele próprio esteve em Natal em 2022 para iniciar o processo de conversão de algumas famílias na cidade. O rabino afirma, porém, que o fenômeno apresenta um grande desafio para sua congregação, "porque cada caso [de conversão] é um caso e porque a comunidade tem que cuidar de muitas outras coisas". Sternschein diz que, entre outras funções, os rabinos da CIP acompanham um grupo de 500 jovens e dão suporte espiritual a idosos hospitalizados. Questionado sobre possíveis casos de preconceito contra os bnei anussim em comunidades judaicas tradicionais, ele disse que as queixas podem ter fundamento. "Os judeus somos um dos exemplos dos coletivos minoritários mais discriminados na história da humanidade, mas nem sempre a pessoa que mais sofreu alguma coisa é a que tem mais força para evitar que isso aconteça", diz Sternschein. Ele afirma, porém, que essa postura não é exclusiva dos judeus: "Vivemos numa sociedade em que a desumanização é instantânea, e todos precisamos trabalhar nisso constantemente, não só os judeus". Profecias do fim dos tempos Apesar das resistências em parte da comunidade judaica, o movimento de retorno ao judaísmo já viu um de seus precursores chegar ao posto de rabino. João Fernandes Dias de Medeiros, de 91 anos, oficializou sua adesão à fé judaica nos anos 1960, após passagens pelas Igrejas Metodista e Presbiteriana. Em 2006, ele foi aclamado rabino da sinagoga Brás Palatnik, fundada em Natal em 1925 por judeus do leste europeu. Ainda assim, Medeiros relata que sua autoridade já foi contestada dentro da própria comunidade. Certa vez, um integrante insistia em chamá-lo de "amigo" em vez de "rabino". Ao questionar a postura, Medeiros ouviu do colega que, para ele, Medeiros "não era nem judeu, nem rabino". Diante da afirmação, diz ter reagido "com grosseria". "Ninguém depende, para o retorno ao judaísmo, de uma corte rabínica ou de receber autorização", defende Medeiros. Para ele, congregações que se recusam a acolher os bnei anussim "estão perdendo o bonde da história". Medeiros associa o movimento de retorno ao cumprimento de profecias judaicas sobre o fim dos tempos. "O Eterno prometeu, como castigo aos judeus que transgrediram, que iria dispersá-los por todos os países, mas, no final dos tempos, iria trazê-los de volta", diz. "O retorno está acontecendo."
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Inscrições para concurso de oficiais da PM e Bombeiros do Amapá encerram nesta segunda (25) image Governo do Amapá convoca 250 aprovados para o concurso do corpo de bombeiros As inscrições dos concursos para oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá e da Polícia Militar do Amapá encerram nesta segunda-feira (25). O pagamento da taxa pode ser realizado até terça-feira (26). Todo o processo deve ser realizado online. (Veja editais de cada certame nesta reportagem) As provas para os dois concursos serão realizadas pela Fundação Carlos Chagas (FCC). O valor da inscrição também é o mesmo para ambos, R$ 120. O prazo anterior para realizar a inscrição era até o dia 21 de agosto, mas, foram prorrogadas para até esta segunda-feira (25). Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça   LEIA TAMBÉM: Concurso para oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá oferta 180 vagas Concurso para oficiais da Polícia Militar do Amapá oferta 240 vagas, com salário de R$ 11,3 mil Concurso para Oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá Desfile de 7 de setembro, em Macapá, que celebra a Independência do Brasil - Corpo de Bombeiros Militar (CBM) no Amapá Marcelle Corrêa/g1 O edital do concurso público para o quadro de oficial combatente do Corpo de Bombeiros Militar está ofertando 180 vagas para formação de cadastro reserva. De acordo com o edital, o certame é dividido em seis fases: Prova objetiva com 70 questões; Exame Documental; Avaliação das Capacidades Físicas (ACF); Teste de Avaliação Psicológica (TAP); Exame de Saúde; e Investigação Social. A prova objetiva será aplicada no dia 19 de outubro, no turno da manhã, em Macapá. ACESSE O EDITAL AQUI O candidato deve apresentar diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, expedido por Instituição de Ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Entre as exigências, o candidato deve ter idade entre 18 e 35 anos até o último dia de inscrição no concurso. Concurso para Oficial da Polícia Militar do Amapá Formatura de novos soldados da Polícia Militar do Amapá Aog Rocha/GEA e Max Renê/GEA De acordo com o edital do concurso público para o quadro de oficial combatente da Polícia Militar do Amapá, estão sendo