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Lucas
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Lucas 3 months ago
O que dizer do Felca, né? Simplesmente um pedófilo que seguiu uma conta de cp por um ano, viu que pegou mal, demorou um ano para fazer um vídeo mal feito que não explica nada, fez assédio jurídico em 200 contas, ajudou o governo a fazer uma lei estúpida e autoritária, e saiu do Brasil. Simplesmente felca image
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Lucas 4 months ago
#art #artstr #character #comic #superhero #oc image
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Lucas 1 year ago
## O Problema do Nostr Para mim, o nostr representa o que a internet era alguns anos atrás, antes de se tornar essa merda corporativa que se rende a todo tipo de narrativa ridícula. O Nostr surge como uma alternativa para recuperar a essência da internet, descentralizada e livre de influências externas, sendo uma plataforma mais autêntica e independente. No entanto, o maior problema do Nostr hoje é justamente a sua maior qualidade: a descentralização. Existem diversos clientes, cada um com propostas únicas, mas todos compartilham um ponto em comum — a instabilidade. Isso acontece porque a maior parte do desenvolvimento no Nostr é trabalho voluntário. Os desenvolvedores trabalham no protocolo e nos aplicativos no seu tempo livre, sem um financiamento robusto ou uma estrutura corporativa por trás. Enquanto grandes redes sociais contam com equipes dedicadas e investimentos milionários, os criadores dos clientes do Nostr dependem quase exclusivamente de doações para manter seus projetos. Essa falta de incentivos financeiros e de uma equipe de desenvolvimento estável torna o progresso mais lento e faz com que os aplicativos frequentemente apresentem bugs, inconsistências e problemas de usabilidade. Como cada cliente evolui de forma independente, sem um padrão bem definido, a experiência do usuário pode variar bastante de um aplicativo para outro, afastando o usuário médio. Além disso, o Nostr acaba ficando muito nichado entre **libertários, bitcoinheiros e programadores,** o que acaba limitando a diversidade de conteúdo. Os temas muitas vezes se repetem — sempre falando sobre liberdade, Bitcoin, descentralização e outros assuntos recorrentes. Isso torna a experiência monótona para quem não está imerso nesse meio, e o conteúdo perde atratividade para um público mais amplo. Outro ponto importante é que **privacidade e liberdade de expressão não são grandes incentivos para atrair pessoas para o Nostr.** A maioria dos usuários de redes sociais não se importa tanto com esses conceitos. Quando o Xandão baniu o Twitter, muitos migraram para outras redes sociais convencionais, e poucos migraram para o Nostr. E quando o Twitter voltou, a maioria voltou para lá, deixando o Nostr com uma base de usuários bem menor. Isso demonstra que as pessoas preferem a conveniência, a estabilidade e a audiência maior das redes sociais tradicionais do que a descentralização ou a privacidade do Nostr. E aí surge a grande questão: **por que alguém usaria uma versão do Twitter no Nostr, quando pode simplesmente usar o próprio Twitter,** que é mais estável e tem muito mais variedade de conteúdo? Da mesma forma, **por que um criador de conteúdo investiria seu tempo no Nostr, onde a audiência é pequena e o retorno é incerto, quando ele pode ter mais visibilidade e garantia de engajamento nas redes sociais tradicionais?** Sem uma base sólida de usuários e criadores de conteúdo variados, o Nostr fica preso num ciclo difícil de quebrar: **sem usuários, os criadores não vêm; sem criadores, os usuários não ficam.** E enquanto isso não for resolvido, o Nostr vai continuar sendo que nem o Brasil, um protocolo do futuro que nunca chega, restrito a um nicho bem específico.