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HoppeAna
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Estado? Não, obrigada!
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HoppeAna 2 months ago
O caso de Paola e Douglas, no Rio Grande do Sul, revela um episódio alarmante de intervenção estatal que resultou na retirada forçada de seus dois filhos - um menino de quatro anos e uma bebê de um ano - apesar de laudos, relatórios e testemunhos que contradiziam a justificativa oficial. Tudo começou quando Paola apresentou um laudo médico assinado por profissional habilitada recomendando a suspensão temporária das vacinas após reações adversas graves. O documento apontava risco real caso novas doses fossem aplicadas. Mesmo assim, Conselho Tutelar e Ministério Público ignoraram o parecer e insistiram na vacinação compulsória, sem perícia independente. Dias depois, à noite, o casal foi surpreendido por oficiais de Justiça, conselheiros tutelares e policiais. Sem aviso, sem contraditório e sem transparência, as crianças foram retiradas sob a acusação genérica de “negligência”. Paola e Douglas afirmam que só tiveram acesso à decisão judicial depois que os filhos já estavam sob custódia do Estado. A situação piorou quando as crianças foram enviadas a um abrigo denunciado por três estupros e dois homicídios cometidos por uma funcionária - crimes reconhecidos judicialmente. Apesar do histórico, o local segue ativo e recebeu os menores. Relatórios do CREAS descreviam a família como estável, com bom vínculo e cuidados adequados. Mesmo assim, um laudo isolado - encomendado pelo Judiciário - contrariou toda a documentação anterior, descrevendo a casa como desorganizada e sugerindo isolamento social. Esse documento, contestado por profissionais que acompanhavam a família, embasou a retirada. Após a separação, Paola relatou hematomas no braço do filho e a bebê vestida de forma inadequada no abrigo. Ao tentar denunciar, um erro de data no boletim virou o processo contra os próprios pais, que passaram a responder por “falsa comunicação”, ampliando as restrições de acesso. O episódio expõe um Estado que ignora a autonomia médica e transforma em alvo pais que seguiram orientação clínica formal. Quando a “proteção da infância” se converte em arma institucional, quem responde pelos danos causados a uma família inteira?
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HoppeAna 2 months ago
O conceito de estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie… em inglês strategy, em alemão strategie, em italiano strategia, em espanhol estrategia... image
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HoppeAna 2 months ago
Podiam fazer isso aqui com o real também. 🤡 image
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HoppeAna 2 months ago
Gostei do vídeo, realmente essa jornalista é uma hipócrita tanto quanto a empresa que ela trabalha. Mas a música no final diz que imposto não é roubo pois não tem violência, apenas intimidação. O Leafar também usa esse argumento. E muita gente concorda com ele. Mas eu pergunto: se apontarem um revólver na sua cabeça e você entrega sua bolsa (ou celular e carteira). Não houve violência também, o bandido nem encostou em você. Então não é roubo? View quoted note →