Fala, Pequenos Tiranos.
Para os que ficaram putinhos com a taxação de 50% do Laranjão, fiquem cientes que isso é só a raiz do pentelho maos fino...
A trozoba vem agora:
Mais 100% de taxação sobre a Rússia e para quem mais transacionar produtos combustíveis com a Rússia. Incluindo, petróleo e demais.
Fazendo as continhas, são 50% de taxa sobre os produtos exportados e sobre esse valor + 100% de tarifa em cima do acumulado.
Detalhe, em **50 dias**..
Que maravilha... Falei que o bostil não chega em 2026...
- "Ain, o #bitcoin é só reserva se valor... Ainda não se provou como moeda de economia circular..."
Pois é, Pequeno Tirano, enquanto você fica mimizando por aí, o mundo já começou a se mexer... Vamos promover o uso do #bitcoin como moeda de economia circular em nossas cidades... O #bitcoin já nasceu pronto para ser seu próprio ecossistema.
Guarda uma parte (patrimônio) e movimenta outra, sem impostos, sem governos e sem barreiras geográficas.
Aqui está um panorama detalhado, focando nos principais setores — comércio, turismo, educação e serviços públicos — das cidades/comunidades com economia circular de Bitcoin:
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🛍️ Comércio & serviços
**El Zonte (Bitcoin Beach, El Salvador)**
Mais de 100 negócios (restaurantes, hospedagens, surf shops) aceitam BTC via Lightning. O ecossistema impulsionou a economia local após a doação inicial de BTC em 2019 .
**Berlín (El Salvador)**
Cerca de 150 estabelecimentos já aceitam BTC. Vendas são feitas por residentes, não apenas turistas .
Arnhem (Holanda)
Local reconhecido como “Bitcoin City”, com centenas de comércios desde 2014 vendendo com BTC via Lightning .
**Rovereto (Bitcoin Valley, Itália)**
Bar, hotéis, aluguel de imóveis e até impostos locais foram pagos com Bitcoin em 2015. Centro comunitário ativo .
**Bitcoin Ekasi (Mossel Bay) & Witsand (África do Sul)**
Lojas, restaurantes e postos de gasolina locais aceitam BTC; rede oferece educação e inclusão financeira .
Outros – Iniciativas ativas de comércio em Guatemala (Bitcoin Lake), Costa Rica (Bitcoin Jungle), Uganda (Kampala), Quênia (Afribit Kibera), Gana, Uganda, Uruguai, Nigéria, Zambia etc. via subsídios do Bitcoin Beach Grants .
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🌍 Turismo
Bitcoin Beach atrai turistas “bitcoiner” globalmente interessados em utilizar BTC nas férias .
Lugano (Suíça) com Plan ₿: visa tornar-se hub de turismo cripto e negócios via integração de BTC, USDT e LVGA, com programas públicos e privados de incentivo .
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🎓 Educação & conscientização
Comunidades como Githurai (Quênia), Arusha (Tanzânia), SisonkeBTC (África do Sul) e BTC Shule (Burundi) executam workshops e onboarding de negócios, promovendo inclusão financeira e adoção local .
Lugano e Bitcoin Beach promovem educação formal/informal, ferramentas e documentos para replicação de iniciativas locais .
Centros como Paralelní Polis (Praga/Berlim) organizam palestras e eventos sobre criptografia, privacidade e cultura cripto desde 2014 .
Educação acadêmica global via conferências (Consensus, Blockchain Summit), cursos MOOC (Coinbase Earn, Binance Academy) e universidades (MIT, Stanford, Nicosia), criando ecossistemas de pesquisa e startups .
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🏛️ Serviços Públicos & infraestrutura
Em El Zonte, várias instalações públicas (escolas, saúde, skate park) passaram a aceitar ou usar BTC graças às doações iniciais .
Em Rovereto, o governo local chegou a aceitar impostos em BTC .
Iniciativas como Lugano Plan ₿ contam com parcerias públicas para fomentar pagamentos de tarifas municipais, investimentos e educação .
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📊 Resumo agregado
População total: agora cerca de 120 000–140 000 pessoas — somando todos os projetos com ecossistemas ativos (incluindo comunidades africanas, asiáticas, europeias e latinas).
Negócios aceitando Bitcoin: milhares globalmente — de centenas em cidades como Ragnarok/Arnhem e Lugano, a dezenas em vilarejos africanos e asiáticos.
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📌 Considerações finais
1. Comércio e serviços: forte adoção local, com comunidades fechadas onde BTC circula de forma fluida entre negócios e consumidores.
2. Turismo: alavancou a movimentação econômica em locais como El Zonte, atraindo visitantes que pagam diretamente em BTC.
3. Educação: fundamental — programas de capacitação apoiam a adoção, especialmente em áreas com menor acesso bancário.
4. Governança e políticas públicas: experiências bem-sucedidas em El Zonte, Rovereto e Lugano mostram que parcerias público-privadas são catalisadores.
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🔍 Conclusão: esses ecossistemas representam verdadeiros laboratórios de economia circular baseada em BTC. Embora o número envolvido seja relativamente pequeno, oferecem modelos replicáveis e demonstram impactos reais em comércio, turismo, inclusão e governança local.