A História não se repete, ela rima.
Cts
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Ainda não li Mark Fischer, mas o povinho que repete "é mais fácil imaginar o fim do mundo que o fim do capitalismo" devia começar a se afundar em alquimia e tomar umas porradas bem dadas.
La poésie contemporaine ne chante plus. Elle rampe.
Já se depois de chegados olharmos para estes miseráveis, e para os que se chamam seus senhores: o que se viu nos dois estados de Jó, é o que aqui representa a fortuna, pondo juntas a felicidade e a miséria no mesmo teatro. Os senhores poucos, e os escravos muitos; os senhores rompendo galas, os escravos despidos e nus; os senhores banqueteando, os escravos perecendo à fome; os senhores nadando em ouro e prata, os escravos carregados de ferros; os senhores tratando-os como brutos, os escravos adorando-os e temendo-os como deuses; os senhores em pé apontando para o açoite, como estátuas da soberba e da tirania, os escravos prostrados com as mãos atadas atrás como imagens vilíssimas da servidão, e espetáculos da extrema miséria. Oh Deus! Quantas graças devemos à fé, que nos destes, porque ela só nos cativa o entendimento, para que à vista destas desigualdades, reconheçamos contudo Vossa justiça e providência. Estes homens não são filhos do mesmo Adão e da mesma Eva? Estas almas não foram resgatadas com o sangue do mesmo Cristo? Estes corpos não nascem e morrem, como os nossos? Não respiram com o mesmo ar? Não os cobre o mesmo céu? Não os aquenta o mesmo Sol? Que estrela é logo aquela que os domina, tão triste, tão inimiga, tão cruel?

O efeito dominó de Criar um site com índice do COF >>> Criar o NOSTR.
Minha maior dificuldade com o Nostr é saber se tá uma merda por causa do Client, do Relay, do próprio Nostr ou se eu que sou o merda da história, ou tudo de uma vez.
Meu único medo de ler Flusser é que ele é tão interessante ao ponto de eu começar a ler o Estudo do Pelé e terminar no Fim da História
O Nostr está me animando para experimentar o ofício de escritor online. Aqui se escreve na carne.
Na realidade, aqui urge pensar bastante, de modo reflexivo e de cabeça fria, visto que cada postagem é "ideletável". Não quem Twitter ou Facebook não sejam também, mas aqui é descaradamente irreparável.
Acredito que vou usar aqui mais para depositar citações, insights e alguns versos que eu não quero que se percam na memória. Me sinto mais tranquilo escrevendo em algo que só uns gatos pingados irão ler e com, aparentemente, um número maior de caracteres, mas sem aquela estrutura de "textão" de Facebook.
Urge, para mim, um recolhimento digital, uma espécie de ascetismo pós-moderno - e creio num conceito muito pessoal de "pós-modernidade".
Nostr é o clube dos rapazes.