ofertadas 240 vagas para formação de cadastro reserva. A data da prova objetiva será 2 de novembro. ACESSE O EDITAL AQUI Os aprovados ingressarão no Curso de Formação de Oficiais no primeiro semestre de 2026. Após a conclusão e nomeação, o cargo de 2º Tenente da PM-AP oferece remuneração inicial de R$ 11.375,37, reforçando a atratividade da carreira no serviço público estadual. De acordo com o edital, o concurso é dividido em seis fases: Prova objetiva – avaliação escrita com questões de conhecimentos gerais e específicos; Exame documental – conferência da documentação exigida; Avaliação de capacidades físicas – testes físicos de aptidão; Avaliação psicológica – aplicação de teste psicológico e entrevista individual; Exame de saúde – verificação das condições clínicas dos candidatos; Investigação social – análise do histórico social e comportamental. Como pré-requisito, o candidato deve apresentar diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, expedido por Instituição de Ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
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Influenciadora escolhe nome do filho em memória de amigo que morreu afogado em lua de mel; VÍDEO image Veja o chá revelação da criadora de conteúdo que colocou o nome do filho igual ao de amigo Uma influenciadora decidiu registrar o filho com o mesmo nome de Júlio Augusto de Almeida Pereira, o jovem de 25 anos que morreu afogado enquanto comemorava a lua de mel na Praia do Iporanga, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ao g1, Kethellin Bruna, de 28, contou que descobriu a gravidez em junho, exatamente um mês após perder o amigo. Conforme apurado pela equipe de reportagem, Júlio estava na cidade com a esposa e fez a viagem acompanhado de mais dois amigos, sendo um deles o outro afogado: Jean Almeida, de 30. As vítimas moravam em Apiaí, no interior do estado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Kethellin explicou que ela e o companheiro sempre foram muito amigos de Júlio e da esposa, a cabeleireira Maria Eduarda Santos, de 19. A jovem, inclusive, foi escolhida como a cerimonialista do casamento deles, além de ter auxiliado na organização do chá de cozinha. Kethellin Bruna escolheu o nome do filho em memória de Júlio Augusto de Almeida Pereira, que morreu durante lua de mel em Guarujá (SP) Arquivo Pessoal Apesar de ter sido surpreendida ao descobrir que estava grávida após cinco anos do nascimento da primeira filha, a influenciadora afirmou que já tinha escolhido o nome. "Desde que o Júlio faleceu, eu e o meu marido tivemos esse desejo: se um dia tivéssemos um menino, colocaríamos o nome de Júlio", contou Kethellin. "Não imaginávamos que seria tão rápido. Desde o início, eu pedi para Deus para que fosse menininho para ele ter esse nome", acrescentou. Surpresa para a viúva A viúva estava presente no dia em que Kethellin descobriu a gravidez, buscou o resultado do exame e organizou o chá revelação (assista acima). Maria Eduarda contou ter sentido que seria um menino, mas ainda não sabia sobre a escolha do nome. "Logo após revelarmos o sexo do bebê, fui abraçar ela e ela me contou que seria esse o nome. Me emocionei muito. É uma forma linda de manter viva a memória dele", disse a viúva. "Sinto que esse bebê veio para alegrar nossa vida e ressignificar aquilo que perdemos", completou ela. O caso Jean Almeida, de 30 anos, e Júlio Augusto, de 25, eram moradores de Apiaí (SP) e estavam em Guarujá (SP) a passeio Arquivo Pessoal O caso aconteceu no dia 21 de maio, na Praia do Iporanga, que fica dentro de um condomínio fechado e não é monitorada pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte dos jovens ainda no local. Saiba quem eram os amigos que morreram após se afogarem em praia durante lua de mel Segundo o relato da viúva, os quatro amigos avançaram no mar até uma área mais funda, onde as ondas não quebravam, mas decidiram voltar quando perceberam que não alcançavam mais o chão. De acordo com o depoimento, Jean não conseguiu retornar e Júlio tentou ajudá-lo, sem sucesso. A mulher relatou às autoridades que voltou para a areia junto com um dos amigos e gritou por ajuda, mas não havia serviço de resgate por perto. Em seguida, banhistas entraram no mar e retiraram Júlio e Jean da água. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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FOTOS: Léo Foguete na Festa do Peão de Barretos 2025 image Léo Foguete canta hits na Festa do Peão de Barretos 2025 Ricardo Nasi/g1 Cantor Léo Foguete leva forró eletrônico para palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete durante show no palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete durante apresentação na Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete canta hits na Festa do Peão de Barretos 2025 Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete faz show no palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete estreia no palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete leva forró para a Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete canta hits na Festa do Peão de Barretos 2025 Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete faz show na madrugada de segunda-feira (25) na Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete estreia na Festa do Peão de Barretos 2025 Ricardo Nasi/g1 Léo Foguete faz show no palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 Leia mais notícias sobre a Festa do Peão de Barretos 2025 VÍDEOS: Tudo sobre o Barretão 2025
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Publicado edital de concurso para o TJRS com vagas para cadastro reserva e salários de até R$ 9,2 mil image Tribunal de Justiça, em Porto Alegre João Victor Teixeira/G1RS O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) publicou o edital de um concurso público com oportunidades para formação de cadastro reserva em cargos de nível médio e superior. Os salários chegam a R$ 9.226,01. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O concurso oferece vagas para três cargos: Analista do Poder Judiciário – Área Administrativa (nível superior): R$ 9.226,01 Analista do Poder Judiciário – Área Judiciária (nível superior): R$ 9.226,01 Técnico do Poder Judiciário – Área Administrativa-Judiciária (nível médio): R$ 4.843,63 As vagas são para cadastro reserva, ou seja, os aprovados serão convocados conforme a necessidade do TJRS durante o prazo de validade do concurso, que é de dois anos, prorrogável por mais 2. A publicação do edital aconteceu na última sexta-feira (22). 🗓️ Cronograma Inscrições: de 1º a 26 de setembro de 2025. Provas: Analistas: 23 de novembro de 2025; Técnicos: 30 de novembro de 2025. Taxas de inscrição Analistas: R$ 270,84; Técnicos: R$ 118,79. As provas serão aplicadas em oito cidades gaúchas, sendo elas: Porto Alegre, Alegrete, Caxias do Sul, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santo Ângelo. Todos os cargos terão provas objetivas com 80 questões de múltipla escolha, abrangendo disciplinas como: Língua Portuguesa; Legislação; Noções de análise de dados e inteligência artificial; Conhecimentos específicos (como Direito, Administração, Raciocínio Lógico). O edital também prevê reserva de vagas para grupos específicos: 10% para pessoas com deficiência 20% para candidatos negros (pretos ou pardos) 3% para candidatos indígenas 📝 Inscrições As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela organização do certame. O edital completo pode ser conferido no Diário da Justiça Eletrônico (DJE). As informações estão na edição nº 7.969 do DJE, disponível no site do TJRS. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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Governador da Paraíba, João Azevêdo, passa bem após cirurgia de vesícula <img src="https://s2-g1.glbimg.com/CHo4rs8HAzfx4BVEJXF0N9uQO7M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/0/I/aeO90SSGSnhA75cfgkKg/joao-azevedo-secom.jpeg"/> Governador da Paraíba, João Azevêdo, foi internado neste domingo (24) Secom-PB/Divulgação O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), passa bem após ser submetido a uma cirurgia de retirada da vesícula biliar, neste domingo (24). O procedimento aconteceu em um hospital de João Pessoa. João deu entrada na unidade após sentir fortes dores abdominais. De acordo com a Secretaria de Comunicação do estado, a cirurgia aconteceu sem intercorrências no Hospital Memorial São Francisco. A previsão é que a alta hospitalar do governador aconteça nas próximas 48 horas. Mais cedo, o médico Fúlvio Petrucci informou que o governador iria passar por uma cirurgia após ser constatada pedra na vesícula. