OBSERVAÇÃO PRIMORDIAL
“E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o Senhor é nosso Deus, o Senhor é um só.” — (MARCOS, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 29.)
Replicando ao escriba que o interpelou, com relação ao primeiro de todos os mandamentos, Jesus precede o artigo inicial do Decálogo de observação original que merece destacada.
Antes de todos os programas de Moisés, das revelações dos Profetas e de suas próprias bênçãos redentoras no Evangelho, o Mestre coloca uma declaração enérgica de princípios, conclamando todos os espíritos ao plano da unidade substancial. Alicerçando o serviço salvador que Ele mesmo trazia das esferas mais altas, proclama o Cristo à Humanidade que só existe um Senhor Todo Poderoso — o Pai de Infinita Misericórdia.
Sabia, de antemão, que muitos homens não aceitariam a verdade, que almas numerosas buscariam escapar às obrigações justas, que surgiriam retardamento, má vontade, indiferença e preguiça, em torno da Boa Nova; no
entanto, sustentou a unidade divina, a fim de que todos os aprendizes se convencessem de que lhes seria possível envenenar a liberdade própria, criar deuses fictícios, erguer discórdias, trair provisoriamente a Lei, estacionar nos caminhos, ensaiar a guerra e a destruição, contudo, jamais poderiam enganar o plano das verdades eternas, ao qual todos se ajustarão, um dia, na perfeita compreensão de que “o Senhor é nosso Deus, o Senhor é um só".
/ Emmanuel e Chico Xavier
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#novotempo
cdelima
cdelima@zaps.lol
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Um velho marinheiro navegando por mares nunca antes navegados à procura de náufragos.
Tentando descobrir porque a cada vez que entro no Amethyst ele me diz um número diferente de seguindo e de seguidores...
MUITAS VIDAS
03 - O que você tem feito de tuas memórias?
O que você tem feito de tuas memórias? Não, não é fazer um rascunho do que um dia poderá ser um livro de memórias que talvez poucos venham a ler.
Gostaria de saber como você tem se relacionado com as coisas boas de tua vida. Aquelas coisas, fatos, momentos que te deixaram felizes quando aconteceram.
Momentos, que eu chamo, para fazer analogia aos dias atuais, de medalhas de ouro! Sim, muitas vezes chegamos ao topo do pódium várias vezes na vida e apenas curtimos a medalha e o presente. Depois, ao voltarmos para nossa rotina, jogamos fora o presente e guardamos a medalha num lugar escuro, no fundo de uma gaveta chamada cérebro, como se aquilo não pudesse ser revisitado periodicamente.
Voltar a estes momentos nos estimulam a buscar mais medalhas.
Vivemos em provas nesta vida (há quem não acredite ou as desdenhem mas é isto que acontece a todo momento.Umas provas são fáceis de vencermos e conquistamos a medalha sem muito esforço; outras, precisamos suar muito, nos esforçarmos além do que julgamos ser nossos limites para podermos alcançar o pódium.
E, certamente, estas serão motivo de muito orgulho pela superação. Mas, e depois da conquista? O que vem? O relaxamento, o abandono das próximas possibilidades ou, retomar o foco nos próximos objetivos de conquista?
Voltar à rotina de busca de novos desafios manterá você fora da zona de conforto que só te leva a estagnação perante tua própria vida.
Somos movidos a desafios. Precisamos nos desafiara novas conquistas diariamente.
Precisamos nos ocupar de atividades prazerosas para sentirmos alegria de viver.
Como diziam os antigos "sentar e esperar a morte chegar pode doer a bunda!". Sim, porque ela pode demorar muito a chegar e você ali sentado sem fazer outra coisa vai dar chance a coisas ruins instalarem-se no teu corpo. E, doente, tudo ficará mais difícil de ser conseguido.
Provavelmente até a falta de luta para vencer a doença te leve a um estado vegetativo. Você não é um vegetal!
E, então, como você recupera estas conquistas no passado? Você se senta para ver a caixa de retratos dos tempos de infância? Quanta coisa ali para relembrar, rir, perguntar para os outros que estão ali?
Já conversaste com teus pais para saber como era a vida deles quando tinham a tua idade ou isso não tem mais interesse para você? Já estão "velhos", o mundo mudou,nada servirá para mim!
Engano teu: sempre haverá alguma coisa para orientar novas conquistas baseado no esforço despendido em outras condições.
Abra teu armário de roupas: quantas memórias guardadas eu cada um dos cabides. Como as escolheste? Qual o objetivo da compra? Custou muito? Compraste a prazo porque não tinhas dinheiro para pagar à vista? Veja que tudo isto pode ter sido uma medalha de ouro que você escondeu de si mesmo.
Lembras dos primeiros colégios frequentados? Dos colegas de sala? Do primeiro namoradinho(a)? Quantas emoções passaram por este coração?
Aproveite estes dias em que estamos em casa (em trabalho à distância), onde sair ainda é problema e comece uma viagem através das lembranças... podes até encontrar problemas não resolvidos na época e que agora, com o conhecimento adquirido ao longo dos anos, possas resolvê-los.
#muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura #cdelima #nostr #amethyst
MUITAS VIDAS
02 - A Rendição
Finalmente chegou o dia da rendição.
Não estava mais dando para resistir.
As tropas inimigos me cercavam e cada vez maispróximas até que um dia soldados chegou perto de mim e me apontousua pistola: ou se rende ou eu acabo com sua vida.
Tentei escapar não sei como. Parece que a tampado bunker se abriu milagrosamente e eu me vi dentro das minhasprofundezas.
Aparentemente havia escapado daquele sondado antesdele apertar o gatilho.
Mas eles estavam rondando minha cabeça. O corpotremia quando sentia os tanques passando ali em cima.
Procurei uma pá que havia deixado ali para umanecessidade. Também o mapa de onde eu havia construído meu bunker.E a placa com o nome do lugar, fixada numa das paredes, estava aliBezpechne Mistse (que significa Lugar Seguro.
Fiquei olhando o mapa e relembrando o caminho queos inimigos estavam seguindo para chegar até meu esconderijo.Precisava cavar uma nova saída.
Comecei estudando o mapa. Olhava onde poderiaestar vulnerável. Onde poderia cavar uma saída. Parava. Ficava emsilêncio quando ouvia passos em minha cabeça. Não poderia darchance de me destruírem ali nas minhas defesas. Só queria encontraruma saída. A escuridão era grande. Só uma lanterna e algumaspilhas para ir substituindo. Precisava economizar.
Enfim, depois de um longo período consegui sair eestar numa casa onde um senhor, assustado, me recebeu. "O queaconteceu para estares ai, desse jeito? perguntou-me estendendo suamão direita para me ajudar a entrar em sua casa.
Me indicou uma cadeira para sentar e começou apuxar assunto como se fosse alguém que estivesse acostumado a fazerisso com outras pessoas. Me pareceu uma pessoa calma, de boa conversae de boas palavras. De vez enquanto, durante minhas falas, umapergunta, uma colocação como se quisesse entender melhor minhasexplicações.
Ficamos ali um bom tempo, eu perdi a noção dotempo. Ele então, escreveu num pedaço de papel alguma coisa paraalguém que ele me disse poder me acolher melhor do que ele. Agradecia acolhida, guardei o papel no bolso e me despedi, prometendo voltarassim que essa guerra terminasse e a gente pudesse caminharcalmamente pelas praças, rindo e correndo como só as criançassabem fazer.
#muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura #cdelima #nostr #amethyst
MUITAS VIDAS
01 - Um começo
Durante muitos anos, João, este homem já com algumas vivências interessantes negava ajuda por profissionais que cuidassem de sua cabeça. Por vezes, ele mesmo ficava meio balançado com essa história.
Mas, parece que as experiências que ele teve foram deixando ele mais e mais resistente. Numa das empresas onde trabalhou, conheceu conheceu Júlia, que trabalhava na área de seleção de candidatos a vagas de emprego. A relação começou assim meio despreocupada até se que viram íntimos. E essa intimidade trouxe a ele muito mais dúvidas para sua cabeça porque não entendia como alguém que havia estudado para desembaralhar a cabeça das outras pessoas estava com a sua totalmente embaralhada.Mais do que novelo de linha que serve de brinquedo para gatos.
E essa relação não durou mais do que outras três ou quatro idas ao motel.
A vida foi passando entre altos e baixos e ele,também oscilando.
Mais um monte de anos para a frente, foi levado a uma nova experiência: outra menina novinha foi escalada pelo professor para atendê-lo. Aqui o desastre aconteceu na terceira sessão, dentro de uma pseudo sala de atendimento.
E agora, José, como perguntava aquele poeta? Não se sentia bem. As coisas de suas vidas profissional, pessoal estavam embaralhadas.
Mudou de grupos de relacionamento. Mas nem com as novas pessoas isso se dava a contento.
Sempre que tentava ajudar os outros (lhe disseram que isto poderia ser uma boa forma de se encontrar) as coisas começavam bem e logo um aborrecimento o fazia se afastar. Foi ficando difícil.
Mas, depois de se ver metido em grandes complicações, de perder a noção do que poderia fazer, recorreu a um psiquiatra (que já havia medicado ele a algum tempo).
#muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura #cdelima #nostr #amethyst
Alguém se interessa por Espiritismo?
Estou pensando em criar um grupo no SESSION.
Topas?
Alguém que mode mostrar (mais ainda) do Romário para cariocas...


Então, navegando por lugares desconhecidos, aportei aqui.
