Um pouco do trabalho em prol da adoção do #Bitcoin em Jericoacoara.



[Funeral de Qasseim Soleimani]
Alinhados ao Irã, estão o Hezbollah e o Hamas, grupos políticos com suas brigadas paramilitares que, apesar de suas divergências (o Hezbollah xiita e o Hamas sunita), estão em co-beligerância no atual conflito que teve um novo episódio no fim de 2023. A coisa foi escalando e envolvendo cada vez mais países do mundo.
[Soldado do Hezbollah protege igreja na Síria]
Ontem (2 de janeiro), numa operação aérea de Israel, o vice-presidente do Hamas, Saleh Al-Arouri, foi morto em Beirute (no Líbano), ameaçando diretamente o próprio Hezbollah (já que o Líbano é o centro de operações do grupo). Hoje, no dia 3, uma procissão gigantesca em Teerã, em homenagem aos 4 anos da morte do general Soleimani foi alvo de um atentado a bombas que até o presente momento já ceifou a vida de mais de 200 iranianos. O atentado é muito provavelmente ligado ao Estado Islâmico.
[Saleh Al-Arouri possuía uma prêmio de US$5.000.000 por sua cabeça]
De todo modo, o cenário é muito complexo e exige uma série de contextos retroativos para poder ser entendido de maneira satisfatória e evitando imprecisões históricas, políticas e afins. Entendo que a maior parte dos brasileiros possui um conhecimento reduzido da situação do Oriente Médio e costuma colocar as coisas no mesmo balaio. E tudo bem, não tenho espaço (nem conhecimento suficiente) para abordar tudo isso aqui.
Aquilo que eu creio que qualquer pessoa normal defenda (independente de religião, viés político-econômico, etnia, idade, etc.) é que a guerra é indesejável e que devemos buscar a paz sempre que possível.
A tendência inescapável na direção da guerra, do conflito, da violação da liberdade e da propriedade é própria da natureza humana nesse mundo defeituoso, sendo ela por si só capaz de moldar comportamentos e ambientes (também sendo mais fortalecida e incentivadas por determinadas circunstâncias). E assim surge a moeda fiduciária.
Os Estados Unidos, por exemplo, só foi capaz de sustentar suas políticas de guerra perpétua em lugares como Iraque e Afeganistão, principalmente por empréstimos feitos pelo governo americano. Isso é possível por causa da política monetária do Federal Reserve (Banco Central Americano), que tem mantido as taxas de juros relativamente baixas por meio de flexibilização quantitativa.
Em resumo, isso é literalmente imprimir dinheiro. O estado vende títulos para o mercado com a promessa de pagar no futuro, usando o valor das vendas desses títulos para pagar por essas guerras.
Ao contrário da moeda fiduciária, o Bitcoin possui uma oferta total imutável, que não pode ser alterada ou manipulada pelo bel prazer de uma entidade central ou de um grupo de poder. Isso significa que, se as nações o adotassem como principal reserva, as taxas de juros sobre o capital emprestado seriam muito mais altas. Isso tornaria as guerras impopulares e muito mais difíceis para os governos sustentarem (tendo em vista que não seria mais possível criar dinheiro do nada e empurrar o custo dessa expansão monetária para a camada mais baixa da população).
Estas guerras eternas provavelmente seriam extintas ou reduzidas em um mundo sobre o Padrão Bitcoin, gerando incentivo para um sistema de segurança muito mais defensivo do que expansionista.
O Bitcoin possui uma escassez intrínseca e uma política monetária completamente previsível, e isso é essencial para uma moeda funcionar efetivamente como reserva de valor, já que isso incentiva a poupança ao invés do gasto impulsivo. E esse gasto impulsivo nos encaminha para práticas sociais destrutivas e hedonistas (como pornografia, drogas, destruição do meio ambiente, obsolecência programada, etc.), assim como para a fabricação de inimigos imaginários que justifiquem o aumento de gastos públicos (os terroristas, a extrema-direita, os comunistas, os negacionistas, os lacradores, etc.).
Eu enfatizo: se os governos e instituições financeiras fossem obrigados a pagar taxas de juros mais elevadas por utilizar o Bitcoin como garantia, isso desencorajaria o endividamento excessivo, secando o financiamento das guerras.
Não foi em vão que o criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto, deixou uma mensagem no primeiro bloco do Bitcoin no dia 3 de janeiro de 2009. Como uma pedra de fundação irremovível, imutável e com seu conteúdo eternamente contido nos próximos blocos, a manchete do jornal The Times foi incluída por Satoshi como a mensagem inaugural da rede do Bitcoin: "Chancellor on brink of second bailout for banks" (Chanceler à beira de segundo resgate aos bancos).