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias do PB em tempo real e de graça De acordo com o médico, a cirurgia é considerada de baixa complexidade. Ele também destacou que o período de recuperação estimado é entre sete e 15 dias, dependendo dos hábitos adotados pelo paciente e da resposta do corpo ao procedimento. Retirada da vesícula foi o 3° procedimento mais realizado pelo SUS em 2024 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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PM apreende 16 celulares e uma faca após roubo no centro do Rio <img src="https://s2-g1.glbimg.com/2rsqszn1Ad8RJcaqVrGmXxwAqQI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/i/w/iRaHgtRma31w5s9zjGZQ/apreensao-celular-copacabana-frame-0.jpeg"/> Celulares apreendidos pela PM no Centro do Rio Reprodução Policiais militares apreenderam 16 celulares e uma faca após uma abordagem a um ônibus da linha 426 no Centro do Rio neste domingo (24). A apreensão foi realizada por agentes do 2º BPM (Botafogo) em um ônibus que saiu da Zona Sul em direção ao Rio Comprido, na Zona Norte. No ônibus estavam 61 passageiros, sendo 17 adultos e 44 menores de idade. O caso foi levado ara uma delegacia. O caso foi levado para a 10ª DP (Botafogo).
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VÍDEO: Maré 'engole' van na praia de Panaquatira, no Maranhão VÍDEO: Maré 'engole' van estacionada na praia de Panaquatira, no litoral do Maranhão Na tarde do último sábado (23), uma van foi 'engolida' pela maré na Praia de Panaquatira, em São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís. Um vídeo (veja acima) mostra o veículo sendo atingido pelas ondas e parcialmente submerso. O veículo teria atolado na areia, apesar dos riscos aos banhistas. Quando a maré subiu, o motorista não conseguiu sair a tempo. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos. Clique e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Uma das maiores variações de maré do mundo O litoral do Maranhão é conhecido por apresentar uma das maiores amplitudes de maré do mundo, chegando a registrar variações que podem ultrapassar sete metros entre os níveis mais baixos e mais altos. No último sábado, os dados da tábua de maré, da Marinha do Brasil, indicaram picos de 5.72 metros durante a noite, na Grande São Luís. Moradores e autoridades locais recomendam que motoristas evitem estacionar automóveis em áreas sujeitas à ressaca ou próximos à linha da maré, pois o avanço do mar costuma acontecer com rapidez e causar surpresas. Carro é 'engolido' pela maré em praia no Maranhão Em março de 2023, um carro também foi ‘engolido’ pela maré da Praia do Araçagi. O veículo ficou dois dias atolado até ser retirado com a ajuda de um guincho. Já em 2018, uma caminhonete ficou no mar, na região na Marina da Ponta d’Areia, em São Luís. A Marina na capital é conhecida por ser o local onde ficam as embarcações.
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Jovem morre em acidente de moto em Mogi das Cruzes Um motociclista de 25 anos morreu em um acidente na avenida Professor Francisco Ribeiro Nogueira, no Mogi Moderno, em Mogi das Cruzes, neste sábado (23). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Segundo a Prefeitura de Mogi das Cruzes, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado para atender a ocorrência, mas a vítima morreu no local. *Esta matéria está em atualização. Leia também CPTM inicia operação assistida da Linha 11- Coral até a Barra Funda nesta segunda-feira Adolescente encontrada morta sobre a cama é enterrada em Mogi das Cruzes nesta sexta-feira Carro capota após acidente em uma avenida de Mogi das Cruzes Veja tudo sobre o Alto Tietê
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Adolescente morre e criança na cadeirinha sai ilesa após carros baterem de frente em rodovia do Paraná image Acidente aconteceu na PR-436, em Uniflor. PRE Dois carros bateram de frente na tarde de sábado (23), na PR-463, em Uniflor, no norte do Paraná. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), um adolescente de 17 anos morreu, três pessoas ficaram feridas, mas uma criança que estava na cadeirinha saiu ilesa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maringá no WhatsApp De acordo com a PRE, uma picape seguia sentido Uniflor para Nova Esperança. O motorista decidiu fazer uma ultrapassagem quando chegou no quilômetro 12, mas acabou batendo de frente com o outro carro que estava na direção contrária. O adolescente que estava na picape morreu e outra pessoa foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para a Santa Casa de Maringá, que fica na mesma região. No carro, estavam duas pessoas que foram socorridas para o hospital universitário de Maringá. Também havia uma criança de 3 anos que estava fixada numa cadeirinha e não sofreu ferimentos. As causas do acidente serão investigadas. Veja também: Caminhoneiro é preso por corrupção ao tentar subornar policial com R$ 70 para evitar autuação, no Paraná Caminhoneiro é flagrado tentando subornar policial com R$ 70 para evitar autuação, no PR Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.
