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Direita Internacional - ODI (IOR)
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Organização da Direita Internacional. (International Right-wing Organization) Sem fins lucrativos, organizando ideologias. sub: Brasil Site: https://internationalright-wing.org/site/ Relay: wss://relay.internationalright-wing.org Blossom: https://internationalright-wing.org Estatisticas do Relay: https://internationalright-wing.org/site/relay ⬜🟦
Assim como na votação para presidente do Senado. Assim como na votação para presidente da Câmara. Assim como nas discussões de presidentes de comissões. Assim como nas derrubadas de pautas da direita. Assim como na sabatina do Zanin Assim como na sabatina do Dino Mais uma arapuca. A promessa de pautar a anistia se aprovarem mais um comunista no STF! E mais uma vez o GADO vai defender um acordo que claramente vão desrespeitar!
Se você der uma lida nas postagens dos irmãos do Flávio Bolsonaro vai pensar que os adversários são Tarcísio, Zema, Ratinho, Moro, Constantino e Nikolas. E não o Lula.
Galera que ta defendendo essa lei Leia direito. Ali tem agressão verbal. (moral e psicológica) Também, você desce a régua do corrompido. O que é mais fácil e acessível para corromper: Policial ou Juiz? Com essa lei, mulher da 500 reais pro PM e ele acaba com a vida do marido. image
Senhores, após análise técnica. Atualizamos nosso relay para strfry. Espero que sintam na pratica um melhor desempenho. Qualquer solicitação e feedback, ficaríamos felizes em receber.
Eleições 2026, como vota a ODI Brasil? Primeiro Turno Carlos - Zema Lays - Renan Tales - Zema Ana Beatriz - Flavio Davi - Flavio Lucas - Renan Wellington - Flavio
Todos que embarcaram nas narrativas do sistema contra a Lava Jato viram ontem que a reação a investigações que atinjam seus membros é sempre a mesma, não importa quem delas participe. Os truques se repetem: - eles omitem a gravidade dos fatos revelados; - demonizam investigadores; - fazem acusações genéricas sobre vazamentos sem provas específicas; - fingem que eles são mais graves que os esquemas de corrupção, as relações íntimas e/ou comerciais entre magistrados, empresários e políticos, e a operação-abafa da qual participam; - apontam a “espetacularização” promovida pela mídia e pelas redes sociais, como se a magnitude e a relevância dos crimes cometidos não produzissem um espetáculo repugnante por si; - gritam, esperneiam e estrebucham, buscando pelo histrionismo a força de intimidação que falta aos argumentos técnicos e jurídicos; - alteram a jurisprudência; - posam de salvadores do Estado Democrático de Direito, como se ele não fosse solapado diariamente por agentes públicos que usam o chamariz do cargo para enriquecimento familiar; - contam com seus porta-vozes no mercado da comunicação para legitimar suas posturas convenientes como se fossem técnicas, tentando convencer a sociedade de que há apenas coincidências, e/ou um eterno “conluio” contra os garantidores da democracia. Quanto mais esses métodos se repetem, menos gente acredita, claro, mesmo que não reconheça a ingenuidade passada. Mas eles vão conseguindo impedir ou adiar qualquer revés, na tentativa de manter tudo como está.