Uma PEC em análise na Câmara dos Deputados pode reduzir o IPVA em até 75%. Adivinha quem votou contra?
O texto limita a alíquota máxima do imposto a 1% do valor do veículo, ante os atuais 4% em alguns estados, e prevê que o cálculo também considere o peso do automóvel. Estados ainda poderão conceder descontos para veículos menos poluentes.
Após ser aprovada na CCJ, a proposta foi criticada pelo deputado Helder Salomão (PT-ES). Agora, a PEC seguirá para uma Comissão Especial, depois será votada no plenário da Câmara e, se aprovada, ainda precisará passar pelo Senado antes de entrar em vigor.
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O texto limita a alíquota máxima do imposto a 1% do valor do veículo, ante os atuais 4% em alguns estados, e prevê que o cálculo também considere o peso do automóvel. Estados ainda poderão conceder descontos para veículos menos poluentes.
Após ser aprovada na CCJ, a proposta foi criticada pelo deputado Helder Salomão (PT-ES). Agora, a PEC seguirá para uma Comissão Especial, depois será votada no plenário da Câmara e, se aprovada, ainda precisará passar pelo Senado antes de entrar em vigor.
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O brasileiro já nasce carregando coisa demais. Enquanto o resto do mundo vive com aquela ideia bonita de que o corpo é feito principalmente de água, aqui a sensação é que a maior parte da pessoa é imposto, boleto, taxa, cobrança e mais alguma surpresa financeira aparecendo no fim do mês.
E o pior é que faz sentido demais. Você compra comida, tem imposto. Compra roupa, tem imposto. Abastece o carro, tem imposto. Trabalha, paga imposto. Recebe, paga imposto. Respira perto de um produto parcelado e parece que já vem alguma cobrança embutida. A vida no Brasil é praticamente um organismo movido a tributo.
Mas claro que não para por aí. Ainda sobra espaço para café, porque ninguém funciona sem. Um pouco de álcool para fingir que está tudo sob controle. Sódio porque a alimentação real do brasileiro tem tempero, miojo, salgadinho e comida de rua. Uma boa porcentagem de conteúdo de internet, porque sem isso ninguém aguenta a rotina. E o tigrinho ali no final representando aquela parte do país que ainda acredita que vai recuperar o dinheiro em uma jogada milagrosa.
No fim, ser brasileiro é isso: metade sobrevivência, metade piada interna nacional. A gente reclama, trabalha, paga caro, toma café, transforma desgraça em humor e ainda encontra energia para rir da própria situação como se não estivesse vivendo no modo difícil.


Marinha informou que o lançamento do submarino nuclear Álvaro Alberto está previsto para 2038, adiando novamente o cronograma do principal projeto do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). A estimativa anterior previa o lançamento da embarcação em 2034.
Em ofício encaminhado pelo Ministério da Defesa à Câmara dos Deputados em 22 de junho, a Marinha atribuiu o novo prazo à “indisponibilidade de recursos e a ausência de previsibilidade orçamentária têm impactado o cronograma de desenvolvimento e entrega”
O cronograma original do Prosub estabelecido em 2008 previa o comissionamento e a entrega oficial do Álvaro Alberto à Marinha do Brasil no ano de 2025.
Aí a Receita Federal divulga o ranking de patrimônio médio por profissão e quem aparece no topo?
-Titular de cartório R$ 3,3mi
-Juízes e desembargadores R$ 2,9mi
-Procuradores e promotores R$ 2,9 mi
-Diplomatas R$ 2,5 mi
Para encontrar um dirigente de empresa é preciso descer no ranking. O produtor rural, que vive sendo tratado como inimigo do país, aparece com metade do patrimônio médio de um titular de cartório.
No Brasil, quem abre empresa, investe o próprio dinheiro, contrata funcionário e corre o risco de quebrar é tratado como privilegiado.
Enquanto isso, algumas das maiores fortunas médias estão justamente em carreiras cercadas de estabilidade, benefícios públicos ou atividades protegidas pelo próprio Estado.