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Motorista morre preso às ferragens após caminhão tombar na BR-153 image Acidente aconteceu na BR-153, em Barrolândia. Divulgação/Bombeiros Um motorista de caminhão morreu após tombar na BR-153, entre Barrolândia e Miranorte. A vítima foi identificada como Wisley Silva Aguiar de 37 anos, conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP). O acidente aconteceu no km 440 da rodovia, por volta das 21h de sábado (23). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a placa do veículo é da cidade de Formiga (MG). O corpo da vítima ficou preso às ferragens e foi retirado pelos bombeiros. LEIA TAMBÉM Homem morre após perder controle de moto, sair da pista e bater em árvore Bombeiros encontram corpo de motociclista que desapareceu após cair de ponte Jogos online, fortuna e ostentação: o que se sabe sobre a prisão da influenciadora suspeita de movimentar R$ 217 milhões Segundo a SSP, as investigações para apurar as circunstâncias do acidente serão conduzidas pela 65ª Delegacia de Polícia de Barrolândia. O corpo do motorista foi levado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Paraíso do Tocantins, passou por perícia e foi liberado aos familiares. VEJA TAMBÉM: Trânsito na ponte entre Palmas e Luzimangues funcionará em sistema pare e siga Trânsito na ponte entre Palmas e Luzimangues funcionará em sistema pare e siga Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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Festival Equinócio terá shows de Anavitória, Gloria Groove, Jorge Vercillo e Ludmilla em Macapá image Programação do 2º Festival Equinócio da Primavera é lançada no Amapá O 2º Festival Equinócio da Primavera será realizado de 19 a 22 de setembro e terá uma vasta programação musical com artistas locais e nacionais. O evento será realizado no Sambódromo, localizado na Zona Sul de Macapá. O anúncio do festival foi realizado neste sábado (23), pelo senador Randolfe Rodrigues e conta com o apoio do Governo do Amapá, Abrasel e a parceria da Rede Amazônica. Durante a programação estão previstos shows nacionais de Anavitória, Gloria Groove, Jorge Vercillo e Ludmilla. O evento também terá feira de artesanato, moda criativa, ações socioambientais e experiências gastronômicas. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça   LEIA TAMBÉM: Em Macapá, exposição 'Invisíveis ao olhar comum', reúne obras sobre vida amazônida Expofeira 2025: evento conta com shows nacionais e locais no Amapá Anavitória Anavitória é atração do Festival Equinócio da Primavera em Macapá Divulgação Anavitória é uma dupla brasileira de música folk-pop e foi formada em 2014 em Tocantins pelas cantoras Ana Caetano e Vitória Falcão. Sucessos como "Trevo", "Porque eu te amo", "Fica", dentre outros. Gloria Groove Cantora Gloria Groove é uma das atrações do Equinócio da Primavera em Macapá Marcelo Brandt/G1 Gloria Groove é uma artista brasileira com músicas de vários estilos. Iniciou a carreira em 2002 no grupo Galera do Balão, uma nova versão da Turma do Balão Mágico. Dentre vários sucessos conhecidos pelo público estão: "Bonekinha", "Vermelho", "Apenas um neném", "Nosso Primeiro Beijo", dentre outros. Jorge Vercillo Jorge Vercillo é atração do Festival Equinócio da Primavera em Macapá Divulgação Jorge Vercillo canta a Música Popular Brasileira (MPB) e possui mais de 30 anos de carreira e suas canções já foram trilha sonora de várias novelas na televisão brasileira. Dentre os vários sucessos do artista destacam-se: "Que nem maré", "Monalisa", "Fascinação", "Memória do Prazer", dentre outros. Ludmilla Ludmilla é atração no Festival Equinócio da Primavera em Macapá Instagram/Numanice Ludmilla é cantora e compositora brasileira com vários sucessos consolidados ao longo da carreira. A cantora coleciona músicas de grande repercussão e de vários estilos musicais como: "Maliciosa", "Cheguei", "Socadona", "24 horas por dia", dentre outros. Programação: Dia 19 de setembro (sexta-feira) Jorge Vercillo e Anavitória Dia 20 de setembro (sábado) Gloria Groove e Ludmilla Anavitória, Gloria Groove, Jorge Vercillo e Ludmilla são atrações do Festival Equinócio da Primavera em Macapá Fotojet Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