Isso demonstra fortemente como o Bitcoin foi criado não como uma mera curiosidade tecnológica, matemática ou financeira, mas como uma resposta direta ao éthos do sistema financeiro tradicional. E não dito por Satoshi abertamente, mas completamente explícito e destacado na capa do jornal The Times do dia 3 de janeiro de 2009 está "Israel prepares to send tanks and troops into Gaza" (Israel se prepara para enviar tanques e tropas para Gaza).
[“At least 430 palestinians were killed in a week…”]
E é aí que vemos que no sistema fiduciário, a história sempre vai se repetir (ou pelo menos rimar). Seja em 2009, em 2020 ou em 2024. Sem dúvida o Bitcoin foi um protesto não só ao sistema financeiro atual em que bancos se conluiam junto ao estado para explorar a classe realmente produtiva, mas também uma resposta à indústria psicossocial da guerra que financia o expansionismo militar através do inflacionismo econômico.
O Bitcoin veio justamente para romper com tudo isso. Não é sobre jogar na loteria e ficar rico, não é sobre especulação, não é sobre uma mera curiosidade tecnicista, é sobre a construção de uma realidade em que quem não trabalha, não come.
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É quase impossível não incluir nesses "maus propósitos e práticas maliciosas" e no ato de "se apropriar dos bens do próximo, seja por força, seja por aparência de direito, a saber: falsificação de peso, de medida, de mercadoria e de moeda", todo o sistema econômico moderno. Desde a exploração baseada no Efeito Cantillon até as reservas fracionárias, dependentes da emissão de dinheiro sem lastro na realidade. Insira aqui as demais artimanhas da Teoria Monetária Moderna de John Maynard Keynes.
Sendo um pederasta e hedonista, Keynes se tornou o principal guru de todas as faculdades de economia, contabilidade e administração ao redor do mundo. Quando questionado quanto aos efeitos da inflação no longo prazo, respondeu algo como: "no longo prazo, todos estaremos mortos".
Partindo de uma cosmovisão ancorada na máxima "comamos e bebamos, porque amanhã morreremos", Keynes descreve de maneira clara a natureza das tomadas de decisões do coração do homem sem Deus.
A autonomia substitui a teonomia, a egorreferência cala a teor referência e a realidade é por consequência, negada.
Se o ponto arquimediano da realidade criada é abandonado, a própria realidade é negada. Como um sistema planetário formado de corpos errantes gravitação um corpo escuro vazio, assim é a desgraçada odisséia rumo ao oceano infinito do irracional do homem sem Deus. Quando não gravitamos ao redor do ente cuja glória excede infinitamente a densidade de quaisquer instâncias imagináveis pelo homem, navegamos errantes como nômades na direção do nosso enganoso coração.
Os efeitos do pecado que também se estendem às nossas faculdades mentais, sem sombra de dúvidas obnublam a nossa ciência em sua busca pela verdade. E na ciência econômica não é diferente. Se não examinarmos a nós mesmos constantemente à luz da Palavra revelada por Deus, iremos seguir a nossa racionalidade. Caminhos que aos homens parecem ser bons, mas que no fim são caminhos de morte.
E há que se romper com definitivo uma terrível e cruel idade das trevas no campo das ciências econômicas. Abandonando todo ego e despojando-nos de sofismas, precisamos nos render a uma ótica teorreferente da economia.
E claro que terei muitos leitores não-cristãos acompanhando esse texto, mas será que a cristandade moderna tem se preocupado em responder a pergunta feita a Keynes? Ou aceitamos de braços cruzados as suas premissas? Temos buscado submeter nossas noções econômicas debaixo da Palavra de Deus? Eu diria que sequer paramos para refletir sobre o modo como o dinheiro funciona.
"Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer."
- Provérbios 11:1
Poderiam os bancos centrais passar por esse crivo e não serem considerados abomináveis diante de Deus? Será que estamos protestando na capela de Wittenberg do mundo financeiro e questionando as indulgências que nos são cobradas a cada vez que nos dirigimos ao mercado mais próximo e vemos os preços subirem?
Se ecoamos em nossos corações e mentes que não há um nanômetro sequer da realidade que não deva ser subjugado debaixo do cetro de Cristo, por qual motivo não renderemos glórias a Deus com o nosso sistema econômico? Se cremos na palavra de Paulo aos coríntios, de que Cristo reinará até que vença a morte como seu último inimigo, por qual motivos trememos diante de planos e projetos de poder de homens que não são NADA diante de Deus e não ousamos questionar o mundo que eles querem construir pra nós? Se sabemos que Deus ri daqueles que elaboram estratégias para fugir de seu poder, por qual motivo nos acovardamos e deixamos de dominar a criação desenvolvendo formas que glorifiquem o seu poder?