STF avança na luta contra a liberdade, nós nostriches estamos um passo a frente. O que falta é o #Nostr ser divulgado por figuras notórias.
Rafa Borges
rafaborges@zaps.lol
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🇻🇦☧ católico e sul-mato-grossense (🇧🇷 brasileiro) | "Nós aceitamos tudo e todos, então não nos tire nada."
Criminalizar não somente o "discurso de ódio" mas também o apoio dado ao discurso é uma tendência, será a próxima tática expansiva de punição do Estado aos seus cidadãos, em exemplo: não prender somente quem proferiu o discurso, mas também quem aplaudiu, financiou, deu gostei em redes sociais, compartilhou, divulgou e etc. Isso já existe informalmente — algumas empresas e órgãos públicos espionam seus funcionários e servidores com fim de obter pretextos para boicotá-los.
Pro futuro o seguinte --> duas contas em redes sociais, a primeira tu inseres sua vida pessoal, suas fotos, seus momentos e et ceteras, e a segunda conta é anônima, criada no anonimato e para o anonimato, nessa o sujeito expõe suas ideias, seu pensamento, suas posições políticas, sua religião e etc.
Sempre relevo o seguinte no que percebi após minha fase de semi-esquerdismo sociaista (larp nacionalista): os conservadores defendem facínoras históricos — estimuladores de matanças, genocídios e afins, politicamente ou diplomaticamente — como Churchil, Truman, Thatcher, Reagan, Kissinger e et ceteras, por ignorância sobre, isso é, por desconhecimento. Já por outro lado, o que vi na esquerda foi apoio amplo a figuras como Mao Tsé-Tung, Hugo Chavez, Josef Stalin, Komeini, Sadam Husseim, Muammar al-Gaddafi, Fidel Castro, etc e etc., com consciência sobre os crimes cometidos por esses citados e os não citados.
Preciso ser justo, existem partes na esquerda que não coadunam com a defesa à essas figuras, que se enaltecem um ou outro ponto relevam os crimes cometidos, porém é na esquerda que vemos o perfil de "matou foi pouco!". A maior diferença de um espectro para outro espectro é a patologização, um lado é ignorante, desprovido de inteligência mesmo, e outro é vil como também canalhesco, envolto de psciopatia e inescrupulosidade, e exemplifico isso na figura de Jaques Vergès, que defendeu Pol Pot e suas políticas, e que simplesmente eu não consigo encontrar uma cegueira psicótica no meio da direita liberal conservadora.
Outra diferença existe nas denúncias, enquanto os direitistas denunciam os crimes da esquerda dando nome e sobrenome, os esquerdistas preferem abstrair os nomes e sujeitos a toda a estrutura qual chamam de "capitalismo imperialista colonialista", motivo pelo qual direitistas são, em média, ignorantes sobre os crimes cometidos pelos primeiramente citados nesta nota.
Príncipe herdeiro do Irã não tem apelo e amplo apoio civil tal como muitos pró-Israel dizem, isso pois o poder de propaganda do regime iraniano, assim como de outros regimes teocráticos do mundo islâmico, beira a perfeição. Irã conseguiu conter um movimento de primavera gerado após a morte da Armita, em guerra é quase impossível avançar um movimento de primavera pois os governos, em guerra, reforçam ainda mais a propaganda e ganham carta branca para assassinar qualquer cidadão que se oponha ao regime, se o cidadão for inocente basta levantar suspeita forjada do mesmo ser um agente do Mossad.
É uma mentira o conto de que o São Paulo vende jovens jogadores por preço de banana para sobreviver financeiramente. Existe um esquema bem sacana de lucro com base na subvalorização de atletas, muitos clubes no Brasil aplicam esse esquema.
O SPFC poderia muito bem adotar modelo híbrido em forma de cooperativa tal como o Bayern de Munique, desconhecem esse modelo os dirigentes? Se desconhecem então são burros e incompetentes para os cargos que ocupam, mais uma prova de que o modelo então deveria sim mudar. Socialistas gostam é de defender políticos.
Pega a formação desses conselheiros e mesmo a do Casares (marketing), a maioria tudo é formada em direito, medicina, engenharia, lá essa turma sabe sobre como fazer um clube de futebol ganhar dinheiro??? Cadê os economistas? Analistas sérios? Investidores? CEOs?
A maioria desses jornalistas só não querem as SAFs por motivos ideológicos, maioria deles são socialistas com preconceito com o mercado. A lógica é simples: abrir ao mercado força o clube a colocar gente do mercado na gerência da instituição, retirando o poder dessa penca de POLÍTICOS que atuam no clube, podem não ser políticos do Estado, mas são políticos da instituição, algo que não possui mais espaço hoje no mundo do futebol de alta competitividade, Flamengo e Palmeiras mesmo compreenderam isso e hoje atuam quase como empresas, só não adotam formalmente o modelo SAF. Político lá sabe sobre economia? Sobre sanar dívidas? Sobre quadruplicar arrecadação? Lá político vai saber sobre praxiologia, identidade, sociologia do futebol, etc e etc? Isso tudo é pra profissionais. Político sabe só sobre como receber uma boa propina, como subornar oferecendo cargos, como forçar crise pra chantagear opositores, como mentir em entrevistas, como pedir voto de conselheiros ou eleitores, como desviar dinheiro, como subvalorizar atletas para aplicar esquema de corrupção em favorecimento de empresários por troca de agrados políticos de influência na instituição, nisso tudo aí político é bom e sabe bem.