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Homem é morto pela companheira em Campos Gerais, MG <img src="https://s2-g1.glbimg.com/EYgsgLJg6HPOt-khTYQFpK3J6Ks=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/O/D/4Np9yMQw6meBWXf8FpWQ/whatsapp-image-2022-03-31-at-08.13.45.jpeg"/> Homem é morto pela companheira em Campos Gerais, MG Raquel Freitas/g1 Um homem de 29 anos foi morto pela companheira na madrugada deste domingo (24), no bairro Cidade Nova, em Campos Gerais (MG). Conforme a Polícia Civil, a suspeita foi presa e liberada. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, o homem teria chegado sob efeito de drogas em casa, ameaçado e agredido a mulher. Em seguida, ela teria desferido uma facada na altura do ombro dele. A perícia técnica da Polícia Civil foi acionada e esteve no local para coletar vestígios que vão ajudar nas investigações. O corpo foi encaminhado para ser submetido a exames. Ainda de acordo com os militares, o homem tinha registros de passagens pela polícia. A Polícia Civil informou que a envolvida, de 29 anos, foi conduzida e após ser ouvida por meio da 2ª Central Estadual do Plantão Digital, foi liberada. As investigações seguem em andamento. Quais as diferenças entre o homicídio culposo e doloso? VÍDEOS: veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
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Homem morre afogado ao mergulhar no Rio Môa, no interior do Acre image Irisvan Xavier da Cunha, de 33 anos, morreu afogado no Rio Môa, no Acre. Irisvan Xavier da Cunha, de 33 anos, morreu afogado no sábado (23) em Cruzeiro do Sul, no Acre. Ele mergulhou no Rio Moa, onde acontece o Festival de Praia da cidade. Segundo o Corpo de Bombeiros, o pai e o irmão de Irisvan estavam no local. Eles contaram que ele bebeu antes de entrar no rio. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Os bombeiros informaram que Irisvan tinha epilepsia. Isso pode ter contribuído para o afogamento. A perícia foi feita no local. Os bombeiros levaram o corpo em uma embarcação até o ponto onde o IML fez a retirada. Depois, os procedimentos legais foram concluídos. Irisvan Xavier da Cunha, de 33 anos, morto no Rio Moa Reprodução/ Instagram Reveja os telejornais do Acre
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Adolescente de 17 anos é morto a tiros em frente de casa na Zona Sudeste de Teresina Quatro suspeitos de envolvimento em morte de adolescente em escola são detidos em Teresina Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na madrugada deste domingo (24), no bairro Alto da Ressurreição, Zona Sudeste de Teresina. Segundo a Polícia Militar do Piauí (PMPI), o jovem foi atingido por cerca de 20 tiros em frente a uma casa. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Policiais do 8º Batalhão encontraram o adolescente já sem vida. Testemunhas disseram que os tiros foram disparados por ocupantes de um carro. A motivação do crime ainda é desconhecida. Até o momento, ninguém foi preso ou identificado. O local foi isolado para a perícia do Departamento de Polícia Científica (Depoc). O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML). O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube