Eu sei que é normal a sociedade desprezar quem busca a sabedoria e a intelectualidade de forma quase instintiva, mas o Brasil parece ser ativamente contra quem busca isso. Parece que que o brasileiro médio tem ódio de quem busca se elevar e tende a rotular uma pessoa assim como arrogante.
Aqui é a terra da anti-iluminação, o culto dos vícios e o amor pelo ruído mental.
Uma característica que a visão fascista (original) tem em comum com a visão progressista (woke) é a vontade de comandar a sociedade pela imposição. Com ambos sendo coletivistas, porém o fascismo é hierárquico e o progressismo é igualitário.
A mudança que o fascismo acredita viria pela força, porque no fascismo a vida é uma batalha e um jogo de conquista. A mudança que o progressismo acredita viria pela mudança planejada da visão cultural, porque o progressismo tende a não acreditar em uma natureza humana.
O fascismo original morreu e o progressismo está pra morrer.
O movimento natural do próprio universo foi evaporando estas duas visões de mundo com o passar do tempo. O fascismo ganhou força pedindo uma guerra e morreu em uma guerra, o progressismo ganhou força pelos grandes empresários e está debilitado pelo desinteresse dos próprios.
O fascismo original não se adapta mais a este mundo porque a centralização social no estado é coisa do passado, cria um sistema ultra-burocrático e que não produz inovação. O progressismo se provou sendo apenas uma fase transitória (e depravada) da história humana, não uma evolução linear, indo contra todas as expectativas arrogantes de seus seguidores.
No mínimo, os pensadores fascistas sabiam que o fascismo, como foi feito na Itália no século 20, não seguiria constante na história e não se aplicaria a todos os lugares do mundo, coisa que a arrogância progressista nunca vai admitir.
Não adianta tentar mudar a realidade pela imposição, a vontade do universo sempre prevalece naturalmente.
Eu e Mitra chapando o coco de cogumelos e ouvindo um Wagnão da massa aqui em Asgard. Quem não se amocionou já morreu por dentro.

Agora o slime do meu projeto tem um limite de vida. Após o slime se dividir ele fica mais transparente, fazendo isso 3 vezes, ele morre.

A melhor forma de vencer alguém que te chama pra um debate na internet é recusando.
A partir do momento que duas pessoas reúnem uma platéia em uma conversa onde elas nunca vão admitir os pontos onde estão erradas, já indica que a discussão não é sobre a busca da verdade, mas sim sobre o ego dos debatedores. A platéia, por sua vez, só quer torcer pro seu ídolo debatedor e vai nomeá-lo como vencedor mesmo ele estando errado, isso só não acontece quando a moral deste ídolo é totalmente massacrada.
Dentro do debate "ganha" aquele que sabe esconder o ego ferido, fora do debate, o vitorioso é quem se recusa a entrar porque provou que não precisa pisar em ninguém pra defender o que acredita.
São raros os debates modernos que tem alguma utilidade, a maioria são arenas pra narcisistas.
Agora estão dizendo que o Renan Santos usa cogumelos pra ficar chapado ouvindo Wagner. Segundo o que dizem, vazou de grupos nacionais socialistas/racialistas. Eu não sei se isso é verdade, mas seria engraçado pra cacete.

Agora o slime do meu projeto pode se multiplicar conforme se alimenta, aumentando um pouco de tamanho antes de se partir em dois.
A conexão com o Tor hoje estava tão ruim que eu entrei no nostr e não tinha nome no meu perfil, não tinha banner e capa, eu entrava na home e falava que não tinha postagem. Eu já estava achando que minha conta tinha sido roubada por algum china pra vender oferta no jogo do tigrinho.
Sinceramente eu não acho que o Rust vai substituir o C do mundo completamente, tem tanta coisa escrita em C a tantos anos que é mais provável da linguagem ser melhorada para manter os sistemas que já existem. E como tem muito mais "pro players" em C do que em Rust, é capaz de existir projetos novos usando C na maioria das coisas, com Rust sendo reservado para partes críticas do projeto ao invés de substituir tudo, mesmo sendo mais seguro por padrão.
Mas eu acho que em partes críticas de sistemas, o Rust vai se tornar prioridade em poucas décadas. Lógico que ainda vão ter aeronaves ou navios com painel de controle em puro C que vão demorar pra ter algum resquício de Rust ali.
Como ainda está pra sair o Zig 1.0, o futuro fica mais difícil de prever. Porém eu não acho que a linguagem vai engajar tanto quanto o Rust porque nessa disputa quem decide são as corporações, a prioridade delas está sendo a segurança de memória acima da simplicidade do código e confiança plena no programador. Até o momento parece que Zig se sustenta bem mais pela comunidade orgânica.
Eu posso não estar dentro do mercado de trabalho da tecnologia e nem ter alguma formação acadêmica, mas me parece que o futuro da tecnologia será multi-linguagens.
A relação que tem em struct, enum, match e impl pra estruturar um objeto em Rust parece uma equação matemática, daquelas bem loucas que não usam números, mas o lado bom é que o compilador avisa onde fica o erro.
O "calculo" fica menor e mais símples quando se usa apenas structs (que agrupa dados que podem operar simultaneamente) e impls (que definem os métodos).
Mas se você vai criar qualquer coisa que envolva estados/comportamentos diferentes selecionando dados específicos para um objeto em determinado contexto, como um mob do minecraft que te ataca quando te vê ou um atendente automático que te dá uma resposta com base em opções, usar variantes de enums que são selecionadas pelos matchs se torna necessário para os impls.
Guto Zacarias do MBL se meteu em um grande problema. Mais um do MBL que se ferrou por causa de áudios kkkkkkkkkkkkkkk.
Acho que nem a militância artificial do movimento vai segurar essa agora.