"Stalin, no auge do poder, se sentia ameaçado e perseguido o tempo todo. Por que um simples deputadinho ou professor universitário comunista não se sentiria também? O cagaço paranóico é o estado natural da mente esquerdista, que justfica antecipadamente como defesa própria todos os seus crimes e iniqüidades."
- Olavo de Carvalho
Ismael
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O tolo errante do deserto.
Filosofia e o escambau. Escrevo bobagem no substack. Lê.
Conhece a editora Speculum:
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"Eu vim para foder com tudo."


"Uma vez eu observei que o sujeito que vive nessa rotina -- vai ao escritório, marca o ponto, faz o servicinho, mexe naquelaa fichinhas --, quando tira férias e vai para o mar, para a montanha, acredita que entrou num mundo de sonho, e que, ao voltar para o trabalho, ele voltou para a realidade. Mas o mare a montanha já estavam ali muito antes de ele chegar, enquanto aquela porcaria toda que ocupa o dia-a-dia dele é uma coisa inventada ontem. Onde está a realidade e onde está o sonho? O que é a realidade ele chama de sonho, e o que é um pesadelo ele chama de realidade. É a extrema alienação."
- Olavo de Carvalho
#OlavodeCarvalho
Em um certo momento em Moby Dick aparece um contraste entre os capitães Ahab e Boomer. Ambos foram mutilados por Moby Dick em algum momento, Ahab tendo perdido uma perna e Boomer, um braço.
Porém, Ahab tornou-se obcecado por se vingar da baleia, tendo basicamente consagrado a vida a encontrá-la e matá-la. É um Liam Neeson dos sete mares. Enquanto isso, Boomer conformou-se com seu destino, e tenta dissuadir Ahab de sua caçada. Ele argumenta que não há por que vingar-se de um animal irracional, e que essa empreitada era infrutífera.
Moby Dick representa o Behemoth; representa as forças irracionais e incontroláveis da natureza e do acaso, capazes de destruir tudo em seu caminho, indiferente e indiscriminadamente, ao mesmo tempo que não podem ser contidas pelos nossos esforços, por maiores que sejam. Mesmo quando o homem pensa ter domado algum aspecto da natureza, ela mostra seu poder de algum outro modo.
Boomer aceita que isso é um fato da vida, como todos deveríamos fazer. Não é estoicismo, é a simples aceitação da nossa fraqueza diante dos poderes da criação. Poderes esses que não são maus nem bons em si mesmos. Ahab, por sua vez, se revolta contra o que ele considera uma injustiça. "O mundo me fez mal e portanto deve pagar". Esse ódio não só é infértil como é também perigoso, e perigoso para ninguém menos que o próprio Ahab, que fica louco no processo de enfrentar aquilo que não pode ser vencido. Sua loucura é tanta que ele se volta contra o próprio Deus, ao "batizar" seu arpão com sangue dizendo "ego non baptizo te in nomine Patris, sed in nomine diaboli!" Nada mais natural. Ao alimentar o ódio contra a criação, quem mais poderemos culpar se não o próprio Criador?
Não é necessário dizer que a caçada de Ahab de fato dá errado. Ele morre, sendo arrastado para as profundezas, carregando consigo quase todos que envolveu em seu delírio.
#MobyDick #Behemoth #Literatura #Filosofia
"Não percebes que os erros em nossa conduta são causados por este tipo de ignorância: de pensar que sabemos quando não sabemos?"
- Sócrates
"Não se deve fingir saber o que não se sabe nem fingir não saber o que se sabe."
- Olavo de Carvalho
Bom dia, #nostr amigos. Super terça por aí também?
A derrubada dos filtros no core está com cheiro de psyop shitcoinheira / estatal
Os Doutores estão chegando!
Muito em breve os grandes mestres cá estarão,
e com seus divinos dedos apontando
para aqueles que, coitados, vão buscando
as respostas sem dos mestres permissão.
Podem eles nos dizer o sim ou não
sem que caiam nos abismos como o bando
de suínos que o Senhor fez caminhando
se lançarem do penhasco para o chão?
Ou seriam eles como que Escolhidos,
Povo Eleito, feitos sábios pelo Pai?
Mais parecem intelectos encolhidos,
povo andante que não sabe aonde vai.
Ganhariam mais estando escondidos
e pedindo a Deus "Oh Pai, nos perdoai!"