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Girino Vey!
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Bitcoin holder since 2013, software developer and political nihilist.
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Girino Vey! 1 month ago
image A Mônica homofóbica não existe e não pode te machucar! A Mônica homofóbica:
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Girino Vey! 1 month ago
image Alfredo Gaspar diz que CPMI perdeu dados de Vorcaro e dispara: “Investigar poderosos é impossível”
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Girino Vey! 1 month ago
image Quando um artista relata que um pôster pela “paz no Oriente Médio” foi rejeitado simplesmente por conter a bandeira de Israel, é preciso chamar as coisas pelo nome. Isso não é crítica a um governo. Não é debate político. Não é defesa dos direitos humanos. É antissemitismo disfarçado de antissionismo. Excluir Israel de um evento que fala em paz não promove diálogo, promove apagamento. Demonizar o único Estado judeu do mundo, a única democracia de todo Oriente Médio, tratando seus símbolos como inaceitáveis, revela um padrão histórico: o judeu pode participar, desde que não se afirme como judeu. A paz não nasce da exclusão seletiva. E o antissionismo, quando nega ao povo judeu o mesmo direito à autodeterminação concedido a qualquer outro povo, deixa de ser opinião política e se torna preconceito. Chamar isso de “ativismo” não muda a realidade. O nome correto continua sendo antissemitismo.
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Girino Vey! 1 month ago
image The “social contract” was never a contract. A real contract requires consent, negotiation, and the ability to say no. Yet the state claims you “agreed” to its rules simply by being born, and that you owe obedience to terms you never saw, never signed, and never had the option to reject. If a corporation tried to impose a contract on you at birth, enforced by threats, everyone would call it fraud. But when government does it, people call it “civics.” A contract you never signed isn’t a contract. It’s an excuse used to justify control. If consent matters in every other part of life, why do we pretend it doesn’t matter where it’s needed most? #StatismIsSlavery #SocialContractMyth #Voluntaryism #Freedom #Liberty
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Girino Vey! 1 month ago
image No primeiro semestre, a Lei Rouanet registrou sua maior captação desde que foi criada, reforçando o aumento do investimento cultural no país. Porém, grande parte dos recursos ainda acaba concentrada em artistas já estabelecidos, enquanto projetos pequenos e novos criadores têm menos acesso ao incentivo. Segundo o portal do GOV, só no primeiro semestre de 2025, mais de R$765 milhões foram arrecadados. Source:
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Girino Vey! 1 month ago
image A fuga cinematográfica de María Corina Machado da Venezuela se tornou o episódio político mais explosivo do ano, revelando ao mundo um regime disposto a tudo para impedir que a líder oposicionista exercesse sua voz. Perseguida, vigiada e impedida de se eleger, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz passou meses escondida até que uma operação altamente sigilosa — digna dos melhores filmes de espionagem — finalmente a retirou do país. Disfarçada, usando peruca e documentos falsos, Corina deixou Caracas em absoluto silêncio operacional, seguindo por rotas secundárias até o litoral. A cada quilômetro percorrido, havia o risco real de captura por forças do regime. Fontes internacionais descrevem que a operação envolveu coordenação sofisticada, apoio externo e monitoramento constante de possíveis interceptações. Após uma jornada cuidadosa por terra, ela chegou a um vilarejo pesqueiro onde uma lancha clandestina a aguardava para realizar a travessia até Curaçao, ponto seguro e fora do alcance direto do governo venezuelano. A parte mais arriscada, porém, aconteceu no mar — e no ar. De acordo com informações que circulam entre analistas militares e diplomáticos, caças dos Estados Unidos podem ter realizado uma cobertura aérea discreta durante o trajeto marítimo de Corina. Segundo essas fontes, a presença de aeronaves militares americanas na região do Caribe, especialmente em rotas próximas à fronteira marítima venezuelana, teria funcionado como um escudo silencioso para impedir qualquer tentativa de intercepção por parte das Forças Armadas de Maduro. Embora não haja confirmação oficial — como é típico em operações de inteligência dessa natureza — os relatos apontam que essa cobertura aérea foi decisiva para garantir que a lancha chegasse sem incidentes à ilha caribenha. A possibilidade de envolvimento de caças americanos reforça o nível de tensão e a dimensão geopolítica da fuga. Para muitos especialistas, nenhuma operação desse porte seria bem-sucedida sem o apoio de um ator internacional com capacidade militar significativa. Isso explicaria a confiança demonstrada pela equipe que coordenou a retirada e o absoluto silêncio mantido durante todo o percurso. Ao desembarcar em Curaçao, Corina embarcou em um voo rumo à Europa. Apesar do atraso que a impediu de comparecer à própria cerimônia do Nobel, a imagem de sua chegada em segurança tornou-se símbolo de resistência global. Sua filha recebeu o prêmio em seu lugar, mas o mundo inteiro passou a acompanhar o desfecho da operação que, até então, parecia impossível. O impacto político da fuga é monumental. Ela confirma que a Venezuela vive um grau de repressão tão profundo que até uma vencedora do Nobel precisa deixar o país clandestinamente, sob risco de vida — e possivelmente sob proteção aérea de outra potência. A narrativa reforça Corina como ícone internacional de coragem e expõe Maduro como líder de um regime cada vez mais isolado, violento e temeroso do poder simbólico da oposição. A fuga não é apenas um marco na história recente da Venezuela. É um divisor de águas. Um lembrete dramático de que, quando a ditadura tenta silenciar a esperança, a própria esperança encontra caminhos extraordinários para sobreviver — mesmo que precise cruzar o Caribe sob a sombra de caças norte-americanos. Source: