Ideia da Coerência - Conceito's avatar
Ideia da Coerência - Conceito
eduardoluft@iris.to
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fragmentos filosóficos ✍️ philosophical fragments https://satellite.earth/@eduardoluft@iris.to
O que vejo de positivo no fato de cada nostriada estar associada a uma ID exclusiva em perpetuidade? Honestidade O Nostr torna explícito o fato de que tudo o que é publicizado na internet é público, ou deveria ser tratado como tal (basta uma mera printada...). Responsabilidade A perpetuidade potencial de uma nota identificada dá um peso próprio a cada nostriada: a gente pensa: "eu assino embaixo?"; pois é, nostriou, assinou. Resiliência A perda, por qualquer motivo, do arquivo pessoal do autor não impede a preservação de sua nota em algum dos inúmeros relés na rede do Nostr. Concluo: o uso do Nostr para os fins mencionados na nostriada abaixo é 10! View quoted note → #Nostr #Liberdade #Responsabilidade
Nostr é, como o Bitcoin, uma faca de dois gumes: - dá ao usuário mais autonomia na distribuição de seus dados, como o Bitcoin teoricamente daria ao usuário mais autonomia financeira, se usado generalizadamente como moeda; - auxilia na vigilância absoluta do usuário por terceiros (governos, empresas, o que for), porque, como no Bitcoin, está tudo registrado e publicizado na Id única de cada nota. View quoted note →
Não sei se já notaram isto, mas a IA parece muito com uma sofista refinada: quando erra, tende a tentar nos convencer da vericidade do que diz. As IAs têm melhorado nisto, todavia, sobretudo quando vinculadas diretamente a bancos de dados mais consistentes.
Interessante a nossa cultura, com todo este exército de perseguidores de "fake news", ter produzido as duas mais poderosas máquinas conhecidas de fabricação de pseudonotícias: a democracia de massas e a inteligência artificial.
Pessoal gosta de falar bem do Hoppe por aqui. De fato, um pensador claro, algo raro hoje em dia. But... o Hoppe não só teceu seus elogios ao poder monárquico, em contraste à democracia, mas mostrou como o anarcocapitalismo (realista) desemboca em uma espécie de submissão voluntária ao poder aristocrático (no caso, aristocracia de proprietários), vulgo teoria das ellites naturais.
A VISÃO DA IDEIA Vista de dentro, a morte é uma hecatombe; vista de fora, uma banalidade. Mas há mesmo uma vista apenas de dentro, do interior da subjetividade? Há, ao revés, uma vista apenas de fora, há alguma visão “de lugar nenhum"¹? Para a subjetividade, encerrada nela mesma, a visão da própria morte é uma impossibilidade. O que seria algo como "eu mesmo morto", visto de dentro? Só o "olhar de fora" dá à subjetividade o acesso à própria finitude. Para o olhar meramente externo, por outro lado, para a visão "de fora" nada desaparece, porque nada de fato profundo jamais existiu, apenas superfícies e sua modificação. As coisas apenas mudam as suas formas. O verdadeiro materialista, ou o que chamaríamos hoje de fisicalista, observa este aglomerado de fatos estendendo-se no espaço-tempo, o universo ou natureza, e não vê sujeito algum, que dirá a sua morte. Só porque pode situar-se, pela mediação do olhar do outro, dentro e fora de si, o sujeito emerge como sujeito. Só nesta dialética de transcendência e imanência a existência, no sentido dos existencialistas, é possível. Kierkegaard não é Kierkegaard preso em seus pensamentos, nem afundado na natureza. Kierkegaard só é realmente Kierkegaard transcendendo-se ao mergulhar em si, e interiorizando-se ao abarcar tudo. A visão da ideia não é a visão de todas as coisas. A visão da ideia é a visão do todo, e o todo está em todas as coisas. View quoted note → ¹ Nagel, Visão a partir de lugar nenhum (2004).
se V4V rendesse aqui algo além do volume de alguns poucos trocados, todos estariam preocupados em como esconder o total de zaps recebidos do seu perfil
do #Nostr pro #mundo Minha opinião Não temos de focar em comunidades de portugueses, brasileiros, espanhóis, alemães ou japoneses e em "fios" exclusivos para cada língua, região ou paixão. Temos de escrever em qualquer língua e de qualquer canto do mundo. Temos de escrever de qualquer toca disponível p r o m u n d o i n t e i r o. E nossa escrita tem de ser automaticamente traduzida em todas as línguas desejáveis. Pra que servem, afinal, as IAs? --- O mundo está saturado de tribalismo e carente de c o s m o p o l i t i s m o
Fragmentos são imunes à IA porque são algoritmicamente irredutíveis, se desdobram em uma pluralidade potencialmente infinita de significados, e ainda assim não deixam de remeter ao todo do sistema e encontrar nele a sua guarida.
a Ideia quer ganhar toda a grana também, que ninguém é de ferro então, todos os zaps vão de agora em diante direto pras contas dela