Talvez o que mais seja importante pro ecossistema Nostr hoje é uma IA
Esse mundial quebrou minha tese de que o dinheiro era fator determinante acima de tudo para afirmar que o futebol global (europeu de primeira prateleira) é anos luz superior aos demais mercados de futebol regional. Esqueci muito do que Johan Cruijff havia dito.
Somente uma pessoa muito idealista, iludida com os poderosos, é capaz de confiar aos psicopatas a posse sobre armas de destruição em massa. A maioria dos regimes hoje, no mundo todo, é de patocracias, ou seja, governos chefiados por psicopatas.
O correto seria ninguém ter esses armamentos, simples assim.
De 2022 pra cá mudei de opinião sobre bombas atômicas, eu as defendia, a medida que fui compreendendo mais os problemas éticos, morais e metafísicos sobre a posse dessas armas fui tornado em um indivíduo contrário ao desenvolvimento de armas nucleares. Porém é algo que se desenvolvemos, apresentamos ponto por ponto, ou vamos a um debate contra qualquer estatoleiro, somos difamados e tratados como "neoliberais" caluniosamente, mesmo se formos nós, católicos, mais antiliberais que qualquer materialista estatoleiro.
Acho estranho me ser comum sentir as vezes, mesmo que raramente, um aroma nostálgico e doce de idosos, algo que se assemelha a baunilha e lavanda, e isso do nada, sem idosos por perto.
Ao meu olhar, até mesmo o casamento feito em uma igreja protestante é muito superior ao casamento feito numa casa de eventos. Perdão pelo excesso de notas sobre esse tema, é que estou muito indignado. Foi engraçado o fato de que a empresa trabalhava em cooperação com um serviço que oferecia danças árabes, como exemplo a do ventre, para casamentos, e tinha um dublê de Nayib Bukele arábico muito sojado lá, fiz a piada seguinte: "esse é o tal do Jahlim Mahmei" e dei risada forte na frente de muita gente hahahahaha. Efeito mínimo do álcool naquele domingo.
Eu até esqueci que as classes médias e pobres importaram esse modelo de casamento cerimonial sem Deus diretamente das classes mais ricas, é uma escadinha na qual o corpo está em descenso, e infelizmente a medida que os degraus vão sendo pisados na direção do corpo ao piso inferior mais pessoas se juntam uniformemente em coletivo nesse movimento de descenso do alto para baixo.
Claro, tudo feito para alto é feito conforme as competências dado o valor, para baixo haverá o mesmo porém em forma degradada, muito piorada.
Pra mim, todo casamento que não ocorre em uma igreja, é inferior simbolicamente, é apenas estética material. Casamento fora da religião é brincadeira apenas, um rito que se volta ao próprio homem não é de profundo agrado. Casamento civil em si é uma tosqueira, hoje é inútil e serve somente para um eventual divórcio, até o "rito" feito pelo Estado e pelo mercado são pobres comparados ao que é feito pela Igreja.
Fui em um evento de noivos promovido por uma empresa de eventos — perdoem-me pela repetição da palavra — isso foi após o fim da missa. Ao ir, lá, não gostei da estética humana e cultural, talvez não apenas da estética mas também dos sentidos de profundidade, no universo simbólico e na proposta de produto.
Descrevi como "cafona" na última nota, porém pior que cafona, o casamento médio, secular e laical, que mimetiza o casamento católico (esse sim válido e verdadeiro), é vazio, vazio, não possui significado.
Considero que há uma barreira entre a mimese e a sátira, o pior é quando essa barreira é quebrada, deixa de ser vazio para tornar-se subversivo. O pior é quando o mercado absorve o vazio e o subversivo, os tornam em elementos primordiais de seu produto, assim casamento não é mais um sacramento na lógica de nossa civilização decadente, é já uma cerimônia estética e material, somente.
Deus é retirado do casamento, nesse caso, o casamento torna-se um rito antropocêntrico de passagem, apenas.
Os casamentos hoje, organizados por essas empresas de eventos e cerimoniais, viraram algo cafona. Dou muito mais valor ao que há de sacramental com vetores que se flexionam à Deus do que ao que se flexiona sumamente como material, sensorial, de "status" e memorial, somente, como fotos bem produzidas, música pop emitida em ondas sonoras de aparelhos de som (intensos em volume), etc e etc. Em minha opinião digo: é cafona. O casamento médio organizado por essas empresas é algo cafona, raso, kitsch, brega mesmo.
Feliz demais com o anúncio de Hernan Crespo, excelente treinador. Também feliz demais com essa imprensa clubista corporativista totalmente deprimida.
Gm
Muitos jornalistas aí são defensores dessa escola defensivista por acharem que a identidade do São Paulo é de time de raça, de luta, de briga, tal como fosse um time argentino catimbeiro, muito pelo sucesso da era Muricy, uma ilusão. Até inventam o mito do "Telê mais pragmático" só para forçar essa crença de que a identidade do São Paulo é defensivista. Futebol é gol, essa era maldita inaugurada pela escola gaúcha de treinadores em seu auge no futebol brasileiro, e que contaminou a escola paulista, graças a Deus está com os dias contados.
Time grande, mesmo que na pindaíba, tem que jogar pra ser ofensivo. Chega de venderem a ilusão de que o São Paulo hoje tem time nível Ponte Preta e que tem que jogar igual um time catimbeiro em fase de grupo de Libertadores.