E, não estou falando de barcos...Sinto falta de: conversar com calma, falar bobagem, andar na estrada de terra com chuva, subir em árvore, comer comida feita na lenha, almoçar/jantar num mesão, andar perdido, barulho de água de cachoeira, caminhar de mão dadas, beijar pescoço, beijar ponta da orelha, sentir cheiro de sexo, fazer sexo sem obrigação/cobrança, conversar deitado na cama, rir de conversas bobas, namorar na praia, sexo sobre uma folha de jornal na praia escura, tomar banho junto, rir até gargalhar, fazer comida juntos, fazer refeições juntos, jantar à luz de velas, dormir de casulo, dormir numa barraca, cochilar de conchinha, ficar deitado olhando a lua e contando estrelas, ler sentado em cadeira de praia com os pés no mar, ir a Paraty, comprar peixe do pescador, comprar camarão pesado em lata de gordura de coco carioca, acampar em Campos do Jordão, esfriar o vinho na grama gelada, voltar à Tiradentes, fim de semana em S João del Rei ou Ouro Preto, comer manga carlotinha em Ubá, namorar num Fusca, ir ao cinema em hora de aula, roubar um beijo num ônibus, andar de bonde no inverno com chuva, atravessar a Quinta da Boa Vista, brincar de guerra na grade da escola depois do jantar, ficar em pé, de castigo por ter feito alvorada, tomar leite condensado no furinho da lata, parar as pás de ventilador ligado com as mãos, andar pela Avenida Farrapos de puteiro em puteiro até o Gruta Azul para assistir show de strip, andar de micro-ônibus em Porto Alegre, comer carne de sol na cabeceira do Aeroporto de Guararapes, andar de shollita, sunga laranja, camiseta regata e óculos Ray-Ban na rua Sete em Salvador, descer a Ladeira do Quebra Bunda, tomar cachaça e comer Lambreta no Mercado Modelo sábado de manhã, comprar carne de sol em Natal, tomar banho de mar na Praia do Forte, namorar na beira da calçada, jogar bola de meia, de calça comprida (uniforme da escola), assistir aula com a roupa toda suada, aprender a fazer sapato mocassim, assistir filme de terror no ginásio do colégio sentado na quadra, jogar futebol de salão na escola e depois de velho, em Sepetiba, dirigir à noite na chuva sem limpador de para-brisas, namorar em Santa Cruz, sair com a namorada dos outros só pra conversar e beijar na boca, de fazer coisas pela primeira vez, de ver coisas que só vi uma vez, de sentir cheiros que ainda estão na lembrança, de ouvir pedidos que não puderam ser atendidos.
Sinto falta de saber por onde andam pessoas que ficaram descritas nos meus poemas de adolescentes; das namoradinhas dos colégios. Dos trabalhos de grupo, intermináveis apenas para poder estar juntos, olhar, pegar no braço. Rir do nada. Amores infantis. Por onde andam, o que têm feito de duas vidas? Casaram, fizeram filhos, são felizes? Ainda moram aqui no Rio?
A vida da gente, nesse momento em que João repassa todas estas lembranças, me fazem, também, sentir algumas mesmas faltas que ele sente. E você, que está lendo agora certamente está sentindo essas faltas. No masculino ou feminino. De muito tempo ou de semana passada. Ou até de hoje cedo...
A vida, quando revista, nos enche de lembranças. E ainda bem que estas são boas.
Se você tem interesse na Doutrina Espírita, este é um lugar onde estou compartilhando aprendizados:
You're invited to talk on Matrix
You're invited to talk on Matrix

Muitas Vidas
O Começo
Durante muitos anos, João, este homem já com algumas vivências interessantes negava ajuda
por profissionais que cuidassem de sua cabeça. Por vezes, ele mesmo ficava meio balançado
com essa história.
Mas, parece que as experiências que ele teve foram deixando ele mais e mais resistente. Numa
das empresas onde trabalhou, conheceu conheceu Júlia, que trabalhava na área de seleção de
candidatos a vagas de emprego. A relação começou assim meio despreocupada até se que viram
íntimos. E essa intimidade trouxe a ele muito mais dúvidas para sua cabeça porque não entendia
como alguém que havia estudado para desembaralhar a cabeça das outras pessoas estava com a
sua totalmente embaralhada. Mais do que novelo de linha que serve de brinquedo para gatos.
E essa relação não durou mais do que outras três ou quatro idas ao motel.
A vida foi passando entre altos e baixos e ele,também oscilando.
Mais um monte de anos para a frente, foi levado a uma nova experiência: outra menina novinha
foi escalada pelo professor para atendê-lo. Aqui o desastre aconteceu na terceira sessão, dentro
de uma pseudo sala de atendimento.
E agora, José, como perguntava aquele poeta? Não se sentia bem. As coisas de suas vidas
profissional, pessoal estavam embaralhadas.
Mudou de grupos de relacionamento. Mas nem com as novas pessoas isso se dava a contento.
Sempre que tentava ajudar os outros (lhe disseram que isto poderia ser uma boa forma de se
encontrar) as coisas começavam bem e logo um aborrecimento o fazia se afastar. Foi ficando
difícil.
Mas, depois de se ver metido em grandes complicações, de perder a noção do que poderia fazer,
recorreu a um psiquiatra (que já havia medicado ele a algum tempo).